História Um Par de Loucos - Capítulo 31


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Loucos, Loucura, Romance, Yaoi
Exibições 60
Palavras 2.805
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Decididamente, escrevi esse capítulo em tempo real e está bem quentinho ao sair do forno.
Agora, falando sério, eu ainda não acredito que esse seja o último capítulo dessa história de amor. Eu me senti tão feliz escrevendo ela e vi que vocês também ficaram felizes lendo ela.
Mas toda a história tem que acabar, um dia - mas digamos que essa história de amor vai continuar sendo eterna, hai?
Boas Lonjuras!

~Rockeiro Sem-Noção.

Capítulo 31 - De Todos Os Loucos do Mundo


Fanfic / Fanfiction Um Par de Loucos - Capítulo 31 - De Todos Os Loucos do Mundo

 

O Sol da manhã veio ao Myanmar. Veio à Yangon. Veio ao The Kandawgyi Palace Hotel. E, enfim, veio ao quarto dos amantes mais loucos e alucinados do mundo todo.

 

O Sol banhou a cama de colchão completamente desnudo com sua linda cor dourada e calorosa. Perto dali, Sir Marshmallow foi o primeiro à acordar e estava enroladinho bem ao lado de Leslie que, por sua vez, era envolto pelos braços longos e fortes de Lance. Eles dormiam desnudos e de conchinha. Sua noite de amor fora tão doce e gostosa que eles nem tiveram forças para ir tomar banho, ou comer alguma coisa.

 

Foi com a luz dourada do Sol que Leslie e Lance foram despertando do seu sono profundo e onírico. Lance apertou Leslie nos seus braços musculosos e ele não deixou de sorrir com a troca de calor corporal e fez carinho em Sir Marshmallow, que começara a lamber os seus dedos.

 

O marmanjo apoiou o seu queixo no ombro pequeno e delicado do garoto. Ele o olhou e ambos trocaram sorrisinhos tímidos e bobos com os seus rostinhos ruborizados.

 

-Mingalabar...-Lance sussurrou com um sorriso brincalhão.

 

-Mingalabar...-Leslie riu em diversão.

 

-Você fica lindo quando acorda pela manhã, meu lindinho.-Lance diz carinhosamente, dando um beijo na bochecha do seu namoradinho.

 

-Lance, quem é que acorda lindo pela manhã?-Leslie dá um sorriso divertido.-Eu acho que a Jennifer Lawrence deve acordar com a cara toda esparramada no travesseiro.

 

-Mas você é muito mais novinho e delicioso do que ela.-Lance brincou, sorrindo.-Não vê que você é perfeito, meu neném?

 

-Lance, para de me colocar no altar...-Leslie murmurou – e sorriu.-Senão, eu vou acabar quebrando ele.

 

-Você não é tão pesado assim.-Lance riu.-Se bem que você me deu uma idéia.

 

Rapidamente, o loirão se sentou no colchão e ficou olhando para o alto com uma carinha de criança confusa e os cabelos loiros e longos caindo pelos ombros largos. O moreninho mordeu o lábio só de ver o seu namorado tão lindo assim. Ele se sentou na cama também e o seu gatinho angorá turco fora logo se esgueirando para o seu colo.

 

-Eu acho que seria uma idéia incrível construir um templo para você.-Lance olhou para Leslie.

 

Seu namoradinho sorriu logo em seguida.

 

-Isso!-Lance exclamou, todo sorridente e animadinho.-Ia ter estátuas enormes de ouro suas empinando a bundinha com o pauzinho durinho e os mamilos inchados. E aquele sorrisinho sensual e doce que só você sabe fazer.

 

Leslie riu.

 

-E ia ter vários altares e santuários para você no templo todo.-Lance continuou alegremente.-E no centro de tudo, teria um trono de ouro para você se sentar todo lindinho e gostosinho, e eu ficar de reverenciando com trapos sujos que nem escondem o meu pauzão duro por você! Ia ser o primeiro templo leslieísta da religião do Leslieísmo!

 

Silêncio.

 

-Que idéia...-Leslie riu.-Uma idéia maluca e maravilhosa.

 

-Você acha?-Lance sorriu todo fofinho e animadinho.

