História Um Ninfeto Tarado - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bottom!jimin, Bottom!jungkook, Jihope, Jikook, Jikook!flex, Namjin, Taegi, Top!jimin, Top!jungkook
Visualizações 149
Palavras 2.811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


SHIMMIE SHIMMIE KO KO BOP
AAAAAAH OLHA EU!
Enton amores, sorry. Eu tinha vários trabalhos e provas para fazer, inclusive eu não devia nem estar aqui porque tenho que terminar meus trabalhos para amanhã, mas né. Também estive na bad, e não da pra escrever comédia na bad.

Maaaas oq importa é que eu trouxe essa atualização que acabou de sair do forno!!

Não revisei o suficiente! ;-;
Se tiver algum erro, me perdoem, e me avisem também.

¡Aviso! : Vai ter texting, mas pretendo fazer somente nesse capítulo.

Boa leitura!💕

Capítulo 3 - Baratas também salvam vidas


Fanfic / Fanfiction Um Ninfeto Tarado - Capítulo 3 - Baratas também salvam vidas

 

Se passou uma semana desde que eu e Hoseok resolvemos recomeçar. 

Admito que ele mudou muito, e mudou pra melhor. Não sei nem o que deu nele, estava tão carinhoso e atencioso comigo - claro que aquelas crises do nada continuam, mas o Jung tem se controlado bastante -. Parece que Hoseok estava fazendo de tudo para que essa relação dê certo. Até transamos ontem, pois é, chocante. Depois de anos, Jimin Jr. finalmente se livrou das teias de aranha. Foi bom, eu gostei, gostei muito.

E adivinhem? Hoje é o aniversário do Hoseok. 

Cá estou eu, todo lindo e gostoso - autoestima alta? Puff...claro que não - desfilando pelo shopping me fazendo de namorado carinhoso e comprando um presente para a minha criatura. Eu não fazia a menor ideia do que comprar, só iria andando, o que me chamar a atenção eu compro. Hoseok não era o tipo de pessoa que ligava para coisas materiais, mas mesmo assim decidi lhe comprar um presente. 
 

Depois de andar um pouco mais, enfim acho alguma coisa que agrade meu namorado. O mesmo tinha um amor por sapatos esquisitos que nem eu entendia, assim que avistei um sapato social dourado um tanto quanto brilhante de mais, não pude evitar de pensar no Jung. Ele vai adorar. Assim que pago pelo produto - que não foi nada barato mas a gente releva -, fui me alimentar. 

 

Já na praça de alimentação, escolho uma mesa e sento com minha comida olhando pro nada refletindo sobre minha existência. Me sinto tão sozinho quando saio sozinho - cadê o sentido disso, Park Jimin? -. Enquanto eu estava pleníssimo comendo meu hambúrguer, sinto um par de mãos pousar sobre meus ombros e apertar-los. 

Ah mas eu reconheceria esse aperto em qualquer lugar. Achava que nunca mais veria esse ser na minha vida.

 

— Olá Minnie! — sussurra em meu ouvido esquerdo roçando de leve seus lábios sobre o mesmo me fazendo arrepiar. O quê? Sou sensível nessa parte, tá?! — Sentiu saudades? 

Jungkook então puxa uma cadeira e senta ao meu lado me encarando com aqueles olhos grandes e penetrantes como se estivesse vendo minha alma. Estava com seus cabelos castanhos mais claros do que antes, uma blusa branca de botões levemente transparente e uma calça rasgada que deixava maravilhosamente  partes de suas coxas torneadas à mostra. Alguém tem que estudar a beleza de Jeon Jungkook. Ele é a segunda pessoa que meus olhos já tiveram o prazer de enxergar, a primeira pessoa é um cara bem lindo que eu vejo sempre que me olho no espelho. 

— Vou até beber um pouco desse seu suco porque fiquei desidratado depois dessa secada. — profere em um tom brincalhão mostrando seu sorriso de coelho - tão adorável - e em seguida toma meu suco fazendo uma careta depois de bebê-lo. — Caralho, Jimin, essa porra tá sem açúcar!

— Você é muito abusado, sabia? — digo descrente tomando o copo de suco de suas mãos.

— Eu sei, bebê. — concorda fitando meus lábios. — Mas e aí, quando a gente vai se beijar? 

— Sem chance. — dou risada de sua falsa expressão triste. Apesar de querer sim trocar umas poucas salivas com ele, mas infelizmente - ou felizmente - não posso e nem devo.

— Aish, você parte meu coração. — deita a cabeça para o lado com um bico nos lábios. Tá, confesso que achei fofo. — O que faz aqui sozinho? Terminou com o Jensok?  — logo o vejo abrindo um sorriso cheio de expectativas.

— Não. E é Hoseok. — o corrigo ouvindo ele murmurar um "tanto faz". — Inclusive hoje é o aniversário dele. — acrescento. 

