História Um Híbrido Para a Vida - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Híbrido, Jikook, Jimin!bottom, Jungkook!top, Kookmin, Lemon, Taeyoonseok
Visualizações 419
Palavras 6.452
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sei
Eu demorei para um caralhito
Me perdoem, por favor!
Mas oh!!!!
2000 palavras só de lemon galera HAUSHSJSJSJSJSDJSJSHQKDSN

Eu espero que vocês gostem dessa limonada e desse fim!

Eu agradeço a todos que acompanharam e que leram e favoritaram e comentarsm e tuto!!
Muito obrigada mesmo!! Essa é a segunda fic que eu termino, mesmo que seja shortfic, ela é meio longa né?

Vamos lá o/

Capítulo 8 - O Fim!


Eu não podia acreditar que o meu gatinho estava de volta, deitado e ofegante em minha cama. Seus olhos se tornaram um verde intenso e suas unhas cresceram consideravelmente. Após aquelas minhas palavras, eu sentei em seu colo, deixando cada perna ao lado de seu tronco. Minha bunda atritava contra seu membro coberto pela cueca, ele já estava rijo, e suas unhas rasgavam partes do meu pijama na região da coxa. Seus olhos mantinham-se fechados e sua respiração estava descompassada, permitindo que eu visse seus caninos maiores que o normal. Seu peito subia e descia rapidamente e o suor escorria de sua testa, ele estava enlouquecendo aos poucos enquanto minha sanidade ia embora apenas com aquela imagem à minha frente.

- Kookie… - eu gemi ao sentir seu penis duro entre minha nádegas, eu queria senti-lo em meu interior, sei que ainda não estava na hora de aquilo acontecer, mas eu precisava ajudá-lo, não podia deixar que ele sofresse com aquilo.

Eu arranquei minha camiseta de uma vez e sai de seu colo, ele abriu seus olhos e me observou tirando a calça, aquelas íris verdes juntamente daquelas pupilas verticais me hipnotizavam, eu não conseguia desviar de seu olhar. Subi na cama e me aproximei dele enquanto engatinhava por ela, eu pudia ver desejo em seu olhar e aquilo fazia meu pau pulsar e minha entrada contrair-se. Quanto cheguei perto o suficiente, eu me inclinei, fazendo com que minha bunda ficasse empinada, meu rosto ficou próximo de sua intimidade e eu massageei ali, sentindo seu membro endurecido. Um suspiro escapou de seus lábios e suas unhas da mão direita fincaram-se no colchão, enquanto sua mão esquerda acabou parando em uma de minhas nádegas, senti seu apertão e suas unhas roçarem ali. Eu só esperava que ele não perfurasse minha pele.

Eu massageava seu pênis por cima do tecido da box e, vez ou outra, passava meu músculo úmido por ali. Eu conseguia ouvir seus gemidos roucos e baixos, mostrando o quanto já estava sedento em me ter. Seu quadril começou a subir e descer, com a intenção de ter mais contato e um tapa foi estralado em minha bunda, o que me fez soltar um gemido fino. Jungkook estava delirando e eu percebia o quanto tentava se controlar, já era possível de se ver o preenchimento do colchão a baixo de nós, graças às suas unhas afiadas.

- J-jimin… - ele apertou minha nadega e soltou um suspiro pesado - Não brinca assim, hyung...

Após deixar um beijo estralado na cabeça de seu membro, eu subi em cima dele e me inclinei para alcançar seus lábios. Ah! Como eram deliciosos, nossas bocas se encaixavam tão bem, nossas línguas brincavam fervorosamente e nossos corpos se esquentavam gradativamente. Suas mãos alcaçaram minha cintura e ele me forçou para baixo, fazendo-me sentar em seu membro duro. Sentir aquela extensão entre a bandas de minha bunda me excitavam mais, mas eu queria chupá-lo logo e fazer com que sua cabeça se perca totalmente.

Me livrei de seu aperto, sai de cima dele e arranquei sua cueca. Vi seu olhar de reprovação, mas logo o vi revirar os olhos quando engoli todo o seu membro de uma vez, eu chupava fortemente e minha língua trabalhava em lambuzá-lo. Ah! Só de imaginar Jungkook entrando em mim com um deslize me faz perder a cabeça. Levei minha mão até meu pau coberto e o massageei, Jungkook gemia alto e aquilo era música para meus ouvidos. Sei que eu queria ter feito isso antes de seu cio, mas sei que não tinha como. Sei, também, que fui cu doce demais em relação a isso tudo, mas agora passou e eu estou aqui prestes a transar com um hibrido adorável de gato preto. Seu rabinho mantinha-se relaxado ao lado da cama e suas orelhas estavam do mesmo modo no topo de sua cabeça. Jeon Jungkook era um pecado e aquele membro em minha boca apenas provava tal afirmação. Eu conseguia sentí-lo pulsar próximo à minha garganta, suas veias estavam saltadas e estava tão duro que apenas uma metida forte em mim poderia me fazer gozar.

