História Um Nerd Em Minha Vida - Capítulo 5


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Categorias Originais
Tags Erótico, Escola, Família, Gay, Lgbt, Mistério, Nerd, Romance Gay, Teen, Tragedia, Traição, Violencia
Exibições 67
Palavras 3.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - A morte de Alessandro?


Tomás chega na casa de Leandro. É uma casa de material simples, não muito grande. Ele abre a porta e Tomás entra, dá alguns passos e pára se virando de frente a Leandro.

- Quero embora lê. - Falou com nervosismo em sua voz.

- Mal você chegou e agora quer embora. Sente-se no sofá, porque vamos assistir um filme de terror top! - Falou se animando naquela hora e expressando mais uma vez aquele sorriso encantador.

- Estou com medo de eles desconfiarem e acharem que eu fugi, por causa de meu pai. - Sua voz saiu em tom choroso.

- Calma. Não vai acontecer nada. Agora senta, vou pegar os baldes de pipoca e os refrigerantes e daí decidir qual vai ser o filme de terror que vamos assistir.

- Está bom, vou me acalmar. E quais filmes temos?

- Temos Guerra Mundial Z, Sexta Feira 13 e A morte do Demônio. Qual você escolhe Tom?

- Hamm.. Eu quero os três. Vamos ver todos, gosto muito desses filmes. Meus pais não deixavam assistir esses tipos de filmes, porque não é pra minha idade e blablabla.. Mas, mesmo assim amo eles e não consigo me acalmar por causa do meu pai Alessandro.

- Tudo vai se resolver e ele vai sair dessa, não se preocupe com ele. - Segurou seu queixo com a mão direita e a soltou - Vou pega os comes e bebes e você já vai colocando o filme para rodar.

- Está bom. Vem logo. - Disse ele indo para uma poltrona de couro, onde havia os filmes que ele mesmo comprou e colocou o filme Sexta feira 13 para rodar.

Se sentou em um sofá de dois lugares que ficava em frente à tv, Leandro veio com a pipoca e os refrigerantes, colocou em uma mesinha de centro e se sentou ao lado de Tom. Na hora ele sentiu um pouco incomodado de ele sentar ao seu lado, mas isso dentro de alguns segundos. Porque seu coração começa a bater mil por hora, não consegue prestar atenção no filme e vê a hora do filme acabar e ele ir embora dali o quanto antes.

- O que será que está acontecendo comigo? Na mesma hora que quero sair daqui, ao mesmo quero ficar ao lado dele. - Pensava ele, focado na tela da TV de Led. Quando sente a mão dele a acariciar sua nuca, seus cabelos loiros. - Onde é o banheiro lê? - Perguntou se levantando e ficando de frente a ele.

- Segunda porta à esquerda seguindo o corredor.

- Obrigado.

Ele saiu apressado entrou no banheiro se trancando. Olhou-se no espelho, seu coração não parava de palpitar, queria sair de seu peito. Lavou seu rosto e se sentou no vaso, colocando suas mãos em sua cabeça.

- Está bem Tom?

- Sim estou. Não se preocupe Lê.

- Está bom. Vem logo, que você está perdendo as melhores partes do filme - Disse animadamente.

- Tá, já estou indo. - Lavou seu rosto, saiu do banheiro e foi sentar novamente ao lado dele.

Sentiu um arrepio em seu corpo, seu coração a disparar e suas mãos a tremerem.

Terminou aquele filme, mas Tom não havia entendido nada e Leandro colocou outro para assistir.

****

- Vamos colocar os dois na carroceria e sumir logo daqui - Alyne falou a um de seus comparsas.

- Sim, vamos. Não tenho meu tempo a perder aqui nessa bosta de cidade.

- Vamos logo! Seus lerdos! - Gritava o motorista dentro de seu carro pela janela.