 

-Mas é claro que eu acho.-Leslie esboça um sorriso amoroso.-Todas as suas idéias são malucas e maravilhosas.

 

-Como trazer o porta-retrato do seu soneto do saco de lixo?-Lance perguntou.

 

Leslie olhou para o lado e lá estava o seu soneto do saco de lixo emoldurado num porta-retrato e sobre a mesa de cabeceira da cama.

 

-Decididamente, essa foi uma das suas melhores idéias.-Leslie diz com carinho.

 

-É porque eu sou o melhor!-Lance diz, dando um soco no seu peito musculoso e desnudo.

 

Só de ver aquela visão tão máscula e convencida, Leslie teve um surto de fofura ainda mais pelo fato de Lance estar se socando bem em cima da sua tatuagem de dragão vermelho oriental.

 

-Lance, seu fofucho!-Leslie gritou e partiu para cima do seu namoradinho.

 

O marmanjão foi puxado para bem perto do garotinho com os seus bracinhos finos e delicados. Ele encheu o seu rosto másculo e fofo com um milhão de beijos, que só o faziam corar e sorrir cada vez mais. Aquele machão safado amava os beijinhos do seu menininho doce. Eram os melhores presentes que ele poderia ganhar logo pela manhã.

 

Quando Leslie se cansou de babar o rosto todo de Lance, ele ficou fazendo carinho em sua bochecha com o polegar.

 

-Eu te amo...-Leslie murmurou, sorrindo.

 

-Eu também te amo.-Lance riu, todo bobinho.

 

-Agora vai já para a rua.-Leslie diz esnobemente.-Eu estou com fome e tenho que alimentar o Sir Marshmallow.

 

Aquele jeitinho esnobe de Leslie não colava com Lance porque ele sempre seria lindo, doce e fogoso.

 

E Lance beijou Leslie – só para não ficar na vontade.

 

:

 

Lance foi e voltou da rua como se fosse o vento à noite. Assim que chegara ao quarto de hotel, ele já foi tirando a roupa toda, já que Leslie também não vestia nada desde cedo. Ainda nem eram 8 horas e o café da manhã deles foi bem bizarro: Bánh mi e chá de bolhas, apesar de um ser um sanduíche vietnamita e o outro ser um chá vindo de Taiwan, mas Lance disse que esses mundos ficam bem pertinho de Myanmar, quase do lado e isso fez Leslie sorrir.

 

Lá estavam eles sentados na mesa de jantar com os primeiros raios de Sol batendo na janela e iluminando tudo aos poucos. Ambos comiam seus sanduíches vietnamitas de baguete com frango grelhado, cenoura, nabo, pepino e maionese regados no limão. Bebiam dos seus copos de chá de bolhas com canudinhos e sorriam um para o outro de um jeitinho bobo.

 

Sir Marshmallow olhava para o casal de quando em quando enquanto comia do seu pratinho de ração enlatada. É como se as fofuras, idílica e felídea, estivessem se combatendo poderosamente para saber quem ganharia.

 

-Você fica lindo enquanto come.-Lance elogiou, de repente.

 

-Lance, para.-Leslie não deixa de rir.-Eu pareço uma orca comendo.

 

-Hmm, boa descrição.-Lance observou, admirado.-As orcas são fofinhas e ao mesmo tempo mortais. E você é assim. Em um momento, você me deixa todo derretido por você e, no outro, você me deixa acabado na cama.

 

-Você sabe que eu nunca tinha namorado com ninguém até você aparecer e só vivia de masturbação!-Leslie faz um beiço manhoso.

 

-Ah, mas isso foi o melhor presente que eu já ganhei na vida.-Lance brincou.-Ganhei um menininho malditamente lindo e gostoso, e que estava subindo pelas paredes com a testosterona bombando em velocidade máxima. Garoto, eu te comi sem parar até te saciar por uma noite porque depois o nosso primeiro café da manhã juntos foi na cama e era sexo de novo. Todo o dia era sexo sem parar.

 

O garotinho corou e esboçou um sorrisinho manhoso e acanhado. Por outro lado, o marmanjão apenas ficou sorrindo para ele enquanto o seu coração apaixonado batia aceleradamente.

