História Um professor e tanto - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Kagami Taiga, Kuroko Tetsuya
Tags Akakuro, Bastante Viadagem Rsrsr
Visualizações 154
Palavras 1.672
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


KRAI BORRACHA! Eu estou impactada com todos os comentários de vocês naquele aviso ;; não respondi um por um porque eu não tive tempo aaaaa peço mil desculpas, viu? Mas saibam que eu AMO VOCÊS E MUITO! Vocês não sabem o bem que me fizeram com cada comentário! Por isso, de presente, aqui está um novo capítulo para vocês rs

Pequeno aviso:
— Akashi PoVs de novo. Prometo que é o último.
— Parte em itálico é passado.
— Perdoem os erros porque eu estou bem cansada e então não corrigi muito bem.
— O humor ainda irá voltar. rs

A quem for ler, boa leitura <3

Capítulo 16 - Eu te odeio por me fazer sentir a sua falta.


— Eu não achei essa piada engraçada, Akashi.

— Porque não é uma piada — Mordi meu lábio inferior e respirei fundo. — É a verdade e eu não quero mais você Ai. — Mesmo que eu fosse acostumado a tratar as pessoas de tal forma “fria”, o jeito com que suas mãos tremiam... Estava partindo o meu coração.

— Eu sei que é difícil, eu sei que eu não sou quem você ama, mas por favor...  — Ai colocou as mãos sobre o rosto, tentando esconder o quanto seus olhos estavam vermelhos e inchados — mas ainda assim era possível ver as várias lágrimas escorrerem por seus braços magros —.

Essa cena, esse tipo de sentimento dentro de mim... Foi desta forma vergonhosa a qual eu fiquei de joelhos em frente à Sagiri implorando para que ela não se casasse?

— Ai, nós não podemos viver com essa mentira para sempre. — Levantei, querendo sumir, querendo não relembrar mais e mais de “tais cenas”. — Não acredite em mim como uma idiota.

— Não foi uma mentira para mim! — Gritou cerrando os punhos e socando as almofadas abaixo de suas pernas. — Eu te amei, desde o começo eu te amei!

— Nós nunca sequer fomos um casal de verdade. — Falei e Ai piscou algumas vezes olhando para o teto e passou os dedos embaixo dos olhos com um pouco de força, tentando conter — inutilmente — as lágrimas que escorriam sem fim.

— Fomos sim, eu sei que você gostou de mim ao menos um pouco! — Quanto mais ela falava, mais eu me sentia culpado. Não fora eu quem propusera para que...  

— Eu sempre fui à única que te ajudei quando você precisou! Eu te estendi a minha mão, eu te dei a minha vida quando tudo o que você queria era aquela mulher fútil e vazia! — Arregalei os olhos, surpreso com a forma qual ela falara. — Sagiri, Sagiri... — Ai se pôs de pé a minha frente e agarrou o tecido da minha camisa com força. — Ela nunca te amou! Ela nunca sentiu nada por você! E quer saber? Você só está sendo e agindo como ela! Você se tornou um monstro!

— Cale a boca!  — Gritei agarrando firme seus pulsos e a empurrando para trás. — O quê você sabe? Uma garota sem futuro, quem nem os pais desejam ver porque a mesma não passa de uma vagabunda que trabalha em uma casa de stripper, querendo me dar sermões? Eu te dei um teto! Eu te dei um futuro, eu te tirei daquela merda de vida! Eu te salvei! Mas nunca foi por amor e sim por pena! Eu tenho pena de você Sagiri!

— Sa...Giri... — Ela riu de maneira seca e puxou seus braços de minhas mãos. — Você está doente, não, você sempre foi. — Falou séria, fitando seus próprios pés.

—Eu te disse desde o começo, eu só amo a ela e mais ninguém. — Ai me pareceu ter ficado mais calma e então eu vi um sorriso nascer em seus lábios. Era algo totalmente novo para mim. — Eu sinto muito Ai.

