História Um plano quase perfeito - Capítulo 6


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Barbara Palvin, Casamento, Justin Bieber, Vingança
Exibições 129
Palavras 2.045
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEI CEDO!
Oin ^^ Tudo bem com vocês rainhas?

Capitulo dedicado para minha gatinha Beca <3
Espero que você se divirta lendo ele ;)
#StayStrongBeca sempre que precisar, já sabe rainha! <3

Ah! Obrigado aos favoritos e comentários *-*

Desculpem qualquer erro e boa leitura ;)

Capítulo 6 - Jantar - Parte 2


Fanfic / Fanfiction Um plano quase perfeito - Capítulo 6 - Jantar - Parte 2

Eu penso em coisas que você nem pode imaginar. É muito forte esse desejo, eu pego fogo. É muito louco!

 

Justin serviu o jantar e sentou-se. Os dois começaram a comer num silêncio constrangedor e bom ao mesmo tempo. Aquele quase beijo deixou o clima um pouco estranho e para quebrar o que para o loiro estava desagradável, pôs-se a falar.

--- Sabe... Um amigo meu me disse que descobriu que estava apaixonado pela namorada porque não conseguia parar de abraçar ela depois do sexo.

--- E você consegue?

--- Se eu consigo? – Ele riu. --- Veja bem. Um homem com inteligência feito eu, depois de transar, sai correndo. – Disse como se fosse óbvio enquanto a loira o encarava boquiaberta pela coragem em admitir. --- O que você costuma fazer?

--- Depois de que?

--- Depois de... Depois... Depois Melissa. O que você faz depois? – Travou ao imaginar a loira nos braços de outro alguém. Aquele maldito incômodo veio outra vez.

--- Não te interessa.

--- Porque não?

--- Isso faz parte da minha intimidade. Eu não te pergunto sobre o que você faz por aí.

--- Minha vida é um livro aberto, não tem muito sobre o que perguntar. Acaso acha que eu faço as coisas e fico escondendo de todo mundo?

--- Engraçado. Eu acho bem o contrário. – Ergueu uma sobrancelha de forma acusatória.

Justin esfregou as têmporas e riu.

--- Não dá para conversar com você. – Ela riu. --- E... O que aconteceu com seu ex? – Ele estava curioso, muito curioso.

--- Sabe que eu não sei?! Deve estar por aí. – Deu de ombros.

--- E você?

--- No momento estou casada. – Respondeu risonha. --- O que complica um pouco as coisas.

--- Complica é? E por quê?

--- Atrapalho? – Christian enfia a cabeça entre Melissa e Justin que estavam próximos e sequer haviam notado.

O loiro trinca os dentes xingando seu melhor amigo mentalmente por atrapalhar sim o momento.

--- Você ainda pergunta desgraça? – Disse entre dentes e Melissa gargalhou.

O castanho pegou um pedaço e aipo e sentou-se comendo.

--- Hm. Que bom.

--- Gostou? Fica para você. – Justin sorriu falsamente.

.....

Os três conversavam na varanda que havia do lado de fora do flat. Na verdade, Justin mais ouvia do que falava, mas, apesar de ter atrapalhado seus planos, ter seu melhor amigo ali era sempre bom. Chris era um palhaço e sempre arrancava várias risadas dele assim como fazia com Melissa. Ele já escutara várias vezes a história da velha tarada que ele atendeu, mas não deixava de ser engraçada.

--- O que achou do talento do seu marido na cozinha? – Chris quis saber.

--- Talento? Ele é horrível!

Justin fechou a cara. Ele cozinhava bem e sabia disso. Melissa era uma puta mentirosa.

--- Ainda bem que faltam poucos dias, se não eu ia sair daqui inchada igual uma bola.

O loiro riu ao perceber a zoeira dela.

--- Ele não quer que eu vá embora. – Christian gargalhou.

--- Sonha. Você nunca vai me escutar dizer isso.

--- Como eu sou boasinha, declaro que vou até a cozinha limpar tudo. – A loira já estava meio alta pelo vinho e Justin estacou os olhos.

Merda! Seus utensílios. Ela iria estragar todos eles.

--- Pode deixar que eu vou.

--- Ah Jus... Deixa de ser fresco.

--- É sério. Deixa que eu vou. Eles podem cair, podem entortar...

--- Podem até quebrar.

--- Exatamente.

--- Então o que acha de eu limpar a mesa?

--- Tudo bem. – Revirou os olhos.

Christian se pôs a gargalhar depois que Melissa saiu.

--- O que foi?

--- Nada não.

Voltou a gargalhar.

--- Tá rindo de que seu retardado?

--- “Vou fazer com que ela vá embora a menos de três dias”. – Imitou falhamente a voz do melhor amigo.

