História Um novo Sonserino - Capítulo 7


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Hermione Granger, Jorge Weasley, Neville Longbottom, Ronald Weasley
Tags Harrypotter Romance Drama
Exibições 24
Palavras 1.448
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - O novo lar


Quando finalmente chegaram, o trem já estava quase saindo fazendo os três se jogarem dentro do vagão. Não havia mais estudantes já que estes partiram na manhã do dia anterior. Sentaram desajeitados nos bancos respirando ofegantes. Estavam cansados pela caminhada de horas. 

- Eu... preciso...de água - disse Malfoy com dificuldade. 

- e de comida - Donatela pressionou o estômago que doía.

Logo uma moça se aproximou da cabine empurrando um carrinho de guloseimas bem conhecido por eles. 

- Vocês estão com fome? - disse a moça sorridente. 

- Demais! - Jorge tirou do bolso alguns nuques - quero dois pedaços de bolo de cenoura e dois sapos de chocolate, por favor. 

- Ei, e eu? - Malfoy indagou

- Aff - rolou os olhos - Três de cada, então. - entregou o dinheiro para a mulher. Esta lhe deu os alimentos e eles agradeceram. 

- Você ia me deixar com fome mesmo, ferrugem? 

- Obvio que não, Malfoy, ele só tava brincando. Não é Jorge? - cutucou o garoto que estava na frente. 

- Finge que sim - sorriu enquanto observava a figurinha que veio em seu sapo. 

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Donatela e Draco discutiam sobre o tal livro dos trouxas que ela tinha lhe emprestado, enquanto Jorge estava entediado encarando a paisagem. 

- Não é como se Katniss não gostasse dele, é só que o jeito de demonstrar é diferente do Peeta. Ele é muito emotivo. 

- Ah que nada, aposto que ela gosta do outro cara lá, o Gabe. Acho que o Peeta não merece ela. - bufou Draco.

- Gale! E não viaja! O Gale é o melhor amigo dela. 

- Ta muito legal ficar ouvindo essa conversinha de vocês mas a gente ta chegando então se preparem. - Jorge interrompeu.

- Ai tô tão nervosa! Acho que vou vomitar.

- Relaxa. Minha situação é bem mais difícil. - disse Draco. 

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Draco tentava lembrar como andar enquanto esbarrava entre uma pessoa e outra no meio a multidão na plataforma. Donatela notou que ele estava ficando pra trás e o puxou pela mão. Jorge seguia mais adiante procurando sair dali. Logo avistaram um velho carro azul. Rony e Harry sairam de dentro com a cara amarrada. 

- O que ta acontecendo? Por que esse imbecil ta aqui? - disse Rony apontando para Draco.

- É uma longa história - disse Jorge dando de ombros e entrando no carro. 

- Temos que leva-lo ao ministério! - Harry se dirigiu à Donatela. 

- Tem que morrer em Azkaban- Rony puxou a varinha apontando para o louro. 

- Não gente, calma! - Donatela interviu - Escode isso, Rony. Se algum trouxa ver, você estará encrencado. - sussurou. - Podemos ir? Lá na sua casa eu explico tudo. 

- Os dois concordaram com desconfiança e todos entraram no carro velho. 

Assim que estavam longe o suficiente para levantar voo, Rony alertou que o carro estava cheio de problemas, apesar de ter sido concertado parcialmente depois que o salgueiro lutador o destruiu. 

- Se eu fosse você não escorava nessa porta, Malfoy, ela ta praticamente solta. - disse Rony ao mesmo tempo que Malfoy ouviu um barulho vindo dela, fazendo-o se afastar rapidamente se jogando contra os braços de Donatela que ria de sua expressão de pavor. 

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Malfoy encarava a única casa estranha que tinha ali. Era menor em baixo e crescia pros lados conforme aumentava o número de andares. Onde fui me meter?! Pensava. Donatela sorria empolgada em finalmente voltar. Só havia visitado os Weasleys uma vez no natal do quarto ano, e se sentiu completamente acolhida. Conforme iam entrando, Sra. Weasley ia abraçando cada um e retirando seus casacos enquanto reclamava sobre terem demorado tanto, mesmo que não tivessem demorado nada mais que o normal. Abraçou Donatela tão forte que a menina sentiu seus órgãos sendo comprimidos. Sra. Weasley parou de falar assim que viu a ultima pessoa entrar no ambiente. 

Malfoy a olhou sério e assustado ao mesmo tempo que abaixava a cabeça num sinal de redenção. Logo Gina e Hermione apareceram por trás boqueabertas. Hermione estava pronta pra gritar com o menino quando Donatela se pôs na frente de Malfoy como se o protegesse.

- Antes que vocês falem alguma coisa, eu explico. Malfoy está fugindo dos pais. Ele está arrependido e precisava de alguém para ajuda-lo então eu pensei em apoiar e...

