História Um Pedido Nada Discreto - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Exo, Novela, Romance, Yaoi
Exibições 169
Palavras 7.331
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoal, sou Park Kyung Soon.
Essa é minha primeira One shot, e é uma ChanBaek. Por que eu amo esse couple.
Escrevi essa história a um certo tempo, porém, não tinha coragem de publicá-la.
Chega de Nhém nhém nhém.
Vão ler. Espero que gostem.
E desculpem se houver erros, por que né? Sempre passa alguma coisa.
Bjokas

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Um Pedido Nada Discreto - Capítulo 1 - Capítulo Único

CAPÍTULO UM – Esse pequeno, aliviando frustações

 

BaekHyun POV.

 

Lindo.

Fofo.

Romântico.

Divertido e extremamente Apaixonado – Por mim.

Este é meu adorável namorado Park ChanYeol.

Antes de começar a contar sobre o nosso dia a dia como membros do EXO – e belíssimos namorados – vou falar como começou essa história de namoro. Apesar, de ser clichê para alguns, para mim Byun BaekHyun não foi nada clichê.

Para as nossas fãs, um recado: vocês iriam adorar o fato de saber que, no palco em frente há milhares de pessoas, ele pediu meu coração e amor. De qualquer forma, vocês irão saber agora.

Era uma noite comum, muitas luzes e gritos... O grupo estava no auge da apresentação, cantávamos uma das músicas mais animadas: XOXO. No meio de todas as brincadeiras entre nós, ChanYeol se encontrava no meio do palco com uma rosa vermelha em mãos...

Eu estava há alguns metros de si, e como sou uma diva – Haha desculpe pessoal. Byun se controle. - Resolvi apimentar as coisas, fazendo um fanservice.

Caminhei lentamente par perto de si, e inesperadamente – juro que não sabia que ele ia fazer isso – ajoelhou-se na minha frente, entregando-me a rosa. Eu fiquei como um bobo, sorrindo para ele, fiz um movimento desajeitado de coração pulsante com meu tronco. E, claro que aceitei a rosa... de maneira nenhuma recusaria. Em seguida havia me virado para sair de perto.

Paralisei, quando senti suas mãos segurando meus pulsos e me puxando para si...

Foi quando aconteceu. Eu juro Senhor que eu tive um Heart Attack bem ali.

Seus lábios chegaram em meus ouvidos sussurrando as seguintes palavras:

 

- Baek, eu te amo. Aceite essa rosa como se fosse meu coração e meu amor. Hyung, quer namorar comigo?

 Eu empurrei seu peito com minhas mãos, não por que não gostei da pergunta, mas, para que não atraísse atenções demais para nós. Até porque, naquele momento somente EU queria sua atenção.

 

- Depois. – Foi a única coisa que eu disse depois de me virar, e continuar a cantar. Ele bufou e me seguiu no ritmo.

Meu coração batia como um louco, eu tinha que pensar numa resposta, e rápido. E de repente, tudo o que passei com ele desde o nosso debut, veio à tona na minha mente. E a única coisa clara em minha mente era o quanto ChanYeol me fazia bem.

Antes de qualquer coisa ele era o quê? Isso. Meu melhor amigo.

Devo confessar que durante uns tempos, minha visão sobre ele veio ter mudanças. Primeiro por que, dificilmente nós dois nos desgrudávamos. Segundo, ele me conhecia melhor do que ninguém, e terceiro ele me colocava acima de qualquer coisa, só para ter certeza de que eu estava bem.

Eu havia me apaixonado por ele, e droga, passei a deseja-lo como homem. Era errado, e eu sabia disso. Milhões de coisas passavam na minha cabeça.

E amigo, eu tenho uma lista prontinha para digitar, se me deixar fazê-lo vai dar um livro com direito a publicação.

Então, o sentimento por ele, guardei para mim. Ninguém precisava saber, até agora.

Com esse pedido de namoro, significa que ele me corresponde, certo? E eu jamais diria não a ele.

Eu o amava, e o queria somente para mim. Sem barreiras, sem nada, somente eu e ele. Portanto, eu já tinha certeza do que queria, se ele se tornasse minha força, juntos enfrentaríamos qualquer dificuldade, e não nos abandonaríamos.

- We Are One certo? – disse pra mim mesmo, em baixo som

 

O show finalmente acabou, fizemos agradecimentos e nossa recompensa foi nada mais que muitos, mais muitos aplausos. Nos reunimos atrás do palco, a fim de ouvir as palavras do nosso líder.

- Nós trabalhamos duro, quero agradecer pelo esforço – SuHo disse, seu tom de voz transparecia orgulho.

- Fizemos nosso melhor – Disseram Kai e D.O

- Hyung, nós sabemos, podemos ir e comer? Meu estômago dói de tanta fome. – Disse SeHun impaciente

-SeHun-ah passou o tempo todo reclamando disso para mim, está com tanta fome que seria capaz de comer uma vaca. – Lay gargalhava ao dedurar o maknae.

- Estou em fase de crescimento, devo comer bem. – SeHun fez um aegyo desajeitado – Hyungs maus não me alimentam.

- Hunnie-ah agora assume que é maknae – comentei e todos gargalharam, ChanYeol como sempre escandaloso bateu no meu ombro com mão, fazendo doer.

- Vamos logo nos trocar e ir alimentar esse bebê – Murmurou ChanYeol segurando minha cintura discretamente.

Acreditem, eu senti.

 Tanto que fez um arrepio gostoso percorrer meu corpo. Dei um passo discreto para trás e encostei minhas costas e cabeça no seu peito, fazendo com que ele apoiasse seu queixo no topo de minha cabeça.

-Aish, agora quem está com fome sou eu. – Disse impaciente – Acho melhor paramos de falar, e irmos embora.

- Byunnie, você é um chato. Estamos tentando ser legal e ouvir as palavras do nosso líder. – Disse Chen, seguido de sua doce risada.

