História Um novo Sonserino - Capítulo 8


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Hermione Granger, Jorge Weasley, Neville Longbottom, Ronald Weasley
Tags Harrypotter Romance Drama
Exibições 16
Palavras 1.458
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Natal


Meses se passaram e poucas coisas aconteceram. Apenas o que mudou foi que Donatela começara a trabalhar com Jorge na Gemialidades Weasley, pois a loja era tão visitada que ele não estava dando conta somente com Vera de atendente.

- Acordem! Acordem! - Rony tacava travesseiros nas três camas ocupadas do quarto das meninas, tentando despertar Donatela, Gina e Hermione.

- Me deixe dormir, Ron. Só mais um pouquinho - resmungava Hermione.

- Sai! - ordenava Donatela enquanto Harry pulava nos espaços vagos de seu colchão, gargalhando.

- Então vou ficar com os presentes de vocês. - disse Rony saindo correndo pelas escadas e sendo seguido por Harry e as três meninas que levantaram num pulo.

- FELIZ NATAL! - gritou Rony saltando os últimos degraus e assustando a Sra. e o Sr. Weasley.

- Vocês parem de descer correndo! Querem acabar se acidentando? - reclamou Sra. Weasley. - Feliz natal, meus amores. Sentem-se. - sorriu carinhosa.

Todos sentaram ainda tirando brincadeiras uns com os outros enquanto os objetos flutuavam lhes servindo café e suco. Não demorou para que Jorge e Draco acordassem e se juntassem aos outros.

- Creio que está na hora dos presentes. - Sra. Weasley comunicou se virando para pegar alguns pacotes que estavam empilhados. - Este é seu. Este seu. Este aqui é seu, querida...

Cada um foi abrindo o tal embrulho assim que Sra. Weasley os entregava. Obviamente, era um suéter com a inicial do nome de cada um. Até Draco recebeu um verde-musgo com um D bem grande em prata.

- Muito obrigado, Sra. Weasley. Queria um desses desde que vi o de Rony no primeiro ano. - brincou Malfoy. Mas estava realmente grato por ter recebido algo de bom grado de alguém que ele já havia insultado no passado.

Depois do café da manhã cada um sentou perto da lareira para conversar e trocar presentes que todos haviam preparado. Rony abraçava Hermione tão forte que a menina achou que ia desmaiar; ele havia ganhado um par de luvas de goleiro da última coleção. Harry e Gina estavam encantados com os presentes que se deram: Harry deu a Gina uma caixa de música que quando toca, um cavalo surge no ar rodeando o ambiente e depois volta para dentro quando o som cessa. Gina lhe deu um broche dourado para capa com as iniciais hp e um raio trabalhado delicadamente.

- Eu tenho uma coisa pra você. - Disse Draco se aproximando de Donatela.

- Mesmo? Cadê? - perguntou ansiosa.

- Feche os olhos.

- O que?

- Confia em mim. - Pediu e Donatela os fechou receosa. Draco se pôs atrás da menina e lhe botou em volta do pescoço um colar prateado. Depois voltou pra sua frente e afastou os cabelos dela de seus ombros, jogando para as costas. Se aproximou de seu ouvido e sussurrou:

- Feliz natal, Sacostin.

Donatela abriu os olhos e segurou o pingente sorrindo. Era uma cobra que parecia um pouco surrada, mas ainda era linda. Nos seus olhos haviam duas pedras bem pequenas que a menina julgou ser esmeraldas.

- Eu achei ela enquanto revirava algumas tranqueiras de trouxas no porão do Sr. Weasley. Perguntei se podia ficar e ele permitiu.

- É linda, Draco. - Donatela o abraçou.

- Pensei em te dar logo que vi. Achei que seria legal para você lembrar sempre de mim, já que eu era de sonserina e tal... Não é nada novo, mas eu não tinha como sair pra comprar nada, você sabe...

- Eu amei! Nada que você comprasse traria mais significado - sorriu olhando nos olhos frios do menino. Draco ia se aproximar ainda mais quando ela voltou a falar. - Também tenho algo pra você.

- O que é? - Se animou.

- Eu botei debaixo da sua cama ontem enquanto você dormia. Mas quero que você abra só mais tarde.

- Ah não, que injusto - bufou brincando. Depois mudaram de assunto.

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Todos agora estavam do lado de fora jogando quadribol. Eles revisavam as vassouras, que não tinha em quantidades suficientes para todos. Rony, Draco e Harry jogavam enquanto Jorge e Gina esperavam sua vez. Donatela e Hermione estavam sentadas no gramado torcendo.

- Que colar legal! Draco que te deu, não foi? - disse Hermione.

- Foi sim. Por que?

- Hmmmmmm... - Sorriu maliciosa.

