História Um professor e tanto - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Kagami Taiga, Kuroko Tetsuya
Tags Akakuro, Bastante Viadagem Rsrsr
Visualizações 322
Palavras 3.107
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oilá povo que eu amo! Olha só quem deu as caras novamente? rs

Bem, eu não tenho nenhum aviso ou muito do que dizer, então, boa leitura.

Qualquer erro é só dar um toque que eu arrumo hihi

Capítulo 16 - Irritante.


Sua chamada está sendo encaminhada para a caixa de mensagem. — Bufei. — Deixe seu recado após o sinal. — Desliguei imediatamente e suspirei fundo. Eu é que não vou gastar os meus dois reais e vinte centavos de crédito com caixa postal alheia.

— Ela atendeu? — Sayoko perguntou e eu revirei os olhos.

— Claro, não vê que eu estou falando com ela? — Fiz menção de colocar o celular contra a minha orelha e abri um sorriso do tamanho da minha vontade e alegria, me segurando para não socar a linda cara da minha irmã fofa e maravilhosa — por favor, não levem esses elogios a sério —.

— Você não está em posição de ser irônico Kuroko Tetsuya. — Falou e inflou as bochechas, como se quisesse me deixar com medo.

— Sabe aqueles peixes que inflam? — Sayoko arqueou a sobrancelha sem esvaziar as bochechas. — Como é o nome mesmo? — Inflei as minhas bochechas também e arregalei os olhos. — Lembrei! Baiacu! — Desfiz a careta e gritei a assustando.

É eu estou nervoso e quando estou nervoso não falo coisa com coisa.

— Baiacu?

— Sim.

— E? Onde que esse peixe entra na nossa conversa?

— É que quando você faz isso com as bochechas — a imitei. — você parece um baiacu, só que você tem os olhos mais arregalados.

— Você quer morrer? — Sayoko veio com tudo para cima de mim e me empurrou, fazendo com que eu caísse de costas contra a cama. — Porque eu vou te matar! — Subiu em cima de mim e começou a desferir socos em meu peito e rosto. Não que ela seja forte ou algo do tipo, mas ela realmente sabe bater onde dói.

Ao menos eu estou rindo como não ria há tempos. E também não estou pensando no desgraçado do Akashi. Ok, eu acabei de pensar nele, merda!

Mas, o que será que ele está fazendo a essa hora? Eu gostaria tanto de saber...

— O quê está acontecendo aqui? — Ouvimos a voz de nossos pais em uníssono, o que fez com que a nossa “briga” cessasse de imediato.

— Nós estávamos brincando, só isso. — Respondi rápido ao ver que Sayoko parecia nervosa demais para abrir a boca. Quando precisa falar esse baiacu com perna não fala, né?

— Não acham que estão grandes demais para esse tipo de brincadeira? — Cocei a cabeça e dei de ombros, me fazendo de santo — alguém construa um altar para mim, por favor? — com o meu rosto angelical.

Sem entender nada, — mas engolindo a minha desculpa esfarrapada — meu pai fez uma cara de “infantis” e finalmente nos deu de costas sendo acompanhado logo em seguida por nossa mãe, que não pareceu muito convencida — deixando-me mais uma vez sozinho com o capeta —.

— Pode tentar ligar para ela mais uma vez. — Capetayoko sussurrou em meu ouvido e apertou as minhas bochechas. — Ou amanhã você irá acordar com os peixes.

Alguém tire a Netflix dessa garota! Urgente!

— Você não pode ser a minha irmã de verdade. — Dei alguns tapas em suas mãos e a empurrei no chão, rindo da forma com qual ela havia caído de bunda sobre o meu tapete do Capitão América.

— Pelo menos eu não durmo com meu professor, né onii-chan? — Ela mal terminou de falar e ouvimos um barulho assustador vindo do corredor, como se algo tivesse se quebrado em vários pedaços. Será que ela realmente contratou algum mafioso para me jogar ao mar? Deus me defenderay!

— E-Eu vou para o meu quarto.

