História Um futuro diferente para os marotos - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alice Longbottom, Alvo Dumbledore, Arthur Weasley, Carlinhos Weasley, Dobby, Dorcas Meadowes, Draco Malfoy, Fenrir Greyback, Franco Longbottom, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Kingsley Shacklebolt, Lílian Evans, Lord Voldemort, Marlene Mckinnon, Neville Longbottom, Pedro Pettigrew, Percy Weasley, Remo Lupin, Ronald Weasley, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Draco Malfoy, Dramione, Harry Potter, James Potter, Jilly, Lily Potter, Marotos, Rabicho, Remus Lupin, Severo Snape, Sirem, Sirius Black, Wolfstar
Visualizações 157
Palavras 2.834
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amoooreeeesss, como prometido, voltei, apesar de o capítulo passado só ter tido 4 comentários. 😢

Sobre o capítulo: finalmente um momentinho wolfstar. 😍 Não é um grande wolfstar, mas tentem pensar no contexto da história, não poderia colocar eles se agarrando do nada. Nós vamos desenvolver todo um relacionamento, começando agora. Ssguinte a esse, tem mais uns capítulos sobre Mia, para eu conseguir resolver o drama dela, mas assim que estiver ok, lá pelo capítulo 15, voltamos a Wolfstar. 😉😉

Capítulo 10 - Sr. Wesley


Fanfic / Fanfiction Um futuro diferente para os marotos - Capítulo 10 - Sr. Wesley

Sirius estava nervoso andando de um lado para o outro na casa.

- Quer parar com isso Sirius? – pediu Remus, - Você está me deixando nervoso também. O que você tem? Está assim desde que falou com Harry.

- Nada Aluado. Eu só estou preocupado com ele. – disse Sirius baixo, para que James e Lily que estavam abraçados conversando em um sofá mais distante não ouvissem. Remus levantou uma sobrancelha para o amigo.

- Por que você teria motivos para estar preocupado? – ele perguntou.

- Ah Remus, Harry passou por muita coisa ano passado. – ele explicou finalmente sentando ao lado do amigo. – Você sabe, e esse menino já tem muita coisa com o que se preocupar, para ainda ter aquela mulher, como eles chamam, sapa rosa, infernizando a vida deles, lá em Hogwarts.

- Você está falando de Dolores Umbridge? – Remus quis saber se aproximando um pouco de Sirius.

- Sim. Não sei se Mia te contou, ou se era pra você saber, mas acho que você tem direito. Logo, logo, será o natal e todos eles vêm para casa. Quando chegarem, dê um jeito de ver a barriga de Mia. E a mão de Harry. Verá o que Dolores tem feito com eles. – explicou o homem.

- Agora fala de uma vez. – Disse Remus com raiva. – O que aquela mulher fez com minha filha?

- Eu não entendi direito, mas parece que ela não acredita no retorno de Voldemort. – Remus estremeceu a menção do nome. – E chamou Harry de mentiroso na frente de todos os alunos, quando ele disse que Voldemort tinha sim voltado. Ela deu uma detenção para ele, onde ele tinha que escrever com uma pena mágica a frase “não devo contar mentiras”, no entanto a pena usava como tinta, sangue da mão dele mesmo. A cicatriz ainda está lá. Mia não contou exatamente como conseguiu a dela, apenas disse que foi em uma detenção, ela está com marcas na barriga.

- Não acredito. Por que Mia não contou nada?

- Remus, ela é Grifinória, é corajosa, nunca pediria para os outros resolverem seus problemas, mesmo que seja o próprio pai. – falou Sirius, e Remus sabia que ele tinha razão.

