História Um Futuro Para As Fadas - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Nashi Dragneel, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Yukino Aguria
Tags Futuro, Gale, Gruvia, Jerza, Luta, Nalu, Nashi, Romance
Exibições 128
Palavras 2.451
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiii gente :D
Parece que demorei novamente e para piorar estou postando capítulo meia noite e alguma coisa (Horário de Brasília hehe)
Muito obrigada para todas as pessoas que comentaram no capítulo anterior e favoritaram a história. Vocês são demais.
ESTOU FELIZ!! Talvez vocês não saibam, mas minha primeira fanfic aqui foi uma original de romance e uma das leitoras que me acompanhou lá também gosta de FT e ela agora está lendo essa!!!! Iza <3
Enfim, boa leitura!!!!!

LEIAM AS NOTAS FINAIS, POR FAVOR

Capítulo 5 - Cinco crianças desaparecidas


Capítulo 5 – Cinco crianças desaparecidas

Erza avançou contra o homem, que desviou, saltando para o lado direito, porém, antes que seus pés tocassem no chão, uma espada camuflada voou em sua direção, fazendo um corte profundo em sua barriga. Ele cambaleou para o lado, mas logo recuperou o equilíbrio

- Elas me obedecem – A ruiva murmurou, olhando para Ryo, que observava tudo com os olhos arregalados – Dancem minhas espadas.

Dezenas de espadas apareceram, flutuando sobre Erza. Seu rosto estava sério, mostrava que claramente não estava de bom humor e não iria perdoar aquele homem por ter feito aquilo com seu filho ​(Ryo era seu filho e dane-se o futuro). As espadas foram até o homem, que novamente desviou, dessa vez quase caindo na hora de pousar. O corte na barriga era sério.

- Erza Scarlet, também conhecida como Titânia – O homem falou, em uma mistura de raiva com surpresa – Admito que achei que terminaria isso sem nenhuma interferência da Fairy Tail, parece que me enganei. Vocês são inconvenientes em qualquer época.

- Do que você está falando?

O homem riu em resposta, ou pelo menos foi o que pareceu, já que a máscara abafou o som.

- Tão idiotas – Murmurou~, balançando a cabeça negativamente – Vou adorar te matar.

A ruiva arqueou a sobrancelha. O mascarado mal conseguia ficar em pé, como iria mata-la daquele jeito?

- Acho que você ainda não entendeu a situação que se encontra.

- Você, Titânia, que ainda não entendeu. É tão ingênua que acha que simples cortes irão me parar. Tão inocente.

Erza mal teve tempo de pensar. Em um instante estava em posição de combate, esperando o ataque do inimigo, no outro instante, voava pelo campo, como uma boneca de pano, não porque havia reequipado-se com uma armadura que lhe desse tal habilidade, e sim porque... Bem, nem ela entendia direito, tudo havia acontecido rápido demais.

- Exploda, Titânia – E assim que o homem falou isso, Erza sentiu uma queimação insuportável nas costas, a dor veio em seguida, tão forte que a ruiva não conseguiu conter o grito.

Quando caiu, mal teve forças para aguentar-se em pé.

- Mãe – Ryo gritou, saindo da onde estava e correndo até Erza, no entanto, antes de chegar na ruiva, o menino foi segurado pelo homem, que havia aparecido ao seu lado em um piscar de olhos – Me solta.

- Não, você vem comigo, moleque insolente.

- Solte ele – Erza gritou, ficando em pé.

- Ora, já está se levantando? Realmente é forte Titânia, mas não o bastante para me vencer. Não desse jeito.

- Reequipar – Ela gritou e a luz amarelada cobriu seu corpo, tão forte que chegava a machucar os olhos de quem via. Quando a luz se dispensou, Erza usava uma roupa diferente, algumas partes lembravam pele de leopardo – Armadura Planadora.