- Já estamos indo! Coloque os boyolas na carroceria e vamos embora! Vamos! Vamos! Vamos! - Fazia pressão em seus comparsas. - Mas, antes preciso que eles sejam vendados. Quero que não saibam, onde estamos indo. - O capanga ouviu e os vendou, desamarrou-os e os levou para o carro, colocando-os lado a lado.

Antes de sair daquele velho galpão, Alyne pegou alguns galões de gasolina pequenos e jogou o combustível por todos o local e a sua volta.

- Quero ver me encontrar filho da pu.... - Disse acendendo um fósforo e soltando, fazendo ele cair em uma pequena poça de gasolina. O fogo então se surgiu para consumir aquele local e ela saiu o mais rápido possível dali.

- Vamos logo!!!! - Ela gritou já em cima da carroceria, o motorista ouve e sai cantando pneu. Ficaram algumas horas viajando em alta velocidade pela estrada de chão, até que param em um ponto alto de uma grande serra, onde se tinha um vale e no meio desse vale tinha um rio de águas azuis quase transparentes, com pedras e rochas em volta do leito e uma altura incomparável do pico da serra até o tal rio.

- Pode parar ali motora! - Ela gritou apontando para o motorista, com parte de seu corpo para dentro da gabina do carro, através de uma janela atrás do banco de três pessoas.

Ele então parou num ponto da estrada, onde havia um espaço enorme, limpo e com um lugar aberto e alto, estava escuro mas a luz da lua iluminava todo o local. Era um lugar perigoso, tinha uma beirada daquele espaço da estrada e daquele espaço limpo com algumas rochas espalhadas. Alyne pega Alessandro, que estava amarrado e o leva até essa beirada da serra, que se desse mais dois passos ele iria cair no despenhadeiro, depois ia morrer afogado no rio que era fundo.

- O que vai fazer comigo Alyne? - Falou Alessandro começando se desesperar.

- Já vai saber seu veadinho! - Ela o puxou violentamente para fora e o arrastou até a beirada da serra. - Tirem o loirinho do carro e o coloque no chão. - Ela ordenou.

-Tirem as mãos de mim! Não faça nada com o Ale! - Gritava Diogo.

- Calma Diogo, eu não vou fazer nada com ele.

- Ainda bem. - Respondeu aliviado.

- Mas o rio vai! - Ela o respondeu e logo depois empurrou Alessandro, fazendo ele cair numa enorme altura em queda livre. Até que ele bate sua cabeça numa pedra e acaba caindo no rio desmaiado.

- Alessandro!!!!!!!! AMOR!!!!! Por que você fez isso com ele?! Por que?! - Ele gritou ao tirar sua venda no exato momento, em que Alessandro é empurrado por Alyne.

- Ele era uma pedra em meu sapato de cristal loiro meu. Agora você e sua vidinha medíocre que se fodam! Porque eu vou sumir daqui!!! - Exclamou ela, deu as costas e entrou na Hillux deixando Diogo para trás.

****

No mesmo momento Alessandro, sente um aperto no coração e de repente vem em sua mente, a imagem de seu pai morto.

- Ah! - Ele gritou alto, fazendo Leandro se assustar.

- O que foi Tom?! Me fala! - Disse se recuperando do susto ainda.

- Vi..vi..vi... vi meu pai morto afogado em um rio. - Gaguejou Tom.

- Deve ser que você imaginou isso assistindo o filme. Se acalma, por favor. - Pegou em seus ombros e pediu para ele.

- Quero ir para casa. Por favor Lê, me leve pra casa. Estou com um mal pressentimento. - Ele disse ainda nervoso com o que havia vindo em sua mente.

- Está bom. Vou pegar as chaves do carro e já vamos embora.

Alessandro pegou sua jaqueta, desligou o DVD e saiu para fora, ficando ao lado do carro.

- Você está bem?

- Estou sim, não se preocupe. Fiquei muito assustado ao ver meu pai Ale, morto ali naquele rio. - Falava com certo receio em suas palavras.

- Tá bom. Agora vamos ir?

- Sim, vamos. - Tomás respondeu imediatamente entrando no carro e se sentando no banco do carona.

