História Um estranho em Berk - Capítulo 3


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Tags Como Treinar Seu Dragão
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Palavras 1.917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola meus caros e importantes leitores aqui estou eu novamente.
Então...
Booooooraaaaaaa!!!

Capítulo 3 - Encontro e Chegada


Fanfic / Fanfiction Um estranho em Berk - Capítulo 3 - Encontro e Chegada

Encontro e chegada

 

Esta é Berk e….

Booommm!!! E uma grande explosão é ouvida por todos no arquipélago seguida de um grito de um certo viking manete de uma perna só.

_ Guuuusstaaavvvvv! - esbraveja o viking fazendo seus gritos reverberam.

Ao longe o líder de Berk apenas bufa e diz:

_ De novo não. - reclama ele tampando o rosto com a mão, e balançando negativamente.

 

Alguns poucos minutos depois.

 

_ Estoico! - grita o viking perneta de antes.

Ele estava com parte de sua roupa, chamuscada e ainda se podia ver fumaça saindo de sua roupa.

O viking em questão, trazia com sigo um garoto, no mesmo estado que o grande viking todo chamuscado com a cara suja, o garoto era erguido pela parte de trás da camisa com a utilização da mão-gancho, sendo balançado de um lado para o outro pelo viking que fazia uma expressão nada agradável.

_ Estoico! - chama novamente.

_ Ola Bocão! Como vai? - pergunta Estoico.

_ Eu vou ótimo! Mas, eu não posso dizer o mesmo da minha loja! - fala bocão - Só essa semana esse garoto explodiu minha loja cinco vezes! Cinco vezes! - completa ele

_ Semana passada ele explodiu seis vezes não é? Então! Ele já evoluiu! - fala o líder tentando resolver a situação rapidamente.

_ Não é essa a questão! - argumenta ele - Meu amigo eu sei que o inverno está chegando, mas, esse garoto não leva jeito pra coisa.

_ Eu sei Bocão. Eu sei mais o que eu posso fazer. - pergunta Estoico.

_ Pode amarrá lo num mastro e mandá lo para o mar. - fala Bocão como se tivesse tido uma brilhante ideia.

_ Bocão. - fala ele chamando a atenção do viking.

_ Eu sei, eu sei. Péssima ideia! Desculpe.

_ Claro!

_ Mas o que vamos fazer? - pergunta Bocão - Eu sei que eu preciso de ajuda com a loja, mas, sozinho eu consigo fazer o dobro sem a “ajuda” do Gustav.

_ Certo Bocão. Gustav vem comigo! - fala Estoico.

_ Obrigado Estoico. E a propósito. Você viu o Soluço hoje? - pergunta Bocão

_ O que você acha? - pergunta Estoico com ironia. - Mas porque o interesse?

_ Não sei. - fala ele

_ Como assim? - pergunta Estoico

_ Isso mesmo. Ele veio até mim falando que queria pedir algo, mas, não disse nada.

_ Aaahhh. Esse garoto. - fala ele quase reclamando.

_ O que você queria? Ele tem dezoito anos, uma namorada linda e um fúria da noite. - fala Bocão, que recebe um olhar de tédio por parte de Estoico.

_ Era só isso? - fala Estoico com uma voz sarcástica puxando Gustav.

_ Sim. - afirma Bocão - Há e se você encontrar o Soluço, diga que estou esperando ele.

_ Se os deuses me concederem esse milagre, eu falo sim. Até mais Bocão. - fala estoico já indo embora acompanhado de Gustav.

 

-----Quebra de tempo-----

 

Ao norte de Berk. Um um certo fúria da noite corta os céus em alta velocidade, sendo seguido de um Nadder mortal, um Pesadelo monstruoso, um Zíper arrepiante e um Gronckle.

_ Astrid! Me diz, porque estamos indo pro norte? - pergunta melequento arrancando um grunhido de raiva e impaciência da loira.

_ Vem cá! Você não ouviu o Soluço não? - pergunta a loira.

_ Não. - responde ele quase que imediatamente com um certo tom de ironia.

_ Nós recebemos uma mensagem de um suposto ataque dos Exilados a uma ilha ao norte de Berk - fala Soluço que se aproximava do grupo.

