História Um mês para se apaixonar. - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Gon Freecss, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight, Personagens Originais
Tags Killugon
Visualizações 16
Palavras 1.106
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então... Não tenho nada pra escrever aqui então.. E ai?

Capítulo 20 - E depois?


 

            Autora:

            —  Estamos chegando. — Leorio que diminuía a velocidade do carro, se escondendo nas folhagens de arbustos escondidos pela escura noite estranhamente vazia. — Podem ir. Lembrem-se, de deixarem ligados seus celulares caso precisarmos de ajuda.

            — Certo. Vamos indo Gon. — deixaram o carro Gon e Killua.

            Dirigindo até a próxima parada, a rua inquieta não foi despercebida por Kurapika e Leorio.

            — O que você acha que deixou essa estrada tão vazia? — Leorio dizia, observando que não havia uma alma viva passando, as luzes das casas apagadas e nem o gato miava.

            — Alguém ou alguma coisa. Algo que não nos disseram. — olhou pela última vez as luzes da fronteira — Não faz sentido. É a fronteira, pessoas vem e vão. Algo não está certo. Mesmo assim, temos que seguir.

            — Esse silencio me dá uma sensação ruim. Sente também?

            — Estou fincando um pouco nervoso. — olhava o reflexo dos olhos na janela, com a ajuda da luz que havia dentro do carro.

             — Tente se manter calmo...

            — Eu sei, não se deve levar grandes mercadorias para mercenários. — fechou os olhos.

            — Não foi isso que tratava de dizer. — não era hora para brigas e essa briga era uma das que nenhum dos lados vencia. — Se quiser discutir, então que seja depois.

            — ...

            — Estamos chegando.

 

            (...)

 

            — Killua... Isso não vai dar certo. — dizia o esverdeado enquanto tentava convencer Killua de que seria uma péssima ideia ligar as câmeras — Temos que passar desapercebidos e ligar câmeras e alarmes, não é o que podemos dizer, grande ideia.

            — Gon. Vai dar tudo certo. Ai! — colocou o dedo na boca.

            — O que?

            — Choque. — levantou o interruptor que estava na mesa, sendo possível ver luzes na cabana e as telas das câmeras sendo mostradas pelas pequenas televisões — Há! Disse que funcionaria.

            — Não dá pra enxergar nada. E nem ouvir. — se distanciou de perto do namorado — Que macabro.

            — Está com medo? Há!

            — O que? Nada disso. Eu só acho estranho. Além disso, já ligou o comunicador? Eu não quero Kurapika e Leorio brigando coma gente por não estarmos prestado atenção.

            — Por que sou eu que tenho que prestar atenção? — disse se levantando da cadeira enquanto Gon dava de costas com os braços cruzados.

            — É sua obrigação como meu melhor amigo. — soltou um de seus sorrisos encantadores, fazendo Killua ter finalmente algo para se divertir enquanto eles dois ficam sozinhos.

            — Ei, Gon. Eu quero fazer algo que só meu melhor amigo pode fazer nesse momento. — chegou perto do ouvido sussurrando 'Vamos fazer?' o empurrando contra a parede ao chão.

            — Se o Kurapika souber disso — recebeu um beijo —, ele vai nos matar.

            — Temos tempo... — o abraçou dando beijos por de trás da orelha — Se demorarmos para começarmos, não teremos tempo para acabar.

 

          (...)

 

            — Tem certeza que é aqui? — estavam parados Leorio e Kurapika em frente a uma estrada vazia.

            — Já mandei uma mensagem para os dois, mas não visualizaram. — disse Kurapika.

            — Por que não liga?

            — Espero que atendam... — pegou o celular.

            ~Chamando~

            — Gon? Killua? Podem confirmar as informações?

            — Han... Kurapika? É, é o Gon... O que... Precisa? — soltou a última palavra num sussurro.

            — Hãan..? É... Bom. Queríamos que você confirmasse se o endereço é o que mandamos por celular a uns minutos atrás.

          — Foi mal. Deixa que eu vejo. — Killua falava depois de um tempo retornando a ligação — É. Isso mesmo. Estão no lugar certo. Esperem mais um pouco que já, já aconteceu algo. Gon, aqui. Bom eu vou desligar, adeus.

          — Adeus...

          — O que foi? — Leorio olhava aos lados com as mãos no bolso.

          — Acho que presenciei sexo por telefone.

            — Há, há, há. — o largo sorriso foi substituído por uma cara pálida — Escuta. — pegou a lanterna sem a acender.

            — Leorio...