- Não, Sacostin, deixa eu me explicar. - se pronunciou indo para o lado da sua nova amiga. Mas antes mesmo dele começar, Hermione se aproximou erguendo a varinha em sua direção. 

- Como você tem coragem de pisar aqui? Você é um traidor! Seguia aquele monstro. Como ousa dar as caras? 

- Eu não quis isso, Granger. Eu não tive escolha.

- Ah faça-me favor! - pressionou ainda mais a ponta da varinha na pele dele. 

- É verdade sim, Mione. - Donatela tocou na mão da amiga para que ela afastasse o objeto. Todos os outros os encaravam quietos. - Malfoy está mudando.

- Não me admiro você acreditar em qualquer coisa - disse rudemente - Mas como você permitiu que ele viesse? -  Hermione encarou Jorge

- Porque Donatela sente que ele fala a verdade e eu confio nela. E Malfoy tem se comportado incrívelmente bem pra um sonserino metido. - sorriu sarcástico para o loiro.

- Vocês nunca cogitaram ele estar mentindo? - Harry se manifestou - Passam dois dias com um seguidor de Voldemort e já confiam. 

- EU NUNCA QUIS SER COMENSAL! - gritou Draco. - Eu...fui obrigado pelo meu pai. 

- Ah claro! Você sempre foi um desprezível, Malfoy. Duvido que seu pai precisou te obrigar pra fazer tal coisa. - Disse Rony com as orelhas vermelhas de raiva.

- Vocês não entendem... Ele me obrigava a seguir os caminhos dele. Eu achava que estava fazendo certo em o obedecer. Mas quando eu decidi seguir outro caminho ele me ameaçou. - Todos ainda o encaravam, mas agora deixaram a raiva um pouco de lado pra prestar atenção. - Ele disse coisas horríveis e disse que Voldemort me mataria. Por isso que depois que tudo acabou eu decidi fugir: porque queria me livrar daquilo que vinha passando. 

- E quanto ao seu modo naturalmente estúpido de ser? - Rony quetionou. 

- Quanto a isso só lhes devo... desculpas - ainda lhe era estranho se submeter desse jeito - Eu tô tentando ser melhor do que era. E Donatela vem me ajudado desde que mostrou acreditar em mim. 

- E por que você pretende ficar aqui? Por que não seguiu teu rumo? - foi a vez de Hermione.

- Ele precisa de um tempo em um lugar onde Lucius não o ache. A ideia foi minha Sra. Weasley - se digiriu até a senhora sentada na cadeira da cozinha.  Estava em silêncio até o momento. - Mas se a senhora não se sente bem pra nos receber, eu compreendo perfeitamente. 

- Deixe de bobagem, querida. Eu não deixaria você por aí nem que Merlin me implorasse. Você é da família. Quanto a você - encarou Draco - Vou deixar você ficar, mas só porque ela pediu. Todos ficarão de olho em você. Principalmente Harry e Hermione. 

- E eu? - Rony e Jorge falaram juntos.

- Vocês são os mais fracos daqui. Fiquem quietos. - respondeu fazendo os todos rirem, menos os dois, é claro.

Depois que todos jantaram encarando Malfoy de 5 em 5 secundos, Jorge levou Donatela até o quarto das meninas e mostrou a cama que ela dormiria. Depois levou Malfoy até o quarto que ele dormiria, que por acaso é o mesmo que o seu.

- Você vai ficar no lugar do Fred. Essa é sua cama. - apontou com a cabeça antes de se jogar na cama do lado fechando os olhos.

- Cadê Donatela? 

- No quarto das meninas. Elas estão fofocando ou algo do tipo. Provavelmente falando de você.

Malfoy levantou e bateu com as costas da mão na porta do quarto ao lado. 

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- Eu sei, Hermione, mas você pode dar uma chance a ele. 

- Não vou me convencer da noite pro dia. 

- Nem eu! - disse Gina.

- Ele ta diferente. Nem parece o mesmo garoto babaca. Eu também tenho um pé atrás, mas eu quero dar essa oportunidade a ele. 

- Você pode estar certa. - Gina cobcordou pensativa.

- Você duas são muito ingênuas - bufou Hermione - Mas tudo bem, vou dar uma tregua. Só que ele tem muito a provar. - as duas outras assentiram. 

Haviam mudado de assunto e falavam sobre Rony e Hermione terem se entendido finalmente, até que ouviram alguém bater na porta. 

- Entra! - Hermione disse. 

- Donatela, posso falar com você?

- Claro, Malfoy - levantou - depois quero saber do resto, Mione. Piscou com um dos olhos e saiu do quarto.







Notas Finais


Ficou longo esse capítulo, me desculpem. Mas prometo cenas bem legais pros próximos. Não esqueçam de comentar. Beijinhos ♡


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