História Um plano quase perfeito - Capítulo 5


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Barbara Palvin, Casamento, Justin Bieber, Vingança
Exibições 111
Palavras 1.440
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oin *-*

Voltei rainhas.

Capítulo dedicado pra Sarinha e pro meu bolinho ♡ Soso ♡
#StayStrongSara

Obrigado aos favoritos e comentários *-*

Desculpem quelquer erro e boa leitura ;)

Capítulo 5 - Jantar - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Um plano quase perfeito - Capítulo 5 - Jantar - Parte 1

E eu acho que gosto mesmo de você, bem do jeito que você é. 

Justin assoou o nariz e se encolheu no sofá cobrindo-se com o cobertor.

A porta foi aberta e uma Melissa com aparência cansada passou por ela. A loira dos olhos azulados sentou no sofá e retirou os sapatos enquanto Justin só acompanhava as ações dela com o olhar.

--- O Senhor é mulher né? Só pode ser! – As mãos estavam juntas e ele olhava para o teto.

Ela o encarou, risonha, e tombou a cabeça para o lado analisando o rosto abatido do loiro.

Melissa levou sua mão até a testa de Justin e constatou o óbvio: 

--- Você está com febre. Se quiser posso marcar uma consulta...

--- Precisa não, muito obrigado. – Desdenhou. --- Viu como ficou a sala depois que você arrumou? O sol entra e não me deixa ver que preste a TV. – Reclamou.

--- É só fechar a cortina.

--- Mas aí não da para ver o por do sol. – Disse como se fosse algo lógico. 

--- Quem é o maluco que quer ver o por do sol daqui de dentro?

--- Mas será possível que você tem resposta pra tudo? 

--- Tá com fome?

--- Estou.

--- Vou preparar alguma coisa para você comer.

--- Ei, ei, ei. Nem pensa nisso. – Melissa franziu o cenho enquanto ele levantava do sofá. --- Regra principal dessa casa, e ela não estão em discussão: Ninguém toca nos meus utensílios de cozinha. – Tossiu bem no rosto de Melissa que fez uma careta de nojo.

Os dois se encaminharam para a cozinha onde o loiro separou uma mesinha de madeira. Limpou a superfície e abriu uma gaveta embutida ali, retirando um avental.

--- Não acredito no que estou vendo. – Ela disse e riu em seguida. Uma risada doce e verdadeira.

--- Saiba que as pessoas mais qualificadas que trabalham com comida são homens e não mulheres. – Arqueou uma sobrancelha sorrindo divertido. Um sorriso de moleque que fez seus olhos se fechar um pouco.

--- Quem muito fala, pouco faz. – Ela rebateu enquanto ele colocava um boné.

--- Será que eu posso te usar? – Ele questionou maliciosamente e ela o olhou, indignada.

--- O que disse? – Ela o fulminou com os olhos.

--- Se posso usar você?

--- Como?

--- Posso ou não usar você como minha assistente de cozinha?

--- Ah. Tudo bem.

--- Só pensa maldade, eu em.

O loiro separou os ingredientes, lavou-os e logo já estava os cortando. Melissa o ajudava a cortar e separar o que ele pedia.

--- Desde quando sabe cozinhar? – Questionou curiosa.

--- Já faz um tempo. Eu moro sozinho e cansei de comer em restaurantes... Acabei fazendo um curso de culinária e descobri que isso me faz relaxar. E é bom para o meu trabalho porque cozinho de acordo com meus vinhos.

--- Que interessante.

--- Tenho tantos talentos que você nem imagina... – Ela revirou os olhos.

--- Nossa! Quanta coisa eu estou perdendo. – Ironizou. Encaminhou-se até a pia e inclinou para abrir a gaveta de baixo em busca de algo que o loiro não sabia o que era. A atenção de Justin foi desviada para o bumbum da loira.

--- Nossa senhora! – Sussurrou. Dirigiu-se até onde ela estava com as mãos coçando para tocá-la. Encoxou-a e depositou as mãos na cintura dela que deu um sobressalto.

--- Quer parar de fazer isso?! Acaso já não falei que isso não te pertence? – Ele riu.

--- Esquisito né?! Eu sempre achei que abstinência existisse antes do casamento. – Disse risonho e Melissa tentou não rir, mas fora falha sua tentativa. --- É uma pena. – Mediu-a de cima a baixa lambendo os lábios em seguida.

Continuaram a cozinhar e prepararam um molho caseiro para colocar na comida. Justin fritou alguns pedaços de carne branca e temperou. Enquanto o resto da comida cozinhava e Melissa finalizava a salada de verduras, Justin retirou um vinho da adega e pegou duas taças no armário.

Entregou uma para Mel que a segurou de forma errada.

--- Epa! Tem que segurar sempre por baixo. – Ele ensinou. --- O vinho tem que ser encorpado, em boa temperatura... Tem que ter cuidado. – Depositou uma pequena quantidade na taça enquanto Melissa prendia o sorriso que queria escapar. --- Só um pouco para você provar. Tem que mexer um pouco para liberar o oxigênio que ele tem. Vinho tem vida! – Ela sentiu o aroma do vinho enquanto ele abria um sorriso largo. --- Isso. Assim você pode sentir todas as essências da fruta. – Ela experimentou. --- E aí?