Eu acelerei meus movimentos e seu gemido ficou mais alto, ouvi algo rasgando e deduzi ser o colchão. Comprar um colchão novo, anotado. Estar ao lado, desta forma, de Jungkook é algo que muitas pessoas desejariam se o vissem. Ele era simplesmente encantador, tanto sua aparência física, quanto seu interior. Ele tinha um jeitinho inocente e ao mesmo tempo pervertido que me fazia delirar. Sei que no cio ele não mostrará nada de seu lado inocente, mas sei que amanhã ele já irá ser o Jungkookie que eu conheço. Hoje, irei ser bom para ele do melhor jeito possível.

Tirei seu falo de minha boca quando percebi que ele estava prestes a gozar, ouvi seu barulhinho de reprovação e, quando eu estava prestes a assumir uma posição, ele me empurra e fica em cima de mim, posicionando-se entre as minhas pernas. Sinto seus lábios nos meus mais uma vez e suas mãos trabalhavam em alisar todos os cantos de meu corpo, meus dedos se enroscaram em seus fioa de cabelo e seu rabinho ia de um lado para o outro rapidamente. Seu membro roçou no meu assim que ele fez pressão sobre mim, seu quadril moveu-se em uma estocada e eu deixei um gemido escapar dos meus lábios, fazendo com que o beijo se rompesse. Seus caninos deslizaram-se na pele do meu pescoço quando eu joguei a cabeça para trás ao sentir outra estocada "falsa", ele estava me provocando e testanto até onde minha sanidade iria.

Senti a unha de seu indicador passar desde meu peitoral até a cós da minha cueca, esta foi rasgada rapidamente e o resto de seu pano jogado longe. Agora nós dois estamos nus e falta pouco para sentir seu pau entrando em mim sem piedade alguma. Mas, antes disso, ele preferiu manter as provocações e maltratar minha pele alva.

Eu sentia o raspar de seus caninos em meu pescoço e me perguntava do o porque ele os forçava tanto. Ele deslizou sua boca até um de meus mamilos e eu gritei quando senti seu chupão naquela região, eu era muito sensível naquela parte e ele estava brincando com a minha mente.

- Anh… Kookie… - eu gemia enquanto sentia sua língua trabalhando na ponta de meu mamilo, nossos membros se chocavam e aquilo tudo ao mesmo tempo me fazia delirar.

Jungkook começou a beijar meu corpo até chegar próximo do umbigo, ali ele se afastou de mim e segurou em minhas pernas, afastando-as o máximo que dava. O que era muito, já que eu fazia balé no ensino médio e nunca havia perdido o costume de dançar às vezes. Pegou na base de seu pênis e posicionou ele ali, na minha entrada, senti a sua glande molhada, mas um pequeno desespero tomou conta de mim já que eu era praticamente virgem de novo.

- Kookie… Me prepara antes… - seu olhar esverdeado parou no meu. Ele largou seu membro e se aproximou de mim, viu sua cabeça tombar de lado como se estivesse perguntando sobre o que eu estava falando.

Ao invés de falar, decidi mostra-lo. Não era meu Jungkook ali, mas era sua parte felina querendo perder o controle, porém era um lado um tanto divertido ao mesmo tempo. Eu peguei sua mão e vi sua unha, do dedo que eu havia escolhido, diminuindo aos poucos, ele me olhava curioso com seus olhos verdes de pupila vertical. Levei aquele dedo até a minha boca e o chupei, o Jeon fechou seus olhos e soltou um suspiro sôfrego, suas unhas da outra mão fincaram-se no colchão mais um vez enquanto eu lambuzava seu dedo. Após terminar de lubrificá-lo, o levei até a minha entrada, indicando que ele poderia forçá-lo ali. Jungkook entrou com seu dedo em meu interior e eu gemi pelo incomodo que eu comecei a sentir, fechei meus olhos e suspiros escapavam de meus lábios. O híbrido colocou outro dedo e presumi que ele havia entendido o que eu habia lhe ensinado. Seus dedos trabalhavam em me alargar para eu estar pronto para sua invasão, o incômodo logo se transformou em prazer e eu comecei a gemer pedindo por mais. Jungkook entendeu que eu o queria de uma vez.

Depois de remover seus dedos, o moreno posicionou-se e encaixou bem seu pau na minha entrada, ele o forçou e logo senti sua glande me invadir. O incômodo foi enorme, mas não fiz nada além de abrir a boca em um gemido mudo e apertar os rasgos que ele fizera no colchão. Logo, ele estava totalmente dentro de mim, porém ele não esperou que eu me acostumasse e começou a meter com forçar. Uma dor tremenda envadiu meu corpo, algumas lágrimas saiam de meus olhos e eu mordia meu lábio para que os gemidos doloridos fossem ouvidos. Eu respirei fundo e a dor foi passando aos poucos, ele ia devagar apesar de meter forte e aquilo era, de certa forma, bom. Eu deixei um gemido de prazer escapar de meus lábios e o vi sorrir minimamente, ele inclinou seu corpo e nossas testas se encontraram. Minhas pernas envolveram sua cintura e uma de suas mãos ajudava-o a sustentar o peso, apoiando-a um pouco acima de minha cabeça. Ele começou a ir mais rápido e meus gemidos foram ficando mais altos, seu arfares e suspiros faziam meu pau ficar mais duro do que já estava e meu gozo estava próximo, eu sentia isso.