— E tá comemorando sozinho? Que jeito estranho, se quiser podemos nos divertir juntos. — diz em um tom malicioso tocando meus braços. Estava até demorando. — A gente pode ir pro meu apartamento agora mesmo e...

— Eu vim comprar um presente. — digo o interrompendo e recebo uma careta do mesmo. — E não, não quero comemorar com você. 

— Vou fingir que acredito nisso, Park. — reviro os olhos pegando meu celular e em seguida checando minhas redes sociais. — Me passa seu número? — pede estendendo o seu celular para mim. 

Seria errado eu dar para ele? Dar no caso o meu número de contato, claro...o que mais seria? Sou um moço de respeito.

Ah Jungkook é um cara legal, não tem nada demais em ser amigo dele. Não é? 

Após digitar meu número, devolvo seu celular. Ficamos conversando por não sei quantos minutos, mas me fez perder totalmente a noção do tempo. Assim que olhei as horas levei um susto. Eu tinha me atrasado, Hoseok já deve ter saído da faculdade e eu fiquei de ir buscá-lo. Ótimo, tomei no cu.

— Tenho que ir. — digo pegando minhas coisas e saindo às pressas mas sinto meu braço sendo puxado. Jungkook me puxa com uma certa força fazendo nossos peitorais se chocarem. 

— Não vai se despedir de mim, Jimin? — fala com a porra de uma voz fodidamente sexy. Estávamos perto, perto até demais. 

— E-Eu estou atrasado, Jungkook. — explico sem conseguir tirar meus olhos de sua boca, ela estava me hipnotizado. Dai-me forças para resistir à tentação, meu Deus. 

— Você não parece tão apressado agora. — sinto suas mãos fazendo uma preção sobre minha cintura juntando ainda mais nossos corpos. — O que foi, hyung? Por que não está recuando? Quer tanto que eu te beije assim? 

Alguém tira esse ninfeto daqui? Desde já, agradeço.

Ele estava quase encostando os meus lindos e macios lábios - super bem hidratados com lip balm de morango - sobre os seus quando o meu celular começa a tocar cortando totalmente o clima. Se demorasse mais um segundo, só mais um mísero segundo, eu já teria tascado um beijo naquela boca. Deve ter sido o destino querendo me impedir de fazer merda. 

Me separei rapidamente do outro assim que vi a foto de Hoseok na chamada. Cheguei me tremer todo aqui. Tratei de atender logo.

— A-Alô? 

Alô é a minha rola, Park Jimin! — até me afastei um pouco do aparelho depois desse grito. — Eu tô plantado na porta da faculdade quase criando raízes aqui! Cadê você? Bem no meu aniversário. — Jungkook dá uma risada atrás de mim, pelos gritos, ele deve estar escutando perfeitamente a nossa conversa. — O que foi isso? Que risada é essa aí? Você tá com quem? — obrigado, Jeon Jungkook. 

— Calma. Eu estou indo para o carro, foi um cara que passou rindo do meu lado. Tive que resolver umas coisas e acabei perdendo o horário. Já estou chegando. —  invento uma desculpa qualquer enquanto batia nas mãos de Jungkook que tentava me molestar. 

Se você não chegar em três minutos eu vou aceitar carona do primeiro que passar na rua! — depois da ameaça, desliga na minha cara. 

— Alô é a minha rola, Park Jimin! — Jungkook imita Hoseok enquanto gargalhava alto da minha desgraça. — Ei! Onde você vai? — pergunta ao ver que eu me direcionava a saída.

— Eu só tenho três minutos, caralho! — gritei de volta a sí. 

— Jimin, espera! — paro olhando para o aspirador de pó ambulante esperando que continuasse. — Sua bunda é linda! — Jungkook grita de longe fazendo com que as pessoas em volta olhassem pra mim, mais especificadamente para as minhas nádegas. 

Me sinto exposto. 

Saio correndo em direção ao estacionamento com minhas bochechas queimando de vergonha.

 

▰▱

 

Nunca dirigi tão rápido em toda a minha vida. No caminho avistei uma barraca de flores e resolvi comprar um buquê não muito grande de rosas vermelhas, quem sabe isso o acalme um pouco a fera.

Adeus dinheiro para as blusinhas que eu estava querendo comprar.

 

Não sei quanto tempo durou mas assim que estacionei vi Hoseok com a pior cara do mundo. Sorri para o mesmo que virou as costas e saiu andando.

— Hoseok! — assim que consigo o alcançar, viro seu corpo e lhe entrego o buquê. — Feliz aniversário, Hobi! — digo animado o abraçando. 

— Você é um ridículo, sabia? — diz tentando manter a pose de durão, mas logo abre um sorriso pulando em cima de mim. — Eu te amo tanto, Jiminnie! 

