História Um Par de Loucos - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Loucos, Loucura, Romance, Yaoi
Exibições 100
Palavras 2.610
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu acabo de voltar das compras do supermercado com a minha mãe e deparei-me com o meu primo, Gustavo, aqui em casa. Ele estava lindo como sempre com aqueles cabelões castanhos até as costas e aquele corpo lindo... só que dessa vez, eu não estou levando para o lado pessoal. Ver ele ali me despertou saudade. Saudade do tempo em que éramos primos, brincávamos de dublar a TV, falando um monte de asneiras e vendo vídeos loucos na Internet... mas nos separamos por fofoca das irmãs.
Eu nem sei mais, já localizei todos os meus amigos em outra escola - mas o meu maldito ex-pai já me rematriculou na mesa escola de merda e... acho que estou destinado à solidão eterna e só vocês me restaram como uma forma simples de ser feliz.
Não me abandonem.

~Rockeiro Sem-Noção.

Capítulo 11 - Chinês e Alemão


 

Uma brisa gelada e calma soprava os cabelos castanhos de Leslie e o lençol azul em suas costas. Ele estava de pé diante da janela do quarto e observava a Golden Gate bem distante na baía de San Francisco, onde uma longa onda de brumas douradas flutuava por entre a sua majestosa construção vermelha.

 

Era quase meio-dia e tudo se encontrava na mais perfeita paz em todo o apartamento. Leslie bebericava de uma caneca de chá quente de jasmim, Sir Marshmallow lambia as patinhas dentro de sua casinha felina de cupcake gigante e Lance dormia na cama e no chão ao mesmo tempo porque parte do seu corpo parecia querer escorregar com os lençóis enquanto ele se debruçava sobre um travesseiro no chão.

 

De vez em quando, eles tiravam sonecas juntos quando não tinham nada para fazer. Leslie tinha acabado de acordar e conseguiu fazer um chá para si. Ele bebeu da sua caneca mais uma vez. O chá estava bem docinho com as oito colheradas de açúcar que ele colocou ali dentro.

 

Há o som de um suspiro da parte de Lance – o que significa que ele já deve ter despertado de sua soneca.

 

-Oh, Lance? Já acordou?-Leslie diz enquanto contemplava San Francisco.

 

-Estou tentando...-Lance responde preguiçosamente.

 

-Eu sonhei com o Homem de Carne.-Leslie sorriu lindamente.

 

-Sonhou?-Lance diz, curioso.

 

-Acho que vou parar de comer a carne dele.-Leslie diz ao olhar para o seu namorado por cima do ombro.

 

Por sua vez, Lance terminou de escorregar de vez da cama e caiu com tudo no chão.

 

-Hmm... droga.-Lance resmungou.

 

E Leslie acabou rindo.

 

-Não ri de mim, não, oh, doidão!-Lance estrilou tão logo se sentou no chão e passou a mão pelos cabelos loiros e longos.

 

-Cara, quem é que dorme assim?-Leslie diz, rindo.

 

-E quem é que fica bebendo chá peladão na janela pra todo mundo ver?-Lance retrucou.

 

Então, Leslie olhou para baixo e riu feito um bobo, fazendo Lance rir também.

 

-Ah, eu esqueci de vestir a calça.-Leslie riu tão logo saiu de perto da janela do quarto.

 

-Você só veste calça na rua.-Lance diz ao se levantar do chão e pegar o travesseiro para largá-lo na cama.-Aqui dentro de casa, eu só vejo essa bunda branca de criança rebolando na minha frente o dia todo.

 

-Bom, já que você é amante da minha bunda, você tem todo o direito de contemplá-la.-Leslie explicou ao deixar sua caneca sobre a mesa de cabeceira.

 

-É. O mesmo acontece com o meu pauzão.-Lance sorriu e olhou para baixo.

 

Até um cego poderia ver o pau monstruoso e grosso que se balançava entre as coxas definidas do marmanjo, junto com seus testículos enormes e redondos. Diante daquela visão delirante, o garoto bebeu de novo do seu chá e o colocou de volta na mesa de cabeceira.

 

Fingindo inocência, Leslie subiu na cama e começou a engatinhar por ela antes de se debruçar nos lençóis e começar a comer os bombons de uma caixa abandonada ali. E vale ressaltar que ele manteve sua bunda branca toda empinada e à mercê da perversão doentia de Lance.

 

Num instante, Lance desferiu um tapa violento na bunda de Leslie, que gritou e sentiu sua nádega branca arder com uma marca de mão vermelha na pele sedosa.

 

-Ai! Seu filho duma égua!-Leslie esbravejou, fingindo raiva – mas ele gostou do tapa.