Jungkook foi fundo e acertou o meu ponto de prazer, fazendo-me gritar de puro tesão e delírio. Ele focou suas estocadas naquela região e logo eu me desfiz, sujando-nos com meu líquido branco. Porém, ao invés de ele gozar naquela posição, ele decide sair de dentro de mim e me virar de barriga para baixo e puxando minha bunda para cima. Fiquei de quatro para ele e logo senti seu pau me invadindo de novo, eu estava em um delírio inexplicável, era como se eu tivesse usado a droga mais prazerosa do mundo, na verdade, eu estava a usando, pois Jeon Jungkook era a droga mais viciante daquele planeta. Seus beijos e seus toques me faziam suspirar e, agora, sentindo-o indo fundo em meu interior me fazer perder a sanidade.

- Kookie… K-kookie… Mais… Mais… - eu só sabia gemer e empinar minha minha bunda para ele, eu senti suas unhas arranhando-me as costas e aquilo, por incrível que pareça, foi excitante.

Meu pau já estava duro novamente e após quatro das suas estocadas fortes eu me desfiz novamente, sujando todo o lençol. Como da última vez, Jungkook saiu de cima de mim e me virou, logo me pegando no colo. Ele se sentou encostado na cabiceira da cama e me colocou em seu colo, indicando seu desejo, que logo foi atendido. Eu sentei lentamente em seu pau e subi da mesma forma, sentir sua extensão nas paredes das minha cavidade faziam meu pau latejar, eu já estava exausto e o suor pingava de ambos os corpos. Comecei a ir mais rápido e ele me ajudava com os movimentos, eu rebolava e quicava em cima de seu falo e eu gemia loucamente o seu nome, pedindo sempre mais rápido e mais forte. De seus lábios apenas saiam gemidos roucos e palavras desconexas.

Eu abracei seu pescoço e enlacei sua cintura com minhas pernas, ele segurou em minhas nadegas e comçou a meter mais rápido que todas as outras vezes, eu sentia que ele estava prestes a gozar e eu comecei a gemer mais alto e mais gostoso em seu ouvido. Queria sentir seu sêmen me invadir por completo, aquele líquido quente e viscoso que fazia anos que não o sentia. Logo, uma última estocada mais forte foi dada e ele travou ali, soltando um gemido alto. Eu gemi junto dele e gozei pela terceira vez no dia, aquilo estava muito gostoso mesmo sabendo que no dia seguinte eu nem andaria. Eu estava prestes a sair de seu colo quando senti algo entranho, estranho porém prazeroso. Era como se algo tivesse inchado dentro de mim e…

- AH!! JUNGKOOK! - senti uma mordida forte em meu pescoço e algo escorrendo daquela região, aquilo doía demais e ele pressionava seu pênis mais ainda dentro de mim. Quando ele se afastou eu vi que, o que escorria, era sangue. Um desespero tomou conta de mim, ele havia me mordido? Mas, que ideia era essa?

Quando fui protestar aquilo, vi que o mesmo possuía as pálpebras pesadas, sua respiração estava tranquila e aquela sensação estranha havia passado. Sai de seu colo e o ajeitei na cama, ele dormiu rápido e eu me apressei a sair de lá. A dor no quadril já se fazia presente e aquilo era horrivel. Fui até o banheiro e peguei o kit de primeiros-socorros. Limpei o sangue com água e um pano desinfectado e olhei no espelho. Havia dois furinhos no meu pescoço e eu não fazia ideia do aquilo significava. Fiz um curativo para poder parar de sangrar e tomei um banho. Eu não sabia que horas ele acordaria, mas sabia que seria logo. Sai do banho e, após colocar uma cueca, chequei o horário. Era um pouco depois das duas horas da tarde, ou seja, o dia iria ser longo. Eu não estava com ânimo para fazer algo muito bem preparado para o almoço, então, acabei fazendo apenas um lanche básico, assim dando tempo de eu ligar para o Yoongi e o Jin, avisando que Jungkook havia aparecido e que depois contaria os detalhes, já que o mais novo havia entrado no cio e eu estaria ocupado.

Após tudo aquilo, decido ligar a televisão e assistir um pouco. Tentaria relaxar um pouco e conter o sorriso em meus lábios. Sinceramente, se eu não estivesse com essa fodida dor no quadril eu estaria pulando de alegria e emoção agora. Eu sei, eu sei! É estranho e cedo demais. Mas, eu amo aquele híbrido. Eu o adoro tanto. Quero muito ele na minha vida e homem nenhum poderia fazer-me pensar diferente. Eu estava tão alegre imaginando meu futuro com aquele gatinho, mas senti uma queimação muito forte naquela região que foi mordida. Será que infeccionou? Jungkook vai me pagar amanhã por esse estrago. A queimação se tornou mais forte e eu soltei um gemido de dor, aquilo estava doendo demais.

