História Um romance está para começar. - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lemon, Romance, Yaoi
Visualizações 58
Palavras 1.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa Leitura!

Capítulo 6 - Eu queria me dar bem com Sig.


                        Narrado por Sig.
    Logo no primeiro dia de aula eu descobri uma coisa. Eu descobri que o Victor tem um dom, ele tem o dom de me deixar puto, depois de me deixar puto, ele me pede desculpas e logo em seguida me deixar puto de novo. 
    Mas eu tenho que admitir que aquelas coisas que ele havia dito antes do intervalo mexeram comigo e que me deixaram com um forte desejo sexual. 
    Ah, eu tenho que admitir mais uma coisa, eu sou virgem. Eu nunca contei isso pra ninguém. 
    Eu lembro que logo depois de sair do banheiro, eu fui para a sala de aula. Ai já era aula de matemática, entreguei o papel da transferência para o professor, ele assinou e me devolveu. Demorou um pouco para Victor aparecer. Quando ele entrou pela porta da sala, me lançou um olhar desafiador. 
– Pensa em alguma coisa para dizer para ele. –  Disse Lucas na minha cabeça.
– Olha só, gente! – Comecei a provoca-lo. – Victor está com raiva porque depois que ele descobriu que eu e o Lucas somos gays, ele achou que podia ter alguma coisa com a gente. É uma pena que tenha sido rejeitado. 
    Victor nem respondeu minha provocação, apenas sentou-se em sua carteira e me lançou um olhar ameaçador. 
    Eu ignorei ele, coloquei meus fones de ouvido, peguei meu celular e selecionei uma musica.
    Olhei rapidamente para Victor e percebi que ele estava escrevendo algo em seu caderno, eu pensei que era o conteudo da matéria. Mas na verdade era outra cosa que ele estava escrevendo, e logo eu saberia o que era.
    Fiquei quieto ouvindo minhas musicas. Até que Alie veio até minha mesa e me entregou um papel. A garota se dirigiu para a carteira dela logo depois que havia me entregado o papel. 
    "Preciso falar com você. Meu celular é (11)965xx-xxx  Assinado: Victor" Era o que estava escrito. Eu adicionei o numero dele nos contatos e mandei a seguinte mensagem de texto "Oi, sou eu o Sig. Só queria te lembrar que eu não tenho nada para Falar com você!"
    Logo terminou a aula de matemática e chegou a hora do intervalo. Eu guardei meus fones de ouvido e meu celular no bolso da minha calça, decidi ir no corredor esperar na porta da sala da Gabriela.
– Oi, Sig. – Disse ela assim  que saiu da sala dela. – Você vai descer?
– Não. – Falei com uma cara expressão triste em meu rosto. – Eu quero ficar na minha sala.
– Mas o que aconteceu? - Disse ela demonstrando estar preocupada. – Você está quase chorando!
– Meu primeiro dia de aula foi um desastre por causa de uma pessoa! – Exclamei enquanto limpava as lagrimas nos meus olhos. Nesse momento o meu celular vibrou e veio uma mensagem do Victor, nela estava escrito "Você é um covarde!"
Nesse momento meu coração gelou, eu fechei meus olhos por um instante e acabei trocando de lugar com Lucas. Agora ele era dominante. 
– Meu Deus! - Exclamou Gabriela. – Seus olhos mudaram de cor. Isso é incrível!
– Ta... - Falou ele meio confuso. – Mas quem é você? 
– É a Gabriela, seu idiota! – Falei, claro que só ele podia ouvir. 
– Como assim, Sig? – Disse ela um pouco assustada. – Eu falei com você na hora da entrada e você veio me chamar para conversarmos durante o intervalo. 
– Como assim? - Disse ele com uma expressão curiosa em seu rosto. - Eu não sou o Sig, meu nome é Lucas.
– O NOME DELA É GABRIELA! E COMO ASSIM, LUCAS? VOCÊ NÃO CONSEGUE FINGIR SER EU? - Eu já estava ficando puto. – POR FAVOR! NÃO ESTRAGUE TUDO!