O ataque havia sido tão rápido que o mascarado mal teve tempo de acompanhar, em um piscar de olhos, Erza Scarlet havia o cortado com uma de suas espadas e inda por cima, tirado Ryo de seus braços. Ele cambaleou, colocando a mão por cima do corte, sentindo o sangue escorrer por seus dedos.

Porém, por mais que parecesse, aquela luta ela ainda não havia ganho.

- Exploda - Ele gritou, enfurecido.

E Erza, que estava preparada para ataca-lo novamente, caiu de joelhos no chão, sentindo uma dor insuportável na garganta. Não gritou, porque sua voz simplesmente não sabia.

- Exploda.

Erza piscou os olhos, tentando enxergar, mas não conseguia ver nada. Apenas algumas imagens desfocadas e nubladas. Sentia um liquido sair por seus ouvidos. Um liquido quente e denso. Sangue! Tinha certeza que era sangue.

- Mãe – Ryo gritou novamente. Ela havia o deixado do outro lado do campo, longe o bastante do homem.

Queria gritar para ele não se aproximar, queria manda-lo fugir, porém nenhuma voz saia.

Como o mascarado conseguia fazer isso? Sua habilidade era complexa demais até para Titânia entender.

- Já está desistindo, Erza?

Nunca. Pensou. Nunca vou desistir.

- Reequipar – Ryo disse. Erza arregalou os olhos com aquilo, mesmo que não conseguisse ver nada nitidamente, viu quando a luz amarelada envolveu o corpo do menino. Então ele havia herdado a mesma habilidade que ela. Sentia vontade de sorrir, orgulhosa – Armadura Guardião de Pecados.

A Armadura Guardião de Pecados havia sido feita especialmente por sua mãe, quando os dois ainda estavam juntos, na era de Ryo. Quando Erza deu aquela armadura para ele, disse que a partir daquele momento, Ryo estava responsável por guardar todos os pecados dela, e o menino sentiu-se um adulto, mesmo que mal tivesse oito anos direito.

- Você está mesmo planejando me atacar, garotinho? Se eu fosse você não faria isso. Não seja tão idiota, criança.

Não faça isso. Erza quis gritar. Na realidade, nem ela estava entendendo as habilidades do mascarado. Sabia apenas que sempre que ele queria, uma parte dentro dela meio que explodia, ficando uma dor imensa. O mais surpreendente, era que o mascarado não precisava nem toca-la para isso. Então ataques a distância eram inúteis, já que mesmo assim poderia ser atingida.

O que faria? Precisava tirar Ryo dali, leva-lo para um lugar seguro.

- Que arrogante – A voz de alguém ecoou, chamando a atenção de Erza, que virou-se, com dificuldade. Podia não estar enxergando perfeitamente bem, mas reconheceria aquela pessoa em qualquer lugar e distância. Era Jellal – Magia Celestial Verdadeira: Sema.

Ryo olhou espantado para aquele homem, ele havia colocado uma das mãos no chão, um vento forte girou o corpo do homem, formando uma espécie de pequeno ciclone com ele dentro. O céu ficou escuro de repente, até que um pontinho brilhante surgiu. O pontinho ficou cada vez maior, até que Ryo percebeu que na verdade, aquilo era um meteoro caindo.

E estava indo em direção deles. Ou melhor, em direção ao homem mascarado. Ele sequer teve tempo de desviar, era como se estivesse petrificado no lugar, paralisado demais para fugir.

Quando o meteoro caiu, uma neblina de poeira invadiu o campo. Ryo fechou os olhos rapidamente, os sentindo já arder. Quando os abriu, percebeu que havia se formado um buraco no lugar que o meteoro cairá. Mas nada do mascarado.

- O que? – Jellal murmurou, surpreso.

Ryo foi até o buraco, encontrando apenas a máscara. Estava ilesa, sem nenhum arranhão sequer. A pegou. O “5” ainda estava lá.

Então, lembrou-se de sua mãe.