— E o Kuroko? — Kuroko? O quê Kuroko tem a ver com essa conversa? — Eu não sei onde ele entra nessa conversa. — Eu não queria continuar, não queria piorar ainda mais a situação para Ai que parecia cada vez mais abatida, eu só queria ir para casa e deixar todo o meu passado para trás, recomeçar em outro lugar.

 — Você é tão cínico que não vê.

— Não vejo o quê? — Do que ela está falando?

— Eu nunca fui à garota que você amou, eu nunca fui a certa. — Sua voz estava chorosa, mas nenhuma lágrima molhava o seu rosto. — Eu errei desde o começo eu errei. Fiz coisas erradas, quis ser aquele tipo de garota que deixam os pais acordados até tarde, que se perde na vida. — Céus, por que isso agora? — Eu quis morrer naquela noite em que me joguei na frente do seu carro, eu quis sumir! Mas você me ajudou, sim, você. Foi você quem me mostrou o caminho para a felicidade mais uma vez... — Mordi o lábio novamente e ficamos em silêncio por alguns minutos.

— Ai, vamos parar por aqui e terminar como dois amigos. — Sussurrei e me aproximei dela, sentindo minha cabeça girar e doer absurdamente.

— Mas eu nunca fui aquela em quem você se viu. — Falou de forma ríspida e me encarou. — Você sempre procurou alguém igual a você não foi? Alguém que se sentisse do mesmo jeito que você. Que sofresse e ainda assim, colocasse o amor acima de tudo. E então você finalmente encontrou não é? Kuroko é igual a você. Inocente e ama de forma pura. — Ela não vê que está exagerando? Isso tudo está realmente me irritando!

— Eu vou embora, não quero mais ouvir besteiras. Amanhã eu passo pegar as minhas coisas quando você não estiver. — Revirei os olhos e me virei, ignorando o meu casaco sobre o sofá e segui até a porta.

— Fuja, fuja mesmo! Afinal foi isso o quê você sempre fez. Fugir de todos os seus sentimentos, igual você foge do seu próprio...

— Não fale o quê não sabe! — A interrompi. Se Ai queria me tirar do sério, parabéns, ela conseguiu. — E você também não está fugindo Ai? Por que não é mais sincera consigo e sobre si mesmo? Você nunca, nunca transou comigo! Por quê? Será que é porque você não gosta de homens e sim de mulheres?

— Isso não está em questão aqui! — Quem estava começando a se irritar agora era ela.

— Está sim! Sempre que pode, você me julga por todos os meus erros então porque eu não posso apontar os seus? — Argumentei indo em minha direção novamente e agarrei seu pulso. — Chega a ser ridícula a forma com que você se afasta de mim quando te toco. — Com a mão livre segurei seu queixo e colei meus lábios suavemente aos seus.

— Você é apenas um brinquedo para o amor Akashi. — Murmurou colocando suas mãos em meu peito e me empurrou já sem forças, se afastando de mim. — Só faça as coisas certas dessa vez então. — Sem conter, as lágrimas voltaram a rolar pelo seu rosto.

— Me desculpe Ai.

— Vá embora. Você é apenas igual a ela.

[...]

— O quê deseja beber senhor? Senhor?

— Ah desculpe. — Falei saindo de meus devaneios e peguei o cardápio de bebidas que estava em cima do balcão a minha frente. Eu só queria encher a cara até cair em uma valeta qualquer e poder me esquecer de tudo o que havia acontecido horas atrás.

Ai me odeia neste momento, com toda a certeza do mundo. E eu? Continuo andando em círculos. Sempre para lugar nenhum.

— Senhor? Pode pedir quando quiser. — O barman falou mais uma vez e eu assenti com a cabeça, mostrando com o dedo sobre o desenho da vodka.