- Acho que Mia está triste. – Disse o homem depois de algum tempo em silêncio. - O tom das cartas dela mudou. Ela não está mais tão entusiasmada, ontem recebi uma carta contando que ela havia entrado pro time de quadribol da Grifinória. – ele disse sorrindo orgulhoso da filha. Sirius riu disso. – Mas o que me incomoda, é que o teste foi feito quase um mês atrás, e ela só se animou a escrever sobre algo que ela tanto queria todo esse tempo depois de já ter conseguido? Não é algo típico de Mia, entende?

- Acho que ela pode estar apaixonada. – disse Sirius simplesmente.

- Apaixonada? – repetiu Remus.

- Sim, conversei com ela e com Harry há algum tempo, e eu vi a forma como ela olhava para ele, com uma admiração muito grande, um carinho enorme. Bom, e eu acho que ele também gosta dela, mas Remus? Não se meta nisso. Deixe que eles se acertem sozinhos.

- Não vou me meter Sirius, mas que é estranho é. Afinal, eles cresceram juntos e nunca mostraram nenhum interesse um no outro. – explicou o loiro.

- Ora Remus, eram apenas crianças. E o sentimento surgiu agora. – disse Sirius, dando um tapa de leve na nuca do amigo. Remus riu e os dois começaram uma lutinha que James e Lilian assistiam chocados do outro lado da sala.- Você ainda não consegue me vencer Remmy. - falou Sirius gargalhando. Remus riu e deu um soco de leve na barriga do Moreno, mas o soco o desequilibrou e Aluado caiu por cima de Sirius. O loiro se sentou envergonhado, mas logo estavam brincando de novo.

- Sirius deveria dar aquela maldita poção para Remus lembrar de tudo. – disse James. – Olha como ele fica mais feliz quando está com Aluado.

- É verdade. E nós temos que concordar que Remus também fica bem mais feliz com Sirius por perto. – disse Lily. – Vimos isso tantas vezes. Remmy está sozinho há muito tempo. – ela continuou.

- Desde a morte de Dorcas ele se fechou. – falou James.

- Não Jay, é isso que você não entende. Não é que ele tenha se fechado, é porque ele não conhece o sentimento por outra pessoa, Sirius implantou o sentimento por Dorcas, quando ela se foi, ele não tem mais a quem amar, por isso concentra todo esse amor na filha. Mas nós sabemos que uma filha não pode dar o que um amor carnal dá. E é disso que Remmy precisa, ele precisa de Six. – falou Lily de uma vez. Sorrindo boba para os dois amigos brincando no sofá.

- Olá para todos. – disse Dumbledore adentrando a sala.

- Diretor! – na mesma hora, Sirius e Remus acabaram a brincadeira e James e Lílian se endireitaram no sofá. Lucius saiu nesse momento da cozinha com uma jarra de suco de abóbora na mão. Ele, Alice e Frank estavam cozinhando naquela tarde.

- Frank? Trás mais uns copos, temos visitas. – Severo vinha bem atrás de Dumbledore. O loiro platinado sorriu para o moreno, que correspondeu com um tímido sorriso. Remus e Sirius trocaram olhares cúmplices.

De repente, Alice sai da cozinha com um prato enorme de bolinhos, e um outro prato cheio de brigadeiro. Logo atrás vinha Frank com um pacote de lenços, colheres e copos.

Eles apoiaram tudo na mesinha da sala.

- Olá diretor Dumbledore, Severo! – cumprimentou Alice. – Como estão as crianças?

- Ah vocês não vão acreditar. – ele ia dizendo, mas Molly, Arthur, Gui, Carlinhos Wesley e Ninfadora Tonks entraram naquele momento. – Ah que bom, que chegaram, vamos, sentem. Escutem mais essa peripécia dos seus filhos.

- Segundo o novo padrão de ensino do ministério, os alunos não aprendem mais feitiços nas aulas de DCAT, Remus, eles me imploraram por sua volta. – Disse o diretor ao loiro ao lado de Sirius. Que sorriu timidamente. – Bom, Por isso, Hermione achou que o melhor seria criar um grupo de estudos, para que eles aprendessem a se defender das artes das trevas. Adivinhem quem é o professor?

