História Um psicopata em minha vida - Ruggarol - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Candelaria Molfese, Karol Sevilla, Lionel Ferro, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Candelaria Molfese, Karol Sevilla, Lionel Ferro, Miguel, Monica, Ramiro, Ruggero Pasquarelli
Visualizações 292
Palavras 2.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Eu te amo!


Fanfic / Fanfiction Um psicopata em minha vida - Ruggarol - Capítulo 12 - Eu te amo!

Karol ON


 Meu mundo havia caído com aquela notícia. Cancun sempre fora meu sonho, mas agora está tudo diferente, eu me recuso a ir. 


 Carolina: Então filha, você partirá logo pela manhã, mas você tem ainda 1 dia para se despedir dos seus amigos.. - Ela falou calmamente e saiu da sala. 


 Eu estava simplismente sem chão, meus pais nunca haviam deixado eu ir para Cancun, e agora que não quero ir, eles resolvem deixar? Sai da sala com os olhos vermelhos, não queria chorar na frente dos meus pais, corri para meu quarto, me aconcheguei debaixo das cobertas e senti as lágrimas molharem todo meu rosto. E assim adormeci, chorando. Estava dormindo quando meu celular soou seu toquezinho irritante, o peguei mais rápido possível para jogá-lo na parede, mas desisti assim que vi o nome do contato. Havia "Ruggero P.". Deixei chamar mais um tempo, fui até o banheiro, lavei meu rosto, enxuguei o mesmo, peguei o aparelho e o atendi. 


Ligação Ruggarol ON


 Rugge: Karol? - Ele falou animado. 


 Karol: Oi? - Disse ainda com voz de choro. 


 Rugge: Você tá bem? Estava chorando? 


 Karol: Será que dar pra você me encontrar aqui na porta de casa? Te explico tudo! - Esperei sua resposta. 


Rugge: Claro, já estou indo. Como sempre salvar a donzela em perigo! - Ele gargalhou e desligou. 


 Fui me arrumar, tomei um banho rápido, vesti uma roupinha básica, passei perfume e fui abordada pela minha mãe abrindo com pressa a porta do meu quarto. 


 Carolina: Filha? Filha? Você está aí? - Mamãe disse preocupada. Sai de dentro do closet e acenei. 


 Karol: Estou aqui sim, oq houve? - Me aproximei dela e a mesma me deu seu celular. 


 Meu Deus, como assim? Havia uma foto do Jorge com uma faca no pescoço. Quem faria uma coisa dessas? Não vou falar que estou triste por ele, mas sim pela família. 


 Carolina: FILHA! Tem um assassino a solta, um assassino que mata a sangue-frio! Agora mais do que nunca você precisa ir para Cancun. 


Ok! Minha mãe estava arrumando tudo que é desculpa para me tirar da cidade. O Jorge deve ter sido morto por um dos comparsas dele, quem mandou ir vender droga em local que já tem facção? Bem feito! 


 Karol: Tá, tá, mãe.. agora sai daqui e se chegar alguém atrás de mim, não expulsa como você sempre faz, por favor! 


 Carolina: Ok, Karol! - Ela saiu e fechou a porta. 


 Logo me despi, entrei no banheiro e comecei a tomar banho. Depois de alguns minutos, sai do banho, andei até o closet, coloquei uma blusinha preta básica com uma calça moletom. Desci até a sala e vi o Ruggero escorado em um carro pela janela. Sai de casa e fui até ele que logo abriu um sorriso. 


 [...]


 Rugge ON


 A voz da Karol tava estranha, ela tava com voz de choro, com toda certeza ela estava chorando. Assim que desliguei o telefone, me despi, fui pro box e comecei a tomar banho. Alguns minutos depois de pensar bastante naquela ligação, desligo o chuveiro, enrolo a toalha até a minha cintura perto do quadril e vou até o closet. 


Rugge: Oque você fez comigo, Karol.. eu nunca fui assim com ninguém. E nem se quer toquei em ti.. 


 Murmurei indignado, peguei uma calça moletom e uma blusa casual, passei bastante perfume para disfarçar que tinha passado a noite com uma mulher qualquer. Pois a única que eu queria em meus braços, me vê apenas como amigo. Sai das minhas paranoias, chamei um táxi, entrei no mesmo e indaguei para o motorista: 


 Rugge: Mansão Sevilla.. por favor!  


Ele ligou o carro e começou a dirigir, peguei meu celular e vi várias mensagens da Valentina. Ignorei todas elas e bloqueie o celular. Chegando no condomínio, o taxista parou na frente da casa da Karol. Liguei pra ela, e a mesma avisou que já estava descendo. 


Karol: Ruggero! - Ela correu e me abraçou. 


Rugge: Oi baby. - Sinto lágrimas molharem minha camisa. - O que houve? - Me desvencilhiei do abraço e fico olhando pra ela. 


Karol: É que minha mãe quer me levar pra outro país, mas eu não quero ir... 


 Analisei bem seu rosto, e quando finalmente tomei coragem para dar o próximo passo com a Karol o pai dela infelizmente a chamou. 