- Devemos ficar quietos, visto que é a primeira vez que damos atenção ao SuHo hyung  - Xiumin tentava não rir quando o líder o olhou raivoso.

- Ora seu baozi com metade de 50 anos. – SuHo ria incontrolavelmente e saiu correndo atrás do mais velho e seguido por Chen. – Vamos embora! – Gritou o líder de longe e claro, como bons meninos, obedecemos.

Os membros foram andando em direção ao camarim, permanecendo somente nós dois, virei-me par si e o olhei nos olhos.

- Vamos embora, estou cansado. – eu disse, não entendo por que estava ofegante com sua presença – Já tenho sua resposta.

- J-jura? Q-quer dizer, s-sério? – arregalou os olhos puxados, e isso me fez sorrir. Num impulso passei um de meus braços por seu pescoço.

Não ia fazer mal, poucas pessoas estavam ali, e eram ocupados demais para prestarem atenção em dois garotos.

- Sim, mas, vamos sair daqui primeiro grandão. – olhei em volta e percebi que todos estavam alheios em seu afazeres e os membros sumiram de vista.

O puxei pela mão e fomos em direção ao camarim. Todos os outros já estavam lá, uns comendo outros se trocando, ou apenas jogados em algum canto no chão para descansar. 

- Hyung, hyung – disse SeHun – temos frango para comer. Venham logo antes que acabem tudo.

- Você quis dizer você não é, Oh SeHun! – Kai disse de longe, jogando um osso de frango no mais novo risonho.

- Vocês não cansam, aigoo. Eu estou morto, Kai não deixe ele acabar tudo. Vou me trocar e já volto.

- Pode deixar! – Respondeu-me.

 Parti em direção ao trocador, a fim de tirar aquela roupa e limpar a maquiagem. Quando terminei de me vestir, ou quase vestir, ChanYeol me surpreendeu no meio da minha mudança de camisa, virei-me subitamente e envergonhado.

- O que está fazendo aqui? – eu usava a camisa para me cobrir, e tentei colocar errando a passagem das mãos – Eu estou me trocando, aish. – falhei devidamente na tentativa desesperada de colocá-la.

- Por que isso agora? Nunca se incomodou com isso. – ele disse segurando minha blusa mal colocada – Vem, deixa eu te ajudar.

E ele ajudou a me vestir, que patético, me senti um idiota.

- Me sinto um bobo por não saber me vestir – passei a cabeça pelo buraco da camisa e olhei para si – Não se esqueça que eu sou o hyung aqui, não me trate como uma garotinha indefesa.

- Nunca disse isso hyung – ele riu de minha expressão nervosa – Aliás, o que você está dizendo agora não faz sentido.

- E o que faria sentido então? – Soei provocador? Sim, MAS, não foi minha intenção, só saiu naturalmente.

- Minha resposta. – ele abaixou-se o suficiente para encostar nossas testas.

Ele estava perto. Perto demais, eu podia sentir sua respiração tão junto da minha, se nossas respirações fossem cores elas estariam se tornando uma só agora, e poderíamos vê-las nitidamente.

Suas mãos foram de meus ombros para minha cintura, e me empurrando para o fundo do provador, até que senti a parede tocar em minhas costas. Eu estava louco para tocá-lo como nunca, queria abraçá-lo, eu necessitava disso.

Ansiava por seu beijo, por seu calor, acima de tudo, ansiava por ELE e mais ninguém.

Cansado de ofegar, e de me afogar na imensidão de seus olhos, passei meus braços por seu pescoço, nos aproximando. Afundei minhas mãos nos seus cabelos platinados e úmidos de suor.

Estávamos os dois ofegantes, chegara a ser algo sexual demais. Bastava ter Eu e ChanYeol nos mesmo lugar para ser algo sexual. É inevitável.

Se algum de nossos membros nos pegassem ali, daquele jeito, iriam nos zoar e dizer que nossa tensão sexual era quase apalpável.

- C-ChanYeol eu... – eu estava perdido nele

- Sim? – ele se aproximava tanto que achei que nos fundiríamos ali mesmo, no aperto daquele trocador.

– Eu te amo, e-e quero namorar com você.

Eu sorri e ele me retribuiu como nunca vi antes.

- Eu também amo você. – ele sorria como uma criança, pura e feliz. – E-e obrigado por aceitar ser meu namorado.

E esse foi o ponto alto do meu dia, avancei o sinal e o beijei.

Sim, o beijei como nunca havia beijado ninguém. Não que eu nunca houvesse beijado ninguém, claro, a menos que um selinho de mãe conte como um né? Conta?

Mas, isso não vem ao caso, por que eu estava beijando Park ChanYeol, meu melhor amigo, meu amor, meu – agora- namorado. Só meu.

O ósculo estava tão bom, eu não queria soltá-lo jamais. Nossas cabeças moviam-se de um lado para o outro, nossas línguas dançavam de forma graciosa, estalos eram ouvidos nitidamente. A cavidade dele era tão quente, e acolhia a minha de forma perfeita.

Encaixavam-se tão bem, a ponto de eu perceber que foram feitas uma para a outra. Eu puxava seus cabelos platinados – Devo ressaltar, que essa cor nele, estava linda – empurrava sua cabeça em direção a minha, aprofundando o beijo na esperança de curar a minha intensa necessidade de ter sua boca na minha.

A essa altura, a fome, o cansaço, a volta para casa, tudo fora esquecido. Eu o fiz esquecer de tudo, para que ele consumisse a mim, ali naquele trocador.

Seus braços apertavam-me fortemente, tão forte que me obrigou a ficar na ponta dos pés. Eu precisava de ar. – Ah, o ar. Se fez de necessário justo agora. – fui abaixando- me devagar, findando o beijo com selinhos estalados, e volta e meia voltamos a colar as línguas intensamente.

Por fim, paramos de nos beijar para ficar nos encarando sorridentes.

- Desculpe. Eu estava... é ... precisava respirar. – soltou-me devagar e riu junto a mim.