- Você tem certeza que quer ir embora? - Leandro o olhou novamente com aquele olhar sedutor e desconcertante.

- Tenho sim Leandro. Já está tarde e meus pais já devem estar em casa agora.

- Se é isso o que você quer, então vamos embora. - Falou tentando insinuar algo.

A volta para a casa de Tomás, foi toda em silêncio. Nenhuma voz dos dois se ouviu dentro do carro. Quando faltava algumas quadras, para chegar ao residencial, Tom quebra esse silêncio.

- Leandro me deixe aqui nessa lanchonete. - Pediu ele.

- Não, vou te deixar em casa. Foi o combinado.

- Leandro estou dizendo para me deixar nessa lanchonete. - Repreendeu ele.

- Calma Tom, vou te deixar aí. Já que você quer ficar nessa lanchonete. - Disse ele com vontade de agarrar aquele garoto.

- Até mais tarde lê e bons sonhos. - Falou saindo do carro e entrando no tal estabelecimento.

Leandro saiu cantando pneu e Tomás foi comer algo, para depois voltar para a sua casa, ficar esperando por notícias de seus pais.

Saiu de lá e foi andando pela calçada até chegar na rua de sua casa.

Estava escuro, mas ele não teve medo. Saiu andando pela calçada, até que ele chega no portão dos fundos de sua casa, onde não tinha câmeras ou vigias, só era trancado por chaves e identificação biométrica. Foi tentar abrir o portão, quando de repente....

- Acabando de chegar? - Nicolas surpreende Tomás, fazendo ele pular de susto.

- Ai que susto! Seu idiota! - Tom xinga ele no calor da emoção.

- Aprontando fora de casa né?

- Isso não é da sua conta! - Deu uma bela patada em Nicolas.

- Calma querido! Só estava brincando com você. - Terminou de falar com um olhar mais desconcertante do que de Leandro.

- Calma o que cara?! Deixa eu entrar em minha casa, não quero perder tempo meu com você!

- Estava dando para o motorista né? Por isso está mordidinha desse jeito. - Insinuou ele segurando Tomás pelo seu pulso.

Tomás dá um tapa nele, deixando mais uma vez as marcas dos cincos dedos em suas bochechas.

- Vocês só sabem dá tapas? Não dão outra coisa? - Ironizou.

- O que você quer cara? Me deixa em paz, se não gosta da opção sexual de meus pais eu respeito sua opinião, mas não ofenda eles! - Gritou ele.

- A filha dos boyolas se ofendeu, own! - Falou fazendo biquinho.

- Desgraçado! - Tomás deu um soco em seu nariz, fazendo ele sangrar na hora.

- Ai! Vai se arrepender seu veadinho de quinta! - Ele se virou e voltou para sua casa em passos apressados.

Tomás estava tremendo de medo, pensava que o cara queria mata-lo, o até mesmo fazer algo mais grave.

Decidiu então ir para sua casa, mas mudo de ideia e foi para frente da casa de Nicolas.

Ele toca a campainha e o tal cara com o nariz machucado, atende ele com uma cara de raiva, em tempo de voar em seu pescoço.

- Que foi bichinha?! Veio quebrar o resto da minha cara?! - O tratou com a maior ignorância.

- Me desculpe, eu vim aqui te ajudar.

- Desculpa? Por sua culpa, amanhã não poderei dar aula. - Falou passando o algodão em seu nariz, para tirar o sangue que escorria em seu rosto.

- Desculpa, eu não queria fazer isso. - Tomás terminou de falar e saiu correndo para sua casa em prantos.

****

- Alessandro! Alessandro! Você está aí?! Me responda! - Diogo gritava entre as suas lágrimas, tentando uma chance desesperada de achar o seu marido vivo. Mas, não achou nenhum sinal dele, o rio tinha levado o seu corpo e deixado apenas um rastro de sague nas pedras.

