História Um mais um, igual a três - Capítulo 2


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Categorias Malhação
Tags Isabella Santoni, Malhação, Rafael Vitti, Romance
Exibições 118
Palavras 494
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um...

Capítulo 2 - Capitulo Um


Isabella Santoni

Acordo-me com o som do irritante despertador me lembrando que deveria acordar para não se atrasar. Levanto faço as minhas higienes matinais e desço para a cozinha para tomar um bom café preto antes de sair. Deste que o imprestável do Afonso fora embora tenho que me vira do jeito que posso e um desses motivos foi ter vendido quase toda a mobília de casa no começo minha mãe disse que eu estava completamente louca e que mim arrependeria depois, mas o que adiantava ter uma TV de 30 polegadas se não a uso e sem falar na falta de grana o custo aqui no litoral é muito elevado, minha mãe fazia o impossível para nos  ajudar mais seu salário de professora não era muito.

Busco o Arthur na casa da minha mãe e o levo para a creche, ele andava do mesmo jeito de ontem calado e aéreo e isso deixava-me com o coração na mão tudo por culpa do Afonso. Chegando no portão da escola abaixou-me e o abraço dando um beijo na sua testa sigo o meu caminho para a casa da Bru. Ela já esperava-me como sempre.

– Bom dia! Dessa vez quem fez questão de cumprimente-me fora ela. Não estava com cabeça para essas coisas.

– Bom dia Bru! Falo desanimada.

– Pode parar por ai cadê a minha melhor amiga que não desanima por nada, nem quando o seu marido foge com a amante! Ela tenta fazer uma brincadeira que não dá muito certo percebendo o equivoco logo se desculpa.

– Me desculpa... Não queria falar isso, mas você me conhece sempre com a língua afiada, além do mais não gosto de te ver assim. Contei tanto o que me assolava e ela sempre com o seu bom humor não deixou-me recair de novo. Na última faxina já estava cantando gloria ao senhor! Estava exausta precisava voltar para pegar Arthur pelo menos hoje estava de folga do pub, poderia descansar e curtir um pouco o meu pequeno.

– Bella, sinto lhe formar mais seus planos será adiado.

– Por quê?

– Porque a senhora Ana Júlia Vitti solicita seus serviços para limpar aquela mansão que ela chama de casa. Bruna fala com uma entonação de nojo. Ah não Ana Júlia Não! Ela é uma riquinha mesquinha e arrogante todos que trabalhava para ela pedia demissão no outro dia, não sei como as Muniz’s aguentaram tanto aquela madame de nariz empinado.

– Sério isso? E as irmã Muniz? As irmãs Muniz faziam a faxinas dos lestes quando eu e a Bru ficarmos responsáveis pelas casas dos Oestes.

– Parece que a Senhora Vitti achou uma poeira na janela e as dispensou e já que somos as únicas que nunca passaram pela a casa daquela megera aí vamos nos! Fingiu um tom de felicidade quanto sei que ela está quase se matando para não ir. A caminho da casa da megera ligo para minha mãe para pegar o Arthur e ficar com ele até terminar o serviço.  



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