- Tudo bem, acho que fomos exagerados. – Ele afastou-se de mim e foi se encostar na parede oposta, pendeu a cabeça para trás. Fechou os olhos e soltou o ar cansado, como se tivesse corrido uma maratona. 

Permaneci no mesmo lugar, e desci escorregando até o chão. Quando senti algo liso em minhas costas, e percebi que, como todo e bom provador, há espelhos nas paredes. Eu olhei para frente e pude me notar.

Eu estava deveras corado, o suor agora era visível em minha testa, eu estava ofegante demais.

E de repente, um outro ChanYeol tomou o lugar do meu bebê grandão.

- Byun, você acabou comigo. – ele olhou para mim através do espelho, com aquela cara de: eu adoro provocar e te ver nervoso. Muito sexy. – Isso foi mesmo um beijo? Não quero imaginar quando fizer amor.

Uau, isso foi inesperado. Fazer amor? Como ele ousa? Eu sou o hyung aqui!

- Ya, não diga algo assim! – eu estava muito envergonhado – Dizer uma coisa dessas, é indiscreto.

- Não, não é. Por que eu te desejo. Muito. – ele foi dizendo cada palavra lentamente e se virou para mim, que ainda estava sentado no chão.

- Park, não seja inconveniente. – disse eu

- Eu amo seu corpo Byun. E agora que você é meu namorado. – ele estava começando a me irritar

- Não diga essas coisas, você está me irritando.

- Meu namorado Byun. Fazer amor com você faz parte da coisa.- ele disse, e tenho certeza que ele só quer me provocar..

- Eu vou terminar com você se continuar com isso, idiota.

- Não vai não. – rebateu – Mas, como ele está atrevido, esse idiota quer morrer!

- Vamos ver se não. – Levantei-me de onde estava e me pus na sua frente, encarando-o raivoso.

- Você não vai terminar. – ele se aproximou, porém não me tocou. – Você me ama. Você me quer, e sabe disso.

- Você está tão...! – fui interrompido

- Ousado? Sensual? Gostoso? – se aproximou mais, como um caçador rondando a presa.

- Avassalador. – ofeguei a palavra

- Você me ama, é por isso que diz isso. – ele me interrogava de fato, eu estava entregue em suas mãos.  – Você quer que eu faça amor com você Byun?

- Não – não sei por que diabos eu neguei.

- Quer que eu te foda? Fundo e forte? – ele se revelou como um bom caçador, e eu adorei o fato de ser a presa. Não havia mais motivos para negar a ale, ou melhor, me negar a ele.

Afinal, eu sou dele. Totalmente dele.

- S-sim. – Pronto, me enterre, pois, eu me matei depois dessa.

- Eu não ouvi, sabe ainda escuto os gritos das fãs então.... Minha audição não está muito boa – ele disse zombeteiro.

Droga, eu me rendo.

- Sim, eu quero que me foda. – falei convicto antes de puxá-lo para mim, peguei uma boa mecha de seu cabelo e mordi o lábio inferior, na tentativa de ser sexy. – ChanYeol, eu quero que me foda.

- Erótico. – ele me pressionou nos espelhos, uma mão pousou em minha cintura e a outra puxou meus cabelos castanhos, fazendo minha cabeça tomar para o lado. – Você é erótico sem mesmo perceber BaekHyun.

Sua língua então, começou a trabalhar. Molhada e quente, desde a parte de trás de minha orelha, passando pelas minhas artérias pulsantes, e todo o meu pescoço foi abusado, parando no pomo de adão, e dando uma sugada forte, que com certeza ficaria marca. E fez questão de repetir o trajeto feito anteriormente.

- Ah, isso. – eu gemia, e não me importei nem um pouco.

Queria que ele ouvisse como me deixava quando me provocava, queria que ele me tocasse como nunca ninguém fez, só para ele ver como meu corpo reagia, por ter sua presença junto a mim.

Eu empurrava sua cabeça em mim, era tão bom e não queria parar. Eu só sabia gemer e encorajá-lo a ir mais.

- Doce, seu cheiro é doce. Mas, seu gosto é salgado e eu gosto muito, é tão bom.

– Aqui -  ele continuava a chupar meu pescoço, fortemente e chegou a doer. – Aqui – afastou minha blusa, e chupou meu ombro. – E aqui – e chupou meus lábios, estalando-os aos soltar.

- Ah, meu deus. Channie eu... – Eu o olhei, lágrimas começavam a sair de meus olhos. Não de raiva, não de tristeza, mas, de amor e excitação. Eu já não aguentava mais aquela tortura.

- O que foi? – alarmou-se quando viu minhas lágrimas – Eu te machuquei? Baek?

- Não, eu estou bem. Eu só estou, exc... exc... – a palavra não saia de jeito nenhum. – Excitado, droga.

- Oh, por que não disse antes? – perguntou

- Por que você estava praticamente me comendo vivo, idiota. – eu ri de meu comentário e puxei a gola de sua camisa

- Desculpe, você não queria ser comido antes? – ele segurou meu pulso intruso na sua camisa e me fitou risonho

- Uhum.

- Isso foi informal, você deve dizer sim.

- Você nem sabe o que esse “uhum” quer dizer. – minhas mão foram subindo, passando por dentro de seu sobretudo, e afastando-o de seus ombros, isso fez com que ele me encarasse curioso.

- E essas mãozinhas aqui?

-Está calor não acha? Aliás, temos que nos trocar para ir embora, só estou ajudando... amor. – Ao ouvir minha última palavra, ele mordeu o próprio lábio. – Não é uma boa ajuda?

- Sim senhor.

– Me toque, ChanYeol... Eu p-preciso de você.

E deixou com que seu sobretudo azul caísse por seus braços, parando aos seus pés. Passei meus braços novamente por seu pescoço. E antes que eu pudesse colar meus lábios aos seus, a porta do provador se abriu, revelando um D.O espantado.