No mesmo momento, passava um homem em seu carro UNO azul 2015, parou ao ver Diogo na beirado do pico da serra.

- Senhor Diogo saia daí, vai cair no despenhadeiro! - Ele gritou de dentro de seu carro.

- O Ale caiu aqui, me ajuda a achar ele. - Olhou para o homem que havia saído de automóvel e ido até Diogo que estava em lágrimas.

- Senhor Diogo, sinto muito, mas não podemos fazer nada. Se não achou seu corpo. Com certeza, não achará mais nesse maldito despenhadeiro. - Se lamentou.

- Não! Ele está vivo! Eu tenho certeza que ele não morreu! - Se levantou se derramando em suas lágrimas novamente.

- Senhor entre no carro e vamos para a cidade notificar a polícia sobre o sequestro do senhor Alessandro e do assassinato que aconteceu aqui.

- Sim, vamos. Mas, falem para eles acharem o Ale logo. Eu sei que ele está vivo, não morreu nessas malditas águas desse vale. - Secou as suas lágrimas e entrou no carro.

- Calma senhor Diogo, os policiais vão achar o senhor Alessandro. Não fique chorando assim. - Tentou acalmar Diogo e conseguiu.

- Eu errei.

- O senhor não errou em nada.

- Não me chame de Senhor, me chame de Diogo, por favor. - Pediu ele.

- Tá bom Diogo. Você não errou em nada, não se preocupe.

- Não me preocupar?! Duas noites atrás eu o traí com um modelo francês e com o mesmo modelo o fiquei traindo por seis meses. Mas, acabei com isso e fui tentar viver a minha vida novamente. - Derramou algumas lágrimas de arrependimento.

- Nossa, mas por que de trair um menino tão bom, bonito e inteligente igual ao Alessandro? - Perguntou com certo receio.

- Não sei. Foi a carne que falou mais alto, meu extinto animal falou mais que a razão e não me contive. Tive que foder aquele loirinho filha da.... - Respondeu ele chorando novamente.

- AÍ os problemas são de vocês dois, não quero me meter em briga de casal. Mas, minha opinião a respeito disso, é que você errou, perdeu a confiança no seu parceiro. - Deu sua opinião.

- Está certo sobre o que falou, porém ele descobriu a traição quando foi sequestrado. Mas não sei como ele descobriu. - Ainda estava abalado, quando falava.

- Agora vamos parar com essa conversa e vamos à delegacia prestar depoimentos sobre o que ocorreu. - Disse acelerando o carro, indo em direção a Ariquemes.

No caminho vinha suas lembranças em sua mente, para o atormentar. Lembrou de quando eles se casaram, da sua primeira vez com ele na cama dos pais de Alessandro (conto A árvore), do seu sorriso encantador e de seu beijo puro, quieto e suave. Sua alma se encontrava perturbada, seu espiríto não se encontrava mais em seu corpo, agora só restou ele e seu filho sozinhos nesse mundo, para começar a sofrer e não parar mais.

- E agora como a minha imagem vai ficar pela cidade? E como meu pai e o meu filho vai reagir ao saber que o Ale morreu afogado? - Pensava Diogo.

Enfim, eles chegam a cidade e vão direto para a delegacia, junto com um bando de repórteres.

PLANTÃO GLOBO:

Acaba de chegar à delegacia o Empresário Diogo Delàvari numa caminhonete de marca não identificada. Nada se sabe, do porquê de ele estar sozinho, sem o seu companheiro Alessandro.

Em breve voltaremos com mais informações.

(Fátima Bernardes)

Já havia amanhecido e o sol já estava esquentando, Tomás acorda e vai a sua janela, ver se Nicolas estava bem.

Vê o seu vizinho se medicando e colocando alguns remédios, para a cicatrização ir mais rápida. Aliviou-se quando ouviu ele dizer para alguém no telefone, que foi ao hospital e não quebrou o nariz e que só tinha machucado a cartilagem pelo lado de fora e mais nada sério.

