História Um pouco de azar não faz mal - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Clichê, Naruto, Romance, Sasusaku
Exibições 15
Palavras 750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiii, Tudo bem?
Bem vindos a minha primeira Fic!
Esse capítulo não esclareceu muita coisa, porém é uma forma humorada de se ver um dia azarado, venho tendo bastante disso, então não reclamem. Boa leitura.
Obs; caso encontrem erros de português, concordância verbal ou temporal avisem! Sera revisado para melhor qualidade de leitura.

Capítulo 1 - O estranho e o dia azarado


"Estranhamente, eu gostei do teu jeito"  - Nem um Lugar!

As nuvens acima de mim começaram a se fechar. Não conseguia apressar mais os meus passos, pelo fato de meu salto estar acabando com os meus pés e a grande mala negra estava pesando mais que uma maldita âncora! 

Ao olhar para cima, os pequenos pingos começaram a cair, me fazendo olhar em volta, procurando um lugar para me abrigar. As ruas estavam desertas e as lojas fechadas,  nem parecia uma sexta feira à tarde e sim um sábado à noite.

A verdade era que eu,  Sakura Haruno, não fazia idéia de onde estava! Havia dormido no ônibus enquanto ia para o novo apartamento de minha amiga, Hinata avia se casado e como seu antigo apartamento não era grande o suficiente para abrigar uma solteira, que dirá um casal, por esse e outros motivos ela teve que se mudar,  agora sendo Hinata Uzumaki. Porém Deus parecia estar me pregando uma peça, uma maldita peça sem graça.

Saio de seus devaneios quando teve que olhar para os dois lados da rua, apesar de vazias a, "segurança vem em primeiro lugar", sua mãe avia lhe ensinado isso e desde então fazia isso, mesmo tendo 28 anos, ainda fazia. "Sabe se lá que maluco, em alta velocidade, pode me atropelar"  pensou.

Quando estava no meio da faixa,  uma luz forte chamou sua atenção. Seus olhos arregalaram-se aponto de pensar que eles saltariam de suas órbitas e seus pés, doloridas e provavelmente abolhados, estancaran-se no asfalto. Um carro preto vinha a toda velocidade. Eu só fechei os olhos e torci mentalmente para que tudo fosse um sonho, que eu logo acordaria, que eu estaria em minha cama macia e aquecida. Mas o cheiro de asfalto queimado e dióxido de carbono que emanava do carro, fazia tudo ser real. "Estou ferrada" pensou.

Quando o carro bateu em minha perna, o impacto não foi tão forte quanto eu imaginava,  porém foi forte o suficiente para me fazer cair sentada, me dando uma grande dor na bunda e um ralado na mão. "Isso vai doer mais amanhã" choramingou já pensando na dor. Uma batida de porta apressada foi ouvida e logo uma mão foi me estendida.
Um pequeno "você está bem? " saio do homem a sua frente,  porém sua raiva a fez perder toda a delicadeza. Batendo na mão do ser a sua frente, forçando-se a levantar, totalmente desengonçada.
-Você é cego por acaso? - sua voz estava aguda e raivosa soou pela rua, agora, não tão deserta. -não me viu? - continuo.

O homem a sua frente franziu o senho e tornou sua expressão mais dura. -Bateu a cabeça? - sua voz roca, esbanjava sarcasmo e raiva.

Foi sua vez de franzir o senho. -Eu não bati a droga da minha cabeça!- seu tom se tornou mais agudo.

Ele revirou os olhos. "Ela é irritante" pensou. Seus olhos foram para frente do seu carro, onde um pequeno amassado era destaque. Voltou seu olhos para a exótica garota rosa a sua frente. -terá que pagar pelo amassado- falou calmo e frio. Que cruel.

Se antes ela estava brava, agora  estava fervilhando de ódio. Este homem é um narcisista. -Eu vou ter que pagar pelo amassado do seu carro? Mais foi você que me atropelou! - seu olhar raivoso estava direcionado para o homem de expressão neutra. Procurei meu celular, sem bateria, para averiguar se estava tudo bem. Ficou desespera, não estava em bolso nem um. Quando olhou para o chão, lá estava ele, triturado em baixo do pneu do carro, que mais parecia um grande monstro. - meu bebê...- seu choramingou atraindo a atenção do homem a sua frente, seguindo o olhar para o objeto debaixo do pneu. - Droga... me emprestar o seu telefone? - pediu em um tom choroso.

Ele deu de ombros e negou, para se livrar logo da maluca, lhe entregaria meia cidade, se quisesse, mas não o seu celular. Um pequeno "hn" foi a resposta. Foi então que ele percebeu, estava com uma chuva leve. Suspirou, só avia uma saída.

Sakura observou sua mala caída, tinha pouca coisa dentro, porém era, na maioria, roupas e desenhos. Ela não vivia sem seus pequenos filhos. Porém logo fitou o moreno a sua frente, era belo, tinha cabelos negros e olhos da mesma cor,  sua pele era pálida e sua afeição nada simpática o faziam ter cara de bad boy.

- vai ficar me fitando até quando? - sua voz dura a fez acordar.


Notas Finais


Tchau


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