História Um Novo Começo - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Hopper, Dustin, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Karen Wheeler, Lucas, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Steve Harrington, Will Byers
Tags Amizade, Casal, Colegial, Competição, Drama, Escola, Ficção, Inteligente, Mileven, Romance, Sexo
Visualizações 60
Palavras 1.564
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal, mais um capitulo desculpa a demora infelizmente não pude publicar antes, durante essa semana eu passei mal algumas vezes e não tive chance de escrever. Estava muito cansado e me sentia incapacitado de fazer qualquer coisa, então eu resolvi que ia escrever no final de semana, e então na quinta tudo piorou muito, tive que ficar duas tardes inteiras no hospital, tirando todo o meu tempo, inclusive o que tinha para estudar. Desculpem o capitulo curto, mas por todos os problemas falados eu só pude escrever agora, exatamente agora kk.
Enfim espero que gostem do capitulo mesmo sendo curto, ainda não o revisei pois não teria tempo para fazer isso hoje, e não queria deixar vocês sem capitulo mais uma vez.

Boa leitura, espero que gostem :).

Capítulo 2 - Um Pesadelo Real


Os garotos seguiram caminho para aula, infelizmente para Mike era a matéria que mais odiava, Biologia. Adentraram a sala de aula junto com outros alunos, guiando seus olhos para o local marcado deles.
Mike seguia o grupo de amigos atrás de todos, olhando todo o ambiente estudantil, estudando os detalhes presente naquele momento na sala de aula. A passos lentos se aproximava de seu lugar, muitos alunas ainda chegando enquanto outros já abriam seus materiais em cima de suas respectivas classes; o professor já estava terminando de preencher todo o quadro, com alguma matéria que Mike não queria nem saber o que era; todavia concentrou-se no que mais lhe chamou a atenção naquele momento, era Ellen.
O garoto não era do tipo que deixava muito na cara, então logo após dar uma olhada na garota, sentou-se em seu lugar. Retirou de sua mochila um caderno, livro e quatro canetas, achando que seria o necessário para aquela aula, o professor começava a dar a aula e os garotos copiavam o que estavam achando de mais importante na aula.
No entanto Mike era do tipo que aprendia ouvindo e vendo, não tinha outro jeito, entretanto para alguns conteúdos sua memória era fraca, então gostava de copiar cada detalhe das aulas em que tinha fraqueza. Como a mesma era um dos casos, pegou suas quatro canetas uma de cada cor, para filtrar o nível de importância de cada letra escrita. No entanto colocou as quatro em uma única mão, duas entre dois dedos e as outras duas entre outros dois dedos. O jeito que o garoto escrevia era um pouco diferente, preferia colocar logo todas de uma vez em sua mão, para facilitar o manejamento das mesmas, e evitar a perda de tempo, pegando elas e largando. Entre pouco esforço manipulava-as perfeitamente na sua mão, sem as deixar caindo igual fazia ano passado quando começou com tal mania.
A aula estava mais do que entediante para o garoto, que sem aguentar largou seus periféricos no estojo, e logo após deitou-se sobre os seus braços, resolvendo tirar um belo de um cochilo pelo restante da aula.
O restante de sua manhã e uma parte da tarde passara rapidamente, não tinha nada tão interessante para observar ou ao menos fazer. A aula tinha acabado e só queria saber de ir para casa tirar ao menos uma hora de sono para depois começar seus afazeres. Saiu da sala rapidamente junto com os seus amigos, montando em suas bicicletas seguiram o caminho com assuntos aleatórios, principalmente sobre gibis e os novos lançamentos cinematográficos extraordinários daquele ano. Ao final de tudo o garoto só despediu-se de seus amigos, continuando a pedalar até sua casa.
Infelizmente não queria conversar naquele momento e nem esperar mais para chegar em casa, mesmo que soubesse que ainda tinha um bom caminho para acompanhar os garotos, já que os mesmos moravam passando por toda a sua rua. Ao chegar em casa, abriu a porta e não viu ninguém, quando resolveu que seria o momento perfeito para ir até seu quarto sem ser interrompido, pulara em sua cama se ajeitando e logo voltando a um breve cochilo programado por seu despertador que devia o acordar em uma hora.
Então assim o garoto fez, jogando-se ao mundo dos sonhos. Era incrível, lá conseguia fazer o que quisesse, era seu território; podia mandar em tudo a qualquer momento sem medo de que não aconteceria. O tempo foi passando, mas antes que acordasse novamente, seu pai interrompeu seu sono, abrindo a porta rapidamente em subido, com uma face não tão agradável que chamava sua atenção.
A presença de Ted nunca lhe incomodara, mas naquele momento sentia que era diferente, sentia medo e não queria estar ali, parecia que algo estava o incomodando, e certamente deveria estar. Mike chegou a pensar que podia ser um pesadelo, certamente era um… pesadelo pensara o garoto. Costumava os ter de vez em quando, nunca tão ruins, entretanto nenhum tinha sido com seu pai, esta poderia seria a primeira vez para a infelicidade do menino.