Desceu para tomar café, quando viu a Tv da sala ligada e ficou sabendo de que seu pai havia chegado na cidade sem o seu pai Alessandro. Todos os funcionários estavam vendo as notícias, foi quando Tomás soube que Alessandro havia caído em um vale e morrido afogado.

- Não!! Meu pai não! - Gritou e se ajoelhou, fazendo com que os funcionários se assustassem e virassem para trás vendo ele ali sofrendo com a triste notícia.

Então veio Joana tentar acalmar ele.

- Tommy, vamos para a cozinha. Vem. - Ela o levantou e o levou para a cozinha. Ela dizia palavras confortantes e aquilo fazia ele ficar um pouco mais calmo.

Joana volta a sala, pede para que os funcionários voltassem ao que estava fazendo, para Tomás ter um pouco de paz e silêncio em casa, naquele momento tão difícil e volta a cozinha para dar água com açúcar para o garoto. Só sabia chorar o coitado. Leandro chega na cozinha e Joana o olha com um olhar de reprovação.

- Tomás eu tenho um recado para você de sua escola.

- O que você está fazendo aqui? Volte a trabalhar! - O repreendeu.

- Esqueceu que eu tenho que levar ele todos os dias na escola?

- Não. Mas não precisa levar ele hoje. Está muito abalado pelo o que aconteceu hoje.

- Eu sei e vim dizer para ele, que não precisa ir hoje para a escola, mas amanhã não pode faltar. Porque o seu diretor ligou e mandou te avisar. - Terminou de falar e saiu da cozinha querendo voar em seu pescoço e a matá-la sufocada por ter se metido na frente dele.

- Tomás, vá deitar-se para descansar um pouco. Precisa descansar sua mente e seu corpo, para depois conversar com o seu pai Diogo. - Ela pediu e Tomás saiu da cozinha, não quis aquele lance de escadas e foi ao elevador, apertou o botão do 3º (terceiro) andar, subiu, o elevador abriu e ele foi ao seu quarto. Trancou a porta e se sentou na cama, olhou para o criado-mudo e viu a foto de seus pais se beijando na casa de verão deles em Sam Devour.

Então, ele foi a janela e viu o vizinho fazendo um curativo em seu nariz. Não tinha machucado tanto, só bateu muito forte na ponta dele, por isso sangrou. Não ficou roxo, mas pelo jeito doeu muito nele por ter ofendido os pais de Tomás.

Fechou a janela e as cortinas e foi deitar para descansar. Não demorou muito e Tomás já dorme e cai no mundo dos sonhos e pesadelos.

Sonhou que Alessandro cai de uma altura inigualável, bate a cabeça em uma pedra, desmaia e cai num rio de águas azuis claras e é levado pelas correntes fortes do tal rio do Vale.

Depois vê seu pai em pé na beirada do despenhadeiro e uma mulher, que ele não conseguia enxergar seu rosto e nem ouvir sua voz, mas vê ela empurrando seu pai, fazendo ele cair no mesmo rio.

Então, ele acorda assustado, estava suando frio, seu coração batia a mil e ele decidiu tomar um belo banho para relaxar e tentar esquecer daquilo que sonhou.

Relaxou e foi assistir algo na Tv, mas só passava as notícias de seus pais até que encontra um canal de séries e fica assistindo até cair no sono, mas dessa vez ele não sonha com seu pai, porém ele sonha com o seu vizinho suado e de cueca, com aquele corpo malhado, o seu olhar dominante, seus olhos azuis cintilantes, seu sorriso tão encantador. Mas, logo em seus sonhos veio Leandro com aquele olhar de garoto apaixonado, inocente, olhos cor de mel, malhado, seus gestos de carinho com ele na nuca em seus cabelos e suas falas tão macias quando os dois estão sozinhos.

Já era noite, Tomás acorda troca de roupa e desce para ver se tinha mais alguém em casa. Estava louco para ver seu pai e saber notícias sobre o corpo de seu pai Alessandro.

Continua.......



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