— T-Tudo bem. — Engolimos seco e assenti que sim com a cabeça, fechando a minha porta com força assim que tive certeza de que Sayoko também havia entrando em seu quarto.

Encostei-me contra a porta e suspirei, voltando a deixar que minha mente divagasse em pensamentos sobre Akashi e Ai. O quê ele está fazendo? Com quem ele está agora? Ai... Será que ele está com a Ai?

Como eu consigo ser tão imbecil assim?

— É apenas uma fase, certo? — Falei para mim mesmo e apertei meu celular contra o meu peito. — Sim, é apenas uma fase.

[...]

Eu estou com sono, muito sono. Afinal eu fui acordado às sete horas da madrugada para ir à escola e contra a minha vontade! Nem essas torradas com geleia de uva e esse copo de café quentinho a minha frente estão conseguindo me animar. E o pior? Eu não preguei os olhos nem por um minuto sequer! Não depois de ler a mensagem que recebi da Ai as 00h30min.

Eu o amo tanto que não quero mais ver o seu rosto. É doloroso, é frio e meu peito está gemendo... Eu te odeio.

Seria essa mensagem para mim? Teria eu feito algo? Eu deveria trabalhar com o aplicativo perguntados? Sexta no Globo Repórter. E pensando nisso, eu sequer li as mensagens do Kagami...

— Seu café vai esfriar e você vai se atrasar, filho. — Minha mãe bravejou, colocando uma pequena mecha de cabelo atrás da orelha e me encarou com uma expressão indecifrável.

— Desculpe mamãe. — Respondi enfiando a fatia de pão inteira dentro da boca e tomando o café em um gole só. Eu estou tão nervoso! Só de pensar que verei o Akashi hoje minhas mãos começam a tremer e meu coração a palpitar.

— Por que toda essa afobação garoto? — Agora meu pai perguntou, abaixando o jornal e fazendo cara feia. O que fez com que eu reparasse em Sayoko ao seu lado, de cabeça baixa e cara de choro.

Mau pressentimento, por que eu estou sentindo que tem algo de errado?

— Eu estou com muita fome, só isso. — Dei de ombros e revirei os olhos com a boca cheia parecendo um hamster, não deixando transparecer a minha insegurança e medo de que eles desconfiem de algo.

— Eu já terminei, então estou indo. — Levantei sob os olhares dos três e peguei a minha sacola no encosto da cadeira, fingindo não ter notado o clima tenso que estava pairando no local. Eles não sabem que isso faz mal para a digestão?

— Se cuide filho e — Ouvi um longo murmúrio seguido por um longo suspiro por parte do meu pai. — não nos decepcione ok?

— Eu nunca faria isso.

[...]

A caminho da escola, parei por alguns minutos em frente a um grande parque, o qual ficava pelos arredores da mesma e me permiti admirar a bela paisagem e cachorros que corriam com seus donos pelo local. Por incrível que pareça hoje o céu está mais bonito do que o costume e eu realmente me sinto bem, nem “aqueles” pensamentos ou a mensagem sem nexo da Ai me parecem importantes agora. Sinceramente, eu espero que aquele ditado “Quando a felicidade é muita a desgraça é maior” não seja real.

Bem, que seja não é?

— Que coincidência, não é Kuroko-chan? — Ouvi a voz doce de Ai penetrar em meus ouvidos assim que abri os olhos e me preparava para ir à escola. Eu juro que se tivesse um prédio aqui, agora, neste momento, eu me jogaria do mesmo. Um suicídio básico sabe? Coisa boba.

— Me desculpe pela mensagem tão tarde da noite e completamente sem sentido — Riu e eu senti toda a tranquilidade de antes sumir. — eu estava bêbada e sem rumo, me desculpe mesmo.

— Bêbada? — Espera aí, ela me chamou de Kuroko-chan? Eu não me lembro de ter dito o meu nome verdadeiro para ela. — O que houve? — Não que eu me importe de verdade, mas eu quero muito saber o sentido daquela mensagem esquisita.

