História Um Jogador em Minha Vida - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Álvaro Morata, Cristiano Ronaldo, Raphaël Varane, Toni Kroos
Personagens Álvaro Morata, Personagens Originais, Raphaël Varane
Visualizações 129
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi, tudo bom?
Voltei com um capítulo que acabou de sair do forno, por isso me perdoem pelos possíveis erros :')
Vocês devem ter reparado (ou não) que os primeiros capítulos estão um pouco diferentes, nada que mude a história ou coisa. Eu apenas comecei a revisar a fanfic.
Espero que gostem <3
Boa leitura!

Capítulo 20 - Capítulo 20 - Confronto


Fanfic / Fanfiction Um Jogador em Minha Vida - Capítulo 20 - Capítulo 20 - Confronto

"Com o tempo, você vai percebendo que, para ser feliz, você precisa aprender a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você."

— Mário Quintana

 

Terça-feira, 18 de outubro de 2016

Fechei mais um livro sobre gastronomia molecular, colocando na pilha de livros que eu alugaria. Teríamos uma prova prática sobre "Habilidades I" nessa semana e nunca era demais praticar. A biblioteca da faculdade estava quase vazia, já que havia somente mais um grupo pequeno de alunos além de mim. Graças ao jogo, eu havia conseguido chegar mais cedo do que o costume.

— Com licença, senhorita Ferreira. Posso me sentar aqui? — a voz da minha professora, sra. Burnier, me tirou de meus pensamentos. Eu sorri, indicando que sim. — Gastronomia molecular? Interessante. Quer seguir por esse caminho?

— Na verdade, ainda não sei. — admiti em tom baixo. — Bem, pode ser uma opção.

A sra. Burnier sorriu em concordância.

— Certo. Queria ter uma conversa séria com você, sendo mais específica, gostaria de lhe fazer um convite. — o meu rosto deve ter assumido uma expressão engraçada, pois ela deu uma pequena risada.

— Um convite? — repeti.

— Sim, um convite. Ainda estamos no primeiro semestre e todos têm um ótimo nível, isso é verdade, mas gostaria de te convidar para trabalhar comigo. — minha professora gesticulou.

— No seu restaurante? — quis ter certeza. A sra. Burnier era chef e dona de um restaurante de comida francesa em Madrid. Era bastante comum encontrar avaliações positivas sobre ele em revistas de culinária, inclusive. Trabalhar com ela seria uma ótima oportunidade!

— Sim, senhorita Ferreira. — confirmou divertida. — Porém, eu recomendaria que você se empenhasse ainda mais. O clima dentro de uma cozinha profissional é diferente de uma sala. Ainda mais quando se é uma mulher.

Balancei a cabeça em afirmação. Eu sabia disso. Infelizmente, as cozinhas profissionais ainda eram um ambiente machista.

— Então, o que me diz? — o olhar da mais velha era bastante sugestivo.

Olhei rapidamente para a pilha de livros ao meu lado. Tudo o que eu estava aprendendo ali, era apenas para me preparar para a minha carreira dos sonhos. 

— Seria uma honra, sra. Burnier. — falei com convicção.

Ela sorriu mais vez e estendeu sua mão direita. Eu retribui ao gesto logo em seguida.

— Essa era a resposta que eu estava esperando. — a francesa piscou. — Você começa na próxima semana. Bem-vinda ao time, querida!

* * *

Não faço ideia do que aconteceu comigo, mas mal consegui me concentrar nas aulas de hoje. Eu havia feito poucas anotações, o que não era muito de mim — geralmente, eu devorava cada palavra dita pelos professores. Sem dúvidas, teria sido um erro insistir em nutrição. Gastronomia era minha grande paixão!

Guardei os meus materiais sem pressa, colocando-os dentro da mochila — inclusive os livros que peguei na biblioteca. Quando já estava do lado de fora do prédio principal, peguei o meu celular no bolso da calça e mandei uma mensagem para Álvaro.

"Acabei de sair. Acha que vai demorar muito?"

Sua resposta não demorou.

"Já estou aqui fora" — Álvaro

Busquei o carro de Álvaro com os olhos e encontrei-o um pouco mais afastado da entrada da universidade. Eu dei uma batidinha na janela do carro e sorri ao ver que meu namorado me olhava.

— Boa noite, cariño. — ele disse enquanto eu colocava o cinto.

Eu abri um sorriso e me aproximei para depositar um beijo em seus lábios.

— Eu cumpri o que te prometi. O que vou ganhar como recompensa? — Álvaro segurou meu rosto, sorrindo de maneira maliciosa. 

— Quantos beijos você quiser, está bom? — sugeri, dando-lhe mais um selinho.

— Por agora sim. — Morata roubou outro beijo meu antes de ligar o carro.

