História Um erro correto - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Karol Sevilla, Personagens Originais, Ruggero Pasquarelli
Tags Karol Sevilla, Ruggarol, Ruggero Pasquarelli
Visualizações 41
Palavras 2.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


>Fanfic original de acordo com as regras do Spirit.
>Essa idéia veio assim do nada. E todos sabem que eu não resisto as minhas idéias né?kkkkkk então eu resolvi escrever.
>A Karol Sevilla nem o Ruggero Pasquarelli me pertencem( O que é muito chato)apenas as personalidades e o universo deles.
>A estória se passa nos Estados Unidos.
>A fanfic será divida em "P.O.V", Ponto de vista, ou como eu gosto de colocar "Point of view".
>A fanfic será pequena. Terá no máximo 15 caps ou dez.
>A fanfic terá relação com drogas, festas, e sexo. Não será tão pesada, mais terá partes hots. A estória fala sobre de como o destino é traiçoeiro.
Espero que gostem, muitos beijos, e uma boa leitura♥

Capítulo 1 - Festa dos horrores


 Karol point of view.


 Toda aquela música estava alta demais para meu gosto. Na verdade, tudo estava demais para o meu gosto. O cheiro da bebida, das fumaças de cigarro, e das drogas, e até a boate em si não estava do meu agrado. Apenas as roupas não estavam demais ali, as pessoas andavam quase peladas naquele lugar. Aquilo todo estava me deixando com mais raiva ainda por ter sido obrigada a vim para esse lugar. A pouco luz impossibilitava quase eu me olhar quanto mais procurar a minha amiga, Carolina. Agarrei a sua mão para não me perder enquanto entrávamos em meio a multidão, na boate, ela balançava os seus braços e rebolava o quadril já entrando no ritmo da música. Para mim, aquilo estava mais para dança de acasalamento de que uma dança qualquer, propriamente dita. Minha cara era aquela típica cara de entojo. Só tinha essa cara para esses tipos de momento, eu não queria está ali mesmo…


 Voltando algumas horas atrás, só para informar, apenas, Carolina apareceu no meu quarto na república da faculdade dizendo que eu precisava me divertir um pouco, afinal, já fazia vários semestres que eu estava na faculdade, e nunca tinha ido a festa alguma. Nenhuma sequer. Eu ia dizer a ela justamente que, o meu intuito não era entrar na faculdade, mas sim ter uma vida saudável, normal, sem filhos ou doenças. E o mais importante: Estudar mais e farrear menos. Mas minhas palavras foram cortadas antes mesmo de começar pelo o choro da Carolina-Sim, ela é uma ótima atriz-para fazer com que eu fosse. Como eu não sou de muitas amigas, e Carolina é praticamente a única, eu estava quase a ceder, mas me fiz de forte e neguei. Foi quando ela disse que ia conhecer lá o amor da vida dela, e que precisava de alguém para ir com ela, caso ela levasse um toco do cara, caso ele não resolvesse aparecer. Desculpas, desculpas, desculpas. Mais eu acabei por cair.


 Soltei todo o ar de meus pulmões, e tentei colocar a expressão mais feia possível, e arqueando as sobrancelhas, mais mesmo assim, não foi o suficiente para fazê-la desistir. Foi então que quem desistiu foi eu. E cá eu estou, feito uma ridícula, com um vestido super colado preto, escolhido por ela, um salto super alto que era dela, presa em um penteado de última hora que era pior que meu rabo de cavalo nerd de sempre.


 Se eu estava contente? Não. Então Deus queira que ninguém se aproxime de mim!


—Olha ele ali!—Ela anunciou. Mais só entendi mesmo por que li seus lábios. A música naquele lugar estava estridente.


 Fiz cara de entojo ao afirmar. Eu não estava com os melhores sorrisos naquele momento.


 Ela correu e eu fui atrás dela as pressas pro bar, para onde ela tinha ido. Senti várias mãos passando por meu corpo e eu não sei se ficava com nojo, ou envergonhada. A dúvida era cruel. A mistura e a bagunça não se davam apenas naquele estilo de música e lugar, acho que em minhas emoções e pensamentos também. Acho que a música já estava a alterar a minha cabeça. 