 Bruno: Filha, quem é esse homem? - Falou o pai dela me cerrando.  


Karol: Ah pai, esse aqui é o Ruggero.. - Ela sorriu pra mim. - Rugge, esse é o Bruno Valente, meu pai.. 


 Bruno: Olá rapaz, oque você é da minha filha? Parece muito velho para ser namorado.. - Ele me jogou um sorriso amarelo e eu engoli seco. 


Rugge: Bom senhor, somos apenas bons amigos.. - Disse e tentei não olhar para ele. 


 Bruno: Ah sim, Karol filha.. o vôo foi adiantado, você parte hoje de noite. - Ele sorriu pra Karol, olhou bem pra mim e foi embora. 


Ela me olhava meio aflita, me fitava e logo em seguida estava a roer as unhas. A abracei novammete tentando acalma-la. 


 Karol: Eu não quero ir embora.. eu não quero te abandonar. - Ela se desvencilhou do abraço e eu pude ver seus olhinhos verdes derramarem lágrimas. 


 Foi ai que eu, Ruggero Pasquarelli sorri vitorioso, sim. Eu havia tido uma ideia brilhante. Bom, eu não preciso trabalhar já que a herança do meu pai é toda minha, mas para isso eu precisaria ir no México para resolver tudo. É, eu sei que somos italianos, porém meu pai tinha um amigo advogado que morava no México, mas especificamente em Cancún. 


 Rugge: Ka, você vai pra onde mesmo? 


 Karol: Cancún.. mas pq? - Ela disse em meio a soluços. 


 Eu não poderia estar mais feliz com aquela notícia, ela iria para mesma cidade na qual eu pretendia, mas nisso tudo havia um porém, eu só posso ir após terminar meu último período na empresa do meu tio. Apesar de tudo, eu devo muito a ele. Então só poderia viajar na próxima semana, pensei bem e resolvi não contar a Karol. Eu queria fazer uma surpresa.


 Rugge: Olha, não é tão longe, e sempre vamos nos falar por facetime.. eu nunca vou estar longe de você! - Ela sorrio e mais uma vez a senti em meus braços. 


Ficamos ali por mais ou menos uma hora, tudo que eu mais queria era ver um sorriso dela, mas ela estava muito triste e muito abalada para sorrir, então eu apelei.. 


 Rugge: Sorri, por favor.. eu amo seu sorriso! - Falei e fiz um sinal com os dedos indicando um sorriso. 


 Karol: Não força.. eu não tenho motivos para sorrir.. - Ela disse ainda tristonha e se sentou na beira da calçada. 


 Rugge: Você não me deixa outra opção.. - Falei me sentando e começando a fazer cócegas nela. 


E enfim ela sorriu, ela sorriu pra mim, como eu amo esse sorriso, como eu amo.. poderia passar o resto da minha vida ouvindo ela rir. 


 Karol: MEU DEUS, paraaaa! - Ela gritava enquanto gargalhada alto e eu parei. 


 Rugge: Viu? Você sorriu.. - Falei a encarando e chegando cada vez mais perto do rosto dela. 


 Karol: É.. eu vi! - Ela se aproximou também, quando já estávamos sentindo a respiração um do outro bem de perto, alguém nos atrapalha.. 


 Carolina: Licença, desculpa atrapalhar, mas Karol você tem que ir arrumar suas coisas.. - Ela disse calmamente e ainda soltou um sorriso sincero. 


 Karol: Já estou indo.. Rugge, essa é a minha mãe, senhora Carolina Cisneros. - Ela suspirou e prosseguiu. - Mãe esse é o Ruggero.. 


 Carolina: É um prazer conhecer o namorado da minha filha, mas agora você tem que vim Karol.. - Ela disse e a encarou. 


Karol/Rugge: An? Somos apenas bons amigo.. - Dissemos em uníssono. 


Carolina: Bem, me desculpe.. agora venha Karol! - Ela bateu o pé na grama e a esperou. 


Rugge: Eu vou estar sempre com você, aqui.. - Apontei pro coração dela. - Isso não é um adeus, ouviu bem? É apenas um, até logo. - Ela me abraçou e eu perdi a conta de quantos abraços recebi naquela manhã. 


Karol: Te adoro, Rugge! - Me desvencilhiei do abraço e limpei suas lágrimas. - Até mais.. - Ela se levantou, saio com a mãe e logo vi sua resta desaparecer insinuando que ela havia entrado em casa. 


 Voltei pra casa, me joguei na cama e fiquei pensando. Eu preciso dela, eu não posso viver sem ela, ela é praticamente o ar que eu respiro.. eu nunca mais me imaginei falando isso novamente. A última vez foi para minha antiga namorada, a que me transformou esse ser que eu sou agora. Mas eu não quero pensar nisso agora, tenho que terminar esse relatório. 


 [...]


 Quebra de tempo



 Karol ON


 Já estava tudo pronto, malas feitas, passaporte na mão, angústia no peito.. mas eu não tenho outra saída. 


Carolina: Vamos filha, ponha um sorriso no rosto. Cancún sempre foi o seu sonho. - Ela disse arrancando o carro para o aeroporto. 


