História The crazy and the suicidal •Destiel• °[Yaoi]° - Capítulo 2


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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Dean Winchester, Gabriel, John Winchester, Lúcifer, Mary Winchester, Sam Winchester
Tags Bissexualismo, Castiel Novak, Dean Winchester, Destiel, Gabriel Novak, Heterossexualismo, Homosexualismo, Minha Criação, Romance, Sam Winchester, Sambriel, Tava No Tédio
Visualizações 171
Palavras 1.847
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - The crazy


Fanfic / Fanfiction The crazy and the suicidal •Destiel• °[Yaoi]° - Capítulo 2 - The crazy

Estavam nós em minha antiga escola brincando cm meus amigos quando Alan, um garoto de 18 anos resolveu aparecer e começar a falar mal.

-Idiota, por que você existe? Não vê que é um peso para as costas de seus pais, puro lixo humano- ele começou a rir é eu surtei.

Fui pra cima dele e acertei muitos socos, só que ele era muito grande e conseguiu ficar por cima e me bater.

-ISSO –me deu um soco- E PRA VC APRENDER –me chutou- A NÃO SE MEXER COM GENTE MAIS VELHA IDIOTA.

Toda a escola viu e riu de mim, virei motivo de chacota, ate para os professores eu era um idiota que apanhei do Alan, já não aguentando mais eu comecei a me corta, cada vez mais profundo, fui ficando insano sem nem eu mesmo notar.

- D-Dean?

Sam entrou no quarto e me viu me cortando, não sabia o que fazer, eu sempre ficava sozinho atarde toda, mas ele chegou e me viu.

Desesperei-me na hora, não sabia o que dizer, ele notou isso e veio me abraçou e eu chorei mais em seu ombro.

Sam é meu irmão mais velho (N/A: Sim ele vai ser mais velho) ele e gay é assumido, e todos na cidade aceitam bem, menos meus pais.

 

FLASH BACK ON:

 

‘’- Tenho que contar algo a vocês- Sam sorriu para nossos pais.

-Claro, prossiga filho somos todos ouvido- os mesmo sorriem e são fica mais nervoso.

Para tentar acalma-lo sussurro baixinho só pra ele um “vai ficar tudo bem” e ele acena com a cabeça.

-Então, há anos passado aconteceu um ocorrido que no começo eu estranhei, mas por fim eu fiquei feliz- ele estava falando de quando o Kevin o beijou de surpresa- naquele dia eu realmente não sabia o que estava sentindo, e não sabia como explica a explosão de hormônios e atração por isso- ele já estava suando.

Nossos pais notaram que era algo serio e param de comer para prestar atenção a que Sam falava, acenei mais uma vez como se falasse “Não importa o que acontecer eu estuo com você” ele continuou logo em seguida.

-Eu tenho medo de que me rejeitem e tudo, mas mesmo vocês não aceitando eu tenho que falar isso, eu posso até perde o respeito pela religiosidade e tudo mais, mas... Mãe, pai, eu sou gay.

Ao sair essas palavras nossa mãe não estava com nenhuma afeição em seu rosto e nosso pai com um rosto supresso, deu uma risada nervosa.

-pare de brincadeiras Sam- riu novamente- que ótima piada filho, realmente me deixou preocupado.

Sam ficou meio sem saber o que fazer e então subiu para o quarto chorando.

-Você tem problemas?

Eles ficaram assustados com minha fala repentina e me olharam estranhamente.

-Não compreendi o que quis dizer com isso Dean.

-Ele realmente e gay – voltei a comer- e só tem duas escolhas, ou vocês o aceitam como ele é ou o rejeita como filho, ele sai de casa e vai viver uma vida muito melhor... –Me levantei e coloquei meu prato na pia- Vocês que sabe, eu estou subindo pra ajudar o meu irmão a parar de chora.