--- Qual o teu problema? Para de rir.

--- Fala sério. Você quer que ela vá embora?

--- É uma questão de tempo Chris. Só mais uns dias e ela vai embora.

--- Sério? Você não é feliz com ela aqui?

--- Eu aprendi a gostar dela, mas não posso viver numa situação dessas.

--- Não?

--- Claro que não. Isso é um castigo Christian! – Dramatizou. --- Ela é gostosa porra! E anda com pouca roupa dentro de casa o tempo todo e quem sofre? Eu. Morrendo de abstinência por não poder encostar um dedo nela. A mulher parece um leão quando eu chego perto.

--- Tá mudando de opinião né?

--- Claro que não. Quanto menos tempo eu conviver com ela, melhor.

--- Justin... – O loiro voltou à atenção para Melissa. – Melhor dormir cedo. Não esquece que me pediu para ir comigo ver os tanques. – Sorriu docemente. --- Boa noite Chris.

O castanho arqueou uma sobrancelha quando ela saiu outra vez.

.....

Melissa penteava o cabelo enquanto Justin passava um hidratante nas mãos. O loiro observava descaradamente o corpo da loira a sua frente.

Desgraçada gostosa!

Foi o que passou em sua mente ao ver a maldita camisola de renda rosa que ela usava.

Precisava ser uma tentação tão grande assim, Oh Poderoso Castigador?! Clamou revoltado.

Ela não o deixaria chegar perto, ele sabia disso. Era isso que o frustrava. Não poder tocá-la.

Ela virou o rosto e o flagrou encarando-a. Justin, ao sentir olhos lhe observando, subiu o olhar da bunda para o rosto de Melissa. Encontrou um sorriso malicioso em seu rosto bonito e insultou-a mentalmente. Virou o rosto para não olhá-la mais.

Melissa virou e ficou de frente para ele inclinando o corpo para que seus seios ficassem visíveis. Seu intuito era provocar e ela estava conseguindo. Achava divertido fazer aquilo com ele. Vê-lo sofrer de abstinência era hilário, mas ao mesmo tempo, um pequeno arrependimento lhe consumia. Ele não era má pessoa...

Justin focalizou o decote e engoliu seco desviando o olhar no segundo seguinte. Sentiu seu membro pulsar e, olhando discretamente para seu colega de baixo, pediu mentalmente: “não faz isso comigo porra!”.

Ele olhou de rabo de olho e Melissa mordeu o lábio inferior para reprimir o sorriso.

--- O que é? – Ela questionou.

--- Nada. – Ele continuou a encará-la.

--- Porque tá me olhando?

--- Por que você faz isso?

--- Isso o que? – Largou a escova de cabelo e pôs as mãos na cintura.

--- Isso. – Gesticulou para a camisola.

--- O que eu tô fazendo?

--- Você não sabe que tem camisolas que cobrem praticamente todo o corpo?

--- Ah, isso? – Ela sorriu atrevida. --- A tentação é tão grande que você não está resistindo? – Ele agitou o vidro de hidratante furiosamente enquanto a fulminava com o olhar.

--- Esquece.

--- Ah não. Agora vai dizer.

--- Quer que eu diga o que?

--- Você gosta de mim?

--- Já tive mulheres melhores. – Deu de ombros.

--- Isso não foi nada gentil.

--- Queria escutar o que então?

--- Você tem tão pouca imaginação, Justin. – Ele arqueou uma sobrancelha.

--- Pouca imaginação? Isso que tem é você que usa pouca roupa.

--- Ih, lá vem ele com minha roupa.

--- Roupa? Isso não é roupa. Isso é um pedaço de pano que estava voando por aí e grudou no teu corpo.

--- Não consegue resistir não é? Acho que vai pedir pra eu ficar...

Ele gargalhou.

--- Nem vem. Você não é isso tudo. – Mentiu. Ela era sim, uma das melhores que ele tinha visto.

Merda! Porque não se lembrava de como foi com ela?

--- Não sou tão sedutora quanto você... – Ela pôs um joelho no colchão. --- Mas, talvez... – Subiu na cama e engatinhou até ele que a encarava de boca entreaberta. Caralho de peitos! Pensou o loiro. --- Eu seja um pouquinho. – Levantou o corpo quando já estava a centímetros do rosto dele. --- Talvez... O suficiente para que me peça para dormir pelada...

Ele arregalou os olhos.

--- Você quer? – Engoliu seco.

--- Você quer? – Mordeu o lábio inferior de forma provocante. --- É só pedir para mim... – Sussurrou próximo aos lábios dele. Justin fitou a boca da loira e lambeu os próprios lábios. --- Pede... – Ela acariciou o rosto dele, aproximando sua boca cada vez mais da dele. Justin tinha os olhos semicerrados. As respirações se misturaram e antes que ele pudesse fechar os olhos ela riu. --- Você é tão fácil.