- O senhor? – sugeriu Arthur.

- Não, Harry meus queridos, Harry Potter. – James e Lily olhavam boquiabertos, aquilo. – Mas Dolores instaurou um novo decreto que proíbe esse tipo de reunião, mas claro que não seriam seus filhos se obedecessem a um decreto, por isso continuam se encontrando. O pior é que tenho que fingir não saber de nada. – Dumbledore soltou uma risada cansada. Todos riram com ele.

- Mia também está nisso? - perguntou Remus.

- Ah sim, senhor Lupin. Devo dizer que sua filha ajuda muito Harry nas aulas. – Ele disse. Remus olhou para Sirius que estava com uma cara de eu não te disse?

- Certo, mas diretor? Não foi por isso que viemos aqui. – chamou atenção Severo.

- Ah sim, você está certo como sempre caro Severo. – disse o diretor sorrindo bondosamente para o moreno. – Estou aqui, porque descobrimos, que Voldemort, está tentando buscar um jeito de pegar uma profecia que está no ministério. Acredito que poucos aqui tem conhecimento do que a profecia se trata, portanto cabe a mim explicar-lhes logo. É uma profecia sobre Harry, que envolve Voldemort, mas somente Harry pode pegar na profecia, por isso, acreditamos que ele vai tentar dar um jeito de levar o garoto até lá para pegar a dita cuja. – Disse o homem. – Severo e eu chegamos a conclusão que o melhor seria montar guarda no departamento de mistérios, no ministério da magia, assim, estaríamos sempre um passo a frente de Voldemort.

Lily estava encolhida nos braços de James, por que seu filho? Por que o seu menininho? A mulher não sabia explicar, tanta gente no mundo e isso cai nas costas de um bebê? Uma criança? Pelo menos, eles haviam conseguido evitar tanta exposição durante a infância de Harry, ele cresceu em Godric’s Hollow, em uma nova casa que James e Lily haviam comprado, duas casas a esquerda da casa de Remus. As crianças cresceram juntas, e normais, sem saber nada sobre o que havia acontecido durante sua infância. Seus conhecimentos se limitavam apenas, a serem bruxos e a saber que iriam para Hogwarts aos 11 anos. Infelizmente, quando essa data chegou, Harry, Morgana e Mia, finalmente souberam toda a verdade por trás da vida deles. Os três ficaram muito magoados a princípio, mas logo entenderam que assim havia sido melhor. E agora, apenas 4 anos após saber a verdade, Harry já tivera que lidar com Voldemort diversas vezes. Lily se culpava por não poder proteger seu menino de tudo isso.

- Podemos fazer turnos. – sugeriu Lucius.

- Não Lucius. É perigoso para vocês que não trabalham lá. – disse Arthur, olhando para Ninfadora. Ela assentiu.

- Arthur tem razão. Não somos os únicos no ministério que fazem parte da Ordem, ou estão ao nosso lado. – disse a menina. – Podemos conversar com eles, e acertar turnos, tenho certeza que Kingsley Shaklebout vai ficar ao nosso lado, assim como, Emelina e Dédallo. Podemos montar turnos.

- Tonks? Não podemos deixar que vocês se arrisquem sozinhos. – disse Remus.

- Não estaremos nos arriscando sozinhos. – argumentou a menina de forma doce que sempre era vista na forma como falava com o homem. – Além do mais, será muito mais perigoso para vocês se forem pegos lá embaixo, do que para nós que trabalhamos lá.

Sirius não gostava nada do carinho que Tonks tinha com Remus, mas ele também via, que Lupin, nem sequer percebia todo esse carinho, de certa forma isso o tranquilizava. Mesmo contrariado, Lupin aceitou o que estava sendo imposto por Ninfadora, e assim ficou fechado. O primeiro turno seria dela. E no dia seguinte durante a noite seria Arthur.

