História Um quase prostituto (JiKook) - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Daddy Kink, Jikook
Visualizações 1.055
Palavras 1.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olááá pessoinhas!
Tá aqui o capítulo que vocês tanto queriam, ksks.
Espero que gostem, e eu agradeço todos os comentários e favoritos!
Tenham uma boa leitura!
PS: CAPÍTULO NÃO BETADO, pois não deu para mandar, terminei de escrever agorinha, então deve ter erros.

Capítulo 10 - Capítulo 9


Fanfic / Fanfiction Um quase prostituto (JiKook) - Capítulo 10 - Capítulo 9

— Vamos colocar ele nesta cela temporária. — Um dos policiais que lhe guiava pela delegacia falou para o se superior.

 

— O que ele fez? — Um dos superiores do que carregava Jimin perguntou com repulsa na voz.

 

— Ele estuprou um jovem de dezessete anos. — O outro mentiu, logo dando uma baixa risada -que não passou despercebida por Jimin- ao ver o semblante incrédulo do Park.

 

— O QUE? MNTIRA, EU NEM SEQUER TOQUEI NELE!

 

— CALADO, NÃO LEVANTE SUA VOZ PARA MIM, OU A SUA CONDIÇÃO IRÁ PIORAR! — O que lhe carregava gritou enquanto o jogava na cela vazia.

 

— E ainda por cima nega tudo o que fez? Arg, tenho nojo de gente como você, Park.

 

— Pois é, quem diria que o grande empresário Park Jimin faria algo assim. A mídia vai adorar saber disso. — Um outro homem gordo chegou rindo e mostrando aqueles dentes amarelos e tortos.

 

— Não ouse manchar minha imagem. Se fizer isso, vai se arrepender. Eu estou lhe avisando. — Jimin grunhiu entredentes.

 

— Vai fazer o que preso nessa cela? Hum? Você não pode fazer nada aqui dentro, Park! — O mesmo homem gordo que havia acabado de chegar cuspiu no chão perto de seu pé, e quando Jimin fez uma cara de nojo, odos eles riram.

 

— Mas e o relatório? — Perguntou com um pequeno sorriso.

 

— Que relatório? — Um deles perguntou.

 

— Vocês são burros? A porra do relatório que diz as informações e provas que Jungkook foi realmente estuprado. Onde estão as provas que eu estuprei ele? Hum? ONDE ESTÃO AS PROVAS PARA EU ESTAR AQUI? — Assim que terminou de falar — lê-se gritar — o qu lhe carregava, amigo de Min Hee, engoliu em seco, e foi aí que percebeu que a garota é realmente burra ao ponto de não planejar nem a papelada direito. — Ah, então vocês me prendem aqui, me acusam e me agridem verbalmente sem saber da verdade?

 

— Bom...

 

— Bom é vocês estarem no meu lugar, presos. Seus imcompetentes, não sabem nem trabalhar direito. Eu quero fazer o telefonema que tenho direito! — Jimin não pediu, foi logo falando da sua maneira ríspida.

 

— Tu-tudo bem, vamo-

 

— NÃO. Depois de nos xingar e ameaçar você, — o amigo de Min Hee apontou para o gordo — vocês vão deixar ele dar um telefonema? Ele não merece isso, as provas irão ser mandadas outro dia.

 

— E como você sabe que eu estuprei ele de fato? Se não há provas e o garoto não disse nada. Ele estava chorando por ter que ficar em um orfanato. Eu já disse, eu quero fazer o meu telefonema, me tirem logo daqui!

 

— Ele tem razão, ele tem direito a uma ligação. — Abriu a cela e tirou Jimin de lá, apontando para o telefone preso na parede.

 

— Que troço antigo. — Jimin murmurou enquanto discava o número de seu amigo.

 

— Você tem dois minutos. — O policial avisou

 

— Eu tenho quantos minutos eu quiser! — O Park bufou enquanto escutava os bips e nada de alguém atender.

 

— Cara, acho melhor você ter uma boa desculpa, pois acabou de atrapalhar o meu encontro.

 

— Eu tô preso, Namjoon.

 

 

(...)

 

 

— ME-ME SOLTEM! EU QUERO FALAR COM O JIMIN! — Jungkook chorava e se debatia nos braços de uma das mulheres que estava com ele na sala, enquanto a outra estava no computador procurando orfanatos para ele.

 

— Quieto garoto, vocês dois estão na merda e não tem mais volta. — A morena que lhe segurava falou, enquanto a ruiva no computador abriu um sorrisinho de lado.

 

— Oh, achei um bom orfanato para você. Orfanato luz do sol, já ouvi falar bem dele dele. Mas que seja.

 

— Por-por que estão fazendo i-isso comi-migo? — Ele perguntou enquanto respirava com um pouco de dificuldade.

 

— Pare de gaguejar, seu garoto chato! Arhg. Min Hee está nos pagando para isso, ela quer você fora do caminho dela e esse é o único jeito. E como boas amigas que nós somos, fazemos o que ela manda, claro.

