História Um gamer e uma otaku - Capítulo 16


Escrita por: ~ e ~Siljin

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Rin-otaku, Sesshoumaru-gamer
Visualizações 381
Palavras 3.292
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite e boa leitura ^^

AVISO 1: Próximo capítulo é o último

AVISO 2: Não me matem no final desse capítulo ;-;

Capítulo 16 - Capítulo Dezesseis


Fanfic / Fanfiction Um gamer e uma otaku - Capítulo 16 - Capítulo Dezesseis

Rin on

- Por nada, Sesshy. Vamos fazer os nossos pedidos?

Tentei parecer animada, mas ele não acreditou muito.

O que posso fazer? Ele me conhece bem.

Fizemos nossos pedidos e o vinho chegou.

Sesshoumaru on

- Não se sente bem, é isso? - Tentei novamente saber do porque, de uma hora pra outra, ela ter ficado fechada comigo

- Se não estiver bem, posso te levar no médico.

Rin on

- Eu me sinto muito bem. Não tem nada de errado comigo.

Peguei minha taça de vinho e tomei um gole.

Sesshoumaru on

- Ok, então. - Repousei uma de minhas mãos em sua coxa

- Não pensei que você me aguentaria tanto tempo assim. Três anos juntos e eu continuo ao seu lado, te amando com o mesmo fogo de sempre. Ele só aumenta com o passar dos dias. - Senti meu rosto corar de leve

Rin on

Sorri com as palavras do Sesshoumaru e o olhei nos olhos. Vi o amor dele por mim, refletido em seus olhos dourados.

- Eu ficarei ao seu lado pra sempre. Você me disse “sim” no altar, e agora tem que me aturar pro resto da sua vida.

Aproximei nossos rostos e dei um selinho nele.

- Eu te amo.

Sesshoumaru on

- Agora só falta um filho nosso, para concretizarmos ainda mais a nossa felicidade, não acha? - Segurei firme em suas mãos

- Quando pretende me dar um? Fico muito ansioso de pensar na possibilidade de ser pai.

Rin on

Corei com as palavras do Sesshoumaru.

- Eu não sei, amor. Na verdade, eu não sei como não engravidei ainda. Nós não usamos mais nada, eu não tomo remédio... Será que o problema é comigo?

Perguntei desanimada. Porque se o problema for comigo, se eu for seca, jamais darei um filho ao Sesshoumaru.

Sesshoumaru on

- Não acho que seja isso. Acho que ainda não é o momento certo; mas, quando chegar esse momento, Deus mandará o fruto do nosso amor. - Beijei suas mãos

- Desculpe te exigir isso. Não quis te deixar mal com isso. - Passei as costas de uma das minhas mãos em seu rosto

Rin on

- Tudo bem. É seu direito exigir um filho. Você quer ter herdeiros, mas o que você disse está certo. Se eu não engravidei é porque o momento ainda não chegou.

Nossos pedidos chegaram e passamos a degustar da nossa refeição.

Sesshoumaru on

- Hum. O que você quer de presente?

Levei um pouco de vinho a boca e fiquei esperando por sua resposta.

Rin on

Olhei pro Sesshoumaru, um pouco confusa.

- Presente? Sesshy, eu não quero presente. Não precisa se incomodar com isso.

Sesshoumaru on

- Por que não? Você é minha mulher e quero te agradar. - Sorri

- Podemos ir em alguma loja? Posso tirar o dia de folga para fazer compras ao seu lado. Aproveita minha oferta, amor. Não é todo dia que comemoramos algo tão especial de nossas vidas.

Rin on

Suspirei e então sorri

- Tudo bem. Então eu aceito sua oferta.

Sesshoumaru on

- Sabia que não iria recusar.

Peguei meu celular e disquei alguns números.

- Kikyou, não irei voltar hoje. Quero que você termine o que tem pra fazer e às 17 horas poderá ir pra casa. - Desliguei sem deixar que ela falasse algo

- Sou todo seu, meu amor.

Rin on

Nós terminamos de comer, o Sesshoumaru pagou a conta, voltamos até a empresa, entramos no carro dele e depois fomos para o shopping.

Comprei algumas roupas pra mim e, mesmo o Sesshoumaru não querendo, o convenci a comprar algumas pra ele também.