Quando fui me levantar, me deparei com Jungkook há poucos metros de mim, aquela queimação foi diminuindo a cada passo que ele dava para se aproximar. Seu rosto, enfim, se encontrou com o meu e nossos lábios se juntaram novamente, eu arranquei minha cueca rapidamente, tentando o máximo não romper aquele beijo. Ele me jogou no sofá assim que a peça foi largada em algum lugar qualquer e eu virei de costas para o mesmo, enquanto meus joelhos mantinham-se firmes no estofado do móvel e minhas mãos se apoiavam em seu encosto. Seu pau já se esfregava entre minhas nádegas e logo me penetrou sem pensar duas vezes. Sua velocidade era incrível e gemidos contínuos saiam de meus lábios. Sua posição era sexy, tendo uma perna dobrada e apoiada no sofá enquanto a outra mantinha-se reta no chão. Seu quadril ia e vinha e eu sentia minha paredes contraindo-se a cada socada que ele dava em mim. Jeon Jungkook não cansava de me comer e, muito menos, de fazer minha sanidade ir para os ares. Eu já sabia que seria sexo o dia inteiro, mas eu não esperava aquela energia toda.

Senti suas unhas arranhando minhas costas de leve, meu tronco ia para frente e para trás, ele acertou um tapa em uma de minhas nádegas e a apertou em seguida, dei um grito de prazer e um gemido veio atrás dele. Aquela casa estava inundada pelo ar de sexo que estávamos deixando no local. Eu sentia meu ápice chegando e, então, foi assim que gozei pela quinta vez naquele dia.

θ~θ

O dia amanheceu e eu ouvi os pássaros cantarem, o que me fez concluir que eu estava ficando louco já que não tinha nenhum pássaro lá fora. Como eu sei? Bem, estava chovendo! Ou seja, eles estavam escondidos em suas casinhas. O barulho forte da chuva lá fora me dava uma sensação de leva, eu sempre gostei de tomar banho de chuva e fazia anos que eu não sentia os pingos molhados me encharcarem. E eu até iria agora, se eu não estivesse com uma puta dor no corpo inteiro. Eu abri meus olhos e eu não conseguia nem me virar de lado na cama, meu quadril estava muito dolorido e eu sabia que meu corpo teria que ficqr de cama por hoje, ou pelo reato da semana. Virei meu pescoço para o lado, pensei que aquele lugar estaria longe das dores, mas eu estava enganado. Vi o Jungkook dormir de forma serena e com um rostinho inocente, suas unhas já haviam voltado ao normal e, quem visse, não pensaria que ele poderia ser o gatinho mais safado e bruto que existe na Terra.

- Você acabou comigo… - eu sussurrei o mais baixo possível para ele que não acordasse. Virei meu pescoço para encarar o teto e fiquei naquela posição por um longo tempo.

Sabem, não é apenas pela leveza que me traz o meu amor pela chuva. Ela me faz pensar e refletir sobre as coisas e no momento eu penso: como seria minha vida se eu nunca tivesse "encontrado" o Jungkook?

Digo, eu sei que com ele ao meu lado tudo será diferente. Tudo será mais… Colorido? Sem ele era tudo tão cinza e o sentimento de não tê-lo ao meu lado me deixa acabado. Me deixa desesperado. Ah! Eu sei o quanto essa coisa de destino e de "alma gêmea" é baboseira, mas sabe quando a pessoa certa chega na hora certa? Foi exatamente isso. Não gosto de ter essa sensação de depender de alguém, mas, fala sério, Jungkook é o meu ponto fraco em todos os sentidos e sou extremamente dependente dele. Principalmente depois do dia anterior que, sinceramente, eu nunca havia me sentido tão bem em toda a minha vida. Eu sinto uma paz tão grande no meu peito que… Seria capaz de explodir.

Eu sinto meus lábios moverem-se em um sorriso e uma lágrima escorre de meu olho. Uma lágrima de alegria, de espontaneidade, de felicidade. Uma única lágrima que representa todos os meus sentimentos bons no momento. Senti um toque leve limpar aquela única lágrima e eu fechei meus olhos automaticamente, aproveitando aquele toque que virou um carinho gostoso. Braços me envolveram e eu puxado para mais perto de seu corpo.

- Por que chorava, Jiminie? - sua voz rouca de sono e o barulho da chuva lá fora, combinações explendidas.

- Eu não estava chorando… Apenas estou feliz, Kookie. - eu me aninhei como pude em seus braços, resmungando baixinho pela dor. Ouvi seu suspiro.

- Me perdoa, eu te machuquei muito? - ele perguntou com certa preocupação na voz.

- Um pouco… - eu ri baixinho - Está tudo bem, eu gostei. Mas, você terá que cuidar de mim hoje.

- Claro que irei cuidar, hyung… - ele deixou um beijo no topo de minha cabeça e abaixou o corpo, ficando cara a cara comigo. Vi seu sorrisinho de coelho e seus olhos negros como a noite - O que foi? - ele perguntou após eu sorrir junto a ele.