Droga, estamos fritos. Meu Deus, ele vai nos matar.

- Ah, vocês estão aqui. Estávamos atrás de vocês dois, seus fujões. – ele riu do jeito SatanSoo – Estamos indo embora, vocês vem?

- Ahn, acho que ainda vamos ficar e.... jantar Soo. Avise aos membros, que depois vamos para o dormitório. – ChanYeol disse

Eu estava com tanta vergonha de D.O que queria chorar.

- Tudo bem, aviso sim. Boa sorte ChanYeeol, finalmente conseguiu. – Ele riu e chamou-me – Baek, tudo bem não precisa ficar com vergonha, eu já sabia. ChanYeol me contou sobre o plano dele.

- Você, não acha que isso é estranho e ruim Soo? – Perguntei indo em sua direção, apesar de tudo D.O era a omma que nos apoiava.

- Claro que não, como eu disse, eu já sabia. Fica tranquilo, aliás, eu e o Jongin estamos nos acertando também.

- Como assim? – estava estático – Você não me contou D.O?

- Ah Baek, tem coisas que você não sabe e seu orelhudo não te deixa ver, por que você está concentrado demais nele.

Eu o abracei forte e murmurei um “Obrigado” no seu ouvido.

- Não há nada para agradecer. Bem, já vou indo então, pode deixar que aviso os outros que irão jantar. Desculpe por atrapalhar... – e saiu porta a fora, mas logo voltou – Tentem não fazer muito barulho, tem pessoa trabalhando há alguns metros daqui. Bye bye.

E ele se foi.

Suspirei alto, e ChanYeol voltou seus olhos para mim.

- O que houve?

- D.O acabou de nos pegar intimamente e você me pergunta o que houve? Channie você é um louco e se fosse nosso manager ou qualquer um? Aish, estaríamos fritos, tipo muito mesmo. – soquei seu peito com a maior força que tinha

- Está com raiva?

- Sim estou! E se nos pegassem, seríamos prejudicados e teríamos que nos afastar de novo! – eu chorara – E-eu não quero isso, você não pode se arriscar assim. Ah meu deus. N-não pode me deixar de novo. Seu idiota

- Baek, Baek calma! Eu já pedi desculpas. Desculpe, está bem?

- Sim...

- Chega de punhos em mim, tá doendo. Calma.... Eu não vou deixar você. Nunca. – ele disse calmo e seguidamente beijou o topo de minha cabeça. – Eu te amo

Ergui minha cabeça e selei nossos lábios mais uma vez naquela noite. O beijo foi calmo, lento e molhado. Nossas línguas dançavam em um ritmo único, minhas mãos pressionavam seus ombros ao que o cerquei com meus braços, e suas mão passeavam por toda a extensão do meu corpo.

Subitamente o empurrei, e me virei para a direção da porta. Ele deve ter pensado que iria embora e o deixaria ali, sorri discretamente. Seria interessante brincar com ele, e tranquei a porta do trocador.

- Só para não nos interromperem de novo. – parei em sua frente agarrando sua blusa. – Agora vem aqui, me beija mais. –  e juntei mais uma vez naquela noite seus lábios nos meus.

O beijo já não era o mesmo, esse tinha um toque de luxúria, desejo e excitação. Eu, agora precisava dele. Inteiramente, só para mim.

Passei meus lábios por seu pescoço deixando ali, um chupão. A vermelhidão foi evidente e eu sorri com minha obra de arte, mordi toda a extensão de pele que era visível. Ele gemia incansavelmente, ele me queria do mesmo jeito que eu.

- Ah, Baek eu... mais forte. – mordi mais uma vez e eu urrou alto. – AH! Isso é tão bom.

Cansado de somente dar e não receber. Haha até parece, ele foi um cavalheiro hoje. Eu amei.

Eu, Byun BaekHyun não sei como, mas, depois de parar de abusar de seu pescoço ataquei seus lábios com volúpia e ferocidade rasguei sua camisa – Sim, eu rasguei – e como sei disso? Por que pude ouvir em alto e bom som o tecido sendo rasgado.

Deixei com que ele retirasse os restos mortais dela e continuei a beijá-lo, virando nossas cabeças como meio de aprofundar aquele osculo obsceno. Suas mãos agora livres do tecido adentraram minha camisa, apertando a carne exposta, isso fez com que fosse levantando a camisa e discretamente pedindo para retirá-la do meu corpo.

- Posso? – perguntou

- Claro, na verdade, achei que você não fosse tirar. – Ri e tirei a blusa de uma vez. Ele me olhou como se fosse me devorar. Ah, o caçador está de volta.

- Você é lindo Baek, sua pele é linda... quero beijar cada centímetro dela– ele me abraçou e enterrou o rosto no meu pescoço – Meu amorado é lindo. Tenho muita sorte.

Não aguentei e o beijei.

De novo.

De novo.

De novo.

E mais uma vez, até cansar. O que seria impossível.

Ele puxou uma de minhas pernas, e a levantou. Ele apertava minha coxa, sua mão passeava pela parte interna, e a calça jeans impedia um contato íntimo de nossas peles. Eu gemia ofegante a cada aperto de sua enorme mão, e eu queria mais desses toques.

Uma de minhas mãos foi atrevida, enquanto uma o puxava para mais perto, a outra foi para seu zíper, senti ele ficar tenso sob minhas mãos. Então, voltou a relaxar e deixei com que isso me motivasse a abri-lo. Pude sentir o tecido de sua cueca, minha perna que ainda estava suspensa foi solta de repente.

Ele me olhou e abaixou-se na minha frente rapidamente, e abriu dessa vez, o meu zíper. Encostei-me na parede enfeitada pelo espelho e senti seus toques, quando voltou para mim seus lábios começaram a descer quentes pelos meus ombros, agora expostos, depois lambeu meus mamilos e seguida da linha de minha barriga ao chegar no meu umbigo, ele enfiou sua língua travessa ali.