—Esse é o Agustín!—Ela me apresentou para ele assim que me aproximei. Eu estava tão tonta que nem vi o rapaz direito.


—Prazer—Ele disse ao vir até mim me dá um beijo no rosto. Na verdade, eu suponho que ele tenha "tentato" dá um beijo no meu rosto. Mais ele acabou me dando um beijo no meu pescoço. Afastei-me por impulso, assustada.


—Prazer é meu—Respondi abrindo um sorriso sem graça para Carolina.


—Vocês vão querer beber o que?—Ele perguntou após dar-lhe um selinho em Carolina, e logo depois se virando para bar, ficando de costas para nós. 


—Vodka!


—Água!—Respondemos ao mesmo tempo, uma diferente da outra.


Ele virou com uma cara estranha ao notar o meu pedido, mais logo voltou para o barman que o esperava. 


—O que achou dele?—Ela perguntou em um sussurro. Como se ele fosse escutar com aquela música toda. Eu mesma, tive que lê os lábios dela para entender. 


—Nada—Respondi. Afinal, tava nem ai para ele mesmo. Estava mais preocupada em não ser estrupada, ou sair grávida do DJ sem nem ter visto ele ainda, só por aquela música horrível já está dentro de mim já. 


—Pronto meninas—Agus virou. E para a minha infeliz surpresa, ele tinha trocado à minha água por uma bebida colorida e estranha.


Levei a boca com bastante intensidade. Mas, ao provar aquele gosto horrível e super forte, senti a minha garganta arder e minha cabeça explodir, fazendo eu jorrar pelos os lábios tanto de líquido que pude.


—Me desculpem!—Disse ao molhar pessoas a minha frente—Mas que diabos é isso?!—Perguntei idignada ao me virar para eles. Ambos riram da minha cara.


—É só uma bebidinha para relaxar nessa noite maravilhosa—Então eles começam a dançar como se nada tivesse acontecido. O que acontece quando as pessoas estão muito excitadas?


—Não é só uma bebidinha! É uma falta de respeito!—Eu esbravejei, mas era em vão. Eles estavam dançando ali, nem ai pro mundo. Que dirá para mim.


       Ruggero point of view.


—Chiara, vai lá buscar uma bebida para mim…—Sussurro no ouvido dá loira, naquela droga de festa. Passo a língua no lóbulo da sua orelha, só para vê a pele daquela loira se arrepiando.


—O que eu ganho com isso?—Ela perguntou, me olhando com uma cara insinuciosa.


—Meu corpo nu mais tarde—Respondi mordendo os lábios e desaboatoando um dos botões de minha camisa.


—Isso eu já vou ter de qualquer jeito—Ela colocou a sua mão encima do meu membro. 


—Mas não sabe as loucuras que eu faço quando estou bêbado, querida—Provoquei.


 Chiara se levantou olhando para mim rebolando, evidenciando seu corpo lindo em um top e uma saia minúscula. Ela foi até o bar caminhando com aquele corpinho lindo. Eu fiquei a olhando imaginando as loucuras que faríamos naquela noite. Mas eu não iria me contentar só com ela. Como um bom pegador, enquanto Chiara foi até o bar, comecei a procurar a minha nova presa, outra candidata a provar de Ruggero Pasquarelli naquela noite.


 A boate estava lotada, mas nenhuma das garotas que estavam lá me interessava. Algumas figurinhas repetidas. Outras estavam acompanhadas-Não que isso importasse, mas eu não estava afim de brigar naquela noite-e o restante das meninas, coitadas, eram feias. Mas alguém tinha que completar o trio da minha cama hoje…Ah se tinha…


 Até que avistei uma jóia rara. Ela estava parada no meio da multidão. Seus olhos brilhavam como esmeraldas, seus traços tão angelicais, seu corpo singelamente parecia que tinha sido feito a mão. Ela conseguia tomar totalmente a minha atenção. 


—Rugge…RUGGERO!—Gritou Chiara tentando voltar a minha atenção para ela.


—Oi? O que foi?—Voltei a minha atenção para ela, que estava segurando nossas bebidas.


—Você! Para onde estava olhando?


 Ah não. Garota ciumenta. Ela estava evidentemente com ciúmes. Coitada, ninguém põe cabresto em Ruggero Pasquarelli. Ainda mais uma putinha de apenas uma noite.