- Nunca mais suma daquele jeito… - meu sorriso morreu para uma expressão preocupada - Eu fiquei louco atrás de você, gatinho. - fiz um carinho em seus fios e ele ronronou.

- Me perdoa hyung… Eu não fugi ou coisa parecida. - ele suspirou pesadamente, como se estivesse se perguntando se contava ou não - Foi o meu antigo dono… - ele abaixou seu olhar e o meu se arregalou.

- Ele te sequestrou? - ele assentiu e uma raiva tomou conta de mim - Qual é o nome dele?

- Yugyeom… - ele me encarou novamente e o vi engolir o seco - Ele… Me queria. Sabe, para todo tipo de coisa…

- Eu não deixarei que nada te aconteça, amor… - acariciei seu rosto e seus olhos se arregalaram, fiz uma expressão confusa mas logo entendi o porquê - Ah! Desculpe eu n-

- Eu gostei… - ele sorriu pequeno - É melhor que gatinho. - seu lábio inferior fez um bico e eu ri fraco, tentando evitar a dor no corpo - Sente muita dor… ? - eu assenti com uma careta feia e virei meu corpo de barriga para cima novamente - O que é isso, hyung? - ele apontou para o curativo no meu pescoço e me toquei que já deveria tirá-lo.

- Ah… - eu ri nervoso - Você meio que me mordeu ontem… - ele arregalou os olhos e sua boca ficou entreaberta - Eu não sei porque você fez isso mas, saiba que doeu viu?

- H-hyung… Me desculpa! Me desculpa… Meu Deus… - ele saiu da cama em um pulo e eu não entendi nada.

- Jungkook, volta aqui. Não me deixa sozinho… - fiz uma cara triste para ele.

- Você não está entendendo Jimin! - ele subiu na cama após vestir uma cueca e veio até mim - Eu fiz uma merda enorme!

- O que? Me morder? Está tudo bem… - eu arranquei o curativo - Viu? Já passou…

- Não! - ele suspirou - Espere um minuto… - o vi sair da cama rapidamente, me deixandi plantadi ali sem saber o que fazer.

Jungkook voltou minutos depois com um notebook em mãos, pediu para eu pesquisar " marca de híbrido Alfa " no pai dos burros, vulgo Guglei, ou Google mesmo. Abri uma matéria, um artigo mais especificamente, e comecei a lê-lo. Eu apenas li blá, blá e blá. Eu bufei irritado e percebi que o Jeon alternava o olhar do notebook para mim e aquilo me incomodava um pouco. Até que eu, enfim, encontrei a parte que eu tanto queria.

"… Quando o Alfa morde algum ponto vital do corpo de um humano, seja ele um híbrido Ômega ou alguém normal, a Marca é feita.

Mas, o que seria essa Marca?

A Marca de um Alfa pode significar muitas coisas, irei listar algumas principais:

- Ligação sexual: o prazer aumenta quando o Alfa faz sexo com o ser maracado;

- Ligação emocional: o Alfa consegue sentir as emoções e sentimentos do ser marcado;

- Ligação de Alma: se um morrer, o outro também morrem. Ambos ficam destinos a viver juntos pelo resto da vida. Como um casamento, só que sem a opção do divórcio.

Há muitas outras e… "

Meus olhos estavam arregalados e eu conseguia ver o Jungkook todo encolhidinho no meio do colchão rasgado. Eu não sabia se eu chorava de felicidade em saber que o Jungkook me… Marcou(?) ou se eu ficava triste em me dar conta de que ele nem havia percebido que havia feito aquilo. Achei melhor ler mais, o híbrido parecia um pouco desesperado e o deixarei daqueke jeito por enquanto.

" Por que a Marca ocorre durante o cio do Alfa?

Isso ocorre porque na hora do cio, o lado animal passa a agir. Se o híbrido te marcou, é porque tanto o lado animal selvagem dele, quanto a parte humana, desejaram desta forma. Sendo mais claro ainda, ambos os lados entraram em um consenso de que querem você ao lado dele, ou dela, pelo resto de sua vida.

Se acaso você foi marcado mas, mesmo depois do cio, sentir dor. Busque um especialista, isso quer dizer que tanto seu corpo, quanto sua mente, recusam aquela marca e o híbrido que a fez. Blá, blá e blá…"

Larguei o notebook de lado e encarei o gatinho sentado, ele abraçava seus joelhos e me olhava temeroso. Ele realmente pensa que eu irei brigar por causa daquilo? Seria estranho demais eu dizer que amei aquele ato? É estranho? É… Eu severia me sentir esquisito? Talvez. Mas, como eu disse, minha vida sem aquele gatinho era monocromático. Era cinza. Por isso, queria ele perto de mim e um pedido de namoro nem precisou der feito, afinal, estamos praticamente casados.

- Jungkookie… - eu o chamei de forma manhosa, a sua orelhinha dirita se levantou rapidamente e expandiu-se ao ouvir-me.

