História Um poeta obssesivo e apaixonado. - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Obsessão, Perseguição, Romance, Sequestro, Tortura
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Palavras 1.789
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Ei meus amores!!! Desculpem o sumiço é que esses capis tão dificieis de escrver mesmo por causa da tensão e eu to me esforçando para a historia não perder o rumo. Bjs, espero que gostem.

Capítulo 33 - Hora das verdades


  

 Quando o amor é verdadeiro ele te liberta. Te deixa leve sobre a pressão, te deixa nos ares e na brisa úmida de um submundo infernal e te liberta de uma cela acorrentando o seu coração á ele.   

   Pois bem... O amor dele era diferente.

 Um amor visto com maus olhos pelas feministas e visto com carinhoso pelas carentes e românticas como você.

Mas como podemos classificar esse amor que te machuca tanto quanto te agrada? É doloroso ao mesmo tempo que doce demais, os momentos que se estendem por toda sua memoria eterna. Ele te marca intensamente na sua cabeça, você vai lembrar dele em cada olhar azul que cruzar, cada papel escrito a mão ou cada rosa que ver terá o mesmo perfume. Você está acorrentada á ele... Apaixonada?

Você o ama. Ama tanto que na hora de atirar a arma parecia pesar toneladas e seu braço ser fino como macarrão. Não seria capaz de machuca-lo nem se quisesse, se tivesse louca de raiva, por não é só da sua personalidade, mas sabe que vai perde-lo para você mesma.

 Sabe que vai acabar com a sua vida assim como ele acabaria com a própria por você. Sabe que não vai ter coragem de sorrir nunca mais sabendo que o vermelho do sangue dele suja suas mãos, sabe que tudo vai evaporar á sua volta até que só reste você e aquela arma, aquela arma e você no mundo e uma passagem para o lugar onde ele talvez te aguarde.

  O seu mundo vai ficar cinza... Cinza uma cor tão deprimente. Cinza uma cor de vai te definir, cinza uma cor que vai te assombrar. E não mais o doce azul dos olhos dele, nem o leve rosado dos lábios finos dele realçados pela palidez daquele rosto esculpido por demônios ou de anjos.

 Sabe que ao puxar o gatilho vai ser livre... Vai poder ir pela primeira vez em uma daquelas boates barulhentas, cheias de bebidas e pessoas dançando em frente á espelhos de corpo nas paredes aglomeradas em multidões na pista de dança, beber e acordar na cama de um cara que você não vai nem lembrar no dia seguinte e contar para suas amigas enquanto ri após a ressaca, não vai “viver” a sua juventude e ver o quão bom é ser adolecente e jovem... Mas e depois?

 Vai valer a pena ser livre e frequentar inúmeras festas onde os homens não tem o mínimo de senso de respeito por você e bêbados nojentos só ligam para seu corpo? Eles nunca verão que dentro de toda essa carne e curvas tem uma garota bonita, educada, inteligente carinhosa cheia de amor para dar. Eles vão dar em cima de você, Sim, vão te chamar de linda e formosa por uma noite, até que se Deus quiser venha um que esteja interessado, um de bom gosto e o relacionamento de vocês dure por um longo período. Mas você sabe que não vai ser igual...

 Ele nunca vai perguntar todo dia ou após uma noite de sexo, se você está bem. Nunca vai te acompanhar e estar lá todo o dia para por a mão no fogo por você. Mesmo que você duvide e você vai duvidar que ele seja isso tudo, que seja fiel, que seja compreensivo o suficiente para entender, mas ainda que você duvide... Sabe que ele é, sabe que ele nunca será...

 Sabe que o que você está encarando é sua ultima chance... Você vai ser feliz. Pode ser feliz de novo, mas nunca vai ser o que era com ele. Nunca vai conseguir mentir para si mesma, nunca vai conseguir catar os cacos que cortam tão fundo em você que o melhor é manter distancia e deixar a bagunça ali, nunca vai conseguir parar de pensar nele quando chora. Quando vocês brigarem, quando ele te magoar com palavras que doem, vai pensar nas dele que eram sussurradas levemente ao seu ouvido, vai lembrar de como as cartas dele pareciam mudar o clima chuvoso para o arco íris brilhante. Vai procurar nele defeitos que não encontraria em seu poeta e vai lembrar como ele era demais do que o canalha que se apaixonou pelo seu corpo por uma noite.

 Mas vá...

 Condene sua vida com um puxão, com uma resposta, com um tiro. Apenas lembre das palavras dele...

  Está tudo bem, quando nada estará de novo.

 Eu te perdoo, quando você mesma nunca vai conseguir se perdoar.

 Eu te amo, quando a ultima pétala de orgulho e amor próprio se esvair de seu corpo e da sua mente.

                                               ~Narração Inicial~  

                                                 

 Leona não conseguia atirar... Ela não conseguia pois sabia que por mais que prezasse a todo momento sua liberdade o amor dentro de si não morria, não queria morrer, mas a questão é... Por que ele não quer mudar? Por que ele não quer confessar... O que havia nele que o fazia querer perde-la para sempre á contar o que o atormenta e acabar com aquilo de uma vez.

 Mas ele não poderia contar, não queria. Sabia que ela queria se livrar dele, netão deixaria a mesma fazer as honras.

 Os dois estavam estagnados no lugar. O revolver tremia na mão de Leona violentamente enquanto ela soluçava em meio as lagrimas. Jonathan não estava mais o segurando, apenas ela, pois era dela a verdadeira decisão era dela, sempre seria...

 E ela decidiu...

 O revolver caiu no concreto fazendo um barulho metálico com as poças se formando abaixo deles. O céu trovejava perigosamente com uma fina chuva escorrendo pela casa e levantando o sereno.