 

-Bom, se eu tenho um pau desse tamanho, eu devo ser o filho de uma égua mesmo.-Lance ri e agarrou Leslie para jogá-lo na cama.

 

O marmanjo se jogou todo em cima do garoto, fazendo com que seus músculos se colassem gostosamente em sua pele macia e deliciosa. Lance envolveu Leslie nos seus braços longos e fortes, e saiu beijando todo o seu pescocinho lindo. Ele se sentou na cama com o seu menino sentado em seu colo.

 

Naquele momento, Lance começou a namorar Leslie do seu jeito terrivelmente grudento. Ele ia simplesmente esmagar de amor o seu menino.

 

Lance começou beijar a bochecha de Leslie extremamente devagar como se estivesse quase o lambendo de uma vez. A bochecha ficava toda babada, mas Leslie amava isso. Ele queria ganhar amor o dia inteiro. Seu namorado mordiscou sua bochecha, sua orelhinha, lambeu tudo e deu mais alguns beijinhos babados e gostosos. Pegou uma de suas mãozinhas quentes e macias, e beijou cada um dos seus cinco dedinhos. Beijou a palma e as costas da mão, e foi subindo os beijos pelo braço do menor até chegar ao seu ombro, pescoço, maxilar e, enfim, lábios carnudos.

 

O casal se perdeu num beijo apaixonado, babado e lento. Leslie envolveu o pescoço de Lance com seus bracinhos enquanto ele o apertava com seus braços musculosos.  Leslie ficou gemendo, corando e sorrindo com cada beijo demorado e apaixonado que Lance dava em seus lábios carnudos. Suas línguas se lambiam e seus dentes mordiscavam seus lábios, que também se chupavam com carinho.

 

O garoto e o marmanjo se beijaram por longos 4 minutos que mais pareciam ser os 4 bilhões de anos da Terra. Quando separaram seus lábios, ofegaram e riram juntos. Mas Lance não parou de beijar Leslie e continuou beijando sua bochecha – depois sua orelha e, então, seu pescoço. O menininho não deixou de gemer e sorrir quando o machão chupou seu pescocinho com força até deixar uma marca escura ali.

 

Lance finalmente desgrudou a boca do corpo de Leslie e o olhou por um momento. Seu rostinho era tão lindo e enigmático que parecia ser o quadro pintado por um antigo mestre. E seu olhar era doce e inocente. Foi uma das primeiras coisas lindas em Leslie que fez Lance se apaixonar por ele.

 

-Você é muito grudento, Lance.-Leslie diz manhosamente.

 

-E você é muito lindo, seu lindinho totosinho!-Lance brincou e beijou a boca do seu menino mais uma vez.

 

O marmanjo deitou o garoto na cama e ficou por cima dele. Seus cabelos loiros se perdiam entre os cabelos castanhos dele como se fossem pétalas de tulipas amarelas na terra fértil. Eles se beijaram mais uma vez e se agarraram com força. Mãozinhas passeavam por costas largas e musculosas enquanto manzorras apertavam coxas carnudas e roliças.

 

Leslie e Lance se beijaram por um longo tempo até que a maldita falta de ar veio para estragar a diversão deles. Ambos se olharam em seus olhos verdejantes e azulões como orbes de esmeraldas e safiras brilhantes. É como se eles vissem em seus olhos todos os mistérios de florestas antigas e mares não mapeados sendo desvendados só com um simples, mas insondável olhar.

 

Os sorrisos eram bobos e apaixonados.

 

-Ni rang wo kai xin.-Lance murmurou com um sorriso brincalhão.

 

-Ich liebe dich.-Leslie riu como uma criança sapeca.

 

Eles riram juntos e se beijaram de novo.

 

:

 

Usando um saco de confeiteiro cheio de massa de panqueca, Lance despejou tudo dentro da frigideira cheia de óleo vegetal no fogão. O jorro de massa doce flutuou sobre o óleo fervente e foi passeando por ele em movimentos circulares e de ziguezague.

 

Enquanto isso, na mesa da cozinha, Leslie devorava um bolo de funil que Lance lhe fez com muito carinho e amor. Ele mesmo teve toda a dedicação de confeitar o bolo de funil para o seu menino. Ele usou calda de caramelo, açúcar de confeiteiro, geléia de frutas vermelhas, chantilly e morangos orgânicos com mirtilo e framboesas rosadas por cima, junto de raspas de chocolate branco e ao leite. Decididamente, aquele bolo de funil estava uma delícia até o caroço.

 

Leslie terminou de enfiar tudo na boca e depois ficou lambendo os lábios e chupando seus próprios dedos cobertos de açúcar e caramelo. Sir Marshmallow apenas observou seu dono comendo feito um louco enquanto se aconchegava no colo dele. Leslie secou seus dedinhos com um guardanapo e fez carinho em seu gatinho angorá turco, que começou a ronronar manhosamente.