 

-Eu te deixava morto na cama, não é, Lance?-Leslie riu.

 

-Mas eu gostava disso.-Lance riu também.-Isso só me deixou mais feliz porque eu tinha o garotinho mais fogoso do mundo todo só pra mim.

 

-Okay, mas eu não sou o único fogoso aqui, não, valeu?-Leslie rebateu.

 

-Eu sei.-Lance diz, rindo.-Se quiser, eu posso gozar em você em três tempos e ainda te deixo lavado de esperma.

 

-Você é um cavalo misturado com touro.-Leslie zombou.

 

-Eu sou o pacote completo!-Lance exclamou e socou a mesa de jantar.

 

Não resistindo mais, o moreninho deixou seu sanduíche vietnamita no prato e foi se jogar no colo do loirão que também teve que deixar de lado o seu café da manhã. Ele saiu desferindo uma porção de beijos por todo o rosto do seu namorado, que ficou sorrindo como um gato. Ele amava ganhar beijinhos do seu menino porque, assim, ele se sentia especial e amado.

 

Leslie beijou o rosto de Lance, puxou seus cabelos loiros, mordeu seu pescoço e ainda torceu seus mamilos bicudos. O garoto era selvagem até mesmo para dar amor e o marmanjo amava isso também. Por fim, eles se beijaram. Fora um longo beijo doce e apaixonado em que eles não conseguiam se desgrudar de jeito nenhum. Suas línguas se lamberam e eles nem se preocuparam com o fato nojento de estarem comendo a pouco tempo e agora estarem se beijando. Eles eram um casal tão verdadeiramente apaixonado que não tinha nojo de nada de nenhum dos dois. Eles se amavam como um todo forte e eterno.

 

Quando o beijo finalmente foi separado, o casal de amantes ficou se olhando. Seus olhos, verdes e azuis, contemplavam suas florestas tropicais e seus oceanos profundos que ambos viam uns nos outros.

 

Sir Marshmallow terminou de tomar o seu café da manhã e agora lambia uma de suas patinhas e passava na sua orelhinha.

 

-Eu te amo, meu docinho quente.-Lance sussurrou amorosamente.-Você sempre vai ser o meu docinho quente...

 

-Eu também te amo, minha carne sarada.-Leslie brincou, sorrindo.-E você sempre vai ser a minha carne sarada.

 

-Você acabou de inventar essa, não?-Lance riu.

 

-Você também acabou de inventar essa!-Leslie riu também.

 

-Mas foi ontem quando eu estava prestes à te desembrulhar e te comer todinho, seu neném.-Lance diz com uma voz manhosa e carinhosa.

 

-Ou seja, me foder gostoso.-Leslie dá um sorriso bobo e sapeca.-E você é uma carne sarada mesmo. Olha só para esse peitão musculoso e esses mamilos bicudos!

 

O loirão apenas olhou para baixo, para o seu peito poderosamente musculoso. Ele sorriu e começou a flexionar aqueles músculos fortes, fazendo com que os peitorais definidos saltassem rapidamente. O moreninho sorriu e abraçou o seu namorado não sem antes beijar a bochecha dele.

 

-Eu te amo tanto...-Leslie gemeu apaixonadamente.

 

-Eu também te amo, meu lindinho.-Lance sorriu com doçura ao abraçar o seu namoradinho.-E demais.

 

De repente, ouve-se um miadinho manhoso. Sir Marshmallow conseguira se enfiar bem no meio de Leslie e Lance, e agora se enrolara no colo deles para não ser tirado dali. O garoto e o marmanjo riram juntos e fizeram carinho no seu gatinho angorá turco.

 

-E esse é o nosso filhinho.-Lance brincou.

 

-Vamos dar um pouquinho do nosso amor para ele.-Leslie ri em diversão.

 

Eles ficaram brincando ali por mais um tempo até que um sonho antigo viesse de longe para chamá-los até Bagan.

 

:

 

Em um horizonte de céu rosa e azul, o Sol brilhava com sua luz dourada brotando ao longe. O ar era frio, mas isso não impedia que esse sonho fosse realizado.