_ Eu espero que eles tenham comida. - fala Cabeça-Dura.

_ Vocês todos são idiotas? Estamos falando de vidas que podem ou não estar correndo perigo nas mãos dos Exilados. - fala Astrid

_ Ela tá certa gente. - fala Perna-de-Peixe.

_ Concordo. Vamos mais rápido pessoal. - fala Soluço com um tom sério.

 

-----Quebra de tempo-----

 

O grupo já havia feito vinte minutos de viagem. A ilha em questão já estava a vista, juntamente com a fumaça que dela saia.

_ Não, não, não. - fala Soluço já saindo em disparada em direção a ilha.

_ Espera Soluço. - grita Astrid em vão, pois ele já havia partido. - Droga! Vamos lá! - fala ela para o resto do grupo.

Contra o aviso de Astrid, Soluço foi voando em alta velocidade para a ilha.

Ele pousa no meio da ilha, logo depois pousa Astrid, Melequento, Os gêmeos e Perna-de-Peixe.

_ Soluço....

_ Eu sei. - fala interrompendo Astrid - Eu vejo a fumaça mais cadê os corpos? O Alvin não teria todo o trabalho de esconder os corpos. E além do mais, não a marcas de lutas. É como se…

_ Eles tivessem sumido? - pergunta Perna-de-Peixe.

_ Devem ter sido os fantasmas vingativos dos vikings antigos de uma era desconhecida. - fala Cabeça-Dura, enquanto  Cabeça-Quente vem por trás de Melequento e dá um grito.

_ Os três patetas podem calar a boca? Ou vocês querem conversar com o meu machado? - fala Astrid em um tom de ameaça.

_ Vamos embora. Não sei o que aconteceu aqui, mas, não tem mais nada. - fala Soluço, todos concordam com a cabeça e vão.

O grupo sai da ilha quase que ao mesmo tempo.

Em meio às árvores e arbusto um homem faz uma anotação e coloca dentro de um cilindro, enquanto ele observa os jovens montados em seus dragões partirem em direção ao horizonte.

 

-----Quebra de tempo-----

 

O grupo já estava voava por por quinze minutos, minutos esses que foram os mais irritantes, pois, Melequento ficava reclamando sobre seu cafe da manha, os gêmeos ficavam tentando decidir quem era o mais irritante, deixando Perna-de-Peixe como juiz.

Os únicos em silêncio eram Astrid que estava a ponto de descer o machado nos gémeos e em Melequento, e Soluço que a todo momento mantém a mesmo expressão séria e pensativa desde o início do percurso.

_ Soluço, por favor. Diz que eu posso jogar esse patetas no mar. - súplica a loira - Soluço. Soluço? Soluço! - chama uma última vez fazendo o ruivo sair de seus devaneios.

_ Oi Astrid. Oi. O que foi? - fala ele meio confuso.

_ Não nada. Não era importante. - fala ela se acalmando um pouco e se aproximando do ruivo - O que você acha que aconteceu lá?

_ Não sei Astrid. Não sei. - fala ele com um leve tom de preocupação.

_ Soluço! - exclama Pena-de-Peixe. - Olha! Lá em baixo.

Logo que Soluço viu os destroços que cercavam uma rocha em meio ao oceano ele dispara, parando logo acima dos destroços. De repente Banguela fica agitado.

_ Calma amigão. O que foi?

_ Soluço! Olha tem… - fala Astrid com certo receio - Alguém ali.

_ É um corpo?! - fala Perna-de-Peixe com receio da resposta.

_ Deve ter sido um espírito vingativo viking - fala Cabeça-Dura gesticulando com as mãos.

_ Galera! Vamos embora, não to gostando do rumo dessa história. - fala Melequento com medo.

_ Não. Ele ainda não morreu! - diz Astrid ao observar de perto o corpo.

_ Certo pessoal vamos levá lo até Berk! Não temos tempo. Precisamos levá lo até a casa da Goth, Melequento ele vai com você! - fala Soluço

_ Por que comigo? - pergunta Melequento.

_ Porque você é o único com um dragão grande o suficiente para carregar duas pessoas e não perder velocidade. - explica Soluço com um pouco de pressa em virtude da situação.

_ Droga! - ele resmunga. - Ele tá fedendo - reclama mais uma vez.

