História Um poeta obssesivo e apaixonado. - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Drama, Obsessão, Perseguição, Romance, Sequestro, Tortura
Exibições 150
Palavras 1.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Ei gente, capitulo extra aqui, não se acostumem viu não prometo nada, (Só mais drama). hihihihihihi
Mas é serio gente. o que vocês vão ler aqui em baixo é meio estranho e maluquinho, mas não chamem ele de louco ou coisa do tipo, amo ele assim mesmo e a leona tambem.

Capítulo 34 - Traumas


 O seu mundo colidiu com a realidade daquelas palavras e seu coração parou por míseros segundos de bombear sangue e seu rosto empalideceu, uma lagrima solitária escorreu de seus olhos e passou pelo seu rosto molhado. Ela rapidamente limpou, a vontade crescente de acertar um tapa perfeito naquele rosto crescia.

 - Vocês tinham um caso? – Ela perguntou já beirando á um ataque de raiva.

 - Ela é minha prima... – ele disse e Leona não sabia se jogava-se de um prédio ou nos trilhos de um trem em movimento. – Quando eu deixei você aqui. O antigo namorado dela tinha saído da prisão e perseguiu ela que me pediu ajuda desesperada... – ele retomava o ar com dificuldade. – Eu não sabia o que fazer... Estava entre você e ela. Não podia deixa-la para trás por você, mas eu te machuquei, te troquei por ela... Troquei você por ela, ela que é só minha prima eu troquei você, a coisa mais preciosa da minha vida estupida! – Ele dizia com amargor e estava chorando muito. Ele ficava repetindo diversas vezes e sua mão que antes acariciava os cabelos dela subiu sobre o comando dele e começou a bater o punho fechado na testa diversas vezes com força e brutalidade.

 Chorando, se machucando e se xingando de todos os nomes possíveis. Leona estava estática sem saber o que fazer, ele estava tão angustiado ou perturbado, quanto ou pior que ela. Ela entendia agora...

  Ele não poderia deixar a família se foder por causa dela, assim como ela. Por que não era justo, não faz bem para você deixar uma pessoa que você ama tanto de uma forma diferente por outra. É julgamento, errado e equivocado demais.

 - Me desculpe Leona... – Ele disse com os olhos fechados ao extremo, ela não sabia se era pela dor ou pela magoa. – Eu sou igual á ele... – As unhas pequenas começaram a arranhar o seu rosto, tamanha era a dor em seu interior, Leona tentava segura-lo e pedir que ele para-se mas ele era bem mais forte que ela. – Você tinha razão... Tinha razão, tinha razão, tinha razão, tinha razão... – ele surtava. Seus membros se contorciam e comprimiam diante da realidade que era igual aquele ser nojento que chamara de pai por anos. Que lhe batia, espancava, assim como sua mãe.

  - Amor não. Para, para. Eu estava errada, você não é que nem ele. Não é... Aquilo foi um erro, eu não quis dizer aquilo eu te amo. Por favor...

 Ele não ouvia, sua cabeça parecia estar travada enquanto seu corpo doía por inteiro só de pensar com as surras com um cinto que marcava toda sua pele de vermelhidões em listras, um bastão, tal como um cassetete de um policial para enche-lo de roxos e uma vara fina e turva com pequenos espinhos secos no caule que marcava sua pele com pequenos furos.

  Ele pressionou tanto as unhas, fincadas na pele que arrancou fiascos de sangue o que deixou Leona evaporizada de culpa e correu ao banheiro do quarto dele.

 Ela desceu com pressa descuidado as escadas e esquecendo dos vidros e da bebida e machucou os pés, mas não o suficiente para ela parar e aos tropeços pela dor na sola do pé, chegou ao quarto onde a maioria da mobilha era em tons variados de preto e os lençóis, cortinas e tapetes eram brancos.

  Ela entrou no banheiro limpo e organizado e foi ao espelho o abrindo e achando lá um monte de remédios.

 - Calmante, calmante, calmantes... – ela repetia procurando o remédio, até que achou dois frascos alaranjados de comprimidos e duas seringas carregadas. – Dosagem pesada. Tarja preta...

 Ela tenta ler o as letras pequenas para ter certeza de qual pegar, mas ele do andar de cima soltou um grito tão angustiante que foi impossível não dar um pulo de susto.

 - Jonathan! – Ela gritou enquanto corria desesperada para o quarto, a dor em seus pés nem a incomodava enquanto ela abriu a porta de supetão vendo ele morder a própria mão, enquanto arranhava o couro com tanta força e raiva que chegava a rasgar e mordia a mão com tanta força que ficou a marca da seus destes profundos.

 

 Era muita dor para manter guardado em si. Quando ele arrancava um pedacinho de pele e via seu sangue ou um machucado que ele mesmo provocara na pele a dor aliviava mais.

 Foi quando ele percebeu que Leona não estava ali. Não estava ali com ele. Tinha ido embora, o deixado.

 _Ela foi finalmente embora.

 _HAHAHA Já era tempo. (Risos)

 _ Você é um monstro feito ele! É igual á ele.

 _Igual a mim. – A voz de seu pai ecoara em seus ouvidos enquanto aquele sorriso maligno se estendia pela face do seu pior pesadelo.

 - NÃÃÃOOOOO. – Ele gritara com todas suas forças se encolhendo no colchão como uma criança amedrontada. O medo o dominava novamente.

 _SEU IMUNDO!!

 _ EU DEVERIA TER TE MATADO ENQUANTO AQUELA PIRANHA TE CARREGAVA NO VENTRE SEU CÃO INUTIL!!!1

 _ VOCÊ NÃO VALE O PRATO QUE COME!! SEU COVARDE IMPRESTAVEL DE MERDA!!!

 Aquelas eram as vozes. Insultos de seu pai que quando eram novos ecoavam como mil espelhos na sua cabeça, mas quando antigos berravam em seus tímpanos.  Ele começou a se machucar mais, o sangue do corte escorria livremente pelo seu corpo enquanto ele mesmo se torturava.

 - Amor... – Uma voz doce e chorosa falou tentando o impedir. – Querido ele não está aqui. Ele não está aqui. – Repetia diversas vezes.

 Leona... Ele reconheceu a voz e por um momento parou ao sentir uma dor aguda e intensa no seu pescoço bem na artéria.

 Ele abriu os olhos azuis encontrando os dela o encarando transbordando em lagrimas.

 - Meu anjo... – Ele sussurrou, sua visão estava tonta e embaçada, seus músculos, mais dormentes. – Leona...

 - Shhh... – ela sussurrou baixinho retirando a seringa do pescoço dele. – Apenas deite...

 Ela o guiou para baixo delicadamente fazendo carinho no seu cabelo com a perna enroscada na cintura dele de lado.

 - Apenas durma meu amor...

 [!!LEIAM AS NOTAS FINAIS!!]


Notas Finais


Eai? Mil palavrinhas podem mudar vcs de opnião ou não?
Gente o centro dessa crise dele, são memórias ou traumas dos abusos que o jonathan sofreu na mão do pai, o que rendeu á ele alguns ataques de psicose, só isso e mais um pouco se não ficou muito claro.
Espero que tenham compreendido, o bastante para tiraram suas suspeitas de que ele é igual ao pai dele e etc...
Ps: Por que se não notaram esse é tipo o pior pesadelo dele.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...