- Me perdoa, hyung… - ele começou a dizer e seus olhos se encheram de lágrimas, aquilo fez mru coração apertar. Não queria vê-lo daquela forma.

- Vem cá… - eu abri meus braços para ele vir m abraçar, ele me olhou confuso e vi seu rabo indo de um lado para o outro - Venha, gatinho. - ele se apressou e me abraçou, eu o apertei em meus braços e dei um beijo em sua cabeleira. Seu cheirinho amadeirado misturado com algo cítrico me deixava tonto - Obrigado, Kookie…

- Hyung… Eu estraguei sua vida. Você praticamente está preso a mim, por que me agradece? - sua voz estava embargada, provavelmente sentia uma certa culpa - Sinto sua felicidade, mas não entendo porquê.

- Jeon Jungkook. - fiz com que ele me encarasse - Eu quero que você fique na minha vida até o último segundo dela. Entendeu? - ele arregalou os olhos mais uma vez e as lágrimas começaram a escorrer, seus braços me apertaram em um abraço e, por um momento, eu havia esquecido as minhas dores físicas.

Ficamos ali na cama abraçados por um longo tempo, ele parou de chorar após alguns minutos e apenas fungava vez ou outras. Eu fazia carinho em suas orelhas e ele ronronava em meu peito, enquanto esfregava minimamente sua cabeça ali. Nada poderia estragar aquele momento tão precioso… Tão nosso. Eu respirei fundo e agradeci por estar frio, assim conseguimos ficar embaixo das cobertas. Ah! Ninguém estragaria aquele momento tão lindo…

A não ser um Yoongi escândaloso passando pela porta do quarto junto de dois Ômegas. Eu havia esquecido completamente que eu havia dado uma cópia da minha chave de casa para ele. Cacete, onde que eu estava com a cabeça? Ah, é… Eu estava desesperado.

- Ah! Terminou o cio pelo que eu percebo. - ele se sentou na beirada da cama ai meu lado.

- Yoongi hyung, Tae, Hobi… Como estão? - eu sorri para eles, mas queria mesmo era matá-los. Ouvi a risada do Jungkook e olhei para ele confuso.

- Eu consigo sentir o qie você sente. - ele sussurrou no meu ouvido e eu virei um pimentão. Agora ele vai sentir o tesão que eu sinto quando o olho!?

- O que é isso no seu pescoço Jimin? - Yoongi perguntou enquanto apontava para os dois furinhos em meu pescoço. Certo, ferrou! Eu não sei se o Yoongi entendia daquilo, mas… Eu só falei.

- Ah… Isso… O Kookie me mordeu.. - ele arregalou os olhos junto dos Ômegas.

- Te mordeu… ? - ele perguntou lentamente - Te marcou? - eu assenti e o Jungkoik se encolheu um pouco ao meu lado.

- QUE LINDO! - Taehyung gritou.

- Mas, eu pensava que só Ômegas podiam ser marcados… - Hoseok refletiu enquanto colocava o dedo no queixo. Yoongi se manteve estático e de olhos arregalados.

- C-c-c-omo assim!? Vocês sabem o que isso significa!? - ele estava um tanto exasperado para o meu gosto.

- Sim, eu Sei hyung. Não se preocupe, eu não me importo… - eu sorri e abracei o híbrido ao meu lado. Ele me olhou indignado.

- Quem é você e o que fez com Park Jimin!? Cadê meu melhor amigo!? - ele berrava enquanto analisava cada parte do meu rosto. Eu dei risada e o empurrei.

- Para, hyung! Sou eu! - ele parou e deixou os ombroa cairem.

- Você está pior que casado, sabe disso né? - ele disse em derrota.

- Sim… Eu sei, mas está tud- - minha fala foi interrompida pela campainha - Será que é o Jin hyung? - Yoongi fez um gesto de que não sabia e foi atender a porta.

Eu não ouvi muito, mas do nada uma voz surgiu pela casa e veio se aproximando aos poucos. Ouvi Yoongi vindo atrás de forma apressada e aquele homem apareceu na porta do quarto, ele apontou para o Jungkook e o olhou furioso. Suga apareceu atrás dele e me olhou como se estivesse perguntando quem era aquele rapaz, eu apenas fiz que não com a cabeça, mostrando que eu não fazia ideia. Jungkook me agarrou na cama e o olhei, ele estava desesperado.

- VOCÊ! GATO IMUNDO! SAIA DAÍ E VENHA COMIGO! - uma raiva tomou conta de mim e se eu não estivesse, assim, debilitado eu arrancaria a boca daquele cara.

- Não ouse falar assim com ele! Quem você pensa que é? - eu falei e eu juro que ouvi o homem rosnar.

- Eu sou o dono desse gato sarnento! Olhe bem como fala comigo. - eu fiz uma cara de desdém, eu poderia matar esse homem a qualquer instante. Taehyung e Hoseok ficaram atrás de Yoongi.