- Mamãe – Gritou, deixando a máscara cair no chão. Correu até a ruiva, que estava deitada no chão – Mãe, você está bem?

A ruiva o olhou. Seus olhos estavam desfocados e sem brilho, mas mesmo assim a Scarlet sorria. Podia não estar em uma situação invejável, mas estava feliz mesmo assim.

- Fico feliz em te conhecer, meu filho – Murmurou com dificuldade, sentindo a garganta doer com aquilo, porém, não se importou – Agora, falta apenas cinco...

- O que? – Murmurou, mas Erza já havia desmaiando.

Jellal pigarreou, chamando a atenção do menino, que logo colocou-se na frente da mãe, como se estivesse protegendo daquele homem, mesmo que ele tivesse a ajudado na luta contra o mascarado.

- Eu não vou fazer nada contra ela.

- Por que eu deveria acreditar nisso?

- Sou amigo dela, temos que leva-la para algum hospital.

Ryo, meio hesitante, concordou. Viu quando o homem segurou Erza no colo, olhando para ela de uma forma estranha, na opinião do menino. E virou-se, indo em direção da saída da floresta.

Naquele momento, Ryo achou, por um simples instante, que o conheci de algum lugar. Mas logo descartou esse pensamento e o seguiu.

- Meu nome é Ryo – Resmungou.

- Sou Jellal – O homem respondeu,

E Ryo lembrou-se de algo muito distante, quando tinha apenas cinco anos, no ano anterior da destruição ter acontecido.

“Ryo acordou assustado, por causa de um pesadelo bizarro que havia tido. Seu quarto não estava em uma total escuridão e ele agradeceu por isso, provavelmente sua mãe havia deixado a luz do abajur ligada de propósito, sabendo do pequeno medo de escuro do filho -não que Ryo admitisse isso, era orgulhoso demais.

Levantou-se, saindo do quarto, indo em direção do quarto de Erza. Pediria para dormir com ela naquela noite. Porém, assim que atravessou o corredor, viu a luz da sala ligada. Talvez a mãe estivesse assistindo televisão. Aproximou-se mais, até que ouviu duas vozes. Uma, claramente era de Erza, a outra Ryo não sabia, era uma voz masculina que não pertencia a nenhum de seus “tios”.

Sabia que não devia aproximar-se mais, mas aproximou-se, e a cada passo que dava, as vozes aumentavam.

- Eu cuidei dele sozinho, Jellal – Erza falou – Você não tem direito de tentar interferir, agora.

- Eu apenas queria conhece-lo.

- Não, nunca. Você fugiu! Quando eu mais precisei de você, você fugiu. Agora que tudo está mais fácil, resolveu aparecer.

- Você sabe que minha situação não estava fácil na época, fiz isso para protege-los do Conselho.

- Nós não precisávamos da sua proteção, precisávamos apenas de você – Gritou - Eu precisava de você. Estava gravida e precisava de você mais do que tudo, e você simplesmente fugiu.

Naquele momento, Ryo pulou de susto, surgindo na sala.

- Mamãe?

Assim que viu o filho, Erza desesperou-se, correndo até o menino. E o homem, que Ryo não conhecia, virou-se de costas para ele, o impedindo de ver seu rosto.

Porém, os cabelos azulados, Ryo nunca iria esquecer. Muito menos aquele nome. Jellal.”

Ryo arqueou a sobrancelha, fitando os cabelos azulados do homem.

Jellal.

Será que era ele? Talvez aquela lembrança estivesse errada, afinal fazia tanto tempo. E depois daquilo, tantas coisas haviam acontecido que Ryo realmente duvidava de suas lembranças, de quando tudo estava bem, antes de Pacem aparecer, antes de tudo ser destruído e ele... E ele ser levado para aquele lugar.

Deu de ombros. Naquele momento nada mais importava, precisavam levar Erza urgentemente para um hospital. Sua mãe era prioridade.