— Akashi terminou comigo. — Respondeu simples e direta, o que fez com que eu colocasse a mão sobre o meu peito — como se isso fosse acalmar os meus batimentos acelerados —.

— O quê? — Segurei para não esboçar um sorriso animado. Seria rude de minha parte comemorar e dizer o quanto estou feliz por ouvir isso? Hoje é o dia mais feliz da minha vida!

— Está com tempo livre?  — Ai me olhou de cima a baixo e sorriu de canto. — Claro que não, você está indo para a escola, não é? Desculpe atrasá-lo. — Sorriu forçado e respirou fundo, coçando a nuca e expressando algo que eu notei ser incômodo, como se quisesse falar ou perguntar algo.

—— Não tenho nenhuma aula importante hoje Ai-san. — Na verdade eu nem sei quais aulas eu tenho hoje, então tanto faz — só a de matemática que eu sei que é a primeira —.

— Tem certeza? — Ai ainda se mantinha estranha, nem o sorriso dela conseguia ser verdadeiro. Por falar nisso, ela sempre teve essas olheiras enormes?

— Sim, não tem problema. — Deus, que eu não me ferre mais ferrado do que eu já estou, é óbvio.

— Então que tal irmos até a minha casa? — Baixo e em um fio de voz, Ai perguntou com os olhos vermelhos, como se fosse chorar a qualquer momento — eu posso jurar que consigo sentir o cheiro de álcool vindo dela daqui —.

— Pode ser. — Ajeitei a sacola em meu braço e abri um enorme sorriso, admirando a forma com que o vento balançava os fios castanhos de Ai sobre o seu rosto.

Ela é tão bonita.

[...]

Se antes eu já roía unha — sou uma pessoa nervosa — agora eu definitivamente estou roendo os meus dedos. Ai não disse nem um ai — aquele trocadilho maroto — desde que chegamos. Somente me serviu um café amargo que eu nem pedi.

Esfreguei uma mão na outra, incomodado com o silêncio na sala. E por falar nisso, não estava tão bagunçado assim quando eu vim pela primeira vez. Até parece que um furacão passou por aqui e quebrou vários pratos, copos e o resto da casa.

Medo! Será que a Ai e o Akashi tiveram algum tipo de briga durante o término?

— Eu pareço uma perdedora, certo? — Dei um salto, me assustando com a pergunta avulsa.

Pigarrei e me ajeitei no sofá, sem entender o que ela havia perguntado. Arqueei a sobrancelha e torci o lábio, demonstrando que eu realmente não sabia como responder a algo deste tipo.

— Ai-san... — Suspirei. — Por que está dizendo isso? — Espero que ela não me peça conselhos. Eu mal sei lidar com a minha vida amorosa quem dirá dos outros.

— Eu perdi meus pais, eu perdi os meus amigos e agora eu o perdi. — Gente, eu continuo na mesma história de antes? Eu não estou entendo é nada! — Mas vou fingir que estou entendendo para não dar uma de burro —.

— Eu... — Fui interrompido por ela, que começou a chorar como um bebê. Alguém, por favor, me tira daqui!

— Eu mereço passar por tudo isso? Fui eu quem o ajudou desde o começo! E mesmo assim ele me deixou quando eu mais preciso! — Falou entre soluços e apertando com força a almofada que estava sobre suas pernas.

Cara, toda essa cena está me deixando com tanta raiva! Já não basta ele usar a Oppai-chan, agora ele fez a Ai chorar? Maldito seja você Akashi!

— Ele não te merece! Ele nunca te mereceu! — Cerrei os punhos e sem perceber, gritei. Sem pensar direito, eu apenas quero que ela pare de chorar por alguém como ele. — Ele te trai com várias garotas e garotos, Akashi é um imbecil que não percebe a grande mulher que ele tem!

Eu devia é estar dizendo tais coisas para mim mesmo...

— Kuroko, nós... Nós precisamos conversar.

[...]