 

Um grandioso balão de ar quente todo colorido veio flutuando tranquilamente por cima de Bagan, a cidade dos 3 mil templos. Bem lá em cima, era possível avistar todos os templos budistas construídos pelo poder dos reis do passado e também para o agrado ao Buda.

 

Tinha um certo grupo de pessoas dentro do cesto do balão de ar quente. E era nesse grupo de pessoas que se encontrava um doce e picante casal apaixonado.

 

Leslie sentia como se estivesse em um sonho. Ele simplesmente sentia como se fosse Alice que ainda acreditava que todo o País das Maravilhas era só um sonho de criança. Ele não conseguia acreditar que estava voando pelos céus de Bagan em pleno amanhecer. Ele sonhava com isso desde que descobrira que o Myanmar existia e era só um menininho inocente.

 

Lance estava gostando da reação de Leslie. Ele não parava de sorrir e seus lindos olhos verdes brilhavam tanto quanto os olhos azuis do seu namorado. Leslie olhou para Lance e soltou um riso divertido como se ainda não acreditasse no que estava acontecendo.

 

-Isso está acontecendo mesmo?-Leslie perguntou, sorrindo.

 

-Mas é claro, meu amor.-Lance sorriu e fez carinho nos cabelos longos e castanhos do seu namoradinho.

 

-Eu já nem sei o que é real e o que não é...-Leslie riu de novo.

 

-Eu sou real.-Lance diz carinhosamente.-Você é real. Sir Marshmallow é real. Bagan é real. O nosso amor é real.

 

-Lance, você é demais, cara.-Leslie brincou, rindo.

 

-Já disse. Eu sou o pacote completo.-Lance sorri fofamente.-E você devia se sentir feliz e sortudo por me ter só pra você.

 

-Como acha que eu me sinto agora?-Leslie sorriu com amor.

 

-Deix aeu adivinhar...-Lance diz, só para brincar.-Nas nuvens?

 

-Isso.-Leslie assentiu.-No sentido literal e no sentido figurado.

 

Eles voltaram à olhar para Bagan. Todos os 3 mil templos despontavam nas terras lá em baixo em meio às planícies de palmeiras e tamarindos com suas construções antigas e majestosas. E tudo ficava ainda melhor com aquele céu rosa e azul cobrindo tudo com a luz dourada do Sol de Myanmar chegando cada vez mais à Bagan.

 

-Aqui em Bagan, dizem que pra onde você aponta tem um templo.-Leslie diz para Lance.-Vamos ver.

 

O garoto tapou os olhos com a mão e saiu apontando para todas as direções enquanto o marmanjo falava o nome de todos os templos budistas.

 

-Sulamani. Ananda. Shwesandaw.-Lance está dizendo.-Olha! Shwezigon!

 

Leslie riu e voltou à olhar para Lance. Eles ficaram se olhando por um tempo como se nada do que estava ao seu redor existia agora. Só existia apenas eles e nada mais.

 

-Olha, Lance...-Leslie diz num sorriso sincero e amoroso.-Eu não tenho como mentir isso porque, de todos os loucos do mundo, eu quis você.

 

-É, meu lindinho?-Lance sorriu com carinho e amor.-E por quê?

 

-Ah, porque eu estava cansado de ser louco assim sozinho.-Leslie dá de ombros, corando ligeiramente.-Você era a outra parte perdida que completava o meu quebra-cabeça.

 

-Bom, eu também não vou mentir isso.-Lance diz, sorrindo.-Porque, de todos os loucos do mundo, eu quis você. Só você, meu bebê.

 

-E por quê, meu fofucho?-Leslie sorriu, acanhado.-Eu posso saber?

 

-É simples.-Lance riu.-Porque a sua loucura parece um pouco com a minha.

 

O casal sorriu.

 

Era verdade.

 

Leslie e Lance eram tão loucos, apaixonados e iguais que até pareciam irmãos gêmeos separados na maternidade porque o mundo não estava preparado para um amor tão verdadeiro e radiante como aquele.