Sesshoumaru on

Aquele dia foi maravilhoso ao lado da minha mulher.

Chegando em casa, levei todas as sacolas para o quarto e Rin foi arrumá-las, enquanto isso eu tomava um banho.

Não demorou e senti um pequeno corpo, por de trás do meu, me abraçando com delicadeza.

Rin on

- Sesshy, eu te amo. - Minhas mãos começaram a acariciar o seu peito

- Nunca vou me cansar de te falar isso. - Comecei a dar leves beijos nas suas costas

- Eu sou muito feliz ao seu lado.

Sesshoumaru on

- Eu sou o homem mais sortudo dessa terra, por ter você só pra mim. - Me virei de frente

- Também te amo muito, meu anjo. – A ergue pela cintura e logo suas pernas estavam em volta da minha cintura

Rin on

- Faz amor comigo, Sesshy? Eu sinto tanto a sua falta, durante o dia. Quando a noite chega, tudo o que quero é te sentir dentro de mim.

Sesshoumaru on

- Sinto o mesmo. Fico tão estranho, quando estou longe de você. Se eu pudesse não, sairia mais daquela cama. Faríamos amor durante 365 dias e por 24 horas. Eu não te daria nenhum intervalo.

Chupei seus lábios e minha língua procurou pela dela.

Rin on

Enquanto me beijava, Sesshoumaru começou a me penetrar e gemi entre o beijo.

Ele se movimentava lentamente, enquanto chupava meu pescoço e eu ia a loucura. Nossos corpos estavam colados um ao outro, e meus seios estavam pressionados contra o seu peito. Isso me enchia ainda mais de tesão.

- Amor, você é incrível.

Sesshoumaru on

- E você é maravilhosa, meu anjo.

Entrava e saia delicado de dentro dela.

Como eu amo essa mulher. Faço qualquer coisa por ela.

Rin on

1 mês depois

Nesse último mês, aconteceram algumas coisas estranhas.

Sesshoumaru chegava muito cansado, isso eu não estranhei muito, pois ele sempre chegava assim; mas ele estava com um perfume diferente e era feminino. Lógico, perguntei sobre esse perfume e ele falou que não era nada. Relevei, mas sentir esse cheiro todos os dias só me deixava com a pulga atrás da orelha.

Sesshoumaru on

Será que a Rin não quer um filho meu?

Pensei.

Já estamos há tanto tempo juntos e nas nossas relações, depois de casados, nunca usamos nenhum método para nos prevenir. Estamos com quase cinco meses de casados e nada de um filho.

Era manhã, novamente seguia para o trabalho, depois de tomar o café delicioso que minha mulher tinha preparado pra mim.

Como sempre, ao chegar na empresa, Kikyou já estava na sala, e como sempre ousada na maneira de se vestir.

Batom vermelho extravagante, saias curtas até o meio da coxa, meias calças combinando com as saias, sandálias altas e blusas brancas, com dois de seus botões abertos.

Isso tudo era pra me provocar, mas o que ela não sabia era que eu não dava a mínima pra ela.

O dia foi se passando e logo veio o final do meu expediente. Arrumava minhas coisas e, ao me levantar pra sair, Kikyou me para.

- O que quer? - Disse sério

- Que me escute pelo menos uma vez. Por favor.

- Fale logo e me deixe ir, não suporto olhar na sua cara.

- Por favor, pare de me desprezar tanto. Me perdoe pelo que fiz no passado. Sofro tanto com isso. - Começou a chorar

- Você pensou em mim? Pensou se eu iria sofrer? Pensou se me magoaria? Eu entrei em depressão por sua culpa.

- Eu sei que fui uma idiota, Sesshoumaru... – Soluçou - Mas com esse meu erro, descobri que te amo. Que você sempre foi o homem certo pra mim. - Tentou se aproximar, mas dei um passo pra trás - Ao menos me perdoa? Eu sei que seu amor agora é de outra. Ta tudo bem, mas não me faça mais sofrer com essa distância. Podemos ser amigos. Me perdoa?

Me abraçou e eu, estático, deixei ela me abraçar.

Eu não sentia nada por ela, mas suas lágrimas mexeram comigo.

Suspirei fundo.

