História Um raio de Esperança. - INTERATIVA - Capítulo 9


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Categorias Originais
Tags Drama, Hentai, Interativa, Magia, Mistério, Romance, Yaoi, Yuri
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Palavras 668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Canção na Madrugada


Quinto Dia De Viajem...

Haviam parado para descansar em uma caverna que Ester encontrou no meio do caminho, e resolveram passar a noite nessa caverna e de manhã voltar a andar.

Black se aproximou da mão de Anna, que havia dormido com as costas encostadas na parede da caverna, e começou a lamber os dedos da mesma que soltava pequenos risos enquanto durmia por causa disso, o gato parou e arranhou de leve a mão da de cabelos brancos, que acordou com o susto.

- Oh, é só você. - Acariciou as orelhas do animal com cuidado, o fazendo ronronar. -

Se levantou espreguiçando os braços, ouvindo suas costas estalarem obviamente por causa da parede da caverna, todos continuavam a dormir, Ester estava perto da fogueira que não estava mais acesa, Lillith dormiu escorada na parede, Dak estava com a cabeça encima de uma pedra, como se fosse um travesseiro, Anthony estava deitado no chão da caverna e Skarlet...Não estava ali...Black se deitou no colo de Lillith, enquanto Anna se perguntava onde Skarlet havia se metido, a pequena disse que iria ficar de vigia depois de Dak, mas não teria avisado.

A de cabelos brancos saiu da caverna com passos largos e apressados, a caverna tinha logo de frente um pequeno lago, Skarlet estava ali sentada na beirada da margem do lago, ela tinha seu olhar direcionado para a lua que estava sendo refletida na água.

- Minha vista está manchada, perdida em meio a poeira.

Chicotadas que não cessam permanecem a noite inteira.

O sangue de inocentes caí perante esse solo.

Os gritos pelo açoite, as lágrimas não controlo.

Permanecer calada foi a única saída, mas perdeu o brilho a esperança de liberdade.

De que adianta fugir, e salvar a minha vida? Se o motivo dela está mantido naquelas grandes! - A pequena começava a cantar, mas diferente das músicas que Anna costumava ouvir ela cantar, essa era diferente, era triste... - Persisto na esperança de um dia recuperar.

O brilho tão intenso que já tive no olhar.

Tão jovem, mas já forçada a encarar a realidade.

Eu chorei, mais se chorei foi durante um combate.

Pois jurei e cumprirei, que nunca irei fraquejar.

Pois senti e eu vi, aquele que me criou despencar. - As lágrimas da pequena corriam por suas bochechas, mas ela tinha um sorriso em seu rosto. - O sacrifício necessário ao vê lo no chão.

Foi o mal preciso para acordar o meu leão.

De tudo que passei, De tudo que enfrentei, Do tanto que eu chorei...só eu sei...

As marcas na minha alma, não se apagarão jamais.

Lembranças escuras, do que ficou pra trás... - Sua voz aos poucos ficou embargada, enquanto as lágrimas desciam por seu rosto com mais frequência. - Menina estúpida...Você não tem coragem? Que menina desesperada eu sou... - Anna ouvia tudo que a pequena dizia atentamente se surpreendendo a cada verso da música, e mais ainda com a frase da pequena. -  Mesmo com toda a maldade que havia a minha volta.

Mesmo com a possibilidade de haver uma revolta.

Eu escolhi me esconder, e não enfrentar meus medos.

Eu acordava em meio ao ódio o sangue pulsando quente.

Vivendo as sombras do medo a barreira que eu criei, mas em um certo momento chegou minha vez, de finalmente aceitar que o mundo é cruel, mas que com minhas amizades para sempre serei fiel.

De tudo que passei, De tudo que enfrentei, Do tanto que eu chorei...só eu sei...

As marcas na minha alma não se apagarão jamais, lembranças escuras do que ficou pra trás. - A pequena limpou as lágrimas ainda com um sorriso no rosto, enquanto Anna se segurava para não ir ali e abraçar a pequena. -

A pequena se levantou ainda com o olhar voltado para a lua, enquanto Anna entrou na caverna se sentando no lugar onde estava e fingiu dormir, iria deixar tudo como estava.

Mas a letra daquela música não saiu de sua cabeça até ela pegar no sono.


Notas Finais


Podem montar suas teorias, podem postar suas teorias até lá no meu amino se quiser.

http://aminoapps.com/c/CrazyKiller
Lembrando que tem que estar no celular e com o aplicativo do amino instalado, se não, não vai funcionar.


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