 

Lance acabara de colocar mais um bolo de funil bem doce e dourado com os outros que fez num prato com papel absorvente – ele desligou o fogo e levou o prato até a mesa da cozinha, onde sentou-se ao lado de Leslie. Seu menino foi logo pegando mais um bolo de funil, mas sentiu seus dedos queimarem e, por isso, gritou e jogou o bolo de funil certeiramente dentro do pote de açúcar.

 

O marmanjo olhou para o garoto que sacudia a sua mãozinha com uma carinha chorosa. Ele, então, sorriu e pegou sua mãozinha tão logo enfiou seus dedinhos em sua boca. Leslie sorriu e corou quando Lance começou a chupar as pontas de seus dedos sem deixar de olhar em seus lindos olhos verdejantes e esmeraldinos.

 

De certa forma, aquela saliva parecia ter poderes curativos porque os dedos de Leslie logo voltaram ao normal.

 

Lance beijou-os antes de soltar a mão de Leslie.

 

-Você é tão fofinho.-Leslie sorriu sapecamente.

 

-Eu sei.-Lance dá um sorriso brincalhão.-É o meu trabalho.

 

-Para, seu bobão!-Leslie riu e deu um leve tapa no bíceps musculoso do seu namorado.

 

-Okay, seu lindão.-Lance riu divertidamente.-Vamos confeitar mais um bolinho de funil pra você, seu lindinho.

 

Leslie apenas observou Lance pegar aquele bolo de funil dentro do pote de açúcar e cobri-lo com o caramelo, o açúcar de confeiteiro, a geléia, o chantilly, as frutas vermelhas e as raspas de chocolate. Ele lhe entregou toda aquela gostosura doce e açucarada. Num instante, aquele garotinho deu uma mordida tão grande no bolo de funil que o marmanjão pensou, só por um momento, que ele devia ser descendente de serpentes.

 

Sir Marshmallow espiou por cima da mesa e, num instante, subiu nela com suas silenciosas patinhas gorduchas. O gatinho branco e peludinho andou entre toda a comida disponível na mesa e se agachou diante de uma caixinha de morangos orgânicos molhados que ele começou a lamber com sua linguinha rosada e quente. O casal apenas riu do seu amado gatinho – ele era fofo demais.

 

-Então, Lance?-Leslie o olhou, mastigando um monte de açúcar na boca.-Qual é o plano de hoje?

 

-Ah, eu planejo escrever umas cinco, ou seis mil páginas do meu livro.-Lance respondeu ao morder um bolo de funil que era tão doce quanto o de seu namoradinho.

 

-Mas isso vai levar muito tempo!-Leslie choramingou, fazendo um beiço manhoso.-E a gente nem vai poder brincar...

 

-Oh, neném...-Lance sorriu amorosamente.-E do que você quer brincar?

 

Ele pensou por um minuto antes de estalar os dedos num jorro de inspiração.

 

-Vamos brincar de dois gatos velhos!-Leslie exclamou, sorrindo.

 

-Você tem que parar de assistir O Segredo Além do Jardim.-Lance não deixa de rir.-Vez, ou outra eu te vejo assistindo isso no notebook.

 

-Mas é uma minissérie de suspense, mistério, comédia dramática e ainda tem dark fantasy para completar!-Leslie sorri largamente.-Por quê a gente não assiste um dos episódios hoje?

 

-Você é louco.-Lance riu.

 

-Anda, seu cretino!-Leslie rosnou.-O badalar da sineta ordena!

 

Por outro lado, o marmanjo loiro só ficou rindo do garoto moreninho. Ele ficava lindo quando sentia raiva.

 

-Ah, é?-Leslie zangou-se.-Então, o lambuzar do mamilo ordena!

 

-O quê?-Lance sorriu.

 

Simplesmente, Leslie atolou seus dois dedos no pote de vidro cheio de geléia de frutas vermelhas e os passou bem doces e melados em um dos seus mamilos lindamente bicudos e rosados. Lance ficou encarando aquela delicinha carnuda ser lambuzada por aquele doce de frutas como se estivesse sendo hipnotizado.

 

Leslie lambeu seus dedinhos e depois sorriu para Lance como um perfeito menininho safado. Ele se levantou de sua cadeira e ainda teve a petulância de se sentar no colo do seu namorado.

 

Em instantes, o marmanjo agarrou o garoto e caiu de boca em seu mamilo. Leslie soltou um gemidinho choroso e sorriu com diversão quando sentiu a boca de Lance sugar seu mamilo com força e fome.