- Você não é dono de ninguém. Há leis que proibem este termo referente aos híbridos, estamos no século 21 meu amigo. E, eu juro, se você não sair da minha casa agora eu chamo a polícia e mando prenderem você por invasão à domicílio e por cativeiro ilegal de híbridos. - eu falei no meu tom mais sério possível. Qual é? Eu acabei de acordar e mil merdas estão sendo jogadas em cima de mim. O homem me olhou furioso, ele respirou fundo e sorriu.

- Tudo bem… Pode ter certeza que ele ainda será meu… - ele saiu do quarto e vi Yoongi indo atrás, para ver se certificar se o louco ia embora mesmo.

Jungkook estava tremendo ao meu lado e os Ômegas nos deixaram a sós, agradeci mentalmente eles por isso. Estou me perguntando se aquele homem era quem o Jungkook se referia à alguns segundos atrás.

- Kookie? - eu o chamei e vi seu olhar trêmulo.

- Hyung… Era ele… Não me deixe, por favor… - ele agarrou minha cintura e mordi o lábio para não gritar de dor.

- Eu não vou te deixar, ele não vai fazer nada a você, eu prometo! - ditei aquelas palavras enquanto acariciava suas orelhas juntamente de seus fios negros. Yoongi chegou no quarto junto dos outros Híbridos.

- Alguém pode me explicar que merda acabou de acontecer? - ele estava mais pálido que o normal, se fosse uma situação diferente eu daria risada de seus desespero.

- Depois Yoongi hyung… - eu disse, queria repreende-lo pela forma insensível que ele falou.

- Não, Jiminie… Eu posso falar agora. Já está mais que na hora… - ouvi a voz mansa do Alfa e meu coração se apertou.

- Tem certeza? - perguntei enquanto acariciava seu rosto, este que estava molhado por causa de algumas lágrimas que escorreram.

- Sim… - ele se endireitou na cama quando Yoongi e os outros se sentavam sobre ela - Isso foi há, mais ou menos, 14 anos.

" Eu e meus pais éramos uma família pobre, mas feliz. Meu pai sempre chegava do trabalho com algum tipo de doce que o dono da padaria o dava para me entregar, ele sempre havia sido um homem muito bondoso com a gente. Minha mãe ficava em casa e, como eu não tinha condições de ir para uma escola, ela me ensinava o que eu precisava saber, como ler e escrever.

Um dia, após meu pai chegar em casa com uma barra de chocolate, já que ele havia contado para o dono daquela padaria que eu tinha aprendido a ler meu nome, alguns homens entraram em nossa casa sem permissão e disseram que queriam me levar. Meus pais lutaram até o fim para que não fizessem mal a mim, mas eles acabaram morrendo e eu fui levado de qualquer forma. Eu estava agarrado com a barra de chocolate quando me enfiaram de qualquer jeito no carro, eu estava desesperado e eufórico, por isso, me fizeram dormir com uma injeção no braço. Eu nunca mais vi minha casa e nem aquele chocolate.

Quando eu acordei, eu estava em uma cama e havia muitas outras à minha volta, com muitos garotos e garotas deitados nelas. Eu tive medo de início, mas apareceu uma mulher gentil e educada dizendo que precisavam fazer alguns exames. Eu não pude fazer nada, afinal, haviam muitos homens armados e essas coisas. A moça foi legal comigo e, no final do exame, ela me deu um pirulito sem açucar. 4 anos depois ela foi assassinada "misteriosamente" após uma tentativa de liberar as crianças daquele lugar.

Um ano depois daquele dia, eu já estava com um físico melhor. Sim, eu tinha 6 anos naquela época e, mesmo assim, eu possuía um físico "bom". Eles nos davam remédios e vitaminas, muitas crianças morreram naquele um ano que se passou por não aguentar aquela pressão e a quantidade de drogas que nos davam. Os homens de branco, eu os chamava assim porque sempre estavam de branco, nos ensinavam coisas de escola, digo, lá era como uma escola só que com experimentos e exercícios físicos.

Quando eu completei meus 10 anos, eu já sabia ler, escrever, fazer contas, histórias fictícias, histórias reais, geografia… Enfim, tudo que uma criança normal sabe nessa idade. Porém, eu era rápido, minha força era maior que da maioria e meu raciocínio lógico era o melhor. Eu era uma máquina para eles, uma máquina perfeita. No próximo ano, eu iria receber a mutação genética. Eu iria… Me tranformar. Por isso, naquela época, naquele mesmo ano onde eu havia completado 10 anos, eles fizeram uma seletiva… O mais forte sobreviveria. Muitas crianças se mataram enquanto eu olhava tudo ao redor com medo, com pavor. Não era aquele destino que alguém deveria ter, não era aquela vida e não era aquilo que uma criança deveria vivenciar.

Naquele mesmo ano, havia sobrado apenas eu e um garoto. O garoto mais briguento e mais irritante daquele lugar, mas, independente do que ele era ou não, eu não queria fazer mal nem a ele e nem a ninguém. Fui chamado de fraco ao me recusar em agredi-lo. Colocaram nós dois em algo parecido com uma arena e lá haviam armas de todos os tipos e poderíamos escolher alguma delas para a tal luta. Eu me recusei a pegar alguma, mas ele não. Eu comecei a chorar enquanto ele vinha correndo em minha direção com algo parecido com uma… Faca, eu acho. Só lembro que era afiada. Eu fechei meus olhos e aceitei o meu fim, esperei que ele chegasse. No entanto, ele não chegou.

