História Um mais um, igual a três - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Malhação
Tags Isabella Santoni, Malhação, Rafael Vitti, Romance
Exibições 140
Palavras 833
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


olá times de leitoras!
tudo bem com vocês?

Capítulo 1 - Prólogo


Isabella Santoni

Eu sabia que a qualquer momento ele poderia me deixar, nosso casamento nunca foi um mar de rosas ao contrario disso vivíamos brigando como gato e rato, mas o jeito que ele o fez me machucou de uma maneira que não tem como descrever, como ele pôde deixar eu e o meu filho zerado, antes de fugir com a amante ele fez questão em ir ao banco e zerar toda a conta. Hoje tento trabalhar para sustentar o Arthur e a hipoteca que o infeliz fez antes de fugir. Cometi um erro em ter engravidado na adolescência, talvez a minha vida teria tomado um rumo completamente diferente e hoje não estaria limpando privada de ninguém, com uma barriga de seis messes não tem como estudar e depois  vem os choros as noites más dormidas começam a pesar e BUM! Todos os sonhos acaba e o que resta é seguir a vida, apesar de todo esses sofrimentos não mim arrependo de ter tido o Arthur  cada abraço, cada sorriso dele já mim faz suficientemente feliz e sigo minha vida com todas as dificuldades pensando somente nele.

Busco-o na creche a pé mesmo, o céu estava límpido com nuvens comum nessa época do ano, chego à creche e o vejo através da grade do portão com um semblante pensativo quando ele mim vê um pequeno sorriso se faz presente em seu rosto, o caminho se segue com ele inquieto.

– Mamãe. Ele fez uma pausa e olho instantaneamente o Arthur sempre fora tagarela e hoje ele estava muito parado falando poucas coisas e isso já estava começando a ficar estranho.

– Oi meu anjo? Abaixo para ficar do mesmo tamanho dele.

– O papai será que ele vem para a minha apresentação na escola no dia dos pais? Arthur apesar de seus cinco aninhos ele falava perfeitamente bem somente às vezes trocava algumas silabas. E sempre ia direto ao ponto quando tinha algo o incomodando, isso com certeza o puxou á mim.

– Meu amor eu... O que eu ia falar? Que o pai dele nos abandonou.

– Ele não vem né? Fala com uma voz chorosa.

– Saiba que nunca vou te abandonar e a partir de hoje serei sua mãe e seu pai, e vou ter o maior orgulho de está na primeira fileira te aplaudindo. Não o daria falsas esperanças sei como isso o devastaria.

– Mamãe... Te amo.

– Também te amo meu amor. Agora vamos para a casa que a mamãe vai ter que de deixar com a vovó para ir trabalhar ainda.

– Certo. Fala um pouco cabisbaixo.

Uma semana havia passado nesse meio tempo, uma carta do banco tinha chegando dizendo que a hipoteca estava atrasada e que teria que pagar imediatamente ou a casa iria a leilão. Além disso estava cada vez mais perto da apresentação do Arthur para o dia dos pais e isso mim preocupava tinha medo dele se sentir excluído por não ter o pai na apresentação. Acordei-me de manhazinha e fui para a casa da Bruna, minha amiga que esteve presente sempre na minha vida e hoje fazemos faxinas nas casas dos grã-fino no beachfront, um lugar lindo para se passar com á família claro quem tivesse dinheiro. Na verdade não mim incomodava em fazer faxinas, já a Bruna era outra história. A vejo sentada nos degraus da sua pequena casa, pintada de uma cor amarelada desgastada com uma cerca branca em frente. Ela vem em minha direção e a cumprimento.

– Bom dia Bru!

– Só se for para você, não vejo nada de bom de aguenta aquelas grã-finas. Bruna e seu habitual humor!

– Bru também não é assim!

– É sim! Agora vamos que temos muitas privadas para limpar ainda. Depois desse comentário não falei nada e partimos para a primeira casa de veraneio, a casa da dona Sophie Elizabeth uma viúva que vinha sempre nas férias com seus netos pestinhas que não deixava eu e a Bruna em paz! Mas precisamos do trabalho e não podíamos reclamar.

Tinha acabado de chegar em casa hoje Arthur iria dormir na casa da minha mãe, meu pai quando soube que estava grávida mim excluiu de sua vida definitivamente e como ele era separado da minha mãe eu quase não o via e também não fazia questão ele me deixou na pior hora eu precisava de todos ao meu lado e não afastados de mim. Hoje ficaria até tarde no pub do Peter, não podia reclamar até que as gorjetas eram altas na maioria das vezes.

 – Aqui seu troco. Obrigado volte sempre! Nossa eu estava quase dormindo em pé o dia foi muito cansativo, eu e a Bru fizemos umas seis faxinas.

Já estava a caminho de casa, as ruas estavam desertas só podiam ouvir-se meus passos batendo contra o asfalto seco, a lua cheia iluminava toda a rua. Cheguei à minha casa de tintura desgastada com arbustos altos com luzes amareladas acessas na varanda. A primeira coisa que fiz foi deite-me na cama e por um momento esquecei-me dos problemas que me assolavam.


Notas Finais


nesse pequeno capitulo já deu para perceber como a vida da nossa Isabella é difícil né? Mas se depender de mim... Ficará pior (rsrsr).


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