História Um Grito de Liberdade - Hoffenhein - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Especiais, Gay, Hoffenhein, Homofetividade, Laços, Leben, Mfc, Olhares, One, Romance, Sexo, Universolove, Wpevensie, Wtorres
Exibições 140
Palavras 733
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoal.
Está dada a Largada para "Um Grito de Liberdade".

Espero que me acompanhem nesta jornada fascinante cheia de traições, amores, desejos, pecados e muito romance.



Desde já, obrigado a todos que aguardaram pacientemente para o início desta história que sucede Olhares na Escola 3.


Hoje teremos o prólogo e amanhã o primeiro capítulo.


Abraço Forte.

Capítulo 1 - O Prólogo


Fanfic / Fanfiction Um Grito de Liberdade - Hoffenhein - Capítulo 1 - O Prólogo

O Prólogo

 

 

Em um pouco mais de trinta anos, a humanidade foi reduzida de quase dez bilhões para dois bilhões, onde mais da metade morreria em menos de dez anos como consequência da MFC, uma doença mortal que destruía o sistema imunológico e causava paralisia dos órgãos simultaneamente.

Guerras por paz, religiosos prevendo o fim do mundo e a volta de um messias egoísta e abstrato… estavam todos errados… Nós éramos deuses e demônios, o bem e o mal habitava dentro de nós, mas entenda que tudo o que foi feito, foi para que o futuro fosse garantido para os poucos e para que esses poucos sobrevivessem, muitos precisaram morrer.

Nós éramos o antivírus que protegeria aos corpos.

- Onde está a criança? – perguntou-me o Conselheiro-chefe caminhando em minha direção.

- Ele foi capturado e está sedado!

- Excelente! – Houve um silêncio momentâneo e então nos direcionamos ao local onde a criança estava – cabelos azuis… pele branca… ele é perfeito! A cura para o mal! O que está esperando? Coloquem-no para ser testado! Precisamos ter certeza de que os experimentos não falharão!

- Mas já? Assim? Do nada?

- Exatamente!

- Quanto tempo ele vai ficar nesse estado?

- Para nós, serão meses, para a realidade dele, anos… mas não poderemos interromper antes do tempo nem interferir nos acontecimentos, só nos resta esperar. Você ficará responsável por mantê-lo a salvo e seguro! – ele disse isso e se retirou.

 

Respirei fundo e me preparei para colocar aquela criança dentro de sua nova realidade em suas novas memórias…

 

Assim que ativei o sistema, me assustei quando vi que o garoto sorria, parecia estar tendo um sonho bom… o que poderia ser?

 

 

 

 

Eu queria dizer alguma coisa, mas não sabia o que iria fala.

Minha boca abrir e fechava, mas nenhuma palavra saia. Seus olhos estavam fixos nos meus e eu mal percebi quando ele preencheu a distância que tinha entre nós. Seu hálito fresco era extasiante enquanto sua barba mal feita roçava meu rosto, uma mistura de menta e bebida. Eu estava sem ar, completamente.

Meus pulmões pediam por ar, mas não me lembrava como respirar.

 - Gui eu… - tentei falar alguma coisa.

 - Shhi! – seus dedos macios e quentes tocaram meus lábios. – Não fala nada!

Ele se inclinou e tocou os meus lábios com os dele, delicadamente. Nossos lábios começaram a se mover lentamente, dando início a um beijo quente e doce. A mão do Guilherme foi até minha nunca e a outra envolveu minha cintura, me erguendo um pouco do chão. Meus dedos entrelaçaram no cabelo curto. Um gemido baixo e prazeroso escapou de nossa bocas.

Interrompemos o beijo depois de quase dois minutos.

Sem fôlego, hesitei em me afasta dele, nossos olhos se encontraram e um sorriso apareceu no rosto dele, ele me puxou para me beijar novamente e deu mais dois selinhos, arfando. Seus dedos, assim como os meus, estavam entrelaçando meu cabelo enquanto um sorriso tímido se formava em seu rosto.

Nos afastamos.

Sem saber o que dizer eu apenas o olhava.

- O que foi isso? – perguntei quando finalmente lembrei que sabia falar.

- Não sei! – ele se apoio na pia enquanto me avaliava.

- Eu vou dormir. – falei me atirando para a porta.

- Boa noite. – ele sorriu. Sorri de volta e o deixei sozinho.

 

Entrei no quarto ainda tonto pelo beijo e tropecei até a minha cama. Olhei para a cama do Henrique, mas ainda estava vazia. Respirei fundo, e agradeci mentalmente, pois eu não conseguiria esconder o meu estado nem com o maior cinismo. Assim que sentei na cama e apoiei minhas mãos na perna foi que lembrei que tinha esquecido de vestir o meu short.

Guilherme entrou no quarto com um sorrisão no rosto segurando meu short.

- Não está esquecendo nada?

- Obrigado. – disse vestindo rapidamente o short.

- De nada. – ele piscou e saiu do quarto.

No mesmo instante o Henrique entrou no quarto e eu me afundei de baixo do edredom.

 - O Gui pegou os fones dele? – Henrique perguntou.

- Ham? – olhei para ele, pisquei duas vezes quando percebi que estava fazendo cara de bobo. – Sim, pegou… Eu acho. – dei de ombro. – Boa noite.

- Boa noite. – ele sorriu para mim, antes que eu me virasse para o canto. Toquei meus lábios delicadamente, lembrando os do Gui tocando eles, e suspirei.

Me deixei ser levado pelo sono e apaguei.


Notas Finais




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