- Ah. – sua língua entrava fundo naquela pequena cavidade, eu sorria de satisfação pelo prazer proporcionado ali. – Channie, é tão b-bom. Ah.

- É apenas o começo amor. – minha sanidade foi pro espaço ao ouvi-lo me chamar de amor.

Continuou a enfiar a língua ali, chupou, mordeu e tudo que tinha direito. Ele estava deixando sua marca em mim. Passei a mão nos seus cabelos, e fui o empurrando para baixo, guiando-o para onde devia ir.

Ele parou no meu membro desperto, o beijou por cima da cueca branca, estava tão apertada que parecia que se mordesse rasgaria facilmente. Eu continuava o guiando e queria mais e mais de sua boca.

- Aonde você quer que beije Baek? – como ele tem coragem? ele sabe onde. Somos homens e temos as mesmas coisas no meio das pernas, droga meu membro vai explodir de tanto tesão. – Aqui? – beijou a minha coxa e assenti murmurando um “sim” bem rouco – Aqui? – foi descendo pelas minhas pernas e beijou cada centímetro dela, e eu estava adorando. Parou quando chegou nos meus pés, e colocou meus dedos em sua boca.

- Arh... caramba – eu gemi, pois era muito bom. Meus pés eram sensíveis e meus dedos estarem dentro de sua boca era a perdição. Ele me olhava enquanto chupava meus dedos, minha expressão de prazer com certeza era um bom show, ele sorria cada vez que eu gemia para ele, por ele. – Channie, para. S-sobe vai, me dá atenção.

- A onde Baek? Me diga.

- Meu p-pênis. Chupa. Por favor. – eu implorava por sua boca

- Pede de novo.

- Por favor, me chupa. Eu preciso que me chupe.

- Sim senhor.

Então abocanhou meu membro, por completo. Eu urrei de prazer, por que finalmente era o que eu queria, sua língua brincava com a glande inchada, meu membro pingava pré-gozo. Ele chupava a cabeça e sugava como se fosse um doce e o que sairia dali seria mel. Ele estocou sua boca e um ploc ploc erótico podia ser ouvido com o movimento de vai e vem de sua boca no meu membro, a saliva escorria pelo canto de sua boca.

- Ah, Channie, eu vou gozar. E-eu! Ah – eu estava ficando louco, podia sentir estava tão perto e quando pensei em avisar.

- Pode soltar, me dê tudo.

Eu gozei dentro de sua boca, e ChanYeol bebeu meu leite sem deixar cair um pingo fora de sua cavidade. Eu tremia devido ao orgasmo, ele terminava de lamber os resquícios do meu sêmen. Estava suado, meu corpo estava molhado os espelhos embaçados por um momento achei que ia desmaiar, por uns tris eu não cai, pois, minhas pernas viraram gelatina, mas, ChanYeol me aparou segurando-me e me recolocando no lugar.

Ele se colou a mim de novo e me beijou, podia sentir meu próprio gosto em sua boca e isso me instigava a devorá-lo mais e mais. Até ele se pronunciar:

- Foi a melhor refeição do dia. Você é muito bom Baek. – beijou minha testa, e agarrou minha cintura,

- Foi incrível Channie, eu adorei. – passei meus braços por sua cintura e pude tocar minhas mãos envolta dele, o pressionei contra mim nos colando - Estou cansado. Eu te amo namorado.

- Haha agora minha ficha caiu Baek, estamos juntos. – ele ria dolorosamente. – Bem, vamos nos trocar e ir embora, está tarde.

- N-não! Ainda não.

- Por que? Baek está tar.- eu o interrompi colando minha boca na sua.

- Vamos fazer amor, estou pronto para o próximo passo. Vem, eu quero você. Eu quero ser seu, só seu. – seus olhos brilhavam ao me olhar.

- Uhum, tá bem. – ele me puxou pelas coxas e me impulsionei para cima, subindo em seu colo, minhas pernas rodearam sua cintura e o prendi ali como forma de nunca mais deixar ele sair. Suas mãos apertavam minhas nádegas fortemente eu gemia entre os beijos, um detalhe foi notado apenas por mim, ele ainda estava de calça.

De algum jeito usei meus pés para descer suas calças junto com a cueca até poder deslizar sozinha até seus pés e ele chutou os tecidos para algum lugar que não importava.  Eu pude sentir a diferença, nossas peles totalmente descobertas, quentes e suadas.

Continuava agarrado a ele, minhas pernas fazendo pressão em seu quadril e suas mãos em minhas coxas, senti ele roçar a cabeça de seu membro em minha bunda, separou minhas nádegas e se colocou no espaço em que abriu, doeu? Sim, e olha que ele só ficava esfregando.

Na tentativa de fazer doer menos, ChanYeol cuspiu na própria mão e deixou seu membro molhado fazendo movimentos de masturbação em si, e recolocou no lugar anterior, agora ele esfregava naturalmente, deslizava gostosamente.

Seu pênis crescia mais e mais, resolvi ajudar com os movimentos, pressionei-o na tentativa de fazê-lo me invadir de uma vez.

- ChanYeol, pode colocar. Estou pronto. – deitei minha cabeça no seu ombro e enterrei meu rosto ali, eu estava envergonhado, mas ele não precisava saber. – Eu preciso de você para me sentir mais vivo, preciso me conectar a você para ter mais forças. Por favor.

- Olhe para mim. – obedeci, e olhei aquelas pérolas negras que eram seus olhos. – Preciso que olhe para mim quando o fizer, não desvie, senão eu paro, ok?

- S-sim.

- Bom garoto.

Pousei minhas mãos em seu pescoço, prendendo meu olhar excitado nos seus. Meu coração batia como um louco, eu estava com medo, da dor, de ele não gostar, de gemer alto e atrair atenções.

Sua glande grossa, chegou em seu destino, meu ânus estava quase para ser violado, e ele foi colocando, devagar... era como colocar um anel, onde você coloca devagar para saber se vai caber. E de repente, a cabeça de seu membro foi engolida por minha entrada. Eu pulei na hora, achei que ela iria sair, mas, não ficou lá.