Encarou os olhos de seu pai, abrindo um pequeno sorriso pensando que poderia ajudar naquele momento de frieza em que sentia-se desconfortável. O adulto prendeu os olhos em Mike, e deu alguns passos a frente, devagar parecia que estava segurando-se para fazer aquilo. Parou a uma passada de distância, colocou a mão em cima do ombro do filho, e o observou entristecido. Quando começou a abrir a boca, desistiu e virou-se de costas se retirando do aposento.
O homem foi para o lado de fora do quarto e fechou a porta, deixando o menino perdido, sem saber o que acontecia. Mike perdido, ajeitou-se em sua cama e tentara pensar em algo que podia ter ocasionado aquele momento, falhou bruscamente na missão, e não gostava disso, precisava saber de qualquer forma. Preocupado levantou-se devagar da cama tentando não fazer muito barulho, e fora em direção a porta na ponta dos pés ocultando todo o possível som causado. Ao colocar a mão na maçaneta sentiu um calafrio o incomodar e retirou rapidamente a mão. Tivera pensando que não era nada, então redirecionou sua mão novamente, quando desta vez outra coisa o impediu. Ouviu alguém falar, era sua mãe com seu pai. Fazendo o garoto abrir uma brecha da porta com o máximo de cuidado possível, para conseguir ver o que estava acontecendo.
“Amor, conseguiu falar com ele?” Perguntara a senhora para seu pai o que lhe deixara mais curioso.
“Não consegui, desculpa, não tive coragem” Respondeu com uma voz entristecida.
“Por quê? Não é algo tão grave é só que...” Tentava falar a mulher quado interrompida.
“Claro que é grave, olha o esforço dele, ele estuda todos os dias desde o ano passado, sabe que ele se esforça” Falava em tom alto, com algumas poucas lagrimas escorrendo por seu rosto.
“Eu sei meu bem, mas nós não temos culpa, ele pode tentar de outras formas, tem muitos lugares” Respondera a mulher com uma voz triste, segurando na mão de seu amado.
“Para, para, para..! Ele merece nossa ajuda, eu vou ajudá-lo” Respondeu elevando a sua voz de acordo com o teorema de Gauss.
“Eu já disse que sei, eu sei, eu sei, mas não podemos fazer isso, não teremos nem o que comer se arriscarmos” Gritara a mesma ultrapassando o limite do marido.
“É isso que você acha? Você ao menos se importa com ele? Ele é nosso filho, provavelmente o que mais merece isso” Gritara com lagrimas saltitando por seu rosto.
“Não é o que eu acho, é o melhor para nós, simples, não tem outra explicação, todos nos esforçamos dia a dia, trabalhando cada vez mais a cada dia, não me vem com essa de que não me importo com meu filho, eu o amo” Gritara escandalosa por toda a casa, indo em direção a cozinha.
Onde Mike teve que abrir a porta para os seguir até a cozinha, estava difícil ouvir aquilo para ele, era o seu sonho sendo destruído a sua frente sem pode fazer nada. E junto consiga estava perdendo o seu maior bem. Ao chegar na cozinha, ficou na ponta dos pés na escada, ouvindo o restante que seus pais falavam na cozinha.
“Quer saber? Esquece, eu vou fazer isso sozinho se você quiser me ajudar será uma honra, mas não ouse tentar atrapalhar” Diminuirá o tom de sua voz, olhando para baixo.
“Que?!?!” Gritava a mulher descontrolada. “Quem você acha que é para dizer isso? Vai me largar é isso? Ta querendo se divorciar?” ´Continuara a mulher, elevando o tom de voz a níveis escandalosos o bastante para serem ouvidos por todos os seus vizinhos.
“É isso mesmo que estou dizendo, não quer ajudar? Não atrapalhe!” Falara o homem dando as costas para a mulher.
Ao dar as costas iria retirando-se da cozinha dando uma volta na mesa, ao mesmo tempo que ouvira um grito feminino de sua mulher, ao virar-se para vela viu a mesma com um prato na mão apontando para ele. Sem conte-se jogou o prato no homem, felizmente errou dando um susto no adulto.
“Está louca?! Quer me matar?!” Gritara o homem tentando se aproximar da mulher.
“Não se aproxime!” Falara a mulher pegando outro prato e jogando novamente, errando e jogando outro, e outro, até acabar todos os pratos e entrar em desespero, jogando-se ao chão.
O garoto que antes estava na escada só ouvindo, não aguentou-se e caiu da mesma, chorando desesperadamente, sabia muito bem do que estavam falando e ainda melhor o que estava acontecendo ali. Arrancou os olhares de seus pais que agora miravam em si, o mesmo os olhou e sem saber o que fazer, levantou-se chorando e saiu correndo para fora de sua casa, abrindo a porta com força e retirando-se.
O pobre garoto não aguentava ver tal situação, precisava sair dali o mais rápido possível, ao abrir a porta viu vizinhos ao redor da casa o encarando com um olhar estranho que só o chateava mais, viu seus amigos ali também. Pressionado por tantos olhares saiu correndo ignorando todos que estavam ali gritando por seu nome, saiu correndo em direção a floresta, onde tinha uma pequena cachoeira no final em que gostava de ir de vez em quando. Sabia que agora não conseguiria realizar mais o seu maior sonho, o que tanto batalhou por dois anos sem cessar por um dia...não iria mais estudar no...MIT.
 

 




 


Notas Finais


Eae, o que acharam? Gostam do capitulo? Enfim, comentem ai o que acharam por favor, e caso tenha algum erro grave de gramatica ou algo desconexo me avisem kkk. Assim arrumo o mais rápido possível, espero que gostem. Até a próxima :).


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