- Tudo bem, eu te perdôo. - Disse acariciando suas costas, fazendo-a desabafar com suas lágrimas

Deixei que ela colocasse tudo pra fora, em meu ombro.

- Tenho que ir agora. Tente se acalmar.

- Não sei se consigo dirigir nesse estado.

- Então arrume suas coisas, te levarei. E manhã você vem de táxi.

- Ta.

Eu acreditei nela. Dei confiança para que recomeçássemos como amigos.

A deixe em sua casa e em seguida fui para a minha.

Estava com o coração mais aliviado. Perdoar é algo difícil, mas esse ato me deixou mais leve.

Rin on

Sesshoumaru chegou em casa e me cumprimentou com um beijo.

Novamente esse cheiro de perfume e hoje está muito mais forte.

Ele foi pro banho e, enquanto isso, acabei terminando o jantar. Fui até o quarto e peguei a roupa suja do Sesshoumaru. Olhei nos bolsos da calça, como sempre faço pra ver se tinha dinheiro, cartão, algum papel importante... Essas coisas. Bom, não tinha nada. Peguei a blusa e vi que tinha marcas de batom no colarinho.

Paralisei com isso.

Sesshoumaru saiu do banho e perguntou o problema.

- Você está me traindo? – Com lágrimas nos olhos, olhei pra ele, que negou

- Então por que tem batom na sua camisa? Você acha que sou estúpida? Acha que eu não sei o que isso significa? Acha que não reparei que ultimamente você tem chegado com o cheiro de um perfume diferente? E não é qualquer perfume, é feminino.

- Não está satisfeito comigo? É isso? Só por que não te dei um filho ainda? Ou é por que não fizemos sexo naquela posição que você tanto quer? Não acha em casa e vai procurar fora?

- Aposto que já sei com quem. É aquela sua secretária não é? Qual a relação de vocês? Eu sei muito bem que vocês já tiveram um envolvimento amoroso, pois não esqueci daquele dia na praia.

- Fala logo, Sesshoumaru. O que está acontecendo? Se cansou de mim?

Sesshoumaru on

Arregalei os olhos.

Paralisado, ouvia Rin me bombardeando com aquelas palavras sem nexo.

- Não Rin. Para dizer essas coisas. Eu nunca te trai, não tenho coragem de fazer algo tão nojento assim. - Me aproximei, mas ela se afastou

-Rin, amor, acredita em mim. Eu nunca me envolvi com outra mulher. Esse perfume é dela sim, confesso. Ficamos na mesa lado a lado. Como você quer que eu não fique impregnado com o cheiro dela? Eu nunca toquei nela. Hoje ela me pediu perdão, pelos erros do passado, e a perdoei, só isso.

Rin on

- Só isso? Então por que tem batom na sua blusa? E por que não me conta o que aconteceu entre vocês no passado?

Sesshoumaru on

- Vem, eu te conto. - Segurei em sua mão e levei até a cama, sentando ao seu lado

- Desculpe se demorei tanto para contar sobre isso, mas eu não me sentia preparado. - Sorri fraco

- Kikyou foi a minha primeira namorada. Eu tinha 16 anos, quando a conheci... - Suspirei

- Ela me enganou da pior forma que poderia fazer. - Senti meus olhos arderem

- Na escola, nessa época, os alunos eram divididos. Populares só se misturavam com populares, e nerds somente com nerds. E eu era um nerd, Kikyou era popular. Eu vivia suspirando por ela, me apaixonei intensamente por ela, e ficava triste por saber que ela nunca iria me olhar com outros olhos. Ela sentia nojo de mi e isso me machucava. - Senti as lágrimas dominarem meu rosto

- Os anos foram se passando e então, no terceiro ano, nas provas finais. Kikyou se aproximou de mim e ganhou minha confiança. Nos tornamos bons amigos. Foi um dia então, que ela me beijou e aquele foi o meu primeiro beijo. Fiquei tão radiante com aquilo, por estar beijando a mulher da minha vida. Alguns dias depois, eu, com muita vergonha, a pedi em namoro e ela aceitou. Ela me mudou, me fez me vestir melhor e percebeu que eu somente não estava sabendo usar o estilo de roupa certa. Ela me moldou. Mais alguns dias se passaram e fiquei sabendo que seus pais a mandariam para um convento, se ela não passasse nas provas finais. E eu, trouxa, falei que iria passar toda a cola pra ela. Aí tudo bem... - Suspirei