Ele estava sendo acolhido por mim.

Nossos olhares estavam presos um no outro, ele estava tenso, as rugas na testa estavam profundas, eu permanecia segurando seu pescoço. Eu funguei e disse:

- Ai, está doendo.

- Shh, vai passar.

- Não, tira. Por favor, está doendo. – as lágrimas teimosas saiam sem ser convidadas.

- Calma, me beija. Olha pra mim, vai passar Bae. Só relaxa... – eu o olhei e tentei ficar calmo.

Ele então, recomeçou os movimentos, agora não era só a cabeça e sim toda a extensão dele, pedia espaço dentro de mim, e ia se colocando lá sem ser convidado. ChanYeol foi se empurrando para dentro até a metade, eu o apertei com força e ele me segurou apenas com uma mão, a outra segurou minha mão brava e entrelaçou nossos dedos.

Eu continuava a chorar, queria desistir, aquilo doía. Muito.

- P-para, por favor. Estou falando sério. – aquilo dóia demais, a dor estava aumentando e choque... Meu corpo gelou.

O pênis de ChanYeol estava todo dentro, ele enterrou-se de uma vez. E daí não aguentei, gritei, gritei mesmo. De dor. Por quê? Por que sim, sou delicado.

-BaekHyun, relaxa. Não me aperte tanto, você vai me torar ao meio se não parar de me apertar.

- ChanYeol, isso dói. Você está me machucando, por favor – ele se empurrou com mais um pouco de força tocando fundo dentro de mim –Devagar.

Meu interior tentava a qualquer custo expulsar aquele intruso dali, mas agora, eu o queria mais.

-Shhhhh, calma. Viu só? Passou, não é? – Me perguntou e sorriu para mim

- Sim, é bom... Espera, tenho que me acostumar.

- Calma senhor delicado, eu sei disso. – beijou meu pescoço e esperou junto a mim.

E de repente a dor, Puff! Sumiu. E uma onda de prazer veio e me tomou por dentro.

- Já pode se mover Yeol, eu quero ah – ele me interrompeu por meio de uma estocada forte. – Ah.

- Baek, ahh está... doendo? – neguei rapidamente.

Colei nossas bocas e gememos loucamente em meio ao beijo.

- Ah, Baek você é tão apertado. Tão quente, que gostoso.

Minhas costas deslizavam pelo espelho molhado, meu corpo saltava com as estocadas que ele me dava, era uma sensação tão boa. Aquele ritmo era impecável, ora sobe e desce, sobe e desce. Uma/duas/três estocadas uma/duas/três/quatro. O que são essas sensações?

Eu gemia loucamente, gritava, arranhava suas costas sem piedade nenhuma...

- Ah, mais forte. – Empurrei seu quadril com a perna e ele tocou em um lugar mágico dentro de mim. – Oh meu deus. Isso, de novo- outra estocada que me fez gemer alto – Oh. Mais... Chan, mais.

- Assim? – ele ia rápido que meu corpo chocava-se com o espelho fazendo barulho.

-Isso assim, vai mais forte.

 E ele foi. Tão fundo, que seria capaz de me partir.

- AH, ASSIM?

 - AAAH ISSO!

A última estocada fora tão forte, que nos fez trincar o espelho atrás de nós. ChanYeol riu e isso nos fez para de se movimentar, comigo ainda no colo, foi desacelerando os movimentos.

- Ah... não se preocupe com o espelho, continue.

- Baek. Isso é tão gostoso, mas, suas costas...

Ele parou de vez, minha mente ficou branca e tive dificuldade para controlar a respiração, eu estava acabado, meu pênis estava demasiadamente duro e ChanYeol ainda dentro de mim estava como uma estaca, nem se mexeu...

Nos virou de frente para ver o estrago que fizemos, rimos como dois bobos... O espelho rachou por completo logo após nossa saída.

- Nossa, isso é... Tão quebrado. Hyung, olha o que me fez fazer – Disse ChanYeol rindo

- Isso é culpa sua idiota, se não tivesse me estocando daquele jeito.

-Só minha é? Você é o hyung aqui Bae-Bae, assuma a responsabilidade.

-Mas, deixa isso para lá. – Puxei sua boca em direção a minha e fiz uma breve movimentação em seu colo. – Eu ainda estou duro, e você também.

- Estava lidando com um pervertido todo esse tempo e não notei? – Ele adentrou minha cavidade de forma bruta, chupando minha língua, meu lábio inferior ora o superior. Eu não me cansaria tão rápido, e sei que ele também não. – Vem, vamos... oh, tem um banquinho aqui. Quero fazer algo sujo agora.

- E o que fizemos não foi sujo Sr. Park? – perguntei sentindo ele sair de mim, e me deixando de pé agora, nossa minhas pernas estavam fracas, quase me esqueço de como andar.

- Nah, o que fizemos foi... quebrado e não sujo Sr. Byun

Ele se sentou no banquinho, de frente para o espelho de trás porta agora só restavam três deles, inteiros. Ele bateu nas pernas, me chamando para sentar ali.

- Vem, ainda não terminamos. Preciso cuidar do meu namorado, que ainda está duro.

- Channie, não diga coisas assim, é vergonhoso.

- Ah, desculpe Bae. Sente-se aqui, meu amiguinho solicita sua presença. – caminhei mancando em direção a ele, ia sentando de frente para si, porém fui impedido. – Não, de frente para o espelho, eu quero que você se olhe.

- Tá bom, seu pervertido.

Posicionei-me a sua frente, de costas para si e voltado para o espelho, ele me olhava sedento através do reflexo, e pude ver seu membro levantar mais do que já estava. Permaneci olhando para aquele mastro até ouvir sua voz, me chamando.

- Vem Baek. Devagar. – ele me puxou pela cintura e me fez sentar em seu colo, senti seu membro me pressionar mas, não me adentrou de imediato. – Baek, abra as pernas. Assim...