Ai-san fora expulsa de casa por se envolver com uma amiga de escola que a levou a se prostituir dizendo que a amava. Ela e Akashi nunca sequer transaram. Akashi, todo esse tempo amou outra e sofreu pela mesma... O que mais falta para que a minha boca caia no chão de surpresa?

— E isso não é tudo Tetsu-chan. — Com esse jeito fofo qual ela passou a me chamar durante a nossa conversa nem parece que estamos falando sobre algo extremamente sério. Mas, espera aí, isso não é tudo?!

— Tem mais? — Soltei o ar pelo nariz e senti o meu coração doer ainda mais. Akashi ama outra pessoa e foi ela quem o transformou no que ele é hoje em dia. Eu gostaria e muito de conhecê-la.

— Quando ela o deixou para se casar com outro, um senhor de idade — Sorriu fazendo cara de nojo. — ela estava grávida, mas alegou não saber quem era o pai. Porém quando a criança nasceu ela descobriu que o marido dela havia mentido e fugido com todas as economias que a mesma possuía no banco a deixando com um filho e sem um teto ou roupa para vestir. — Ai levantou e foi em direção à cozinha, trazendo consigo o bule de café e uma xícara. Por falar nisso, que falta de educação a minha, faz quase duas horas que eu estou aqui e ainda não tomei nem um gole do café que ela me servira quando cheguei.

— Uhm.

— E adivinha? — Encheu a xícara com café e tomou um gole. — Ela veio correndo de atrás do Akashi pedindo dinheiro e dizendo que ele era o pai. — Largou o bule de qualquer jeito sobre a mesinha de centro e voltou a se sentar no sofá a minha frente, com um sorriso debochado nos lábios. — Claro que segundo o Akashi, ele ficou com um pé atrás e correu fazer teste de DNA.

Sou eu ou isso daqui parece Casos de família? Ou melhor, programa do Ratinho?

— E deu negativo, né?! — Perguntei afirmando ao mesmo tempo.

— Não. Deu positivo.

Arregalei os olhos e abri a boca ainda mais do que já havia aberto minutos atrás. Sabe aquela sensação de que o chão embaixo de seus pés sumiu? Ou aquela em que todo o seu corpo fica amortecido e você não sente mais nada além de um grande nó na garganta? Então, é assim que eu me sinto neste momento.

— A-Akashi — Pausei tentando respirar, mas parecia que o meu pulmão havia trancado por completo. — tem um filho? — Eu quero dizer e perguntar tanto, mas não sai. Droga! — Qual a idade dele? Qual o nome?

— Eu... — Ai bebeu mais um pouco do café e mordeu o lábio. — Eu não sei. — Encolheu os ombros. — Akashi nunca quis saber de visitar ou conhecer a criança, quão menos falar sobre. A única coisa que eu tenho certeza é a idade dele que é quinze anos.

— Não é possível! Akashi tem trinta, não é? E você não disse que eles terminaram quando ele tinha vinte? Então ele teria trinta e cinco anos agora! — Ele é tão mentiroso a ponto de mentir até a própria idade?

— Estamos falando de um mentiroso aqui, Tetsu-chan.

— Mas é a idade! Quem mentiria isso?

— Akashi ficou preso nos trinta para sempre, Tetsu! O trauma com aquela mulher foi tão grande que para ele, ele terá para sempre trinta anos!

Estamos quase na metade do ano e tudo o que eu vivi não passou de uma grande e enorme mentira. É tudo mentira.

— Por que está me contando tudo isso? Por que quis me trazer aqui? Por que você estava naquele parque? Responda-me! — Questionei tomado pela raiva e frustração, ficando de pé a sua frente.

— Porque você gosta dele, por isso. — Alguém me segure antes que eu bata nessa mulher! — Eu quis que você soubesse sobre tudo isso, para ter certeza de que você o amava. E sobre o parque? Eu sempre caminho por lá àquela hora.

— Eu amá-lo? Eu amar um mentiroso? — Céus, como o meu sangue está fervendo. Eu consigo até imaginar fumaça saindo da minha cabeça. — Eu... Eu... — Ai apenas negou com a cabeça e passou a encarar suas mãos. Como ela aguentou viver com ele todo esse tempo sabendo de tudo isso?  