Ficaram abismados com minha ação repentina e meu pai enfureceu e saiu andando –correndo- em minha frente para o quarto do Sam, quando vi que ele estava gritando rapidamente subi as escadas e fui ver o que aquele velho idiota estava fazendo.

-SAIA DÊ AÍ AGORA SAM WINCHESTER- ele gritava e batia na porta, Sam não respondia e comecei a ficar preocupado.

Tínhamos quartos diferente é eu sempre sabia pra onde ele ia quando a coisa ficava feia, é para disfarça ele trancava a porta e deixava um filme longo e saia pela janela.

Fui para meu quarto e coloquei uma roupa e fiz o mesmo, coloquei uma musica e deixei os fones lá, como era alto dava pra ouvir que eu não queria ser interrompido a ouvir minhas musicas.

Sai de casa e fui para um dos lugares bem longe, em Cansas não era tão grande é eu sabia onde ele estaria.

Na última casa abandonada da cidade, na ultima rua, a rua que vai para a siada do Cansas.

Cheguei e rapidamente subi as escadas, mas acebei caindo por que uma parte da escada quebrou não me importando com isso, subi todos os degraus –não era exatamente uma casa, mais como um prédio- fui para o ultimo quarto no andar de cima, onde ele ficava quando queria estar sozinho, e o encontrei.

-Papai este furioso- falou adentrando o local e o vendo chorando- sabe que eu vou estar com você não importa o que acontecer não é?

Ele assentiu e eu fui para abraça-lo.

No dia seguinte quando voltamos para a casa pelas janelas, meu pai tinha quebrado a porta do quarto só Sam, o que nos deixou assustado é quando percebeu nossa entrada, Jon foi rapidamente para cima do Sam é começou a bete nele.

Minha mãe observava e chorava aos prantos, eu não conseguia me mexer, estava em choque, eu não queria vê-lo naquele estado, meu pai já bateu nele antes, mas não daquele jeito, não com aquela fúria toda.

-PARA- comecei a chora e o empurrei o que o fez cair no chão e puxei o Sam pra fora de casa e comecei a correr, não muito rápido pelo Sam ainda estar desacordado- Sam eu preciso da sua ajuda, vamos sair daqui.

Quando estava um pouco distante senti uma mão em meu ombro, me assustei ao ver que era minha mãe com cara de choro, não me lembro de o que aconteceu depois disso, pois estava inconsciente’’.

-Sam? – eu estava em meus piores estados e Sam sabia disso, pois não falou nada e nem tocou no assunto, só ficou lá comigo por um bom tempo ate me acalmar e voltar ao normal.

 

////Quebra de Tempo///

-vamos nos mudar- minha mãe fazia uma dança muito engraçada- Você não ira sofrer na nova escola, você vai poder pegar varias gatinhas é você... - ela parou e olhou para o Sam, é teve uma decepção – e vai ter gente com sua doença- ela fala em tom ríspido.

-Ou- olhei com ódio pra ela- Sam vai arrumar a mala. 

-AH? Claro- ele subiu com uma carinha triste.

Sam odeia quando as pessoas o tratam assim é eu não compreendo, mas prefiro deixar assim.

A gente arruma a mala e entrei no carro, eu logo coloquei meus fones e Sam faz e mesmo, adormecemos ali do jeito que se estava com a cabeça no ombro dele é ele com a cabeça na janela-.

 

 





 

 

 

 

 

 

 

-Filho acorda, Sam acorda- depois daquilo ela não o tratam como filho.

Eu acordei lentamente e olho para o lado Sam dormindo totalmente relaxado, o que me deixou muito feliz.

- Alce, acorda- eu ri e ele acabou rindo – O diabo estava dormindo não?

-cala a boca esquilo- ele me da uma tapa de leve.

-Idiota- retruco levantando a mão

-Otário- ele sorri é me faz sorri.

 A gente saiu do carro é ele pegou sua mala e foi indo para o outro lado o que fez minha mãe e meu pai estranha, eu não porque já sabia onde estava indo.