--- Uma delícia. – Aprovou.

Justin pôs a outra parte da comida no forno e sincronizou o relógio com o tempo determinado do alimento ficar pronto.

--- Em pouco tempo estará pronto.

--- Que bom. – Lambeu os lábios o que não passou despercebido por Justin. --- Dá uma ajudinha aqui? – Pediu.

O loiro segurou a cintura de Mel para ajudá-la a descer da bancada. Já em pé, Mel escorregou até o chão sentando-se encostado ao armário. Justin ergueu uma sobrancelha, questionador. Deu de ombros e encheu outra taça com vinho a entregando para Melissa que aceitou de bom grado.

Logo Justin estava sentado ao seu lado, também com uma taça em mãos.

--- Saúde. 

--- Saúde.

Cada um bebeu um gole de vinho.

--- Bom vinho, casa bonita, arrumada e limpa e sabe cozinhar. Você já pode casar sabia? Faria qualquer homem feliz.

--- É o que? Que absurdo! Não brinca com isso Melissa. – Ela gargalhou levando-o junto a ela na risada. --- Minhas especialidades são as mulheres e o vinho. O vinho eu faço misturando uvas e as mulheres... Eu misturo dando vinho a elas. – Os dois riram outra vez.

--- Ah Justin... Por que não aproveitamos essa oportunidade?

Ele a encarou, interrogativo.

--- Está se referindo a que? – Chegou mais perto. Seu desejo era tomar aquela boca para si.

--- Podemos ser amigos. – O sorriso de canto que ela deu o deixou frustrado. O loiro revirou os olhos. --- Pelo menos esses dias. – Sorriu de forma doce.

--- Ótima ideia. – Cedeu sem ter muita escolha. --- Não sabia que tinha interesse na minha amizade.

--- Mas eu tenho. Amizade sempre me interessa e admita, essa situação é bem estranha e peculiar.

--- É claro. Casamos primeiro e estamos tentando ser amigo depois.

--- É verdade.

--- Antes dessa confusão toda você já tinha pensado em se casar com alguém?

Melissa engoliu o vinho que bebia forçadamente. Sabia que não iria gostar de falar sobre o assunto, mas já que estava ali, porque não? Aquilo tudo já havia até perdido o sentido. Justin não era tão mal... Mas, ainda assim era um cretino pelo que fez.

--- Já. Inclusive eu até quase me casei, mas não deu certo.

O loiro não soube explicar o incômodo que surgiu em seu peito, mas mesmo querendo não saber, sua curiosidade fora maior.

--- Por quê?

--- Boa pergunta. – Sorriu timidamente. --- Como saber quem é a pessoa ideal para você? – Ele fez uma careta ao lembrar que Melissa havia dito que ele afirmara que ela era a mulher ideal para ele e como se tivesse lido os pensamentos do loiro, Mel riu. --- O que? Vai dizer que é fácil agir por impulso?

--- Eu nem sei o que dizer, nem lembro o que eu fiz. – Sorriu. --- Mas segundo minha mãe, é fácil de saber.

--- Sua mãe?

--- Uhum. É o que ela diz. Não que esteja certo, mas ela sempre me diz o mesmo.

--- Interessante. Ele escuta a mamãe. – Zoou e ele riu nasalado.

--- Ela sempre diz que... – Melissa recostou sua cabeça no ombro dele e o loiro a encarou de soslaio analisando o perfil bonito de seu rosto. --- Ela sempre diz que se você consegue viver sem alguém, não deve se casar. Agora... Se não consegue viver sem essa pessoa, não deve a deixar ir embora. Particularmente eu acho difícil uma pessoa não conseguir viver sem alguém.

--- É um ótimo parâmetro.

--- É nada. É matemática pura. Cinquenta por cento dos casamentos termina em divórcio, logo as possibilidades de sucesso são poucas. Para que a agressividade?

--- Você não acredita em amor de casados?

--- Sim, mas... Eu ainda não conheço isso. E meus pais não são o melhor exemplo do mundo já que são separados então... – Eles riram. --- Mas é verdade. Mas eu já escutei pessoas que diziam que iam se amar por toda a vida, depois disseram que toda a vida era tempo demais...

Ela o encarou, atenta. Era mesmo ele ali falando aquilo? Como poderia? Não era aquele Justin que ela queria destruir. E jamais imaginou que aquilo tudo acabasse com seu corpo tencionando ao encarar os olhos mel do homem a sua frente.

Os rostos se aproximaram cada vez mais, as respirações já estavam se misturando. Melissa quase podia sentir o gosto do loiro e ele o dela, mas o relógio apitou estourando a bolha que havia se formado e trazendo-os de volta a realidade.

--- Acho que o jantar está pronto...


Notas Finais


:3

Continua...


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