- Ela ficou alegre e se sentiu mais aliviada. Dois dias depois, eu ouvi a conversa dela com suas amiguinhas. Elas só não disseram sobre a minha inteligência, mas no resto me humilharam. Disseram que eu era isso e aquilo e, quando a ouvi dizer que estava comigo somente por causa de notas, meu coração se destruiu. Poderia ouvir todas aquelas coisas de qualquer um, menos dela, da garota que eu estava cego de amor... Entrei em depressão e nem fiz as provas finais. Mudei de escola, mudei de vida... - Apertei as mãos com força

- Me trancava em meu quarto e só saia para escola. Os anos foram se passando e foi ai que percebi que já tinha 25 anos e ainda era um virgem babaca, otário, sem ter nenhum sentido na vida. Às vezes trabalhava, às vezes não, pois vivia mais em meu quarto jogando; virando cada vez mais um nerd viciado em jogos. E foi ai que te conheci. Descobri a pessoa maravilhosa que Deus tinha guardado só pra mim e novamente me entreguei ao amor, mas dessa vez com mais intensidade, pois descobri que ela realmente foi feita pra mim; na medida certa, sem tirar ou por. Hoje tenho a minha própria família, estou muito feliz por tê-la ao meu lado, por ela ser a minha esposa, só minha... Mas ela não quer acreditar em mim, abrir os olhos e perceber que eu nunca faria isso com ela. Nunca!

Rin on

Não sabia como reagir com toda aquela história. Sesshoumaru tentou me tocar, mas me afastei.

- Vamos jantar, ou a comida vai esfriar. - Disse de forma indiferente

Voltei pra cozinha e arrumei a mesa. Sesshoumaru tentou falar, mas eu fiquei calada; pois ainda estou pensando na história toda.

Ela foi a primeira namorada do Sesshoumaru. O primeiro beijo. O primeiro amor. Ele a considerava a mulher da vida dele e saber disso me machucou. Sei que o Sesshoumaru está casado comigo, mas saber que o primeiro amor dele está de volta e está trabalhando com ele, me deixa insegura. E se os antigos sentimentos do Sesshoumaru por aquela mulher voltarem a tona? O que será de mim? Ele vai me deixar, pra ficar com ela?

Suspirei e terminei o meu jantar.

Eu não estava com cabeça pra lavar a louça, então deixei o prato na pia e fui pro quarto. Escovei os dentes, lavei o rosto e deitei na cama.

Demorei a dormir, por causa dos pensamentos que não paravam de invadir a minha cabeça. Saber de tudo aquilo me enojava, me deixava péssima. Eu queria chorar, queria libertar todos aqueles sentimentos ruins que estavam dentro de mim, mas eu não queria que o Sesshoumaru me visse chorando. Eu não quero falar com ele, só quero ficar no meu canto, sem ser incomodada.

Sesshoumaru on

O que eu fiz de errado pra ela me tratar assim?

Suspirei e deita na cama, tentei abraçá-la, mas ela afastou de mim.

Essa será a segunda briga na nossa relação.

Virei de costas pra ela, assim como ela estava pra mim, e alguns minutos depois dormi.

Rin on

No dia seguinte, senti quando o Sesshoumaru levantou da cama, mas eu decidi ficar por ali mesmo.

Saber que o Sesshoumaru vai passar o dia inteiro ao lado da ex dele, me deixa muito mal.

Fechei os olhos e tentei dormir mais um pouco.

Sesshoumaru on

Depois do banho, vesti minhas roupas para ir trabalhar. Suspirei ao ver a Rin ainda na cama.

Talvez ela esteja bolada ainda.

- Já vou, Rin. - Falei, mas ela não me deu atenção

Suspirei triste e fui para o carro, sem fazer a minha refeição da manhã.

Tomarei um café na empresa.

Rin on

Suspirei, ao ver o Sesshoumaru saindo.

E lá vai ele passar o dia com a ex. Ta, eles trabalham juntos, mas mesmo assim me incomoda.

Fiquei até tarde na cama, na hora do almoço eu não senti muita fome, então fiz um simples miojo.

Durante a tarde, fiquei no sofá assistindo anime pelo celular e, quando começou a anoitecer, acabei pegando no sono ali mesmo.