Ele me abriu e fiquei horrorizado com minha imagem, eu estava tão exposto. Minha intimidade ereta na minha frente, meus mamilos duros, mas somente com essa visão, eu poderia gozar.

- Levanta, e  senta devagar. Eu quero que veja como entra em você. Olha para o espelho Baek. Faça você mesmo.

Ele pendeu os braços ao lado do corpo, e me fez fazer o que era seu trabalho. Segurei seu pênis pela metade e deslizei minha mão de cima a baixo, sentindo pulsar. Direcionei a minha entrada e fiz ele encaixar-se, e pronto. Fui descendo... seu membro me abria por completo, procurava um espaço  para se aconchegar, até que eu senti ele todo dentro de mim.

Suspirei e permaneci tenso, até sentir suas mãos em meus quadris e ele disse:

- Descansar. – riu sozinho e pude enfim relaxaar em seu colo, joguei a cabeça para trás e deitei em seu ombro. Suas mãos faziam um caminho sensual de meu pomo de adão até o membro duro. Eu gemi baixinho e manhoso, só para ele. – Ainda dói?

-Não, só que... é bom ficar assim. – Respondi, eu estava excitado, podia sentir a excitação subindo, vindo lá do fundo pronta para ser exposta. – Chan, o que pretende fazer agora?

Eu só precisava da resposta dele para exibir minha libido.

- Agora? – deu um impulso no quadril e me estocou rapidamente fazendo-me soltar um “Ahn” manhoso

- Sim...

- Vou te foder rapidinho.

Ele abriu minhas pernas mais do que antes, deviam estar em uns 360° graus. Tipo muito abertas, junto com as dele. Ele me segurou no quadril e começou a estocar, eu pulava em seu colo, ora rápido demais, os gemidos não tinham tempo de saírem longos, ele entrava e saia de mim como um louco as mãos me guiando para o que fazer.

Era uma sensação tão gostosa, gostosa mesmo. Peguei uma de suas mãos e a segurei e fiz com que as duas entrelaçadas me masturbassem, ele fazia tão bem, minha mente estava branca, o ar tinha virado uma espécie de gel que eu não podia mais inalar, e meu pulmões rejeitavam.

Pendi minha cabeça no seu ombro, apenas sentindo me dar prazer, e fiz algo inesperado.

Como estava arreganhado para si, não havia mais por que ter vergonha, baixei meu tronco para frente, fazendo-me ficar de quatro para ele e dessa vez eu ditei os movimentos e a velocidade que eu queria.

ChanYeol gostou disso, suas mãos davam tapas em meu traseiro e isso fazia meu prazer aumentar, continuamos com os movimentos fortes, até sentirmos aquela sensação de formigamento.

- Está vindo – falamos juntos

Continuei a me movimentar, seu membro entrava e saia loucamente. Deus, eu vou gozar e gritar alto aqui.

- Ah. Fundo, Yeol. Isso.

- Baek isso, ah que gostoso. Mexa-se, mais rápido. – uma tapa fora dada em minha nádega direita e eu como um bom menino, obedeci a ordem.

- Assim? –gemi - Chan só mais um pouco, e-está vindo. Eu vou gozar...

- Eu também. Meu deus, só vai mais rápido. Vem aqui.

Meu cabelo fora puxado, e me tronco reerguido. Pendi minha cabeça para trás e beijei sua boca loucamente, abracei sua cabeça com meus braços, minha coluna formando um arco e totalmente arreganhado sua palma ainda me masturbava a outra pressionava meu quadril. E ele me empurrou mais para baixo e nós chegamos juntos ao ápice, seu leite era espirrado dentro de mim e eu sentia enquanto o beijava...

Nosso ato obsceno acabou. Apenas nossas respirações eram ouvidas ali naquele lugar. Suas mãos possessivas relaxaram e minhas pernas viraram gelatina. Permaneci no seu colo por um bom tempo, permanecemos em silencio. Eu iria dormir ali mesmo.

- Baek? Está dormindo?

- Haha, não. Estou morto. Você acabou comigo, literalmente. – Me virei para si e sorri, o puxei para um beijo rápido, seus cabelos pingavam suor, os meus também, as nossas peles brilhavam pelo esforço, e as marcas em nossos corpos era visível.

- Você é lindo. Todo suado, nu, cheirando a sexo, nossa...

- Pervertido, você também não tá mal. – sorri docemente - Idiota, eu perdi minhas pregas.

- Desculpe, vou recompensá-lo qualquer dia.

- Vai me deixar te comer? – dei um breve selar no seu queixo

- Não.

- Só um pouco? – outro selar, agora na sua boca

- Nunca.

- Nunca diga nunca Park

- Baek, me faz um favor? –disse nervoso

- Qual? – Parei com o selar, ficando grudado ao seu lábio inferior

- Cala a boca.

- Seu chato

- Meu beija, agora.

- Tá. – foi um longo beijo, doce e apaixonado. Um beijo que selou nosso contrato de amor, nosso namoro e nossas almas.

 Ele era meu e eu, inteiramente dele, como tudo deve ser.

Depois de alguns minutos trocando beijos e carícias – adoro chamar ele assim – meu namorado resolveu acordar-me para realidade. Estava realmente tarde, não sabíamos a hora, os membros deviam estar no dormitório nos esperando, e preocupados.

SuHo hyung irá nos matar. É de certeza.

- Baek, isso é tão bom e gostoso. Mas, temos que ir.Vai levante-se. – ele me tirou do seu colo para então levantar, gemi manhoso quando me senti vazio.

- Hm, que sensação de vazio. – Fui andar e senti algo escorrer por minhas nádegas e chegar nas pernas. – Ai, que isso?

Me virei desajeitado e passei a mão e senti que era pegajoso e branco, e de repente o lugar ficou forte a cheiro de sêmen.

- Baek, eu disse que não devia gozar dentro. Você está pingando.

