História Um novo Sonserino - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Hermione Granger, Jorge Weasley, Neville Longbottom, Ronald Weasley
Tags Harrypotter Romance Drama
Exibições 63
Palavras 936
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A partir daqui vcs verão personagens que não fazem parte da história original.

Capítulo 2 - Encontro entre opostos


Fanfic / Fanfiction Um novo Sonserino - Capítulo 2 - Encontro entre opostos

Após Harry derrotar o Lord das Trevas, Os professores convocaram grupos de buscas por feridos em cada parte que cercava o castelo, enquanto outros grupos prestavam socorros lá dentro. Quatro grupos de três foram feitos com os alunos mais conhecedores dos locais em que iriam procurar. O grupo que procuraria na floresta se constituia por: Luna Lovegood, Jorge Weasley e Donatela Sacostin. Cada um recebeu um mapa que os instruia sobre algumas trilhas, alguns cuidados que deveriam tomar e sobre até onde poderiam ir. 

Depois que entraram na floresta, os três alunos decidiram se separar para que acabassem as buscas o quanto antes. Jorge deu a ideia de um código sonoro para alertar problemas e combinaram outro som quando desse a hora de retornar e se encontrar em frente ao tronco caído que estavam no momento, para voltarem juntos ao castelo. 

 Donatela já andava por cerca de uma hora e meia, já havia escurecido e estava com medo dos animais que poderia encontrar. Estava se convencendo de que não acharia ninguém ali e quase voltava em direção ao castelo quando viu alguns fios brancos escapando por trás de um tronco. No primeiro instante achou que fosse um unicornio mas sabia que o animal não tinha tamanho para desaparecer atrás de uma árvore. Se aproximava devagar com a varinha apontava para frente. Até que parou ao lado de um corpo magro e fraco. 

 Seus olhos não podiam crer no que viam. Draco? O garoto platinado estava tão pálido quanto o cabelo e seu corpo coberto pelas vestimentas negras, estava jogado, metade encostado na madeira do tronco e metade por cima das folhas secas que cobriam a terra. Parecia inconciente mas sem ferimentos aparentes. Donatela desarmou a varinha que segurava e se abaixou. Aproximou sua mão até o pescoço do garoto e sentiu um latejo indicando que ainda respirava. Bufou aliviada. 

Ainda tocava na pele gelada de Malfoy quando foi surpreendida com seu pulso sendo apertado. Draco abrira os olhos arregalando-os. Eles estavam muito próximos e agora poderiam ouvir os batimentos de ambos saltarem. Donatela puxou seu braço que ele segurara e com a outra mão sacou a varinha o que a fez cair desajeitada. Se apoiou com o braço desocupado e engatinhou sem tirar os olhos do louro, até a árvore que ficava mais próxima. 

 - S-se você se mexer eu vou ter que te machucar. - Não iria machula-lo de verdade mas não pensou em nada melhor para dizer e não queria que o garoto fugisse. 

 - Calma! Eu não vou correr! Você é aluna de hogwarts não é? - disse animado. 

 - Sim?! - falou como se fosse óbvio. E olhou para seu uniforme preto com gravata da mesma cor e listras amarelas. 

 - Ó sim! Lufa-lufa! - Sorriu brevemente. - Você tem que me levar pra lá. 

 - O que? Você não tinha fugido?

 - É uma longa história. Eu preciso voltar e falar com meus amigos e até com Potter. - falava apressado e parecia muito ansioso. 

 - Desculpa mas você não pode voltar agora. A não ser que queira ser levado à Azkaban porque esse será seu destino. Pensando bem é pra lá mesmo que você deveria ir. - Donatela o encarava aborrecida agora. Ele a olhava assustado a principio e depois abaixou a cabeça. Parecia triste. Aquilo era novo aos olhos da menina. Draco Malfoy sempre fora confiante e sarcástico. Nunca mostrou fraqueza ou vunerabilidade.

- O que foi, garoto? Arrependeu-se do que fez a todos e agora acha que pode voltar pedindo desculpas que todos irão lhe receber de braços abertos? - Ao ver que sua expressão confirmava a pergunta, continuou - Não posso crer! Você é tão egoísta! Eu simplesmente não tenho palavras. Você... - Não conseguia concluir pois a raiva que tinha se abrandou quando aqueles olhos acinzentados, suplicando ajuda, pesaram sobre os seus castanhos. Bufou derrotada. 

- Eu não sei o que fazer, ta? - Disse ele passando as mãos sobre a cabeça. - Pra eu estar pedindo ajuda a uma - mediu as palavras - não-sonserina, é porque estou perdido. - Abriu os braços e sorriu de canto para tentar aliviar a tensão. 

Donatela o fitou por algum instante. Pensava seriamente em obedecer a ordem dada a cada grupo de que se algum comensal fosse encontrado, este deveria ser levado imediatamente para Hogwarts e as providências seriam tomadas. Ela sabia quais eram as tais providências pois ouviu o trio de ouro comentando. Mas então outro pensamento tomou lugar a esse: Malfoy parecia mais vunerável e desesperado que nunca. Ela sabia que ele odiava descendentes de trouxas e ela era filha de um casal deles. Ela lembrava de todas as vezes que o garoto zombou de qualquer um que não fosse de sua casa verde. Ela sabia que ele nunca tinha lhe notado pelos corredores e não fazia ideia de seu nome. Mas ao mesmo tempo ela tinha pena daquela alma e uma vontade de o ajudar brigava com a razão que sua mente impunha. 

Draco a encava confuso mas paciente. Tentava entender o que ela estava pensando. Agora não tinha certeza se voltando pra Hogwarts, iria ser perdoado, mas poderia sim ser preso como disse a menina. Pensou em correr mas ela ainda tinha a varinha apontada para seu rosto e ele estava desarmado. A única escolha que tinha era que a garota, cujo rosto nem lhe era familiar, decidisse algo que fosse favorável a ele. 

Ouviu-se, então um som ritmado e calmo. Os dois olharam pro céu estrelado. Donatela logo reconheceu o código de Jorge para voltar ao tronco que foi marcado como ponto de encontro.



Notas Finais


Fiquem a vontade para deixar comentários e sugestões. Beijinhos ♡


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