Sesshoumaru on

Fui pra casa às 20 horas da noite.

Tive muito trabalho hoje e nem cheguei a comer nada.

Chegando em casa, vejo a Rin deitada no sofá. Não querendo acordá-la, a peguei no colo e a levei para o quarto, depositando seu pequeno corpo em nossa cama.

Em seguida, entrei no banheiro, para tomar um banho bem relaxante.

Rin on

Acordei e estava no meu quarto. Ouvi o barulho do chuveiro e percebi que o Sesshoumaru estava lá.

Fui para a cozinha e preparei um jantar rápido. Arrumei a mesa, Sesshoumaru apareceu e servi o nosso jantar.

Sesshoumaru on

Não abrimos a boca a não ser para enfiar a comida goela abaixo, e eu já estava ficando nervoso com essa situação.

Rin, ao acabar, colocou o parto na pia e subiu.

Passei as mãos pelos cabelos.

Qual a minha culpa nessa situação?  Eu não sei. Eu não fiz nada.

Acabei e fui lavar a louça suja. Subi em seguida e fui para o quarto. Rin estava no banheiro, então sentei na cama e, de cabeça baixa, fiquei pensando naquela nossa distância.

Rin on

Escovei os dentes, joguei uma água rápida no corpo e coloquei minha camisola de bichinhos.

Foda-se que sou casada. Eu gosto de usar essas roupas e vou continuar usando.

Voltei pro quarto e deitei na cama, sem nem mesmo olhar pro Sesshoumaru.

Sesshoumaru on

- Vai ficar até quando assim comigo? Eu não te fiz nada. Já lhe disse, eu não tenho nada com a Kikyou. Ela não significa nada pra mim. Dá pra entender isso de uma vez? Não percebe que te amo?

Ela só ficava lá, calada.

- Não vai dizer nada? Eu sei que você está acordada.

Rin on

- O que você quer que eu diga? - Sentei na cama e o encarei

- Eu não gosto de saber que você passa o dia com aquela mulher grudada em você. Não gosto de saber sobre o que vocês dois tiveram. Não gosto de saber que você a amava e a considerava a mulher da sua vida.

- Isso é demais pra mim. Não suporto saber seu passado. Acho que você se sentiria da mesma forma, se eu tivesse um ex namorado.

Sesshoumaru on

- Possa ser que sim, mas eu não iria te tratar desta forma. Iria tentar te entender e não te julgar.

- Você não vê que me fere com essa desconfiança? Ela não significa mais nada pra mim. Nada! Eu te amo! Você é a única mulher da minha vida.

Rin on

- Olha Sesshoumaru, eu estou confusa, ta legal? Preciso de um tempo pra pensar nisso tudo e digerir essa história.

- Amanhã vou arrumar uma pequena mala e vou voltar pra casa dos meus pais.

Sesshoumaru on

Estático, foi assim que fiquei ao ouvi-la dizer aquilo.

- Não, por favor, não me deixa. Eu te amo, Rin. O que você quer que eu faça para lhe convencer? Quer que eu me ajoelho e implore nos seu pés? Eu faço, só peço que não vá.

Rin on

Sesshoumaru ajoelhou no chão e me implorou pra não ir, enquanto chorava. Essa cena partiu meu coração e comecei a chorar também.

- Por favor, não torne isso mais difícil pra nós dois. Eu preciso desse tempo pra mim, Sesshoumaru.

Sesshoumaru on

Confirmei com a cabeça e então sai do quarto.

Segui ate a sala, sentei no sofá e fiquei pensando de cabeça cheia, em suas palavras.

- Ela não pode me deixar. Não pode fazer isso comigo.  - As lágrimas insistiam em descer incessantemente


Notas Finais


@Siljin e eu finalizamos mais dua parcerias. Caso se interessem, esses são os links:

Nem tudo é sofrimento. O amor transforma tudo: https://spiritfanfics.com/historia/nem-tudo-e-sofrimento-o-amor-transforma-tudo-6677840

Eu sou fogo e você é paixão: https://spiritfanfics.com/historia/eu-sou-fogo-e-voce-e-paixao-5934074

Obrigada pela presença de todos. Beijos e até o próximo dia 9 *-*


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