História Um Príncipe em Minha Vida - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Chris Evans, Demi Lovato
Tags Casamento, Chris Evans, Comedia Romantica, Demi Lovato, Principe
Visualizações 274
Palavras 1.281
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente desculpem não ter postado, mas agora irei postar regularmente.
Desculpem também a forma "bruta" que o capítulo terminou, eu estava com pressa para postar. Mas estou terminando a parte 02 e mando para a beta. Quando estiver pronto postarei.

Capítulo 9 - I Love My Way - Parte 01


— Ahn? Eu não sou uma princesa.

Princesa? Eu?

— Com esses modos? Não é mesmo. — Ele sorriu —  Mas é por isso que estou aqui, para te fazer uma princesa.

Cara… Ele é gato!

— É… Desculpe o atraso.

— Sou Nicholas, seu tutor a partir de hoje. Você não quer trocar de roupa antes de começarmos?

Oh meu Deus! Eu ainda estou de pijama. Meu pijama de ursinhos, na frente desse gato! Corri para o quarto. Idiota! Como é que tu… Urgh!

    — Desastrada! Idiota! Burra!

Comecei a andar de um lado para o outro. Peguei o travesseiro e comecei a gritar. Dallas entrou no quarto segundos depois.

    — Demi, o que você esta fazendo? Nicholas esta te esperando.

Eu estava com raiva.

    — Dallas, como é que tu faz isso comigo?

    — Eu fiz o quê?

    — Você… Deixa para lá, preciso trocar de roupa.

    — Vai logo, ele esta impaciente.

Ela saiu. Peguei dentro do guarda-roupa um short jeans escuro e uma camiseta larga branca. Vesti com pressa e corri até o banheiro. Lavei meu rosto. Escovei os dentes. Penteei os cabelos e fui até a pequena sala. O tutor estava sentado no sofá, conversando com Dallas.

    — Ok, tô pronta. Podemos começar.

O tutor passou seus olhos nitidamente críticos desde meus pés até minha cabeça. Ele suspirou. Estranho! Esse cara definitivamente é estranho.

    — Vai ser difícil... Sente-se, por favor.

Sentei no pequeno sofá, ao seu lado.

    — Antes de começarmos, vou explicar-lhe algumas coisas. Nós teremos aulas todos os dias esse horário, as aulas serão de no mínimo cinco horas.

Me surpreendi.

    — O quê?! CINCO HORAS?!

    — Por favor, não me interrompa. As aulas, propriamente ditas, serão apenas duas horas, mas nas horas restantes eu irei avaliar seu cotidiano, como come, anda, senta. Desse jeito eu saberei como está o seu progresso.

    — Pera aê, você vai ficar me avaliando enquanto eu faço minhas coisas?

Alterei meu tom de voz, eu havia começado a ficar estressada.

    — Sim, desse jeito você ficará se perfilando.

    — Perfilando?

    — Se moderando, controlando. E logo se acostumará a usar tudo que aprendemos na aula em seu cotidiano e dificilmente cometerá alguma gafe.

Não, não, agora nem privacidade eu vou poder ter?

    — Mas cinco horas? Eu não tenho tempo para isso, eu tenho que ter privacidade, a vida ainda é minha!

    — Entenda, você não é mais Demetria Devonne Lovato. Agora você é Demetria Devonne Lovato, a princesa, futura rainha.

Me levantei. Eu não queria aquilo, eu era apenas uma garçonete, e em alguns dias eu serei uma princesa.

    — Eu não pedi isso!

    — Você não pediu por isso, mas aconteceu, e você aceitou.

Ele estava certo. Eu aceitei. Meu estresse havia passado e a raiva que eu tinha por ele havia se transferido toda para mim. Ele não tinha culpa… Ninguém tinha. Apenas eu. Eu havia aceitado. Eu tinha que arcar com as consequências.

    — Me desculpe. Você não tem culpa, apenas eu.

    — Vamos começar. Sente-se.

Ele levantou-se. Nicholas aparentemente não havia ficado incomodado. Fiz o que ele mandou.

    — Em primeiro lugar você deve entender o que eu estou fazendo aqui, e o que eu vou te ensinar.

    — Você veio me ensinar a sentar, andar, falar como uma princesa.

    — Quase isso. Eu vim para te ensinar etiqueta. A etiqueta é um conjunto de normas que denotam um bom comportamento e uma boa educação. Estas normas definem boas maneiras, costumes. Isso servirá como um indicador de civilidade.

Indicador de civilidade? Denotar? Quê?! Meu Deus, onde é que eu tô me metendo...

    — Vamos começar com etiqueta social. Depois a etiqueta lingual. Etiqueta social incorpora as seguintes maneiras: À mesa, postura, apresentar-se, caminhar, sentar, repousar, acenar e gesticular.

Tudo isso?