_ Mas isso já é normal para um cara como você não é Melequento - fala astrid e todos menos Soluço riem do comentário.

 

-----Quebra de tempo-----

 

 

Já próximos a Berk.

_ Melequento, Perna, levem ele pra Goth. Eu e Astrid vamos atrás do meu pai, gêmeos achem o Bocão peçam para ele ir direto pra casa da Goth e não exploda nada! - lidera o grupo, que seguem exatamente as instruções de Soluço.

Soluço avista seu pai indo para o grande salão.

_ Pai! - exclama o jovem já indo em direção a ele.

_ Filho que bom te ver hoje. - diz ele com uma pitada de sarcasmo.

_ Nós fomos a ilha hoje! - fala o ruivo.

_ O que tinha lá? Era mesmo um ataque? - pergunta Estoico agora com seriedade.

_ Não tinha nada lá! Mas, no caminho de volta nós achamos uns destroços e também um sobrevivente. - responde o ruivo.

_ Como assim não tinha nada? Destroços? Sobrevivente? Isso tá muito confuso Soluço. - fala Estoico.

_ Eu sei só que…

_ Olha eu sei que isso é importante, mas, temos um assunto mais imediato para tratar. Se lembra do sobrevivente Soluço? - Astrid interrompe Soluço e Estoico fazendo ambos voltarem ao assunto do sobrevivente.

_ Depois falamos da ilha pai. Primeiro o sobrevivente, já mandamos ele pra casa do Goth. - informa o ruivo.

Os três partem para a casa da Goth, chegando lá eles encontram Melequento, Perna-de-Peixe e os gêmeos esperando na entrada. Alguns longos minutos, quase uma hora já tinha se passado, todos estavam impacientes, mas, ninguém se atreveria a entrar na casa da Goth devido a seriedade da situação, até os gêmeos que são os gêmeos estavam quietos.

Mais uma eterna e longa meia hora já havia se passado novamente, porém desta vez, Bocão sai de dentro de casa secando a testa cheia de suor.

_ Então Bocão? - faz a pergunta que todos queriam fazer e obter respostas.

_ Ele por enquanto está estável e vai ficar bem, mas, ele tem uns ferimentos bem estranhos. - todos ficam curiosos e fitam o viking em busca de mais informações - É muito estranho - fala ele se sentando na escada - os ferimentos que ele tem pelo corpo não batem com o que foi falado - faz uma pequena pausa - vocês tem certeza de que foi numa pilha de destroços que vocês encontraram esse garoto?

_ Sim. - afirma Soluço preocupado com a expressão do viking.

_ Eu não sou um especialista em ferimentos, mas, pelo que parece… ele foi torturado. - fala essa última parte e todos se espantam.

_ Torturado como? - pergunta Estoico.

_ Não sei. Vamos ter que esperar ele acordar. Se ele acordar.

_ Mas quanto tempo isso vai levar Bocão? - pergunta o ruivo, os outro apenas processavam as informações.

_ Não sei direito. Talvez em cinco ou seis dias. Vai depender de como ele vai se recuperar. - fala Bocão.

Mais algum tempo se passou, Bocão já havia voltado para dentro, o grupo também tinha partido deixando apenas Soluço, Astrid e Estoico. Eles estavam entrando no grande salão

_ Quase que eu me esqueço! - fala Estoico - seus tios estão aqui Astrid.

_ Tios?! - indaga ele e antes que pudesse falar algo.

_ Soluçinho!! - uma garota loira com um tom mais escuro pula em cima de soluço o derrubando e caindo sobre ele - Desculpa, eu tropecei - fala ela com cara de inocente.

_ Oi…

_ Kamikaze! - exclama Astrid tirando a outra loira de cima de seu namorado.

_ Oi Astyzinha! Como vai priminha? - fala ele, suas palavras pareciam de alegria genuína pelo reencontro,mas, no fundo dava pra se sentir a acidez de suas palavras e o clima ficando muito tenso de forma imperceptível para as outras pessoas.


Notas Finais


Eu estou feliz, por dois motivos.
1-As pessoas leem o que eu escrevo.
2-Não estou quebrando nenhuma regra do spirit.
Então... COMENTEM!!!!! Meus caros leitores.


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