- Ei idiota, eu vou te visitar todo dia- ele sorriu e me deu um abraço e se virou indo em bora.

-Aonde vai?- minha mãe intrometida pergunta.

-Arrumei uma casa pra morar, não vou ficar com quem não me quer... Dean tem lugar pra você lá, quer vim?

Quando eu ia responder ela tampa minha boca.

-Ele não vai, e você também não.

-Me obriga a ficar – ele da à costa e entra depois de três casas nossas.

-Obrigado por tirar meu irmão de mim, amo vocês- falo em tom sarcástico e pego minha mochila subindo para o porão que vou adotar como quarto.

Cheguei e joguei minha mochila em qualquer lugar e fui explora, era até bem grande e achei coisas legais sobre a antiga família, estava interessante até meu pai bater na porta e me chamar.

-Filho vem jantar.

-Não obrigado, prefiro passar fome! –falo com toda frieza que tenho e ele sai falando palavrão.

Serio, não entendo, como e possível? Ele e religioso, lê a bíblia todos os dias, ela e a copia dele e ainda não aceita homossexuais em sua casa por achar errado, eu posso ter interesse em meninos, mas se eu for falar vou apanhar igual ao Sam. 

Após esse pensamento surtei novamente, acontece quase sempre, comecei a quebrar as coisas e grita e chora sozinho.

Não sei o porquê eu tenho esses surtos repentinos, comecei a quebra algumas coisas do meu quarto e gritei alto.

Sai correndo e parei em um lugar afastado até de mais da cidade e achei uma casa abandonada, onde me chamou a atenção eu sempre gostei de coisas abandonadas e escuras, e um pouco deixadas de lado.

Quando entrei escutei barulhos de alguém chorando, resolvi deixar pra lá e explorar um pouco.

Até chegar a um cômodo e encontrar sangue, comecei há ficar um pouco desesperado com a situação.

Primeiro fiquei feliz por achar que era um fantasma e ao abrir aquela porta encontraria algo horrendo e que me assustaria não me deixando dormi na noite seguinte, mas me surpreendi mais ao abrir a porta.

Meu olho se encontra com um azul muito lindo, ele estava com os braços sangrando com cortes fundos e muitas olheiras, seu rosto era pálido e seus cabelos moreno, seus olhos azuis em um tom que se chama atenção onde passa, ele estava chorando muito que seus olhos ficaram vermelhos até de mais.

-Esta tudo bem?- pergunto-lhe um pouco preocupado.

-Quem e você? – fez uma cara confusa.

-Apenas um doido andando por uma casa mal assombrada e você?- o mesmo abriu um pequeno sorriso.

-Apenas um suicida sozinho se cortando.

Seus olhos ainda estavam vermelhos, e seu rosto corado, sua pele pálida estava perdendo a cor e seus cabelos negros descuidados, sua roupa suja e com marcas de sangue, uma lamina em sua mão direita e seu pulso cortado fundo em seu braço esquerdo.

-Por que se corta? - me sento ao lado dele.

-Para aliviar a dor que sinto em meu peito, pois acho que desabafar não seja a solução. - sorrio em minha direção.

-Até pode ser a verdade, mas ter um namoradinho funciona- com essa piadinha o menor deu uma pequena gargalhada.

-Então doido que anda por casas mal assombradas, o que faz aqui se já explorou a casa inteira, e não me venha dizendo que não exploro que ouvi seus passos- enquanto ele falava prestava atenção em seus lindos olhos azul, que ainda estava um pouco vermelho.

- Estava observando um suicida de olhos azuis chora- sorrio e o mesmo retribui o sorriso.

Eu pensei em me levantar e ir embora sem deixar explicação apenas para causar um mistério, mas achei melhor ficar com ele, parecia ser interessante e queria descobrir mais dele, mas não interrogando igual policial que esta atrás de um bandido, como um amigo.

-Você costuma observar suicidas chorarem?

 



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