 

De um lado, Leslie vivia com sua família egocêntrica e sem originalidade. Seu pai nunca lhe dava atenção e sua mãe sempre o chamou de ovelha negra da família. Todos os membros da família sentiam inveja dele e sempre falavam coisas horríveis e inventadas sobre ele. Leslie sempre fora muito sozinho até porque nem amigos ele teve por causa das fofocas de sua família repulsiva. Por muitos anos, ele viveu solitário em seu quarto e em todos os cantos do mundo para criar a sua própria arte somente para si mesmo, já que nunca haveria ninguém para contemplá-la. Leslie só queria ser amado e amar alguém igual à ele porque assim haveria uma compreensão mútua.

 

Do outro lado, Lance nascera numa família sem nada de artístico. Seu pai era químico e sua mãe era advogada e ambos queriam que ele fosse essas coisas quase que ao mesmo tempo. Vários membros de sua família sempre acreditavam mais na ciência, porém Lance nasceu sendo uma ovelha negra da família. Ele era solitário e sempre escrevia tudo o que lhe vinha na mente e no coração. Por muito tempo, ele ficou sozinho e sem ninguém para lhe animar. Ele nunca encontrara alguém tão igual à ele porque sempre haveriam divergências no final. Lance sonhava com o amor há muito tempo e jamais o encontrou. Ele só queria ter alguém igual à ele para amar e ser amado, só que isso nunca aparecia.

 

Foi numa bela noite nevada na cidade de San Francisco em uma loja da Starbucks que Leslie e Lance se conheceram e se apaixonaram à primeira vista. Eles sentiram em todos os sentidos que eram iguais e que estavam destinados um ao outro por toda a eternidade. Eles sabiam que não haveria outro alguém como eles e que aquela era a sua única chance de serem felizes juntos.

 

É claro que Leslie e Lance não resistiram ao seu amor e acabaram se entregando. Na época, eles ainda moravam nos subúrbios da Califórnia em Los Angeles com suas famílias hipócritas e científicas demais. Foi por causa do seu interesse em comum por San Francisco que eles se conheceram. Em pouco tempo de namoro, Lance fugiu de sua casa nas altas horas da madrugada e chamou por Leslie em sua janela.

 

Eles fugiram juntos e foram morar juntos. Nem se preocuparam em deixar alguma carta para as suas famílias e também não se surpreenderam por não encontrarem cartazes de desaparecidos com suas fotos pelas ruas.

 

Leslie e Lance sabiam que era o destino e o amor os guiando sempre. Em algum momento de suas vidas, eles iriam se cruzar e se apaixonar como nunca antes.

 

Agora, naquele balão de ar quente voando sobre Bagan ao amanhecer, Leslie e Lance trocaram um beijo de amor verdadeiro que selou uma longa e eterna promessa de amor e lealdade que jamais seria quebrada por seus corações doces e apaixonados.

 

Eles se manteram nos braços um do outro para apenas se olhar, só porque amavam isso.

 

-Eu te amo, meu gatão louco.-Leslie sussurrou, sorrindo.

 

-Eu também te amo, meu garotinho biruta.-Lance murmurou e sorriu.

 

Então, eles tocaram suas testas e se beijaram mais uma vez.

 

E, por mais bobo que seja, Leslie Sanders e Lance Scott viveram felizes para sempre.

 


Notas Finais


Escrever essa história foi como estar perdido em um mundo perfeito cheio de amor, loucura, desejos, prazeres, fofuras e doçuras.
É a primeira vez que escrevo uma história em que não só o uke é louco assim como também o seme é louco. Acho que foi por isso que eu decidi dar o nome de "Um Par de Loucos". Acho que combinou direitinho, não? Foi divertido, apaixonante e até meio reflexivo, às vezes, eu acho. Eu vou sentir muitas saudades dessa história, desse casal maluco e apaixonado e do seu gatinho. Acho que todo o meu casal tem que ter um gatinho rsrsrsrs eu amo gatos.
Enfim, quero agradecer à todos que acompanharam esse meu trabalho, que me animaram para escrever mais e que me fizeram sorrir com cada comentário tão maluco e biruta quanto Leslie Sanders e Lance Scott. É por causa disso que eu escrevo todos os dias e me sinto um verdadeiro vencedor em algum coisa da vida.
Arigatou, meus amados loucos.
Jaa ne.
;3


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