    — Repousar? Acenar? Até isso?

    — Sim. Em uma comitiva de imprensa, por exemplo, você não poderá ficar com os braços cruzados, nem enrolando os cabelos nos dedos, nem coçando o queixo. Vamos começar com etiqueta à mesa. Nestas duas semanas, você terá refeições com gente importante, então iremos começar com isso.

Minha cabeça estava girando. Era muita coisa para processar. Andar, sentar, comer, repousar, imprensa…

— Você já tomou café da manhã?

Só de ouvir a palavra café da manhã, meu estômago roncava. Eu estava com muita fome. Me imaginava comendo um gigantesco cheese-burguer com bastante queijo, batatas fritas bem crocantes e um copo de quinhentos ml de refrigerante.

— Não, ainda não.

Coloquei a mão sobre meu estômago, que no momento, roncava. Eu não havia comido nada além de pipoca ontem á noite.

— Vamos.

Ele se levantou.

— Aonde?

— Sair, nós não podemos começar as aulas com você em jejum.

Ele estendeu a mão. Ahn? Eu não entendia o porquê de ele estar estendendo a mão. Me levantei, ignorando sua mão. Nicholas logo a recolheu e deu um longo suspiro.

— Aonde vamos? Já sei, a gente pode ir ao Clouzze, lá eles servem um delicioso cheese-burguer e vendem fiado.

— Cheese-Burguer, de manhã? Fiado?

— Sim. Ah, não pede muito não, a conta tá meio alta.   

Ele suspirou novamente. Aquilo estava começando a me incomodar.

— Tu tem algum problema no pulmão? Suspirando direto!

— Não. Vamos?

— Tá...

Peguei meu casaco no cabide perto da porta e logo saímos. A senhora Legger estava na porta de seu apartamento, coisa rara. Ela mal saía, a não ser para fofocar sobre a vida alheia.

— Querida, você não quer entrar? Acabei de fazer um chá.

Estranhei. A senhora Legger nunca tinha me dado um bom dia, apenas alguns olhares reprovadores quando eu passava e ela estava na calçada conversando com seu filho e outra senhora.

— Não, obrigada.

Ela sorriu.

— Deixa para a próxima, então.

Aquilo com certeza era bem diferente do que ela costumava ser comigo. Ao sair do prédio haviam várias pessoas na porta do prédio, que ao me virem, correram para cima de mim.

— Senhorita Lovato, como esta sendo namorar o príncipe?

— Senhorita Lovato, desde quando vocês se encontram?

Uma onda de flashes vieram em minha direção. Meus olhos doíam.

Eram repórteres. Imediatamente, lembrei do que a rainha havia dito. Estavam sendo implantados milhares de boatos a cerca de mim e daquele príncipe metido. Prontamente vieram dez homens vestidos de terno afastar aquelas pessoas. Eram seguranças. Nicholas pegou seu casaco e colocou sobre minha cabeça, escondendo meu rosto. Começamos a correr em direção à um carro preto em frente ao prédio. Ele abriu a porta para que eu entrasse e entrou em seguida. Não muito tempo depois o carro estava se movimentando. Os repórteres corriam atrás do carro. Aquilo era esquisito. Os flashes haviam me deixado tonta.

— Você está bem?

Não, não estou.

— Estou.

Menti. Cocei meu queixo. Eu estava tonta e o que havia acontecido era inesperado. Eu não esperava que aquilo fosse acontecer tão cedo. Meu estômago roncou novamente. Nós estávamos perto do Clouzze.

— Você vira à direita, o Clouzze já deve estar aberto.

— Não vamos ao Clouzze.

— O quê?!

— Aqueles repórteres com certeza sabem onde você gosta de comer. Vamos a outro lugar.

Eu estava cansada de contestar, eu estava tonta, com sono, com fome. Meu nariz começou a escorrer. Londres fazia frio, principalmente essa época do ano.

— Quer que aumente o aquecedor?

— Não, está bom assim, eu nunca me acostumei com o frio daqui.

— Você é de onde?

— Hm?

— Você tem sotaque. Você é de onde?

— Ah, minha nacionalidade. Sou brasileira, mais especificamente, de Fortaleza, no Ceará. Lá faz calor, então não consegui me acostumar muito bem ao clima. Fiquei de cama durante toda a minha primeira semana aqui em Londres.

— Ah… Interessante.

Comecei a rir. Interessante? Eu vir do Ceará é interessante? Eu não sou interessante.

— Não é não. Aonde vamos?

— Ter sua primeira aula.

— O quê? Mas nós não íamos tomar café da manhã?

— E vamos. Sua primeira aula é etiqueta à mesa.

Ótimo. Agora nem mesmo poderei tomar meu café da manhã em paz…

 


Notas Finais


Daqui para domingo, estarei postando a parte 02!!!


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