Bufei tentando me acalmar e fui em direção a minha sacola sobre a mesa da cozinha e respirei fundo antes de me virar para Ai e anunciar que estava indo embora. Minhas bochechas ardiam e meus lábios queimavam tamanha fora a força qual eu os mordi de raiva.

Filho. Da minha idade... Custe o que custar, eu ainda irei descobrir quem é esse garoto!

— Eu estou indo Ai-san, passar bem. — Falei e saí sem esperar pela resposta, batendo a porta sem educação nenhuma.

 Desci os pequenos degraus da frente, apressado e ansioso para chegar à escola. Ainda teria as duas últimas aulas e eu poderia dar uma desculpa qualquer pelo meu atraso.

Eu só preciso de paz e dispersar a minha mente, nada mais.

[...]

— Tetsu? Eu pensei que tivesse acontecido algo! — Eu mal coloquei os pés dentro da sala — para a minha sorte estava no intervalo e a aula de matemática já havia passado — e Kagami grudou em mim como um carrapato gruda em um cachorro.

— Você está pálido.

— É que eu comi muita farinha.

— Desde quando você come farinha? — Desde quando eu não tenho uma desculpa melhor para dar, talvez? Eu só quero ficar sozinho!

— Olha Kagami, eu não estou a fim de conversar, ok? Deixa-me em paz. — Revirei os olhos e me debrucei sobre a minha carteira, desejando que a mesma fosse o meu travesseiro de plumas de ganso.

— Eu percebi. Você sequer leu as minhas mensagens. — Vou fingir que estou dormindo para ele ir embora. — Me desculpe sobre ontem, eu não quis falar daquele jeito.

— Tanto faz. — Puxei um papel e uma caneta de dentro da minha sacola e desenhei três “zZz” no mesmo. Guardei ambos e voltei a me debruçar na mesa, sendo observado por Kagami que me olhava com cara de ponto de interrogação. — Me deixe em paz, eu estou dormindo. — Ronquei segurando a folha sobre a minha cabeça. Pronto, assim ele se toca.

— Erika e o professor Akashi nunca tiveram nada. — Bem, isso realmente me interessa. Levantei de repente, derrubando a folha no chão — junto com o meu queixo —.

— O quê? — É revelação demais para o meu gosto. Se eu não enfartar hoje eu não enfarto mais. Posso até estrelar alguma série da Marvel/DC como “aquele que tem o poder de ser feito de trouxa diversas vezes”.

— Foi isso o que eu te mandei naquelas mens... — Kagami começou, mas foi interrompido por uma voz desconhecida para mim.

— Hey essa folha é sua? — Olhei com o canto do olho um garoto qual eu nunca havia visto segurando os meus “zZz”. — Que interessante alguém perder tempo desenhando esse tipo de coisa. — Gargalhou.

Que pessoa inconveniente! Não vê que eu estou conversando?

— É! — Me virei de frente para o metido e revirei os olhos, pegando a folha de qualquer jeito de sua mão. Só então reparei bem em seu rosto.

Cabelos vermelhos. Um pouco mais alto do que eu. Olhos cor de mel e um sorriso encantador escancarado nos lábios. Que irritante!

— Ah esse é o novo aluno. — Kagami sussurrou em meu ouvido, me deixando arrepiado. — Ele começou hoje, dizem que a mudança foi repentina e a mãe dele é linda!

— Prazer — Estendeu a mão e apertou os olhos. Que garoto irritante e lindo! — Me chamo Nori e será um prazer estudar com vocês.

 


Notas Finais


Pois é, agora a coisa irá ficar mais tensa ainda/imaginem o emoticon "sexy" aqui :v

Gente, como assim vocês comentaram um monte no aviso e não no último capítulo? u.u irei fazer greve, hein? Hnf! BRINCADEIRA <3

Eu realmente estou perdendo o jeito para escrever :|

Obrigada a quem chegou até aqui. Nos vemos no próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...