Ele a encarou furiosamente.

--- Caiu fácil. Perdeu. Agora apaga a luz. – Piscou divertida enquanto ele sorria falso.

O loiro girou os calcanhares e se dirigiu até o banheiro. Retirou a roupa e abriu o chuveiro ajustando-o no modo frio. Entrou ali em baixo e em questão de segundos começou a bater os dentes.

--- Água fria. Água fria ajuda sempre. Tem que abaixar com água fria. Abaixa porra! – Rosnava baixinho para o próprio pênis.

.....

No dia seguinte...

O carro corria numa velocidade razoável. Justin guiava-se pelo GPS até o local onde Melissa trabalhava. Enquanto parava num sinal vermelho, perguntava-se o porquê caralho estava indo até lá. Ainda mais depois daquela puta frustração.

Desgraçada!

Mas ele prometeu e promessa é um caralho de dívida. Por isso ele estava estacionando ali.

Desceu do carro e encarou em volta analisando a área. Perguntou-se onde ela poderia estar e lembrou-se do que ela lhe disse antes de sair: “Há uma sala depois do tanque principal, estarei lá”.

Guiou-se pelas placas que havia ali e encontrou por fim o tanque principal. Entrou ali sentindo um cheiro bem desagradável.

Como é que ela não fede mesmo depois de um dia trabalhando aqui?

Perguntou-se e logo balançou a cabeça para espantar aquele pensamento. Porque estava se lembrando do cheiro dela?

Justin caminhou ao redor do tanque distraidamente e não notou quando a loira desceu uns lances de escada.

--- Oi. – Ela disse o assustando.

--- Oi. Tudo bem?

--- Te assustei? – Sorriu divertida.

--- Não.

--- Enfim... Como pode ver é aqui que eu trabalho. – Ela olhou em volta e Justin aproximou o rosto do cabelo dela para sentir o cheiro. Fez uma careta ao sentir cheiro de peixe.

Ela deve tomar banho antes de voltar para casa, é a única explicação, pensou ele.

--- Com esses bichos?

--- São peixes. Muito especiais. Eles estão correndo risco de extinção. Aqui nós reproduzimos e depois de um tempo, soltamo-los no Golfo da Califórnia.

--- Golfo da Califórnia? Por quê?

--- Porque eles só existem lá. Não podem ser encontrados em nenhum outro lugar do mundo.

O loiro observava tudo ao redor enquanto Melissa encarava o braço dele. Os rabiscos lhe chamavam atenção e sentiu suas mãos coçarem para tocá-lo e percorrer os desenhos da pele do loiro com o indicador.

--- Quer vir comigo para ver outros peixes maiores?

--- Maiores que esses? – Franziu o cenho.

--- Muito maiores. – Sorriu docemente.

Era quando ela sorria assim, doce e verdadeira, que Justin se perdia. Quando o sorriso engraçado, devido os dentinhos da frente, alcançava seus olhos azuis. Aquilo o fazia se perder em sensações desconhecidas para ele até então.

Com ela não acontecia diferente. Ela reconheceu as sensações que sentira uma única vez com seu ex-noivo. Melissa sabia que era tarde para arrependimentos e que, se permitir sentir mais ainda, traria consequências graves pelas quais ela não estava disposta a passar novamente.

.....

--- Isso é seguro? Eles não mordem, não é? Estão bem presos? – O loiro questionava enquanto Melissa só sabia rir.

--- Claro que é seguro seu bobo.

Ambos observavam o tanque secundário com os peixes maiores.

--- Mulher da ciência. – Ele debochou brincalhão.

--- Não acha que seja um trabalho importante?

--- Pior que acho.

--- Se não salvássemos o que existe ao nosso redor, em pouco tempo não haveria mais nada. – Ele riu fraco e se recompôs em seguida.

--- Sim, obviamente. Depois dessa visita educativa, eu preciso ir trabalhar.

--- Obrigado por vir. – Ele assentiu.

--- Mel... Leva um desses para casa, para fritar e... – Ela o fulminava com o olhar e Justin se pôs a gargalhar. --- É brincadeira mulher!

--- Argh! Justin. Seu idiota!

--- Desculpa, não consegui resistir. – Ela revirou os olhos e riu.

--- Tudo bem. Obrigado mesmo por vir. Eu... Vou preparar uma surpresa para hoje à tarde. – Ela sorriu e ele ergueu as sobrancelhas.

--- Sério?

--- Uhum.

--- Essa eu pago para ver. – Sorriu presunçoso e recebeu um tapão no braço.


Notas Finais


Até o próximo capítulo ol


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