História Um pai por acaso... - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Visualizações 96
Palavras 957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente
Dei uma sumida, mas é que eu estava sem inspiração, e estou cheia de trabalhos da escola. Parece que professor combina de passar trabalhos na mesma época.
Espero que gostem.
Beijos

Capítulo 4 - Quer?


POV Justin Bieber:

A polícia realmente veio, umas 10:45 da manhã, e estão aqui em casa até agora, precisaram ver a menina e tentar conversar com ela, até pisicologo chamaram para tentar tirar uma palavra da garotinha, mas nada. Nenhuma pista.

-Tudo bem senhor Bieber, seu pai me disse que veio uns papéis junto com a garota. Pode ir pegar?

-Vocês vão levar os papéis?

-Sim, precisamos de tudo para tentar achar alguma coisa sobre essa menina.

-Ta, eu já volto.

Subi as escadas, mas antes viro para trás e vejo a pequena estendendo os braços para mim. Se ela fosse a minha filha, eu realmente deixaria a polícia levar ela para sabe se lá aonde? Entro no meu quarto e penso por uns minutos, eu não posso largar essa menina, Fernanda não faria isso.

Pego aqueles papéis que tem o mínimo de informações possíveis, coloco na mochila junto com o casaco, guardo aquela carta/livro em uma gaveta, pego os remédios e as fotos soltas e guardo debaixo da cama. Desço as escadas com a mochila nas costas.

-Aqui.

Eles pegam a mochila e começam a mexer. Não tinha quase nada, só o brinquedo que eu nem tirei de lá, o casaco e as informações básicas.

-Só tem isso?

-Só, veio essa mochila com isso e a menina apareceu.

-Ok, isso daqui não é muita coisa, só vai atrasar nosso trabalho, mas, já é um início. Quer que eu leve a menina pra um orfanato?

-Julia. O nome dela é Julia, e eu não quero que você a leve pra nenhum lugar, por mais que eu tenha certeza que ela não seja minha filha, não posso mandar uma criança pra um orfanato.

-Tudo bem, assim que tivermos uma notícia nós voltamos.

Confirmo e levo eles até a porta. Escuto as sirenes se afastarem até eu não conseguir ouvir nada.

-Justin! Não tinha só isso na mochila! Cadê aquele livro enorme?

-Ta comigo pai. Se eu entregasse eu nunca iria saber o que estava escrito lá, e a Fernanda fez aquilo pra mim. Quando eu terminar de ler, eu entrego pra polícia, por enquanto não.

-Essa menina pode ser sua filha né?-Scott pergunta.

-Pode, mas não é. Eu saberia se fosse.

Subi as escadas e tranco o meu quarto, me jogando na cama logo depois. Dia cansativo logo de manhã. Pego aquele livro e continuo a ler.

"Como eu disse Julia nasceu normal, como as outras crianças, mas ela teve um problema respiratório e teve que operar ainda bebê. Naquele momento eu pensei que perderia a sua filha, rezei como eu nunca rezei antes, fiz promessas e me confessei, o padre disse que para pedir alguma coisa a Deus eu teria que fazer algo em troca, sempre cuidar da pequena Julia. Eu prometi que ela teria a melhor vida do mundo, e que ela seria muito bem cuidada. Então eu me confessei, dediquei uma missa a Ju e rezei como nunca. Passei noites rezando para ela ficar bem, e ela ficou. Se recuperou bem e não tem mais nenhum problema, agora eu entendo o verdadeiro milagre, uma criança recém nascida morreu no dia da cirurgia da Julia, eu pensei que tivesse sido ela, mas graças a Deus não foi. Depois de duas semanas no hospital, esperando a alta da sua filha, nós tivemos uma vida "normal". Como você sabe meus pais não estão mais vivos, então eu tinha que pagar tudo sozinha, e uma mulher com uma filha recém nascida não é a melhor opção para contratar, então foi muito difícil sustentar nós duas. Fomos expulsas do apartamento e eu tive que ir morar na casa de uma amiga. Mas foi tudo bem depois disso, moramos numa casa pequena mas feliz. Meu primeiro desejo na gravidez foi um Cheese Cake, e como eu não tinha ninguém do meu lado para ir buscar de madrugada meus desejos, várias vezes eu e sua filha íamos, três horas da manhã num mercado pequeno. Julia é muito agitada e muito falante, ela não para de fazer perguntas, quando eu estava com ela dentro de mim, ela não parava de chutar, acredita que ela quase nasceu pré-matura? Ela ficou de mexendo tanto que quase se enforcou com o cordão umbilical, quase tivemos que fazer uma cesariana de emergência, foi Deus. Julia não tem sobrenome, decidi que isso você iria cuidar. Vá para o mini álbum, página 4 depois do epílogo, foto sete e oito."

Fim do segundo "capítulo".

Julia não parece nem um pouco falante, mas isso nós vamos mudando aos poucos. Vou pro fim do álbum e procuro as duas fotos. Uma foto é de um Bebê em uma encubadora, acredito que seja a Ju, e a outra é da Julia dormindo.

Desço as escadas e vou até a garagem preciso sair e pensar um pouco. Pego qualquer carro e acelero, deixando a casa para trás. Vou até o estudio, lugar onde eu vou para pensar na vida e nas letras das músicas, no caminho encontro várias fãs. Dou um oi e entro na garagem subterrânea. 

-Bieber! Você aqui? Hoje? Soubemos do problema que deu com uma certa menina.

Mark fala, um dançarino que conheço faz tempo.

-Julia, e já estamos resolvendo o problema.-ele confirma e colica o som de novo.

POV Pattie Malette:

Estava observando a Julia, Justin já tinha ido embora, na verdade todos foram, minha única companhia é a pequena do meu lado.

-Julia? Quer conversar?

Ela nega s continua a assistir a Tv, Bob esponja, melhor desenho para essa idade e todas as outras.

-Quer saber mais sobre o meu filho?

Ela parece se fazer de curiosa, então a palavra chave é Justin?

-Quer saber sobre o Justin?

-Quelo.

-Quer? 

Ela comfirma.

-Bom, o Justin adora esse desenho, a cor preferida dele é roxo, tem 23 anos de idade  adora música, ele trabalha disso...

Continuo falando e a menina continua a prestar atenção em mim. Acho que eu achei um meio de falar com ela.


Notas Finais


O que acham?
Justin amolecendo talvez?
Mais um pedaço da história revelado.
Beijos


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