—Para nenhum lugar!—Pego a bebida e dou um grande gole.


—Rugge…—Ela insiste e eu bufo.


—Para nenhum lugar porra! Que chato—Passo as mãos no cabelos e dou mais um gole na bebida, e saio deixando aquela puta ciumenta sozinha.


 Até que lembro de algo: A minha caça. Começo a procurar a garota de olhos de esmeraldas, entre a multidão. Até que a vejo. Ela estava bebendo. Começo a me aproximar dela, e até que vejo ela dá três goles de uma vez, garota maluca. Até que me dá um branco. O que eu iria falar? Porra isso nunca acontece comigo. Sempre são as garotas que ficam se jogando encima de mim sem eu fazer esforço algum. Mas logo entrei no ritmo da música e coloquei minha cabeça no lugar. Eu tinha que provar dessa garota hoje!


 Seu cheiro se destacava na multidão. Todo o resto tinha cheiro de suor, enquanto ela tinha cheiro de flor. Um cheiro doce e embriagante. Sua pele parecia tão macia que meus dedos caminhavam até ela sem a minha autorização desesperados a tocá-la. Limpei a saliva da minha boca, de tamanho desejo para poder falar com ela.


—Oi linda—Sussurro no seu ouvido com a minha voz mais sexy, e logo ela vira para mim, fazendo nossos corpos de chocarem. Tentei me afasta mais foi impossível impedir que a bebida me molhasse.


—Olha o que você fez garota!—Ela tinha molhado com uma coisa uma camisa que tinha custado quinhentos dólares! E a única coisa que ela fez foi levar a mão a boca fingindo está ironicamente preocupada.


—Ah…Me desculpe—Ela fala irônica. 


—Você fez de propósito!—Eu estava gritando mesmo. Não só por causa da música alta, e sim por tão pouco tempo, aquela garota já me dava nos nervos.


—Claro que não! Você que é um imbecil e me assustou!—Ela grita de volta.


—Eu só te abordei educadamente garota!


—Educadamente? Sussurrar no ouvido de alguém que você não conhece é educado no planeta que você veio?


—Não tenho culpa se você não sabe o que é ter educação! 


—Educação? Acho que você não sabe nem ler, quem dirá ter educação—Ela quis sair de mim, mas a segurei pelo o braço. 


 Lhe olhando dentro dos olhos, o desejo voltou para dentro de mim. Não sabia ao certo se era aquele tesão dominador rotineiro, ou se era apenas aquela vontade de pegá-la só para fazer o mal.


 Até que ela me empurrou e se soltou, entrando no meio da multidão, sumindo da minha vista.


         Karol point of view.


 Quem aquele tarado pensa que é? Sim, ele é um tarado. Ele veio me agarra! Tarado, tarado, tarado. 


Até que achei Carolina ao lado de Agus perto do bar.


—Até que fim até achei Caro—Digo recuperando o fôlego. 


—O que foi?—Ela pergunta com um cigarro na boca. 


—Um tarado! Um tarado tentou me agarra!—Digo exasperada.


—Que tarado?—Ela pergunta tirando o cigarro da boca.


Eu aponto para o garoto.


—RUGGERO!—Agus exaspera o cumprimentando. Merda. 


Eles se abraçam amigáveis. 


—Tudo bem Rugge?—Fala Carolina.


 Ah não. Como assim eles dois são amigos daquele tarado? Eu não acredito. E agora? Como eu vou dizer para eles que o amigo deles é um maníaco tarado? 


 —Eia Caro—Ele cumprimenta Carolina.


—O que estava dizendo Karol?—Agus pergunta preocupado. 


 Fiquei sem chão. As palavras não queriam sair da minha boca. O que eu iria dizer para eles? Que o amigo deles é um maníaco sexual? Só sei que a confusão doi tanta que acabei ficando tonta, mais Carolina me segurou.


—O que está acontecendo, Karol?—Agora sim ela tinha ficado preocupada e me dado a atenção que eu merecia.


—Aquele…Aquele garoto—Sussurro, enquanto ela me segurava, assim como o Agus. O tal do Ruggero me olhava irritado.