Durante todo o trajeto, nós dois conversamos. Eu falei sobre o convite da minha professora e Morata ficou tão, ou até mais do que eu, feliz por isso. Era incrível saber que o espanhol me apoiava.

— Como foi o jogo? — questionou ao pararmos em um farol vermelho.

— Bom. Vencemos por 5 a 1. — ele sorriu como se lamentasse pelo Légia Varsóvia. Uma risada escapou por meus lábios. — Mas o Varane se machucou.

— O quê? Eu pedi para aquele francês idiota tomar cuidado com as entradas duras! — falei mais para mim mesa, o que arrancou gargalhadas de Álvaro. — Quando eu encontrar com ele, vou dar um belo nele!

Meu namorado riu de novo.

— Poderia ter sido pior. O Raphaël vai passar algum tempo na França já que ele não vai poder jogar. — ele explicou.

Eu neguei com a cabeça, sem acreditar.

— E você? Ah, Álvaro. Você deve estar morrendo de cansaço! — lembrei-o.

— Não custa nada passar um tempo com você, Duda. — o espanhol acariciou minha mão. — Por falar nisso, o que acha de dormir em casa no sábado? Quero te apresentar para minha família. Além do mais, domingo é meu aniversário. 

— Uou... — foi a única coisa que consegui pronunciar. Conhecer a família de Álvaro? Mal havíamos começado a namorar. — Tem certeza?

O jogador abriu um sorriso confiante.

— Absoluta. — confirmou. — Por favor.

Mordi o lábio inferior antes de ceder finalmente:

— Ok, ok, você ganhou. — deu um pequeno sorriso.

Morata depositou um beijo em minha mão.

— Obrigado, cariño.

* * *

Alícia Lacerda's Point Of View

Puxa, que pena. Quero dizer, isso é ótimo. Tudo está dando certo, então? — Vinicio perguntou.

— Eu não estou me demitindo, Vi. — ainda, pensei. — Só que pode acontecer de me atrasar porque fui tarde demais na noite anterior. Acha que consegue dobrar a sua mãe?

Meu "chefe" riu.

Eu posso tentar. Mas de qualquer jeito, boa sorte, Alícia! — ele desejou antes de encerrar a ligação.

Eu estava pronta para ir até o ponto de ônibus quando percebi um carro preto estacionar ao meio fio próximo de mim. O motorista abaixou o vidro escuro e eu pude vê-lo: era Toni.

— Podemos conversar? — o alemão questionou.

Levei alguns segundos para entender o que estava acontecendo. Como Kroos sabia onde ficava a minha universidade? E ele não deveria estar em casa descansando do jogo de hoje?

— O que está fazendo aqui? — falei entredentes.

— Precisamos conversar, você sabe disso. — Toni explicou com clareza. — Francamente, Alícia, nós estamos agindo como duas crianças. Temos idade suficiente para resolver nossos problemas como adultos.

Ouch, essa doeu!

— Entra no carro, por favor. — pediu ele.

Percebendo que eu não conseguiria mais evitar o confronto, obedeci ao seu pedido. Sentei-me no banco do carona, segurando a mochila em frente ao meu corpo como uma forma de proteção. Kroos não demorou a dar partida com o veículo. Ele ficava realmente bonito dirigindo. Isso sem falar da visão incrível de seu braço tatuado.

— Então... o que você queria dizer? — indaguei, tentando me concentrar em outra coisa que não fosse seu físico.

— Primeiro, queria pedir desculpas. Por ter te ignorado depois do nosso beijo. — começou seu discurso. E que beijo. — E segundo, quero que você seja verdadeira comigo, Alícia.

Reunindo coragem, encarou fixamente o alemão, que ainda tinha mantinha os olhos na estrada.

— Você sente alguma coisa por mim? — assim, na lata. Eu prendi a respiração por um minuto, tentando raciocinar. — Desde aquela noite na balada, eu não tenho mais certeza. Não depois de te ver beijando outro cara.

Fechei meus olhos com força. Mentir ou ser sincera? Sinceramente, eu não sabia o que fazer!

— Sim. Eu sinto, Toni. — revelei por fim. — Mas não muda nada. Na teoria, você ainda é casado e a Jessica não merece isso. Você entende?

— Por outro lado, também não é justo que não fiquemos juntos se nos gostamos. — rebatei o alemão. O que ele havia dito? Eu estava ficando maluca? — Alie, você está disposta por isso comigo?

Algo no tom de sua voz, me atingiu em cheio. Eu estava apaixonada por Toni Kroos e, naquele momento, nada mais importava. Foda-se as consequências!

— Droga, assim não dá para te rejeitar, Toni. — admiti com um pequeno sorriso.

E o sorriso ladino que eu recebi em resposta compensou todo o resto.

 

 


Notas Finais


Me digam o que acharam nos comentários 💕
Logo logo estou de volta, obrigada por tudo 💙


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