- Tudo bem, gosto de ser um recipiente de sêmen Channie. Vamos nos lavar. Veja se não tem ninguém e tranque a porta do camarim, vamos tomar banho depois.

Fiquei parado no mesmo lugar, e resolvi olhar meu estrago. Senti alguma coisa diferente em mim, me toquei nos lugares visíveis vi marcas de chupões horrorosas – daria um jeito depois – busquei algo diferente no meu corpo, mas não havia nada por fora – exceto as marcas – mas por dentro, eu podia sentir, era como se o corpo dele ainda estivesse lá, meu interior estava renovado, mas leve até.  Meus poros transpiravam relaxados.

Senti duas mãos em minha cintura, me tirando dos devaneios.

- Desculpe pelas marcas, não sabia que iam ficar assim. – beijou-me o ombro – Trouxe para você. – Vesti o roupão negro que ele me dera.

- Obrigado. A barra está limpa?

- Sim, não há mais ninguém por perto. Vamos tomar banho.

- Vamos – Fiz bico quando ele se virou e o chamei pedindo colo. – Channie, me leva. Eu não consigo andar direito.

- Oh, mas é claro. Desculpe.

E num segundo, meu corpo foi suspenso e ele me carregou até o banheiro do camarim, me desceu de seu colo e removeu o roupão, ou tentava né pois, eu não queria desgrudar meus lábios dos seus.

Ele foi me empurrado para dentro do box e a água quente começou a cair por nossos corpos, me impulsionei para si e ele me segurou, fiz com que minhas pernas prendessem seu corpo, e ele interrompeu o ósculo mal terminado.

- Vamos ter uma segunda rodada? – Encarou-me pervertidamente

- Acho melhor fazer um bom trabalho.

Sorri puxando-para mim, fazendo com que o restante da noite fosse nada mais que gemidos e beijos.

***********************

Porém, 4 horas depois.

- Onde é que vocês estavam!!!!!!!!!!!?  - SuHo disse em alto e bom som.

- Hyung, calma. Eu disse que eles iriam jantar fora e iriam ao karaokê. – D.O disse, mas nos encarou desconfiado. Ah, droga ele iria me zoar amanhã.

- Que seja, vocês deviam ter vindo cedo! Eu estava preocupado caramba. – fungou

- Desculpe hyung – ChanYeol e eu dissemos – não vai acontecer novamente.

- Bem, se for assim tudo bem, irei dormir. – SuHo saiu da sala e foi em direção a seu quarto e o de Lay.

 - Boa noite pessoal, o Jongin está com dores então, vou dar algum remédio para ele. Tchau

D.O saiu e se trancou em seu mundinho com seu moreno. Me virei para ChanYeol, e sorri cúmplice.

- Quase morremos, demoramos quatro horas. – Larguei nossas mochilas no chão e avancei em sua direção, envolvendo os braços ao redor de seu pescoço, o que me fez ficar na ponta dos pés.

- Claro que demoramos, precisava curtir o meu namorado. – Encostou seus lábios nos meus, fazendo-me suspirar. – Eu te amo Baek. Muito.

- Eu também te amo ChanYeol. – Não podia fazer nada além de retribuir seu doce beijo, segurei seu queixo delicadamente e fui afundando o ósculo delicado que acontecia ali. Baixei os pés e me separei dele, rindo. - Vamos dormir, está tarde. Temos deveres amanhã. Vem...

Fomos em direção ao nosso quarto, destranquei a porta e me joguei na cama alheia, ele riu e disse:

- Você é um folgado – sentou-se ao meu lado, puxou meus pés que estavam calçados com as meias de xadrez, foi retirando delicadamente dos meus pés e as jogou longe.

- Nah, sou só Byun BaekHyun. Seu namorado.

- Byun, nunca vi esse seu lado manhoso.

- Você é meu melhor amigo devia saber disso... – sorri e tirei seu casaco pesado de seu corpo e joguei em algum canto do quarto. – Vai me deixar agora é? Me engravidou e vai me largar com um bebê de orelhas grandes?

Ele riu.

- Nunca, nem em cem anos. Aliás, seria bom ter um bebê. Lindo como você. – ele sorriu e me deu um beijinho na ponta do nariz. – Antes que eu me esqueça, tenho algo para você.

- O quê? É um sorvete de peixe? Delineador novo? – ri da sua cara de chateado

- Não, só é uma coisa de ChanYeol. – puxou minha mão, e nela pôs uma caixinha preta – Para você.

- O que é?

- Veja por si mesmo. Espero que goste.

Abri a pequena caixa, e o que tinha dentro dela era uma pequena pulseira prateada, delicada e graciosa. Como eu. Sorri com o presente recém ganhado, e estendi meu pulso em sua direção em um pedido mudo para que ele a colocasse em mim.

- Coloque. – depois de feito, perguntou-me:

- E então, gostou?

- Sim, Channie eu adorei. É lindo.

- Como você. – sorri bobamente e o puxei para mim o beijando-o, caímos na cama e o puxei mais para cima de mim, abracei seu pescoço e murmurei no seu ouvido:

- Vamos fazer amor de novo?

- Hum, amanhã temos trabalho. – disse amuado

- Aigoo seu bobo, amanhã temos folga. – mordi o lóbulo de sua orelha

- Vamos fazer amor então.

- Tenho que agradecer pelo novo presente.

Depois da última sentença, deixei com que ele me puxasse para debaixo dos lençóis para me fazer só dele.

De novo.

E de novo até amanhecer.

ChanYeol, obrigado pelo presente e seu amor.

Eu te amo grandão.


Notas Finais


Então, gente. É isso. Gostaram?
Desculpem-me pelos erros, e seja lá o que estiverem pensando, comenta por favor. Eu vou adorar saber suas opniões. Confesso que to bem nervosa com relação aos favoritos.
Mas, publiquei. Leiam e espero que tenham gostado do meu primeiro trabalho.
Fim.
Bjokas <3


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