História Um porto seguro - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber, One Direction, Selena Gomez
Personagens Demi Lovato, Harry Styles, Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Demi Lovato, Harry Styles, Selena Gomez
Exibições 7
Palavras 851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom..essa história foi inspirada no livro/filme Um porto seguro 💜 É uma basicamente a mesma história, eu claro modifiquei e deixei do meu jeitinho 💜 espero que gostem 😘👏😻

Capítulo 1 - Prólogo


-EU NAO QUERO ESSA CRIANÇA DEMETRIA - Jonathan segurou em seus braços com força , e seus olhos se encheram de agua - VOCÊ VAI TIRAR ISSO AMANHÃ - Ele gritou furioso , enquanto a empurrava  na parede - ESSA..COISA NÃO PODE NASCER - John a olhava com odio e nojo, as lagrimas deciam descontroladas pelo seu rosto . Como ele pode ser tão frio e repugnante.! - Eu vou sair e quando voltar não quero mais essa coisa dentro de você- Disse pegando sua carteira e celular em cima da mesa de centro da sala e  sem olhar pra trás saiu. Sentindo totalmente deslocada , Demi caminhou com um pouco de dificuldade ate o banheiro. Enquanto caminhava pensava em como foi tola em acreditar que um filho mudaria as coisas, pensou em como ate tinha desistido de tentar fugir, Jonathan não mudou , Nao seria por cauda de um filho que ele mudaria .
No banheiro, Demi se despiu e colocou suas roupas sobre o vaso sanitário e , nua, se
olhou no espelho. Deslizou os dedos pelos hematomas que tinha nas costelas e no
pulso. Suas costelas estavam marcadas contra a pele , acariciou sua barriga , que já estava começando a crescser . Foi tomada por uma onda de fúria
misturada com tristeza, à medida que lembrava como Jonathan a humilhou e chamou seu filho de coisa . Pegou uma tesoura na gaveta da pia e cortou uma mecha de seu cabelo
— Eu odeio você! — sibilou ela, com a voz trêmula. — O tempo todo me
agredindo e humilhando!
Cortou mais mechas do cabelo,seus olhos se enchendo com as lágrimas da
fúria. — Me bateu porque eu fiquei grávida.
Mais cabelos caíram na pia. Tentou se conter para igualar as pontas. — Fez
com que eu roubasse dinheiro de sua carteira e me chutou porque estava bêbado!
Estava tremendo agora. Suas mãos não conseguiam se firmar no trabalho.
Mechas de tamanhos diferentes se acumulavam a seus pés. — Fez com que eu
tivesse que me esconder! Bateu em mim com tanta força que eu vomitei!
Cortou novamente com a tesoura. — Eu amava você! — disse ela, entre
soluços. — Você prometeu que nunca mais me bateria e eu acreditei em você! Eu quis acreditar em voce
Demi  cortava os cabelos e chorava. Quando seu cabelo já estava com um
Comprimento  uniforme, ela tirou a tintura que havia escondido atrás da pia.
Preto. Em seguida, entrou no box e molhou os cabelos. Virou o frasco
e começou a aplicar a tintura no couro cabeludo. Ficou em pé em frente ao
espelho e chorou incontrolavelmente enquanto a nova cor se fixava nos cabelos.
Ao final do processo, entrou novamente no box e enxaguou os cabelos. Ela os
lavou com xampu e condicionador, e postou-se novamente em frente ao espelho.
Cuidadosamente, aplicou o delineador nas sobrancelhas, escurecendo-as. Aplicou
também creme bronzeador em sua pele, escurecendo-a. Vestiu-se com uma
calça jeans e um suéter e olhou para si mesma no espelho.
Ela limpou o banheiro com bastante cuidado, certificando-se de que
nenhum fio de cabelo ficasse no piso do box ou no chão do banheiro. Outras
mechas foram parar no saco de lixo, com a embalagem da tintura para cabelos.
Esfregou a pia e o balcão do banheiro e amarrou a boca do saco de lixo.
Finalmente, pingou colírio nos olhos, tentando apagar a evidência de suas
lágrimas.
Demi tinha que correr agora. Guardou suas coisas em uma bolsa de viagem.
Três calças jeans, dois suéteres, camisas. Calcinhas e sutiãs. Meias. Escova e
pasta de dentes. Uma escova para o cabelo. Delineador para suas sobrancelhas.
As poucas joias que possuía.  foi para a varanda dos fundos e pegou o dinheiro que deixara
escondido debaixo do vaso de flores. Pegou também deu novo celular que com muito esforço conseguiu comprar.
Ela havia ensaiado a situação em sua cabeça milhares de vezes e andou
rapidamente. A maioria dos vizinhos já havia saído para o trabalho. Não queria
que ninguém a visse saindo de casa, não queria que ninguém a reconhecesse.
Demi  colocou um chapéu e vestiu sua jaqueta, com um cachecol e luvas.
colocou um par de óculos escuros e,  saiu de casa pelo portão lateral, andando por entre sua casa e a do vizinho, seguindo a cerca, e colocou o saco de lixo na lixeira da casa ao lado.
Sabia que o casal que morava ali havia saído para trabalhar e que não havia
ninguém em casa. Com os vizinhos de trás a rotina era a mesma. Então
atravessou o quintal de seus vizinhos e saiu pela lateral, finalmente chegando à
calçada da rua, que estava coberta por uma fina camada de gelo.
A neve havia voltado a cair. Sabia que, no dia seguinte suas pegadas já
teriam desaparecido.
       Manteve a cabeça baixa enquanto andava, tentando ignorar o vento cortante,
sentindo-se estonteada, livre e aterrorizada, tudo ao mesmo tempo. Sabia que,
amanhã cedo Jonathan  andaria pela casa, chamando seu nome, e não a
encontraria porque ela não estaria mais lá. E, amanha cedo mesmo, ele já
começaria sua caçada.



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