*** *** ***

- Já está cansada, baixinha? – A voz de Gajeel ecoou, fazendo Levy revirar os olhos.

Segurava-se para não xinga-lo com todos os palavrões que conhecia. E eram muitos, afinal a mulher não lia apenas romances fofos e bobos.

- Calado, seu brutamontes – Resmungou, batendo o pé do chão – Apenas cale a boca, sua voz está me dando ânsia de vomito.

- Miniatura de anão de jardim – Retrucou, como uma criança briguenta, e dessa vez foi ignorado pela azulada. Uma pena, queria tira-lhe a paciência.

- Já estamos chegando no local – Levy murmurou, olhando para o mapa, mesmo que não precisasse, afinal ela mesma tinha descoberto aqueles lugares - E só andarmos por mais alguns minutos - Andou rapidamente, ultrapassando Gajeel, que apenas a encarou com as sobrancelhas arqueadas.

Algo intrigava Levy. Ela não sabia porque todas as suposições que havia feito, sobre onde as crianças iriam aparecer, haviam sido em florestas. Até achou que estava errada no inicio, mas resolveu confiar na intuição, não queria ter que fazer novamente todas aquelas contas que fez para descobrir os trajetos, apenas queria encontrar os filhos. Seus filhos. Dela e de... Gajeel.

- Não acredito que vou ter filhos com esse idiota – Murmurou para si mesma, talvez um pouco alto demais.

- Sério? Porque daquela vez, você não se importou muito de transar com um idiota – Gajeel falou, alto o suficiente para qualquer um ouvir.

Levy arregalou os olhos, virando-se assustada, seu rosto atingiu um nível tão forte de vermelho que deixaria os cabelos de Erza Scarlet com ciúme. O encarou, duvidando que ele havia falado aquilo mesmo.

- Não diga isso nunca mais – Exclamou.

- Isso o que? Que nós transamos e que você implorou por mais, dizendo que me amava? Ou melhor, do nosso namor...

- Eu estava louca – Praticamente gritou, interrompendo o homem – Eu nunca te amei. Nunca. Nunca. Nunca.

Era uma mentira, mas Gajeel não precisava saber, não era como se ele se importava com os sentimentos dela sobre ele, nunca importou-se mesmo. A verdade é que por trás de todos os xingamentos que trocavam durante o dia, havia algo rolando entre os dois, chegaram até namorar escondidos e Levy realmente achou que o amava, que poderia fazer qualquer coisa pelo homem. Não passava um segundo sem pensar em Gajeel e adorava a sensação de estar apaixonada por alguém, de ter o coração acelerando a cada beijo e toque, das palavras de amor que trocavam nas noites que passavam juntos. Levy amava Gajeel. Até que percebeu que era um amor unilateral, que ele não a amava, apenas estava fazendo-o de besta. E ela, estava caindo igual uma idiota naquele jogo.

- Não ama? – Ele perguntou, aproximando-se mais da azulada, que recuou um passo – Não é o que parecia. Quer realmente que eu a lembre de todas as noites que passamos juntos? De tudo que você falou?

- Como eu disse, estava louca, muito louca.

Gajeel aproximou-se mais e Levy novamente recuou um passo, até que suas costas bateram em uma árvore e a azulada sentiu-se sem saída, quando percebeu que Gajeel a prensou ali. Tentou olhar para qualquer lugar que não fosse para ele, enquanto tentava fazer seu coração parar de bater tão rapidamente (Coisa que apenas Gajeel conseguia despertar em si. Ela nunca odiou esse dom como naquele momento). Mas não conseguiu, Gajeel pegou seu queixo com o máximo de delicadeza que tinha -o que não era tanta-, fazendo-a encara-lo, e bastou aquilo para o coração de Levy bater mais rápido ainda.

- Você não me ama?

A diferença de altura dos dois era monstruosa. Nunca conseguiria sair dali, mesmo que fosse mais forte que Gajeel -o que não era.