Todos concordaram e depois foram embora para suas casas, ou para Hogwarts.

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O natal estava chegando. Então logo, as crianças estariam de volta em casa. Sirius odiava a casa em que estavam, mas entendia que aquele era o melhor lugar para se fazer de sede da ordem, já que ninguém suspeitaria da “Muy nobre e antiga casa dos Black”. De qualquer forma, a casa era horrível para fazer uma festa de natal. Certas disso, Alice e Lily coordenaram uma reforma geral na casa no dia seguinte. Se passariam o natal ali, então fariam as coisas direito. Mudaram a cor das paredes, trocaram cortinas e tapetes, reformaram móveis e penduraram muitos enfeites de natal, completando tudo com uma enorme árvore e muitos piscas piscas por toda a casa. Sirius tinha que admitir que até que tinha ficado legal, não lembrava mais a casa sombria e vazia em que viveu sua infância.

- Lily, Alice. Tenho que admitir, que fizeram um trabalho incrível aqui. – disse Sirius. – Nem parece a casa medonha em que eu cresci.

Lily riu e Alice agradeceu o elogio. Já era tarde da noite e agora todos comiam na reformada sala de jantar, estava clara e iluminada por piscas piscas, também havia outra árvore de natal ali. No entanto seu jantar foi interrompido por um patrono entrando urgentemente na sala. Ele parou na frente de todos na mesa e disse:

“Atenção, possível invasão no ministério, Arthur está gravemente ferido. Corram para lá.”

Sem pensar duas vezes, Lily, James, Sirius, Remus, Alice, Frank e Lucius se levantaram e aparataram para o saguão do ministério da magia. Tudo parecia na mais completa paz. Isso até ouvirem risadas e gritos, invadindo o ambiente. Da esquerda de Sirius, Bellatrix surgiu liderando vários comensais.

- Ora Ora. Vejo que nos reencontramos priminho. – Ela disse para Sirius. – E você traidor. Como tem passado? – Sua voz carregava sarcasmo ao falar com Lucius. Tonks, Severo, Minerva, Dumbledore, Emeline Vance, Estúrgio Podmore, e Dédallo Diglle apartaram naquele momento e um grande duelo se iniciou. Molly, Gui e Charles chegaram logo depois.

- Pela cor dos cabelos, acredito que são a família daquele tapado que a essa hora já deve estar morto lá embaixo. Molly travou e por pouco não foi atingida por um raio da morte, sendo empurrada por Remus que estava próximo. Gui então assumiu o duelo com Bellatrix e Remus e Sirius correram para o elevador do ministério, em minutos estavam no corredor de mistérios, mais a frente, bem em frente a uma porta estava um corpo caído. Conforme se aproximaram, Remus e Sirius puderam reconhecer Arthur Wesley. Nesse momento, Remus pôde perceber que Sirius estava mancando e com um corte no braço.

- Eu levo ele, Você faz minha guarda. – disse Sirius. Remus concordou, então Sirius levantou Arthur com um Wingardiun e saíram dali, pelo elevador, no caminho, Remus checou a pulsação de Arthur e disse:

- Ele ainda está vivo. Só não sei por quanto tempo pode aguentar.

- Vamos cara! – disse Sirius. – Pense em seus filhos, em Molly. Você precisa ser forte. Precisa aguentar.

Assim que as portas para o saguão se abriram, e os três saíram, perceberam que a batalha já havia se encerrado, Molly correu até o marido e o abraçou.

- Precisamos leva-lo ao St. Mungus. – disse Dumbledore. – Sirius, pode fazer isso?

- Claro diretor. – disse Sirius.

- Eu vou voltar para a escola e liberar seus filhos para o natal mais cedo esse ano. – Os pais ali assentiram e Sirius aparatou para o St. Mungus com Arthur.