- Mione! Que infantil! Me admiro de você...

- Eu que me admiro de vocês não se assumirem logo.

- Não tem nada entre a gente... somos apenas amigos.

- Você é apenas amiga dele porque ele está claramente caidinho por você.

- Nada a ver, Mione - Revirou os olhos.

- E aquele beijo na festa do meio do ano?

- Nossa supera isso! Ele me beijou por causa do desafio.

- Você é mesmo lerda. - Alegou Hermione. Donatela ia responder quando Jorge se aproximou.

- Donni, posso falar com você?

- Claro. - Jorge deu a mão para que Donatela pudesse se levantar e os dois seguiram caminhando lado a lado.

- Você também acha que Draco tem uma queda por Donatela, ou eu estou vendo coisas? - Disse Hermione assim que Gina sentou ao seu lado.

- Você também reparou no colar? - Gina questionou. - E mais: Acho que Jorge também tem.

- Como assim? - Hermione a olhou assustada.

- Ele tem agido estranho há algum tempo. Me faz umas perguntas estranhas sobre ela e fica mais sorridente que o normal quando ela tá por perto. - Explicou - Mas pode ser coisa da minha cabeça - deu de ombros deitando na grama.

- Sei lá, viu? Aí tem... - Disse Hermione.

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Jorge e Donatela conversavam sobre um garoto que fora na loja no dia anterior.

- Não acredito até agora, Jorge, você traumatizou o menino.

- Ah, que nada. Algumas balinhas não causariam danos psicológicos... Causariam? - Disse rindo.

- Eu não sei não, foram sete vomitilhas. Precisava fazer isso só porque ele tentou roubar aquelas poções de amor? Ele devia estar apaixonado. - riu junto.

- É, talvez eu tenha pegado pesado com ele. Afinal, quando estamos apaixonados, perdemos a razão.

- E você, por acaso, já se apaixonou? - Donatela arqueou as sobrancelhas divertida.

- Que? Não... Pelo menos eu acho que não. Hm, Donni, eu fiz uma coisa pra você de natal.

- Ah Jorge, não precisava... Mentira me dá logo! - Disse erguendo as mãos.

- Aqui. - Jorge lhe entregou uma caixinha de veludo marrom.

Assim que abriu, um broto de flor se ergueu de dentro da caixinha e desabrochou formando uma névoa pequena em cima do cabo. Os olhos de Donatela logo se inundaram em lágrimas assim que vários flashes rápidos de momentos com os gêmeos apareceram. Depois havia momentos dela e Jorge que eram recentes. A última cena foi dela e Jorge abraçados. Logo depois, a névoa com lembranças sumiu deixando apenas a flor amarela e branca que ia se embrulhando devagar de volta ao interior da caixa.

- Jorge, isso é muito lindo. - Disse abraçando o presente.

- Eu peguei da minha memória pra criar essas imagens.

- Eu nunca imaginei algo parecido. Eu nem sei o que dizer... Eu posso ver quantas vezes quiser?

- Sim! E o mais legal é que sempre que eu e você criarmos uma lembrança boa nova, ela vai estar lá.

- Isso é incrível. Então esse momento agora com certeza vai estar. - Donatela sorriu e Jorge concordou com a cabeça; se curvou, em seguida, depositando um beijo na bochecha da menina.

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Draco tomou banho e se jogou na cama exausto depois de passar o dia jogando quadribol com Gina e com os meninos. Lembrou do presente que Donatela lhe prometera e passou a mão por baixo da cama agarrando um embrulho fino que tinha grudado a ele, uma carta.

Para Malfoy... Ou Draco,

Aviso logo que não é nada que chegue perto do que está acostumado em questão de valor. A não ser que você possa considerar o valor sentimental, porque eu lhe dou isso com muito carinho. Obrigada por nos permitir conhecer a pessoa maravilhosa que você é de verdade. Espero que goste.

- D. Sacostin.

Quando o pacote sentiu seu coração acelerar. Era um desenho de Draco do mesmo jeito que estava pouco antes deles se conhecerem: Ele estava encostado de mau jeito no tronco da árvore e desacordado. Sua pele era tão branca quanto os cabelos e sua roupa era negra. Mas o que chamava atenção era que Draco parecia estar imerso em uma galáxia que enchia o papel de cores em tons azuis e roxos. Draco sabia que Donatela gostava de desenhar e pintar, mas ela nunca lhe mostrara nenhuma obra antes. Ele ficou minutos admirando o desenho. Não podia estar mais surpreso e a felicidade em seu peito era gritante. Estava se apaixonando cada vez mais por Donatela Sacostin. 


Notas Finais


Oi, meus amores! O que estão achando? Sugestões? Deixe seu comentário que ficarei mt feliz. Beijinhos ♡


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