- N-não - Gaguejou - N-não te a-am-amo.

- Então por que está gaguejando?

- E-eu na-não te a-amo – Gaguejou novamente. Engoliu o seco, quando percebeu a maneira que ele a olhava, como se fosse devora-la ali mesmo. Juntou toda a pouca coragem que tinha e tentou falar, dessa vez com mais confiança – Eu não te amo. Nunca te amei.

Gajeel a soltou e Levy pode finalmente respirar novamente. Seu coração ainda estava a mim e a azulada tinha certeza que ele, com toda aquela audição melhorada, podia ouvir seus batimentos cardíacos.

- Talvez não ame mesmo – Ele soltou e Levy notou, estava magoado. Magoado – Afinal começou a agir de um jeito totalmente diferente comigo de uma hora para outra. Talvez você realmente seja louca, baixinha. Deveria se internar, é um perigo para as pessoas normais.

Mesmo com o deboche do final da frase, Levy ainda notou a magoa. Magoa. Como assim magoa? Ela que deveria estar magoada, afinal era ele que estava brincando com ela e não o contrário.

O que estava acontecendo ali? Quando ela passou a ser a vilã da história e ele o mocinho magoado?

O que realmente havia acontecido naquele dia?


Notas Finais


Se você gostou desse capítulo, deixe um comentário ou favorite a história, isso ajuda muito na divulgação e deixa essa pessoa aqui muito feliz (Mesmo que ela não mereça muito, afinal demora muito para postar capítulo) <3
Então, a essa altura vocês já devem ter lido o capítulo e notado que sou um cu para escrever ação. Sou mesmo, porque essa é realmente minha primeira vez, então foi foda, viu? Hehehe, então tentarei melhorar isso, porque até eu tenho que admitir que ficou uma bela bosta essa luta da Erza e do Jellal conta o 5 (NO PRÓXIMO CAPÍTULO IREI EXPLICAR ISSO). E sobre o 5, a Erza poderia ganhar dele se o atacasse de surpresa, como o Jellal fez, porque a habilidade do 5 é basicamente assim: Assim que ele vê o inimigo, ele pode explodir partes do corpo dele a vontade, então a única forma de vence-lo era atacar de surpresa. Confuso? Sim, mas eu melhoro hehe
Hum... Ok, eu meio que me esqueci o que iria escrever aqui....
Ah sim, o próximo capítulo se chamara "Quatro, o homem mascarado" e vai ter.... Gruvia hehe
Que lugar será esse que Ryo foi levado? E a história da Erza com o Jellal? E o namoro escondido do Gajeel e da Levy? Essa fanfic ta parecendo o mangá (Vocês estão lendo????), cada capítulo eu fico mais confusa que antes :D
AH SIM, AGORA ME LEMBREI:
Então pessoal, se vocês não perceberam, não descrevi a armadura do Ryo (Armadura Quardião de Pecados), porque... Queria a ajuda de vocês com ela '-' Como vocês a imaginam? Sei que nem demonstrei os poderes dela, mas isso não importa tanto no momento. Então por favor, descrevam como vocês imaginam ela, ok? Por favor *Estou tentando fazer uma cara fofa, mas pareço o capeta agora*
Outra coisa, estou usando esse site (http://happynatsu.webnode.com.br/armaduras-de-erza/) para pegar os nomes das armaduras da Erza, porque minha mente é uma verdadeira bosta e não me lembro de nada :D
Do ataque do Jellal pesquisei na Wiki mesmo, Essa magia que ele usou foi usada no anime, para derrotar 4 membros da Oración Seis, ok?
Provavelmente me esqueci de algo, mas acho que é tudo...
Qualquer erro é só comentar que arrumarei assim que der :D
UM BEIJÃÃÃÃÃÃÃÃO E ATÉ O PRÓXIMO CAPÍTULO <3 <3 <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...