—Calma Karol!—Agus me pega no colo e sai correndo entre a multidão, me levando até o bar.


—Ela precisa beber algo!—Ele fala para o barman


—Beber algo?—O barman pergunta.


—Sim! Qualquer coisa!


 O barman vai até as bebidas e eu não vejo muito bem o que ele coloca no copo mais foi uma mistura tão louca de bebidas que fiquei mais tonta ainda.


—Pronto—Ele coloca o copo na bancada e o Agus me coloca no chão com cuidado.


—Toma—Ele fala—Bebe Karol—Ele me dá a bebida.


Suspiro fundo e bebo de vez a bebida. Minha cabeça roda e o copo cai no chão. 


     Ruggero point of view.


 Pensei que aquela garota iria morrer. Mais quer saber? Eu nem ligo. Foi a pior paquera da minha vida. Garota maluca.


 Continuei a beber a minha bebida e tirei um "doce" do meu bolso. Pego o papelzinho e coloco embaixo da língua. LSD é muito foda.


(…)


 Eu estava alucinado. Já estava até vendo o Peter Pan voando por ai. Já vi unicórnios, e até a Beyoncé dançando comigo.


—O que está acontecendo Rugge?—Alguém pergunta para mim. 


—E eu sei lá—Respondo e contínuo a dançar.—Só sei que estou muito feliz e você está brilhando!—Ri


—Você está mal cara…Seu rosto está inchado. Vem comigo—A tal pessoa passa meu braço por seu pescoço e me leva até o bar. Vejo uma gata sentada encima da bancada. Ela tinha pernas lindas, e dava para vê a sua calcinha entre o vestido dela, já que suas pernas estava abertas.


—Oi coisa linda—Digo para ela, que sorrir. Seu sorriso era lindo, e seu rosto parecia uma flor de tão delicado. 


—Oi gatão—Ela desce da bancada com dificuldade e vem até mim, ficamos de frente um para o outro—Você vem sempre aqui, totozo?—Ela disse brincando. A garota estava mais pirada que eu.


 Nós rimos de nós mesmo.


—Mas claro que sim!—Disse segurando ela pela a bunda—E você coisa brilhosa?—Voltei a perguntar.


—Não venho—Ela respondeu—Mas agora quero vir, você me trás? 


—Mas é claro que sim!—Respondo sorrindo.


—Só quero que me traga agora bonitão!—E asim nós beijamos. Lembro que o beijo foi intenso, o melhor beijo que já provei.


 Sua mão entrou dentro na minha calça e começou a pegar no meu membro. Seus dedos não eram carinhosos, ela apertava quase sem prática alguma. Eu já estava ficando louco. Coloquei meus dedos por baixo de seu vestido, os beijos estavam me deixando tonto de tanto desejo. Senti que ela estava ficando brm molhadinha. Lembro de gemidos bem baixinhos dela, não dava para ouvir muito por causa da música alta.


 Depois disso, não lembro de mais nada.


      Karol point of view.


 A claridade só não estava me incomodando mais como parecia que estava me cremando. Meu corpo inteiro doía, o suficiente para eu mão querer mover um músculo. Mas eu insisti levantei o meu tórax, e ousei abrir os olhos para vê de onde vinha tanta claridade. Mas a tal claridade era apenas frecha de uma janela que estava meio aberta e o vento balançava a cortina escura deixando a claridade entrar. Parecia que o sol tinha se mudado lá para dentro! Até que me lembro de uma coisa…No meu quarto não tem cortinas!


 Saltei da cama e olhei em volta procurando respostas. Em torno de meu desespero olho para cama. Tinha…Tinha…Tinha um homem pelado na cama! E quando eu olho mais de perto percebo quem era. Era o tarado da boate que a Carolina me forçou a ir!


 Meu corpo doía muito, e quando olho para mim…Eu estava completamente nua.


 Parei até de respirar ao cogitar a idéia de que nós...Não, não, não, não, não! Eu suplicava enquanto levava a minha mão até a minha intimidade. E para o meu desepero completo- eu estava melada…E de sêmen. Foi então que eu não pude mais me conter…E gritei.


MAS QUE DIABOS FOI ISSO?—Gritei, e o tarado gritou de volta.



Notas Finais


Gostaram? Até a próxima.


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