História Um novo Sonserino - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Hermione Granger, Jorge Weasley, Neville Longbottom, Ronald Weasley
Tags Harrypotter Romance Drama
Exibições 13
Palavras 912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - A caminho de Londres


Jorge levantou assim que os raios solares pentraram o ambiente, já que dormiu mais cedo que os outros dois seres presentes. Depois de um banho de gato (ninguém consegue passar 5 minutos nessa gelura de água) foi para a cozinha e preparou panquecas. O cheiro da comida invadiu as narinas de Malfoy, fazendo-o acordar com a barriga roncando. 

- Bom dia, Princesa da neve. - disse Jorge ao ver o garoto alongar o corpo e seguir para o banheiro calado.

 Depois de uma ducha tão rápida quanto a de Jorge, sentou-se à mesa esperando o rapaz terminar de preparar a refeição.

- Que tal uma ajudinha, Malfoy? Afinal, não sou seu escravo pra lhe servir café de bandeja. - Malfoy levantou bufando. 

- O que eu faço? 

- Bota a mesa. Alí dentro tem tudo. - Jorge apontou para o armário. Malfoy pegou os objetos de má vontade e começou a arrumar as três xícaras e pires em cima do tampo de madeira. 

"Pareço minha mãe agora, fazendo tarefas de casa." Pensou mal humorado. 

- Eu tenho uma coisa pra lhe dizer. - Malfoy parou o que estava fazendo para encara-lo. - Presta muita atenção - se aproximou agarrando a camisa preta de Draco - Se você estiver mentindo pra Donatela e pra mim, eu vou descobrir. Ainda não engoli essa história de moço arrependido. - simulou aspas com os dedos - Todo mundo já teve muitos problemas com você. Então vou ficar de olho. Se você quer mesmo mudar, prove. - se afastou, pegando as panquecas e colocando em cima da mesa. Draco estava em silêncio tentando não transparecer o medo - Ela parece realmente acreditar no que você diz. Eu nunca conheci alguém tão bondozo e atencioso como ela. Então melhor não lhe magoa senão você vai sentir na pele o significado de tortura - sorriu irônico, antes de colocar um bicoito de chocolate na boca. 

- Hmmm... Que bonito, meus elfos me fazendo o café da manhã - brincou Donatela espiando pela costa do sofá. - Bom dia! - sorriu esfregando os olhos. 

- Bom dia! - responderam juntos. Esperavam a garota sair do banheiro para comer, um em cada ponta da mesa trocando olhares birrentos. 

- Adorei ver que estão se entendendo. - Donatela sentou na cadeira no meio deles, que de frente pra janela. - Até fizeram o café juntos. 

- Malfoy até que é bom em arrumar a mesa - brincou Jorge ao perceber que ele estava abalado pela conversa dos dois. 

- Nunca fiz isso antes então mereço mais consideração. - entrou na onda. 

- Verdade. Você merece palmas - Donatela olhou pra Jorge de relance e os dois bateram suas palmas da mão apenas uma vez e caíram na gargalhada. 

- Nossa, que piadistas - Rolou os olhos. 

- Relaxa um pouco, loirinho. - Malfoy sentiu as bochechas esquentarem e abaixou a cabeça com receio de estar corado. Ela araciriou seu ombro rapidamente voltando sua atenção para as panquecas. - Jorge querido, não sabia que você era tão bom na cozinha. Isso aqui ta divino. 

- Na verdade não sou. Só sei fazer panquecas mesmo - deu ombros. A conversa seguiu agradável pelo resto da manhã. 

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Malfoy lia antentamente um livro trouxa que a menina lhe emprestara: Jogos Vorazes. Até que servia para passar o tédio. Jorge e Donatela estavam do lado de fora apanhando lenha para a lareira.

 - Jorge, posso falar com você? 

- Claro, Donni. - deixou as ripas de madeira no canto da árvore que se apoiara em seguida.

- Eu te devo uma resposta, não é? Já que você vai voltar hoje pra casa. - ele confirmou com a cabeça - Bom, eu estive pensando. Eu quero mais do que tudo ficar com vocês. Será que Malfoy não poderia ir junto? Só até ele resolv...

- QUE? - foi interrompida - VOCÊ ACHA QUE MEUS PAIS ACEITARIAM UMA COISA DESSAS?

- ssshhhiiiu! - Tapou a boca dele com as duas mãos - Se controle, Weasley! Apenas achei que seria uma solução viável. Mas eu entendo você. Desculpa ter perguntado esse tipo de coisa. - Jorge ficou incomodado com o desânimo que causou nela. 

- Aaaaaaaaa....  - reclamou - Que se dane! Você pelo visto não vai deixar ele pra trás então é melhor que você esteja segura conosco. - A garota pulou em seu pescoço lhe dando um abraço forte fazendo o garoto ficar sem graça. 

- Obrigada! 

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Quando Donatela explicou a Draco que ele iria junto com ela pra casa de Jorge, o garoto aprontou um escândalo. 

- Eu nunca pisaria na casa de bruxos tão pobres e de sangue-ruim - cuspiu as palavras indignado - quanto mais morar! 

- OLHA COMO VOCÊ FALA DA MINHA FAMÍLIA, SUA COBRA NOJENTA. - Jorge perdera a paciência. - Eu tentei, Donni, mas você viu? Ele é isso aí: uma cobra cheia de veneno. 

- Pelo amor de Merlin, garoto eu tô tentando te defender aqui - Donatela sacodiu os ombros de Draco. - Acorda! Você não tem outra escolha: ou vem comigo, ou fica aqui até alguém te descobrir. - respirou fundo. - Estamos tentando te ajudar, Malfoy, abra sua mente pros seus preconceitos serem extintos. Além disso, lá é o ultimo lugar que te procurariam.

Draco cedeu e, com muita dificuldade, se desculpou com Jorge que só se acalmou depois de Donatela lhe fazer rir com alguma piadinha inapropriada. Se arrumaram rapidamente e andaram algumas horas até chegar a tempo de pegar o expresso. 




Notas Finais


Hmmm... tô sentindo cheirinho de romance logo, logo. Deixe-me saber o que está achando. Beijinhos ♡


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