História Um dia de verão - Capítulo 4


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Categorias Originais
Exibições 4
Palavras 714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Fantasia, Ficção, Josei, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eai galerinha! Tudo bom? Estou trazendo mais um novo capítulo, eeeeh! 😂😂 Pareço uma criança. Sem delongas, podem ler. Aproveite!!

Capítulo 4 - Sombra a vista.


Fanfic / Fanfiction Um dia de verão - Capítulo 4 - Sombra a vista.

Eu não sei o que aconteceu comigo nessas últimas semanas, está tudo muito confuso. E exatamente agora, eu estou de frente para os meus pais, enquanto eles decidem com quem eu vou morar.

- Escute querida, você tem que decidir com quem vai morar, se é comigo ou com seu pai. - Ela disse como se eu fosse escolher ela. Não sei o que estava acontecendo, mas isso é a minha vida.

- Olhe, amorzinho o papai te ama tá ? Se você for comigo, juro que não vai se decepcionar.

- Porque você está tentando fazer com que ela te escolha? Deixe ela se decidir.

- Eu não estou faze...

- Já chega tá ok? Um não vou com nenhum de vocês dois. Vocês mal ligam pra mim, e quer saber? Eu tenho mais o que fazer, e saibam que de agora em diante essa é a minha casa. Agora se me derem licença eu tenho que ir.

Saí deixando todo mundo pasmo de espanto. Porque isso ? Porque é a primeira vez que eu levanto a voz na frente da minha família, e estou surpreendida comigo mesma.

Uma sombra na cozinha me chama a atenção. Vou caminhando até ela devagar sem barulho. Quando chego não era nada, devia ser apenas coisa da minha cabeça.

Subo ao quarto e me jogo na cama, estou cansada de tanta baboseira. Me levanto e vou até a janela, a lua estava linda, o céu é tão bonito que me perco por alguns minutos nele.

Novamente, uma sombra me chama a atenção, mas bem, não parece mas uma sombra agora. Me diga, que sombra é que consegue abrir uma pequena porta escondida num muro ? Pra falar a verdade não havia percebido que ela estava alí.

Enquanto tento descer as escadas sem ser notada, pego uma lanterna na gaveta da estante da sala e saio sem sem fazer barulho.

A noite está fria e úmida, pareço uma pessoa sem juízo saindo a essa hora da noite em um frio desse, mas acontece que eu tenho a necessidade de descobrir o que está acontecendo nesse lugar, não importa o que ocorra.

Caminho pelo gramado em busca da porta que não consigo ver, o meu queixo está doendo de tanto tremer. Não sabia que era tão frio por aqui a noite. Quando encontro a porta vejo que está entreaberta.

Se você está achando que o muro é baixo nem pense nisso, pode não ser tão alto, mas a muralha que as grandes árvores de pinheiro fazem não é brincadeira.

Atravessando a porta encontro mas a frente uma lanterna a gás com um corvo me olhando profundamente. Um arrepio me sobe até a espinha, e engulo seco. Não é a primeira vez que um corvo me encara parecendo que vai me decapitar, isso acontecia com frequência quando eu era pequena, é tanto que uma vez o telhado de casa ficou lotado pela noite, e de manhã alguns apareceram mortos nas portas e janelas.

Adentro a um jardim de tulipas negras e copos-de-leite, exatamente como as do sonho embora sejam mais bonitas pessoalmente. Uma fonte no centro do jardim refletia na água a imagem da lua, que brilhava mais que a própria que estava no céu. Não demorou muito para a mesma sombra aparecer e sumir, agitando a água da fonte.

Esfreguei a mão nos braços e me levei mais para junto da fonte.

- Olá? Olá?! Tem alguém aqui ?!

Nada. Nem mesmo um chiado. Novamente a sombra aparece e some. Dou as costas a fonte e quando menos espero algo aparece atrás de mim, e coloca suas mãos geladas no meu ombro. Entre pernas e dentes tremendo como bambú, tento me virar devagar quando sou jogada na fonte e algo me puxa mais para o fundo. Aos poucos vou perdendo a consciência, enquanto algo queima no meu pulso. É ela, a mesma imagem que estava gravada na caixa de música. Uma senhorita de longos cabelos grandes que chegam até o meu cotovelo, rodeada por tulipas negras e copos-de-leite. No meu pescoço, um colar com uma árvore de folhas douradas.

Meu corpo perde a força, e a minha cabeça se afunda em uma sensação relaxante. De repente tudo fica escuro, pra mim pareceu ser o fim. O que está acontecendo? 


Notas Finais


Então foi isso! Spoiler na foto? Sim. 😂😂 Obrigado por ler! Até! 😘


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