Eu ouvi tiros e muitas pessoas exclamando surpresas e chocadas. Um homem de fios brancos, ele havia acabado de entrar na casa dos 20 anos, havia atirado no garoto à minha frente. Ele era o dono daquele lugar, digo, o recém dono, já que seu pai havia falecera naquele mesmo mês. Aquele homem sempre teve algo comigo, eu percebia quando ele me observava e, quando vinha falar comigo, ele possuía toques estranhos que me deixavam desconcertado. Após matar o garoto ele meio que… Me pegou como protegido. Eu gostava no começo, ele cuidava de mim, eu comia bem, dormia bem, ele sorria e era gentil. Gentil… Até chegar o dia da minha transformação.

Eles estavam fazendo um projeto de um híbrido Alfa, já que estes eram raros. Porém, o humano precisava ser diferente do Ômega em todos os sentidos, por isso eu sempre fui muito alto e forte, claro que a questão do gato preto tem a ver com isso. Geralmente, Ômegas são animais fofos de cores claras, não passam por mutação física absurda ou coisa parecida. Ou seja, Alfas precisavam ser totalmente diferentes, mas também precisavam ser resistentes às várias e várias substâncias e drogas que injetavam em seu corpo. E, como já sabem, eu sou esse humano "escolhido".

Eu não lembro de muito daquela transformação, só sei que doeu muito e, depois daquilo, eu não era mais o mesmo, e o homem que era gentil comigo também não. Yugyeom mudou completamente, ninguém podia chegar perto de mim e ele me tratava como um objeto, como se eu fosse um prêmio. Ele nunca mais me tocou de modo estranho, nunca mais me deu comida e eu nunca mais dormi bem. Eu passei a viver no cativeiro junto dos Ômegas e lá eu descobri que podia me transformar em um gato… "

- Você pode se transformar em um gato!? - Yoongi gritou espantado.

- SHHH! - eu o calei e fiz para que o Jungkook continuasse.

- Então, sim. Eu posso. Enfim, eu ficava muito tempo na minha forma de gato preto, até que chegou meu primeiro cio. Me jogaram em uma sala e eu fiquei lá, agoniando de dor. Lembro-me até hoje, eu sentia o suor na minha testa e é tão desesperador lembrar daquilo. Os anoa foram passando e eu, enfim, consigo um meio de fugir. Eu apenas fui esperto e o resto burro. Mas, Yugyeom sempre teve uma implicância a mais comigo e ele provavelmente achou aqui porque botou alguém para me seguir... Não chore hyung… - ele disse enquanto me olhava. As lágrimas eram grossas em meu rosto e eu só sabia soluçar. Senti seus braçia me envolvendo e eu prometia repetidas vezes que ele jamais sofreria novamente. Yoongi e os outros Ômegas juntaram-se a nós.

Aquele momento marcou nossas vidas. Sempre quando juntamos todos para algum almoço em família ou de alguma data especial, acabamos nos lembrando desse dia. O dia em que o Jungkook passou a fazer parte do nosso grupo de loucos, da nossa família.

Hoje ele é muito amigo do Taehyung, o Hoseok morre de ciúmes e nem preciso falar do Yoongi né?

- VOCÊ É PIOR!

- Cale-se, hyung.

Jungkook começou sua faculdade um tempo depois, de fotografia. É, o gatinho se apaixonou por uma câmera velha que tinha aqui em casa, ele saiu tirando foto de tudo que podia e, por isso, comprei uma novinha para ele.

Eu sai daquele emprego de bosta, aleluia. Estou em uma empresa bem melhor e que valoriza muito mais meu trabalho, ou seja, estou ganhando mais ainda.

Acho que a melhor parte de toda essa nossa história é sobre as mudanças. Como as coisas podem mudar de uma hora para outra, quero dizer, podem levar apenas segundos para um mundo desmoronar mas, ou mesmo tempo, pode levar segundos para ele se reerguer.

Jungkook reergueu meu mundo, na verdade, ele o criou. Agradeço ele até hoje por isso e nossos filhos também irão agradecer.

Eu esperei que algo mudasse, mas não faça o mesmo. Não espere algo cair na sua cabeça. Vá atrás.

Siga seu sonho como um destruidor e destrua tudo pela frente. 


Notas Finais


É isso ai gente!!!!
Quem me conhece, ou melhor, quem me acompanha desde The Dancer sabe que eu termino com essas mensagens motivacionais KKKKK

É porque eu gosto e, também, quero representar algo. Uma história nem sempre é APENAS um meio de fugir da realidade. Histórias muitas vezes possuem MAIS REALIDADE do que vc percebe. A realidade da vida de quem escreve está escrita em cada entrelinha nas histórias que já escreveu.

Bom, eu espero que vocês tenham gostado :3

Até uma próxima história!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...