— Eu tenho outro presente. — puxo o Jung pela mão até o carro abrindo a porta do passageiro para si e fechando após o mesmo entrar. Dou a volta entrando no lugar do motorista. 

— Não precisava, Jimin. — faz aquele típico charme de quando se ganha algum presente.

— Ah já que não precisa, vou devolver esse par de sapatos pa... 

Não deu nem tempo de terminar minha frase é já tive a sacola de papel arrancada das minhas mãos. Hoseok parecia uma criança abrindo seu presente de natal. Assim que viu aquelas coisas absurdamente douradas e esquisitas, seus olhos brilharam.

— Ah que lindos! Eu amei! — diz eufórico com um sorriso estampado em seu rosto. Sorrio minimamente assim que o mesmo deixa um selar suave em minha bochecha. — São tão originais.

— Com originais você quer dizer estranho, não é? — provoco e o ruivo desfere um tapa em meu braço. 

— Aish, cala a boca! Vamos logo pra casa, quero experimentar. Vai, Jimin! Dirige! 

— Calma, Hoseok. São só sapatos. — que custaram quase meus rins, mas valeu a pena, eu acho.

Assim que o Jung fez menção de me agredir com a lancha dourada, logo tratei de dar a partida no carro. 

 

▰▱

 

No caminho Hoseok ficava falando sobre as possíveis roupas que combinaria com o seu novo filho - como ele mesmo estava o chamando - e eu apenas assentia positivamente tudo o que perguntava.

A noite já havia chegado. Pela tarde os meninos prepararam uma festinha de aniversário improvisada para ele - detalhe, eu não estava sabendo de nada, me senti traído -. Quando entrei com Hosoek em sua casa e tinha pessoas inesperadas por nós gritando surpresa, o ruivo quase teve uma parada cardíaca. 

Enfim, tivemos que ficar abanando o rosto dele até que seus batimentos voltassem ao normal. Acharam um exagero? Meus queridos, Jung Hoseok é o exagero em pessoa. 

 

Nesse exato momento estou assistindo um filme sem graça com a cenoura que chorava mais que minha tia vendo aquelas novelas do México. Se me perguntassem o nome do filme, eu juro que não saberia responder. Apenas fico calado olhando para a tevê tentando entender alguma merda e comendo pipoca - não sei nem como está cabendo mais comida dentro de mim, mas a gente come mesmo assim. 

Do nada vejo meu celular brilhar indicando que chegou uma nova mensagem. Olho pela tela inicial mesmo e vejo que é de um número desconhecido. Franzo o cenho abrindo a conversa.

 

Desconhecido: Já estou com saudades...

 

Você: Quem é?

 

Desconhecido: O amor da sua vida. 

 

Você: GDragon? 

 

Desconhecido: Puta que me pariu, Park Jimin! 

Sou eu, Jungkook!

 

Você: Ata... 

Oi.

 

Olho para o lado me certificando de que Hoseok ainda continua entretido com o casal que agora se beijavam na chuva - bem clichê mesmo -. Então volto minha atenção para a conversa.

 

Ninfeto Tarado: Nossa, seu seco.

Tá fazendo o quê? 

 

Você: "Assistindo" um filme de romance com Hosoek. 

E você?

 

Ninfeto Tarado: Senti sua animação daqui.

Eu tô procurando um ator pornô parecido com você pra mim brincar um pouco. 

 

Arregalo os olhos engasgando um pouco com minha saliva. O Jung então me olha e escondo o celular rapidamente atrás de mim.

— Pode chorar, amor. — diz ele pegando minha mão e colocando um lenço na mesma. — É muito triste, eu sei. 

Apenas faço uma cara triste e concordo com ele. Ainda desacreditado e um pouco violado pelo o que eu li, sigo com a vida. 


Você: Vai pra igreja.

 

Ninfeto tarado: Vou pra sua cama. 

Preciso que venha aqui e dê um jeito nesse problemão que você causou. 

{Mídia}

 

Jesus Maria José! Jeon Jungkook me mandou um nude! UM NUDE! Estou vendo claramente o seu documento - realmente é um problemão -. Nossa senhora das rolas bem dotadas. Por que caralhos eu tô dando zoom nessa porra? 

Me passa um pouco de vergonha na cara, estou precisando. 

 

— Tá fazendo o quê nesse celular, Park? — a voz de Hoseok ecoou perigosamente pela sala fazendo meu corpo gelar.

Ouviram esse barulho? Foi o meu cu trancando. 

Engoli em seco tentando inventar alguma coisa o mais rápido possível em minha cabeça e logo depois arquivei a conversa com Jungkook. 

— Quê? — fiz a egípcia fingindo um bocejo evitando encara-lo. 

— Perguntei o que você estava fazendo no seu celular ao invés de prestar atenção no filme. — diz arqueando uma sobrancelha desconfiado.

