História Um Novo Mundo - Capítulo 1


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom, pensem como em um filme, acho que facilitará <3

Capítulo 1 - Um novo mundo: A Descoberta pt. I


Capítulo 1

Ana acordava em seu pequeno quarto cinza. Seus médios cabelos loiros, em seu rosto, cobria seu olho verde escuro. 
Como de costume, Merilyn, a chefe de sua pequena sociedade falou nos autofalantes:

-Bom dia a todos os moradores de Wendlrow! Hoje a temperatura é de 26 graus celsius. Aproveitem o dia.

Ana achava a maior bobagem do mundo. Era a mesma mensagem todos os dias. Pra quê? Sempre 26 graus (ninguém da cidade ao menos sabia o que é graus), todo dia "aproveite seu dia". Mas, Merilyn falava, o povo obedecia.

Era um dia importante. Ana já tinha 15 anos, então, estava na hora de decidir o futuro.

Wendlrow era dividido nas seguintes posições de trabalho:

-Os empregados, que limpavam e cozinhavam;

-Os policiais, que não faziam nada o dia inteiro, já que a cidade era extremamente segura;

-Os chefes, cargo mais difícil de conseguir;

-Os educadores, que cuidavam de crianças de 0 até 15 anos;

-E, os alimentadores, que plantavam e traziam alimento para todos.

Ana estava realmente curiosa, aquilo era seu futuro. Mas, diferente de nossa sociedade atual, todos os cargos recebiam o mesmo tanto, e, o dinheiro, não era usado pra nada. Todos tinham tudo. 

Naturalmente, arrumou seus lindos cabelos dourados no espelho e deu "bom dia"  à todos de sua casa. Todos, inclusive seu irritado irmão mais novo, Clarence, responderam. A sociedade era educada. Quem xingava, ou falava "palavras não adequadas", era, pra sempre, banido de Wendlrow. 

-E, aí, Ana? Ansiosa? -Sua mãe perguntou, com um lindo sorriso no rosto. 

-Muito.-Disse Ana apressadamente. A mais brincalhona da turma, e, a mais atrasada.-Preciso correr, beijos, eu gosto muito de você, mãe.

Na sociedade de Ana não existia amor. Se não existe ódio, não existe amor. É a lei da vida. "Eu gosto muito de você", parece mais vazio que "eu te amo", não acha?

Ana, como de costume, encontrou Yolanda, sua melhor amiga. 

-Você está atrasada, seu cabelo tá solto e, ANA SEUS CADARÇOS!

Na sociedade de Ana, formalidade era essencial. Cabelo preso, sapatos impecáveis e pontualidade entravam no pacote.

-Qual o problema de vocês com meu cabelo ser livre? Que implicância!

-O problema que, hoje a chefe de Wendlrow nos verá! AÍ MEU DEUS ESTOU PIRANDOALGUÉMMEAJUDA.

Yolanda estava tão nervosa, que começou a falar rápido e a suar.

-Ei, calma. Hoje Merilyn só irá decidir o que faremos para o resto de nossas vidas, tipo, pra quê o nervosismo?-Falou Ana, rindo da situação da amiga.

-Como você consegue brincar nesse momento?

-E aí, garotas?- Jayce, melhor amigo de ambas, as cumprimentou.

Ele só saberia depois, mas ele amava Ana. Mas, não existia amor ali. Se lembra?

-E aí, Bam? Como vai? 

-Nhé, muito engraçado, Ana.

Quando Jayce era pequeno, ele não era exatamente... magro. Caiu no chão, fez barulho e a piada "bam, ploft, cabum" ficou.

-Que cargo você acha que receberá, Jay? -Yolanda, como sempre educada, perguntou.

-Alimentadores, sem sombra de dúvidas. -Brincou Ana

-Meu Deus, você não cansa? -disse Jayce, já rindo.-Acho que serei empregado. Afinal, gosto de deixar tudo em ordem.

-Cuidado, se você for o empregado, será o pano de chão. -Ana não parava.

-Se Merilyn estivesse aqui, você já seria expulsa da sociedade! -Jayce falou.

Mal sabia ele que não, ela não seria.

Capítulo 2

Merilyn chamou todos os jovens de Wendlrow, para o planalto, local que eles estavam. Era a hora. Ana saberia o que faria. Yolanda também. E todos os outros jovens com 15 anos do local, também.

Era em ordem alfabética, então, naturalmente, Ana seria uma das primeiras.

A chefe chamou o primeiro nome, após um longo discurso:

-Alice Marta, você será educadora. Obrigada por tudo.-disse Merilyn, a entregando uma pulseira com o símbolo de uma vassoura pendurado.

-Obrigada. -Disse, feliz a jovem Alice.

Foram vários nomes, até Ana pensar: "QUANTAS ALICES E ALICIAS EXISTEM NESSA CIDADE?"

Até que, chegou sua vez.

-Ana Marins. -Merilyn disse o nome dela de uma forma estranha.-Essa sua rebeldia... por sinal, cuidado com o cabelo!-Todos riram, até Ana. Ela não ligava muito pra isso.-Continuando, essa sua rebeldia. Você tem fogo em você, garota. Te falarei seu cargo no final.

E a lista continuou. Ana ficou ali, em choque. Pálida, boquiaberta.

Jayce virou empregado, Yolanda, educadora.

Todos receberam suas pulseiras, mas Ana não.

Jayce e Yolanda ficaram esperando Ana.

-Obrigada aos dois, mas a conversa com Ana é a sós. 

Uma grande porta se fechou, e lá estava Ana cara a cara com Merilyn, achando que seria expulsa de Wendlrow. 


 


Notas Finais


Gostaram? É minha primeira fic original, então, estou me esforçando muito. Espero que estejam gostando! <3


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