 Ele a encarou a mesma tinha parado de soluçar, mas ainda chorava. E antes que ele pudesse falar uma palavra, um raio cegou seus olhos e os dois foram arremessados.

 Ele sentiu um forte impacto na cabeça, mas não era o chão, pois fez um barulho metálico forte. Ele via Leona em seu peito como se tivesse dormindo junto a ele. Ele queria abraça-la, deixa-la lá junto a ele, mas seus braços estavam doloridos demais. E agora sua cabeça ardia e sua visão ficara turva.

 Aos poucos seus sentidos foram o atraindo, a chuva não estava mas sendo sentida, nem o frio. Leona levantara a cabeça e o olhava com as belas safiras arregaladas e a pele pálida. Ela falava algo, mas ele não conseguia ouvir, nem a ela nem os trovões que agitavam todo o céu. Sentiu as pequenas mãos na sua cabeça e viu uma delas retornar com sangue vivo misturado ás gotas de chuva, nesse instante ele sabia que estava morrendo.

 Ela encostou a cabeça dele em seu peito e tentou arrasta-lo para longe, mas suas pernas estavam doloridas e seu corpo clamava para sair daquele frio. Sabia que deixa-lo lá sangrando e na chuva ele pegaria uma pneumonia grave se não morresse antes.

 E por milagre passando pelas escadas ela conseguiu leva-lo ao seu quarto. Por onde passavam um rastro raso de agua e sangue manchava o piso, a incentivando a ir mais rápido.

 Quando o colocou na cama, o travesseiro começou a se tingir de vermelho rubro. Ela correu até o banheiro e tirou detrás do espelho o kit de primeiros socorros que ele mantinha em cada banheiro de cada quarto por precação. 

  Ela pegou as ataduras e algumas gases.  Havia um corte profundo na nuca dele, onde ele bateu com força graças ao raio e ao peso dela, na mureta. Ela colocou as gases no corte e passou as ataduras, cobrindo o corte e parcialmente o rosto dele.

 Quando terminou ela colocou a cabeça dele repousada em um travesseiro limpo sem saber se ele estava vivo ou morto. Mas ela torcia para a primeira opção...

 - Me desculpe... – Ela disse soluçando alto, ela não tinha mais lagrimas para chorar. Seus olhos ardiam e estavam pesados de cansaço. – Eu sinto muito.

 Ela apoiou a cabeça no peito dele como quando estiverem na chuva e chorou perto dele. O corpo dele estava pálido e frio. As mãos dela o agarravam em uma tentativa descontrolada de acorda-lo, mas o ele estava imóvel, como como um cadáver.

  - Não por favor, não... – ela começou a mexe-lo, mas nada.

 Institivamente colocou a cabeça em seu peito desnudo novamente e ouviu o bater caloroso e aliviado de seu coração.

  - Leona... – Ele murmurou rouca sem voz.

 Ela levantou o rosto e o encarou. Os olhos entreabertos e as pálpebras pesadas refletiam toda sua exaustão...

 - Me desculpe... – Dessa vez foi ele que pronunciou. Estava cansado demais para falar, mas ela merecia uma explicação. – A mulher no telefone, era a Lydia.

 [...]

  - Isso é um absurdo! – Kyle riu, diferente de Lydia que estava bem seria.

 - Absurdo? Vou te falar o que é um absurdo, uma menina bonita é atormentada na escola, não tem a mínima atenção, cresce se forma e fica depressiva sem motivo algum. Logo depois ela decide ir viajar com o namorado novo e desaparece. Pare de rir!

 - Desculpe... Lya, por que acha mesmo que minha irmã se relacionaria as escuras com um... Admirador secreto. – Ele riu no final, aquela conversa para ele não passava de uma piada, enquanto para Lydia era um assunto muito serio. – Se ela tentasse ter um namorado eu saberia.

 - Essa é a questão! – ela se exaltou assustando Kyle um pouco, o doutor disse para ficar atento a problemas de saúde, mas não sabia se aquilo era um problema ou uma encrenca muito grande. – Ela não nos contou. Por que ela não conto? É claro que eu repreenderia ela, mas... Ela nunca veria ela de cara como ele conhece ela tão bem? Ele pode estar vigiando ou poderia ser você.

 - Lydia eu vou falar mais uma vez, isso não faz sentido, algum. Ela publica fotos das paisagens quase todo dia!

 - Fotos de paisagens! Fotos sem ela e o Christopher, são só fotos! Eu tenho certeza que isso não é coisa boa. – uma ideia terrível passou pela cabeça dela – O que o seu pai deu á ela de aniversario quando ela fez dezoito?

 Kyle deu de ombros tentando lembrar, mas o pai não deu nada a Leona a não ser a passagem para o cruzeiro que na verdade era apenas uma baita de um encontro com o filho do capitão que naufragou feito o Titanic.   

   - Nada. Ele só deu a passagem. – Ele disse e viu Lydia tremendo um pouco. – Ei, que foi?

 Ela mostrou á ele o colar, uma bela joia que reluzia a cerca de quilômetros de distancia.

 - De quem é isso? – Ele interrogou abismado.

 - Da Leona... – Ela se levantou da cama pegando as cartas e o colar e colocando em uma bolsa qualquer e pegando suas roupas na cabeceira da cama. – Você sabe onde o Chris mora? 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, a primeira parte foi tipo eu falando mais sobre a mente da leona e o relacionamento deles e os pensamentos dela de uma narração mais diferente e eu admito, se eu escrevesse o capitulo todo assim, seria só drama e anciedade mesmokkkk;
Esperoque tenham gostado, comentem sua opnião ai em baixo, bjs até a proxima.


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