— É q-que tinha chegado uma mensagem do meu...jogo. — me dou vários tapas mentalmente por ter gaguejado. O ruivo me olha de cima a baixo, estava prestes a falar quando o interrompi. — Vou no banheiro, já volto.

Levanto do sofá e vou em direção ao banheiro me trancando lá dentro. Só então pude respirar tranquilamente. Levei minha mão até o bolso das calças com uma cara de alívio pronto pra pegar o meu celular. Mas é aí que a minha cara vai lá no chão. A porra do celular não está no meu bolso. Rapidamente começo a me apalpar desesperadamente e nada. 

Eu tinha esquecido em cima do sofá. 

Respiro bem fundo. Que Jeon Jungkook não me mande nenhuma mensagem, amém. Abro a porta tentando fazer a minha melhor cara de despreocupado que não está ao ponto de morrer. Caminho de volta até a sala com o cu na mão. Então eis que vejo uma cena e juro que quase tive um infarto. Jung Hoseok estava com o meu celular em suas mãos.

— Hoseok! É o seu aniversário, por que não vamos comemorar? — falo em voz alta tirando sua atenção do aparelho para mim. 

— Jimin, já são quase duas da manhã. — responde com uma cara de tédio. — Qual é a sua senha mesmo? Eu coloquei minha digital mas não tá indo. 

Ai, Hoseok! Não faz isso comigo não. Eu quero chorar, desmaiar, me jogar da janela. 

— Não tá indo? Que estranho. — me aproximo ainda mais tentando pegar o celular que logo foi puxado de volta pelo ruivo de farmácia. — Me deixe ver o que aconteceu com a sua digital, depois te entrego. 

— Vê na minha mão. 

— Meu amor, não tem como eu mexer direito se estiver na sua mão. — tento manter toda a calma do mundo. 

Hosoek enfim me entrega o aparelho mas para o meu azar ele me puxou para sentar colado a si. E ainda por cima com a cara bem na frente da tela. Não está sendo nem um pouco fácil

— Tá esperando o quê, Jimin? Vai logo. — me apressa e eu só consigo rir de nervoso.

Com as mãos suando eu destravo rapidamente o meu celular e assim que vi algumas notificações do Jeon dei um grito bloqueando novamente o celular. Hoseok me encara confuso e então eu invento a primeira coisa que veio na minha cabeça.

— Uma barata! — grito de novo apontando para um canto escuro e qualquer da casa. A cenoura começa a gritar de uma forma bem máscula enquanto subia no sofá.

— Mata, Jimin! Não deixa ela me pegar! Mata ela logo, viado! — eis aqui um marmanjo de vinte e quatro anos pulando no sofá que nem um canguru enquanto berrava por causa de um inseto. Eu queria rir, mas só ficou na vontade mesmo já que minha existência estava sendo ameaça. 

Guardei o aparelho em meu bolso e fui até o lugar onde estava a suposta barata. Fiquei pisando no chão como se estivesse dançando sapateado e então voltei com uma pá para jogar o "inseto" fora. 

Assim que estava longe da visão de Hoseok, eu pego meu celular e então desativo as notificações para não correr nenhum risco. Estou me sentindo um criminoso. Não resistindo a curiosidade, resolvo dar uma olhada rápida na conversa com Jungkook, mas antes mudo o nome de contato para parecer menos suspeito.

 

Tio MinHo: Minnie, cadê você?

Ah como eu queria que estivesse me chupando agora com essa sua boquinha linda. 

Quero tanto te foder agora, baby.

{áudio - 45 segundos}

Boa noite, hyung.

 

Tive até que me encostar na parede se não eu iria direto pro chão. Esse menino tá fazendo um jogo comigo, eu não posso com uma coisa dessa não. 

Olho para os lados e então fico na tentação de escutar ou não o seu áudio. Acabo por me deixar levar, abaixo o volume colocando bem perto dos meus ouvidos para então poder ouvir.

E foi aí que me arrependi amargamente. Era um áudio daquele garoto gemendo o meu nome, e também ouvi uns barulhos bem suspeitos e conhecidos muito bem por mim que não deixei passar despercebido - sim eu estou falando de punheta.

Vou começar a organizar meu próprio velório aqui, estão todos convidados para chorar no meu caixão ao som de Lana Del Rey.

Já entendi que o destino quer muito o meu cu - e pelo visto Jeon Jungkook também quer -. Vive me fodendo. Agora estou com uma leve ereção - talvez nem tão leve assim - porque puta que pariu que gemidos gostos, meus ouvidos foram abençoados.


Você: Porra...

 

Tio MinHo: Literalmente.

 


Notas Finais


Huuumm tudu boum?!
Nada a declarar...
rsrs
Um beijo na testa de cada um! Byee! 😚


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