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Depois que Artur já estava medicado e dormindo. Sirius resolveu voltar para casa, ele tinha se machucado durante a batalha, mas não era um ferimento grave, e o St. Mungus parecia lotado naquele dia, por isso, não incomodou os medibruxos com seu corte. Ele aparatou direto na sala de sua casa. No entanto se assustou ao encontrar Remus dormindo no sofá. Ele era tão bonito dormindo.

Sirius foi até ele e cutucou seu braço.

- Aluado? O que está fazendo aqui? – Remus abriu os olhos e encontrou Sirius em pé na sua frente. – Você deveria estar em seu quarto.

- Sirius. Você está bem? – disse Remus se sentando de uma vez. – Você estava machucado. Eu vi o corte. Mostrou aos medibruxos? Eles te curaram?

Sirius balançou a cabeça.

- O hospital estava bem cheio hoje. – ele justificou. – Mas está tudo bem, eu vou cuidar disso sozinho.

- Ah Sirius. – disse Remus se levantado. – Vem vamos! Vou ver isso para você. – Ele subiu a frente nas escadas, Sirius não queria subir, não queria ficar a sós com Remus, em um quarto, mas não tinha muita escolha, seu braço estava começando a doer de verdade, assim como sua perna. Então ele obedeceu e subiu, entrando atrás de Remus em seu quarto.

- Sente na cama, vou buscar umas poções e outros tônicos. – assim Sirius o fez. Quando Remus voltou se sentou ao lado do homem e terminou de rasgar sua camisa, expondo completamente a ferida. Agora que Sirius podia ver com clareza, percebia que era mais grave do que parecia. – Sirius, isso está horrível. Deveria ter mostrado aos médicos. Certo, fique parado, me deixe cuidar de você. – Assim Sirius o fez, enquanto estava como uma estátua, Remus, limpou e fez feitiços curativos em cima do ferimento, completando com Ditamno. Para curar as cicatrizes. – Você vai ganhar uma cicatriz bem feia aqui. – Remus estava próximo demais, durante a cura do ferimento ele havia se aproximado. Sirius não resistiu e disse:

- Sempre adorei cicatrizes. – Remus corou com o tom sugestivo da fala de Sirius e se afastou um pouco.

- E a perna? – perguntou. – O que aconteceu?

- Acho que torci o tornozelo. – respondeu Sirius. Remus se abaixou, tirou o tênis e levantou a barra da calça de Sirius, realmente seu tornozelo estava muito inchado, mas torção era fácil de se consertar. E assim ele fez os feitiços certos, em segundos o pé havia melhorado muito.

- Amanhã você já vai estar novinho em folha. – disse Remus sorrindo. E como Sirius amava aquele sorriso. Era tudo para ele, era sua luz em meio a escuridão, a felicidade em meio a dor.

- Obrigado Remus. – disse Sirius. – Não sei o que seria de mim sem você. – ele completou.

- Nem eu sei o que seria de você sem mim. – disse Remus brincalhão. – Certo! Agora você precisa dormir, e descansar. Amanhã teremos um longo dia pela frente. – Dito isso, Sirius se deitou e Remus o cobriu, em seguida saiu do quarto, martelando tudo o que Sirius dissera nesse pouco tempo. Ele estava dando em cima de Remus? Seu melhor amigo estava dando em cima dele? Não conseguia acreditar, e preferia acreditar que era apenas uma ilusão da sua cabeça, fruto de muito tempo sozinho. Não Sirius, se ele gostasse mesmo de Remus, teria dito algo muito antes. Um sentimento assim não poderia surgir de um dia para o outro. Mas pensando bem, Remus lembrava de ter ficado muito preocupado com Sirius, uma preocupação excessiva, que poucas vezes tivera com alguém, claro que ele justificava para si mesmo como sendo algo de amigo, que teria ficado do mesmo jeito por James, mas no fundo ele sabia que não, sabia que estava mentindo para si mesmo


Notas Finais


Beijinhos de luz! 😘😘


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