– Só um momentinho, moça. – Disse ele dirigindo-se a Gabriela e  com um sorriso forçado em seu rosto. - O que eu falar agora é dirigido a uma outra pessoa. Depois quando entrarmos na sala a gente conversa. 
– Sim. – Disse Gabriela sem entender nada. 
– Sig, eu te conheço bem e sei quando você cria expectativas. Você quando quer gostar de alguém. No final, você acaba gostando mesmo. Claro que você não é o tipo de pessoa que demonstra emoções. – Ele estava me dizendo isso. –  Mas eu te peço, se você não tem coragem de encarar Victor para pelo menos tentar ter uma amizade saudável com ele. Deixe-me pelo menos tentar me aproximar dele e tentar resolver isso. 
– Sig... – Disse Gabriela. Agora ela estava muito confusa. – Eu gostaria de saber o que está acontecendo com você. Você está falando sozinho e citando seu próprio nome. 
– Eu estou bem... Eu só preciso conversar com você para esclarecer algumas coisas. –  Lucas disse isso pra ela. – Primeiro, eu sou o Lucas, eu não sou o Sig e não adianta você ficar falando o nome dele. Ele não vai aparecer só porque você quer.  E tudo o que eu falar pra você na sala de aula vai ser um desabafo, eu espero que Sig escute e entenda. 
     Lucas só não tinha percebido que o Victor tinha subido as escadas e que ele estava atrás dele encostado na parede do corredor e observando os dois conversando já fazia um tempinho.
– Nossa, eu espero que você me explique. - Disse ela com um sorriso tímido em seu rosto. - Eu não estou entendendo nada. 
– Ele tem transtorno dissociativo de identidade. – Disse Victor com uma expressão séria em seu rosto. - Você esta falando com uma personalidade chamada Lucas e não com o Sig. 
– Suspeitei Desde o Princípio. – Disse Gabriela. 
Nesse momento Lucas abraçou Victor. 
– Vamos ser amigos? – Perguntou Lucas. 
– Por mim tudo bem. – Respondeu o mais alto. – Mas eu não consigo me dar bem com Sig. 
– Você pode me contar o que aconteceu? – Perguntou Lucas curioso. 
– Eu também quero saber! – Disse Gabriela. 
    Eles então foram para a sala de aula em do terceiro ano em que Lucas e Victor estudam.
    Victor então contou tudo que tinha acontecido naquele dia de aula para que Gabriela e Lucas entendessem.
– Eu vou ter que ser honesta. –  Disse Gabriela que estava sentada na carteira em que eu e Lucas sentamos. Victor e Lucas estavam em pé do lado dela. 
– Se você for tentar conquistar o Lucas, vai ter que conquistar o Sig também e isso não vai ser tarefa fácil, porque pelo que eu percebi, o Sig não esta nem ai pra você. Literalmente. 
Acho que essa garota sabe ler mentes porque eu realmente não estou nem ai pra ele. 
– Mas você está falando de namoro ou de amizade?  –  Perguntou Victor com certa curiosidade. 
– Do que você achar melhor. – Disse ela enquanto piscava pra ele. – Torço para que de certo entre vocês!
    Lucas ficou com as bochechas vermelhas. 
– Engraçadinha.  – Disse o mais alto. – Cara, se eu fosse gay, acho que a coisa mais difícil seria conquistar Sig, isso porque eu já vacilei muito com ele. 
– É só você parar de agir como um idiota. - Disse a garota e eu concordo ele é um babaca. - Esse é apenas o primeiro dia de aula. Quem sabe as coisas melhoram nos próximos dias...
– É verdade. – Disse Lucas com um sorriso forçado.
– Por que você está concordando? – Perguntou Victor. 
– Porque o Sig disse que você é um babaca. – Disse o menor respondendo a pergunta.
– Como assim? Ele nem me conhece para pensar isso de mim! – Victor não está errado, eu só peguei as primeiras impressões dele mesmo. – Tem como você trocar de lugar com o Sig?
– Por enquanto não. – Disse Lucas. – Como diz no filme fragmentado, Ele não está disposto  a vir a luz. Eu não posso obrigar ele. 
 


Notas Finais


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