 

Dava para sentir aquela língua safada e atrevida raspando o mamilo com força até deixá-lo bem durinho e eriçado. Quando não tinha nem mais geléia ali, Lance saiu beijando todo o peito branco e magro de Leslie até chegar ao seu pescoço, maxilar e, por fim, sua boquinha gostosa de criança.

 

Os dois loucos gemeram entre o beijo, pois ambos sentiram a doçura exageradamente exuberante dos bolos de funil em suas bocas. Leslie agarrou Lance pelos seus cabelos loiros enquanto ele o aprisionou nos seus braços de puros músculos de pedra.

 

Eles só pararam de se beijar quando um morango caiu bem perto deles na cama. O casal olhou para a frente e viram Sir Marshmallow brincando com todos os morangos orgânicos que ele mesmo tirou da caixinha com suas patinhas peludas. O gatinho angorá turco dava patadas num morango com sua cauda peluda se abanando alegremente.

 

Leslie e Lance se entreolharam – e riram.

 

:

 

No momento, Leslie e Lance estavam perdidos em um milhão de beijos apaixonados e babados. Eles estavam no sofá, se agarrando com desespero e carinho. Todo o corpão musculoso do marmanjo cobria o corpinho magro do garoto como a sombra poderosa de uma nuvem tempestuosa de verão sobre os campos verdes.

 

De certa forma, isso acontecia tantas vezes ao dia que Sir Marshmallow acabava adormecendo sobre a mesa de centro bem diante dos seus donos que se agarravam desesperadamente.

 

No entanto, Leslie separou o beijo, fazendo Lance gemer chorosamente.

 

-Calma aí, seu louco.-Leslie riu, empurrando seu namorado delicadamente para se sentar na cama.-Eu tenho que usar o banheiro.

 

O loiro observou o moreninho se levantar e sair andando até o corredor com os olhos simplesmente arregalados.

 

-Não!-Lance gritou.

 

Num instante, Leslie sentiu as mãos e os braços dele se enroscarem num dos seus pés descalços. Ele olhou para trás e viu Lance jogado no chão e se agarrando ao seu pé como se fosse o seu derradeiro fragmento de esperança de amor num mundo sombrio.

 

-Lance, eu tenho que usar o banheiro.-Leslie sorriu divertidamente.

 

-Não! Me usa!-Lance pediu, manhoso.-Você pode me usar quantas vezes você quiser. Eu sou biodegradável.

 

-Há!-Leslie riu.-Okay, então, você vai ao banheiro comigo também.

 

E lá foi o garoto arrastando o marmanjo por todo o corredor de chão acarpetado do apartamento. Ao chegarem no banheiro, deu-se para ouvir o som do corpo de Lance se arrastando pelo chão frio e liso – mas ele nem parecia se importar. Como os dois já estavam sem roupa desde cedo, Leslie apenas abriu a privada e urinou.

 

Lance sorriu apaixonadamente com o som da urina caindo na água da privada.

 

-Música para os meus ouvidos...-Lance elogiou, brincalhão.

 

-Hmm, que nojo!-Leslie não deixa de rir ao dar descarga e fechar a tampa da privada.

 

-Mas é um som tão lindo, amor!-Lance exclamou, sorrindo.-Tudo em você é lindo! Até essa sua marquinha de nascença em formato de coraçãozinho na sua coxa.

 

Leslie não deixou de sorrir e deu meia-volta para sair arrastando Lance para fora do banheiro.

 

Finalmente, quando eles voltaram à sala de estar, Lance se levantou do chão e pegou Leslie ao estilo nupcial antes de jogá-lo com tudo no sofá, e abrir suas pernas carnudas com as mãos.

 

Lá estava na parte interna da coxa direita uma marquinha de nascença levemente escura, cujo formato se assemelhava muito à um lindo coraçãozinho. O marmanjão sorriu para aquela obra de arte em uma outra obra de arte ainda mais bela e perfeita, e beijou-a. o garotinho ficou rindo quando o seu namorado foi subindo por todo o seu corpinho com beijinhos doces e quentes.

 

Os lábios do casal se beijaram longa e apaixonadamente até que o próprio tempo ficasse cansado de esperar eles terminarem isso. Eles tocaram as testas e ficaram se olhando com sorrisos bobos e felizes.

 

-Você é perfeito, Leslie.-Lance sussurrou-lhe com amor.-Nunca se esqueça disso.

 

-Eu te amo, seu bobão lindo.-Leslie riu em diversão.

 

-Eu te amo, seu menino perfeito.-Lance brincou, sorrindo.

 

E eles se beijaram mais uma vez – só para não ficarem na vontade.

 



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