— Pura, por favor. — Falei e ele se virou para encher o copo, o colocando a minha frente logo em seguida. Merda, eu não lembrava o quanto a bebida pode ser ruim quando usada para digerir a dor e a tristeza.

Desde o começo da minha vida, eu só queria um ano diferente na escola. Não ser mais somente o nerd que estuda e estuda sem se divertir. E foi aí que eu a conheci a amei a venerei. E nessa “diversão” eu perdi a minha vida toda, chorando e me lamentando por ela ter me deixado. Por eu ter sido a diversão. Ai foi outra besteira, uma aluna suicida a qual eu tentei tirar da vida das drogas e prostituição. Eu apenas queria ajudar, não me envolver. E a minha profissão? Apenas uma forma de suprir a falta que Sagiri me faz.

E sinceramente? Ai está certa. Kuroko é igual a mim. E é por isso que eu...

— Nossa, eu esperava uma ligação do Papa, mas jamais sua. — A voz firme e determinada inundou os meus ouvidos. Nem a música antes alta e quase insuportável importava mais. —Como você está bonito Seijuro! — Eu não conseguia encará-la. Não, na verdade eu não queria.

— Eu preciso conversar com você. — Falei, bebendo a vodka em um gole só. — Como você tem estado? — Perguntei, agora sobre o efeito da bebida e coragem. Sagiri estava tão diferente. Cabelos pretos e compridos, maquiagem leve, roupa decotada e olhos ainda mais expressivos. Tão mais bela do que já foi um dia.

Inferno. Eu ainda te odeio Sagiri. Eu te odeio por me fazer sentir a sua falta.

— Bem e você? Soube que está dando aula em uma escola pública.

— Eu estou bem e sim, não é nada do que eu esperava, mas não é totalmente ruim. — Por que eu sinto como se ainda tivesse quinze anos? Por que o meu coração continua a querer sair pela minha boca a cada palavra que ela diz?

— Eu quem o diga. — Gargalhou, colocando a mão sobre a minha coxa. Eu não voltei no tempo, voltei? — Mas então, eu achei bem diferente você ter me ligado, afinal fazem o quê? Quase seis meses que não nos vemos. Sentiu a minha falta?

— Eu sinto a sua falta todos os dias. — Respondi, sem conseguir conter uma gargalhada debochada de mim para mim mesmo.  — Eu sou tão infeliz sem você Sagiri. — Ergui o copo em direção ao barman que o encheu no mesmo instante.

— Que fofo, continua igual a quando eu te conheci. — Sagiri começou a subir e descer com sua mão. Sempre sem qualquer pudor ou vergonha alguma.

— Pare com isso, por favor. — Agarrei sua mão, virando mais uma vez o copo de vodka. Se antes a minha cabeça já estava girando, agora ela está mil vezes pior. — Não foi para isso que eu te chamei até aqui.

— Eu não acredito que eu vi até aqui para não transarmos Seijuro. — Ela fez menção de levantar, porém fui mais rápido e agarrei seu braço. Por que o seu perfume era tão bom? Mesmo misturado ao cheiro de cigarro?

— Eu quero saber como ele está.

— Ele quem? — Sagiri perguntou e eu respirei fundo pela milésima vez no dia. Pela primeira vez em dez anos eu teria coragem, coragem de conhecê-lo.

— O meu filho, eu quero saber como ele está.


Notas Finais


Sim, é isso o que vocês leram :v não me matem adlaç~ldãd Ah cara, eu sinto que perdi o jeito para escrever ;___;

Agora vemk gente, no aviso teve mais de trinta fuckin' comentários! E isso me deixou toda boba lkadlkadk então que tal comentarem bastante nesse capítulo também? *-* Não tenham vergonha meu povo! E ah, caso queiram conversar comigo, me passem seu whatsapp ou me mandem mensagem que eu responderei com prazer <3/Só não respondi as que já tem porque tô bem ocupada esses dias ;; perdão aaaaa

Nos vemos no próximo <3


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