Karol: É mãe, claro que Cancún era meu sonho.. - Dei uma pausa e a encarei. - Quando eu tinha, nove anos! - Soltei um sorriso amarelo e fitei a janela. 


 Carolina: Karol, você é muito ingrata sabia? Eu e o seu pai juntamos todo esse dinheiro para você ir e você simplismente fica com birra de adolescente! - Ela disse com a voz irritada ainda que sem tirar o olho da direção. 


 Karol: Olha o xilique, se colocar um cachorrinho aqui é até capaz de me comover e virar um filme dos anos oitenta! Me poupe e se poupe. - Falei ainda fitando a janela. 


 Eram quase nove da noite, eu já havia chegado no aeroporto a duas horas, mas eu ainda com vi o Ruggero. Será que ele não vem? Bom, ele não falou que vinha, mas eu esperava isso dele. Fiquei falando tanta besteira na minha mente que de repente alguém tampa meus olhos. 


 Karol: Eu nunca me esqueceria desse toque, dessas mãos.. Rugge? - Me soltei, virei e o encarei. 


 Rugge: Desculpa a demora, mas é que.. - Ele foi interrompido pela chamada. 


 XXX: Atenção passageiros com destino a Cancún, ir por favor até o centro de embarque. 


 Karol: Você vem? - Falei ainda de mãos dadas com ele. 


 Rugge: Claro, não vou embora até você entrar no avião. - Ele sorriu de canto e fomos até o centro de embarque. 


 Karol: Eu vou sentir muito a sua falta.. - Falei e inevitavelmente derramei lágrimas. 


 Rugge: Eu também baby, vem comigo.. - Ele me puxou para um lugar afastado dos meus pais. 


 Karol: O que houve? - Senti ele levemente passar a mão no meu rosto o acariciando. 


 Rugge: Karol, eu sei que não deveria estragar nossa amizade falando isso, mas é que desde o prime.. bom, segundo momento que eu te vi, me apaixonei perdidamente por você, eu sei que sou mais velho, mas pra mim oque vale é o sentimento. E oque eu sinto por você não é amor de amigo, mas quando eu soube que você namorava, meu mundo simplismente desabou e então desisti, mas quando você me ligou naquele dia falando que o seu ex tinha te agredido, eu simplismente não me contive. Mas quero que saiba que você é a pessoa que da sentido a minha vida, você é a primeira pessoa que penso ao acordar e a última ao ir dormir. Eu só falei besteira, mas é que eu tava criando coragem pra falar essa três palavrinhas mágicas sem te assustar. - Ele estava chorando, e eu também, apenas dei um sorriso e ele prosseguiu. - Karol, eu te amo, te amo mais que tudo! - 


Eu olhei pra ele e simplismente chorei, eu não me contive e percebi que ele estava muito nervoso. 


Rugge: Eu fui um idiota? Eu sei que não podia ter estragado nossa amizade falando isso, mas.. - Eu o interrompi com um beijo, um beijo de extrema urgência, nossas bocas pareciam ter o encaixe perfeito, ele pediu a passagem eu logo cedi iniciando uma batalha entre nossas línguas onde nenhuma queria perder, estava indo tudo bem até o ar se fazer necessário, nos separamos e ficamos nos olhando.


Karol: Olha Rugge, eu não sei falar coisas bonitas. - Eu olhei pra ele e ele me observou atentamente. - Mas eu só quero que você saiba que também é a primeira pessoa que eu penso quando acordo e a última quando vou me deitar. Bom, eu falei isso tudo e acabei não falando nada, ah.. simplesmente eu queria dizer. - Respirei fundo e prossegui. - Ruggero, eu te amo! 


 Ele me puxou pela nuca, e me beijou novamente, dessa vez um beijo calmo, mas com amor. Logo nos separamos e vi ele acenar para um homem que vinha com duas malas, uma média e outra grande. 


 Rugge: Lembra que eu disse que nós não iríamos nos separar? 


Karol: Você tá querendo dizer que.. - Ele me interrompeu. 


Rugge: Se cuida Cancún, porque eu tô chegando.. - Pulei em cima dele para um abraço. 


 XXX: Última chamada. Senhores passageiros com destino a Cancún, ir para a sala de embarcação. 


Karol: É, me parece que nós vamos para Cancún! 


 Ele fez um sinal para o homem que pegou suas malas e as levou para sala de embarque. Segui com ele e embarcamos. Cancún, ai vamos nós!


 Rugge ON


 Eu nunca mais havia conseguido falar aquelas três palavras, mas com ela é diferente, com ela eu me sinto diferente. Com ela eu não sou um maníaco psicopata, com ela eu posso ser eu. Eu posso ser Ruggero Pasquarelli.


[...]


Notas Finais


Uou, como assim o Jorge morto? Rsrs..
Ruggero, que ex é essa? Aviso: Não é a Valentina!
Aeeee, finalmente RUGGAROL!! O rugge foi tão fofinho.. 😍
O que vocês esperam do próximo capítulo? Uma dica: TRETAAAAAA

Espero vocês no próximo capítulo. ❤


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