            Escuro. Escuridão total. Nenhum som, nenhuma forte respiração. 'Minhas correntes. Deveria? Leorio? Ele está bem? A missão. Minha cabeça. Meus olhos!'

         

            (...)

 

            — Ei, Killua... Mensagem, o celular. Nhn. — gemia, tentando alcançar o celular, com a outra mão na cintura que sua e descia.

            — Nhnm. O que? — Killua apoiava a cabeça em seu ombro enquanto o empurrava mais contra a parede.

            — Pode ser importante... Preciso que saia de cima de mim. — o encarou.

            — Aaaah! Certo! — se jogou no chão engatinhando até encostar na parede.

            — Killua... — sua voz saíra de forma diferente da normal.

            — Gon? Tudo bem? — se levantou — Alguma mensagem ruim?

            — Tem... Alguém.... Nos... Observando! — não se mexeu.

            — O que? Onde?

            — Ali. Lá fora. Na câmera. — estava tremendo. — Killua!

 

            (...)

 

            — Será que conseguirão sair vivos, mestre? — o mordomo servia chá as taças.

            — Talvez. — voltou a folhar os papeis.

            — Você sempre foi muito quieto. — se divertia o aprendiz de mordomo ao lado do mordomo principal.

            — Nicolas! Não se deve dirigir ao nosso chefe assim. — se dirigiu o mordomo ao aprendiz — Lamento, ele ainda está aprendendo.

            — Pai — outro homem entrou na sala, conhecido por Kai —, eu já entreguei os relatórios. Aqui está o pago. — mostrou um recibo ao pai.

            — Isso, filho. Continue assim e poderá assumir a empresa. Deixe que Nicolas leve o pago ao meu escritório.

            — Ah! Claro. Obrigado, Nicolas. — entregou a carta — Eu irei ao meu quarto então.

            Os dois deixaram a sala pela mesma porta.

            — Então, Nicolas. Lembra onde é o escritório de meu pai? — passavam sozinhos pelo corredor.

            — Sabe que eu sei, mestre Kai. Eu estou quase completando meus 6 anos aqui. Logo quando assumir a empresa eu serei seu mordomo.

            — Mesmo assim gosto de sua companhia. — se aproximou segurando sua mão e entrelaçando seus dedos.

            — Sabe que não deveríamos fazer essas barbaridades, certo?

            — O que foi? Eu posso me perder aqui. Já que está completando seus 6 anos aqui poderia dizer onde é meu quarto?

            — Idiota.

            Na sala estavam discutindo o mordomo e o mestre.

            — Foi por isso que pedi explicitamente que as pessoas que pegaria o amuleto fossem Hunters. Se forem bons, voltaram com o que eu pedi.

            — Mas algo difícil desde o princípio? Não seria melhor se eles pegassem as coisas mais fáceis?

            — Sabe que nenhum é fácil. Mas deve ser principalmente difícil para aquele Kurapika.

            — Ainda suspeita que seja um possuidor dos olhos esmeraldas?

            — Sabe que eu devo muito a aquela trupe.

            — Por que não conta ao seu filho?

            — Ele não deveria se preocupar com isso. Ele ainda tem a proteção dos Zoldyck.

            — Não há boatos sobre um membro dessa família que está dentro da aranha?

            — Boatos. Apenas boatos.

           

            (...)

 

            — Não seria melhor que apenas uma pessoa fosse? — Nobunaga dizia mexendo a espada — Não deve ser difícil lidar com um velho ricaço.

            — Kalluto tem que ir. E como ela é nova seria melhor que eu fosse junto.

            — E por que você? Não acha que eu gostaria de ir também?

            — Quer dizer que não pode ficar aqui sozinho?

            — Claro que eu consigo. Vão embora logo.

            — Vamos Kalluto.

 


Notas Finais


É... Então... A história tem referência só com nomes de outra história minha (se você queria saber).
As próximas histórias vão ter uns paradoxos. E pra quem não entendeu a história vai começar a ficar meio preta pro Leorio, Kurapika que vou dar um tom de Edgar Allan Poe e pro Gon e Killua Five Nights at Freddy.

E sim a parte do Nicolas e Kai vai fazer sentido com a história.
E não pense que os acontecimentos estão acontecendo na mesma hora, na outra história deixo mais claro isso, pra quem não sacou.
Desculpa quem tava esperando lemon. Depois faço um one-shot pra acalmar corações cheios de R-18 aí.
E... não sei.
Desculpa erros bobos e esses finais meios WTFs mais imagine que cada "(...)" é uma história diferente. Ok? Ok!


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