 

— Vocês estão mais para cachorrinhas dela. — Falou em alto e bom som, e a ruiva que estava entretida no computador logo se virou para ele com os olhos flamejantes e raiva.

 

— Sua criança insolente! — Deu um tapa na derme do mais novo, o fazendo grunhir. — Fale direito de nós, somos apenas boas amigas, seu estúpido.

 

— Amigas? Claro! — Murmurou, mas a morena que lhe segurava ouviu e apertou ainda ais seus braços.

 

— Fique calado, seu inútil. Você nos dá apenas trabalho!

 

— Se vocês não tivessem aceitado, não estariam tendo trabalho! Suas burras! — E esse, meus caros leitores, foi o estopim para que as duas se descontrolassem.

 

A ruiva se levantou da cadeira onde a pouco estava sentada, e a morena o jogou na parede, deixando seu corpo fraco cair no chão sem forças por causa do atrito forte entre a parede e suas costas, que agora estavam doidas.

 

— VOCÊ APRENDA A FALAR DIREITO CONOSCO, SEU SER REPUGNANTE! — Deu um chute no abdômen do Jeon, que gemeu de dor quando sentiu o bico fino do salto lhe atingir. — UM GAROTO QUE SE VENDE POR DINHEIRO! — Mais um chute, desta vez na cabeça, fazendo um filete de sangue passar por sua testa — NÃO QUER TRABALHAR EM ALGO QUE PRESTE, AQUI ESTÁ VOCÊ! — Outro nas costelas — SEU IMUNDO — Mais um — LIXO AMBULANTE! — E mais outro — Criança tola, você não sabe que não se pode desrespeitar os mais velhos? É isso que acontece quando você nos desrespeita, sua mãe não lhe eu educação?

 

— Mas Mia, a mulher que se diz mãe dele não tem nem condições de cuidar dela mesma, provavelmente. Se cuidasse do garoto ele não precisaria se prostituir, então ele não tem educação. — A morena fala rindo com escárnio.

 

— Oh, é verdade, tinha esquecido disto. — Riu e iria voltar a sentar, mas quando viu o sangue em seu salto preto ela soltou uma exclamação de nojo e bufou. — Olhe só o que você fez, seu sangue imundo está em meu sapato. Sulli, me ajude a limpar ele, por favor? — Pediu a amiga

 

— Tudo bem, vamos. Mas não saia daí viu, ratinho de puteiro? — Dito isso, as duas riem escandalosamente enquanto saiam pela porta.

 

Nem mesmo se quisesse Jeon Jungkook conseguiria sair dali, nem mesmo conseguiria mover um dedo sequer, na verdade, ele mal consegue respirar. As suas costelas doíam, tem certeza absoluta que elas estão fraturadas, e todas as partes do seu corpo doem.

 

Quando tentou ao menos se deitar de barriga para cima, tentando fazer com que sua barriga doa menos, ele gemeu dolorido enquanto sentia o gosto férreo de seu sangue em sua boca. Suas costas também doíam e ele nem ao menos poderia levantar.

 

— Ji-jimin. Vo-você... prometeu. — E com estas últimas palavras ele adormeceu n chão gélido daquela salinha minúscula cheirando a mofo, com o pensamento que Jimin prometeu que não o deixaria ir a um orfanato, que o buscaria.

 

 

(...)

 

 

Jimin pegou a maleta das mãos de Namjoon — que chegou rápido quando o chamou — e logo jogando-a na mesa de um dos policiais amigo de Min Hee. Perto da mesa estavam os outros dois que tiveram contato com o Park, fora o que lhe prendeu. Dentro da maleta preta de couro, havia uma boa quantia de wons, quantia essa que Min Hee não poderia pagar nem se vendesse sua alma para o demônio em troca de dinheiro.

 

E assim que o policial abriu a maleta, passou um brilho feliz em seu olhar, mas antes que ele fechasse a maleta e pegasse-a, O Park foi mais rápido e fez isso.

 

— Você irá esquecer do que ocorreu aqui e da denúncia. Meu nome ficará limpo e você com todo esse dinheiro. Porem se eu souber que alguma informação minha sobre hoje vazou... ah meus queridos... vocês serão mortos, e no sentido literal da palavra! — Novamnte jogou a maleta, que um deles logo pegaram.

 

— Ce-erto.

 

— Estamos entendidos? — Pergunta sério olhando profundamente nos olhos de cada um presente ali.

 

— Sim. — Os três responderam em uníssono.

 

— Ótimo. — Se virou e saiu da delegacia com o Kim em seu encalço. — Namjoon. — Chamou — Agora nós vamos achar o meu garoto.


Notas Finais


Jimin tomando posse de Jungkook.
O Jeon apanhando daquelas putas.
O nome mia -uma das putas que bateu no jungkook- ta na minha cabeça, eu não seu por que, aí coloquei, ksks. Ok bem desnecessária essa informação mas td bem.

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https://chat.whatsapp.com/invite/9KF0LdEH9T5El2zEYtar0R
Entrem lá, eu sou uma pessoa legal!

Saranghae vocês!


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