História Um mundo de cores - Capítulo 1


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Palavras 819
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Científica, Romance e Novela, Sci-Fi, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Faz um bom tempo que estou com essa ideia na cabeça, espero que gostem, apenas a coloquei no papel agora porque de madrugada me bateu a inspiração, boa leitura!^-^

Capítulo 1 - Azul.


Fanfic / Fanfiction Um mundo de cores - Capítulo 1 - Azul.

Azul. Uma cor tão bela, muitas vezes representa a tranquilidade, o relaxamento. Uma cor suave que demonstra algo tão bom. Mas nem sempre será assim, uma cor não pode medir o que eu estou sentindo, minha camiseta azul me fazia pensar nisso, em uma falsa esperança de me relaxar, eu não aguentava mais aquilo, aquele gosto horrível na minha boca, os sorrisos maliciosos das pessoas, rindo de mim como se eu fosse inferior. Eu não aguento mais isso. Estava desnorteada e não sabia para onde ir, esbarrando de mesa em mesa, derrubando os drinques de outras pessoas. Continuo pensando na cor azul, quero me relaxar, quero parar, não quero mais isso, mas quem disse que isso funcionou. Essa é minha primeira festa, tenho que impressionar eles, sou forte, aguento bebidas, aquele gosto de álcool não quer sair de minha boca, as pessoas continuam rindo de mim. ‘’Olhe ela, como ela está bêbada’’, esses comentários destroem o que eu imaginava que seria ‘’impressionar meus novos amigos’’, uma hora tudo se embaralha na minha mente, tudo fica em uma cor fria, o azul, milhares de tons de azul, não consigo mais pensar, com uma garrafa de bebida na mão, meus saltos junto com meu corpo despencam, incapazes de ficar de pé. Um braço agarra meu corpo, é difícil ver quem é, na verdade, impossível.

- Você está bem? – Um homem aparentemente alto me agarra, sinto que seus braços eram fortes, e sua voz familiar, poderia não conhece-lo, mas com certeza já escutei sua voz antes. No que eu tento falar, não sai nada além de um embaralhado de palavras com um cheiro forte de álcool. A mão dele era áspera, mas grande, agarra meus braços de uma forma muito aconchegante.

- Acho que ela bebeu demais. – Lillie, minha amiga desde a quarta série fala em um tom de voz tão irônico, que me faz ficar com raiva dela automaticamente, a vontade de fechar meu punho e socar a cara dela. Ela que me empurrou todas as bebidas e agora quer ser irônica.

- Não é melhor leva-la pra casa? Um táxi? – Ele continua sendo ‘’o cavalheiro amável’’ de meus sonhos, embora tudo que eu vejo é um vulto loiro e escuto a voz de Lillie, e ele me segurando pelos braços. Fico tentando falar algo, mas apenas o que sai de minha boca é um aglomerado confuso de palavras. Deveria soar ‘’Leve-me para casa de táxi.’’, mas soa mais como alguém tentando vomitar. Era o que queria fazer naquele momento.

- Sim, sim. Vou chamar um, aqui está o endereço dela. – Ela mostra o celular dela com meu endereço, passando para um desconhecido, embora pareça muito gentil, não confio totalmente nele.

- Ok, vou leva-la até em casa. – Ao escutar isso já penso em algo que ele poderia fazer comigo, e espero alguma reação de Lillie, que apenas olha e fala – Tudo bem.

Começo a pensar em todo o pior, mas, pensar? No momento estou bêbada, caindo, minha blusa azul está suja de bebida, não sei se o meu raciocínio nesse momento é pensar. Tento reagir e dizer para o homem do táxi que quero ir sozinha para casa, mas não consigo falar nada, só um embrulho sem sentido. Não se isso é por causa da bebida, ou por causa do que colocaram na minha bebida quando virei as costas. Meu medo parece o momento em que o sinal toca antes da minha prova de matemática da escola, aquele frio na barriga. Tento fisgar alguma coisa para me deixar alegre, alguma esperança de que talvez ele seja um cara legal. Mas e se tudo que eu escutei estava tão embaralhado e tão sem sentido que ele na verdade pode ser uma pessoa ruim? Eu estou perdida, queria não ter aceitado as bebidas, muito menos para parecer ‘’legal’’, diante de alguns idiotas. Admito, tive um grande excesso de falta de personalidade. Ele fala o endereço e entrega o dinheiro, então me ergue e me coloca no canto, perto de uma janela, eu fico tentando me manter acordada e bem, mas falo umas coisas sem sentido, que nem mesmo eu sei porque estou falando. Deve ser algum efeito da bebida, a essa hora da noite, eu normalmente estaria indo dormir, por volta das 4 da manhã. Mas não, estou bêbada, entrando em um táxi com um desconhecido, nem sei se realmente o endereço que ele falou é o meu. Algo me fisga pelo braço, me arrastando para fora do táxi, as mesmas mãos ásperas e agora algo que sinto, um forte cheiro de grama, me lembra a cor verde, me dando um deja-vu do que eu estava pensando anteriormente.

- Entregue e pronta. – Ele fala quando me coloca na porta de casa, com o olhar de insatisfação da minha mãe, que me puxa para dentro e agradece ele. A partir daí, não sei o que acontecerá, espero que minha mãe esteja de bom-humor.


Notas Finais


Oi pessoal ! Espero que gostem da história! Me falem dicas do que querem ler nos próximos capítulos, e o que posso melhorar! Tchaau!


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