História Um sadomasoquista - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jungkook, Rap Monster, V
Tags Vkook Taekook
Visualizações 35
Palavras 961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Falei que voltava depois de 15 dias?🤔

É👏... Não aguentei... Muito ansiosa👌👅
Minha mãe me emprestou o celular dela então... Aqui estou eu😀😙😛❤👻🏃

"Capítulo já elaborado" — reescrito.

Odeio decepcionar mas...
Vão ler
👇✍

Capítulo 8 - Resposta


Eu deveria sumir do mundo porque poxa... Sempre quando eu tento consertar algo, aparece um embuste e dificulta tudo. Eu só queria ter quebrado meu celular e não descobrir que minha "ex" agora "atual" estava olhando aquela pouca vergonha do Taehyung.

— O que pensa que está fazendo? — Falei o afastando.

— Ciúmes!? — Falou dando de ombros. 

— Você é um idiota isso sim... 

— Acha mesmo que eu não sei que você foi tentar se reconciliar com ela? — Falou como se soubesse da minha vida, o que faço ou deixo de fazer.

— Não te devo satisfações. — Encarei por longos segundos aquele cara de pau na minha frente.

— Me deve uma resposta.

— Não ouvi ninguém me perguntar nada. — Cruzei os braços e olhei de longe Yara ainda me observando. Ela parecia não entender meu pigarreio muito menos — graças ao bom Deus — saber que Taehyung era o "maldito modelo" do meu pai.

Taehyung me olhou desacreditado como se eu tivesse feito uma piada e sorriu ainda de lábios cerrados com ironia. O deixei plantado lá com cara de tacho e sabendo que Yara iria me questionar sobre tal coisa, resolvi ir embora. 

— Aonde pensa que vai? Eu tô falando com você... — Ignorei. Destravei o carro e quando eu iria entrar Taehyung colocou a mão na porta e bateu ela com força. Com um braço posto em cima do meu carro ele ficou me encarando e eu fiz o mesmo.

— Taehyung... — coloquei uma mão sobre o rosto e a tirei rapidamente — Eu vou pra casa, me deixa entrar... Por favor.

— Claro... — cara de pau — espero que sua namorada não se incomode. — Falou rápido e saiu de perto. Pensei que ele iria embora, me aliviei. Alegria dura pouco. — Eu vou com você.

— Sai de dentro do meu carro Taehyung. — Falei sentando no banco do motorista. Meu carro tinha viseiras escuras então ninguém estava vendo minha cara de assassino. Estava por um triz de matar Taehyung ali mesmo. 

— Vou ver como ficaram as fotos — Tentou se aproximar para me beijar mas o afastei — não gostou do outro? — Perguntou incrédulo.

Ao contrário... — Pensei.

— Vou lhe mostrar as fotos, depois disso, suma da minha frente... Tenho horário marcado com minha, minha "namorada". — Ironizei ignorando sua pergunta. Ele apenas deu de ombros e eu segui com o carro até minha casa.


                       ©¹¶


Entrei dentro de casa com um embuste me seguindo como se eu fosse algum tipo de GPS, antes de mostrar as fotos resolvi vestir uma roupa confortável e finamente — uma box — até o momento do banho havia me esquecido de colocá-la. Taehyung ficou esperando do lado de fora do quarto — a contra gosto — tive que praticamente obriga-lo a sair do meu quarto.

 Vesti uma regata folgada e uma calça moletom, estava um pouco frio e quando eu abri a porta do quarto, Taehyung estava com um sorriso nada inocente olhando uma foto minha em um quadro — primeira campanha da empresa — eu estava vestido com fantasia de sadomasoquista. A campanha era relacionada ao sexo brutal com prazer e a fantasia mostrava eu sentado na beirada de uma cama qualquer, com braços e pernas amarrados um mordedor preto com cano grosso sobre os dentes e no abdômen uma grade de proteção — essa grade era basicamente uma montagem na foto como se me mostrasse estar sobre os comandos de uma mulher — nada muito aterrorizante. A campanha sobre tal assunto rendeu bilhões de fornecedores enteresados nos produtos, mas a quantidade era limitada então a empresa só assegurou trinta mil produtos. Os outros envestidores eram onlines então optaram por pagar mais caro através de ligações e assim a nossa empresa foi considerada a maior empresa de utilidades íntimas do mundo.

— Eu te conheci neste dia. — Taehyung se pronunciou por fim quebrando o Silêncio.

— Nos conhecemos? — Perguntei sem entender.

— Sim, neste dia teve uma grande inauguração da sua empresa e eu estava optando por... — mudou de assunto — Eu precisava de uma blusa nova pois a garçonete havia derramado vinho na minha, a primeira pessoa que eu recorri foi a seu pai, ele me falou que tinha um filho que poderia me arrumar uma então... Ele foi te chamar e você logo apareceu com duas blusas, uma branca e outra vermelha.

— Era você? — Perguntei surpreso.

— Ainda me impressiono de não lembrar desta blusa — apontou para a camisa vermelha que eu havia lhe dado — nos damos tão bem depois — acariciou meu rosto — pena que sua "namorada" nos atrapalhou...

— Você... Asshii... Contou alguma coisa pra alguém? — Perguntei me referindo ao acontecido entre nós, particularmente algumas coisas deveriam ficar no passado.

— Nunca. — Falou me abraçando. — Hoje eu queria saber sua resposta, depois daquele dia você me esqueceu...

— Não fala isso...

— Mas foi o que aconteceu Jeon — me olhou triste — você sabe que seus pais nunca aceitariam alguém como eu... Tive que ralar muito pra pelo menos chegar até aqui e poder ser modelo do seu pai. — Era triste o modo como ele falava sobre si, meu pai não era tão... Assim.

— Não fala como se você fosse alguém miserável... 

— Mas eu sou. Nunca iriam me aceitar por eu ser...

— xii! Não fala nada só me abraça. — Pedi aprofundando aquele abraço tão carente. 

— Só... Me desculpa por isso. — pediu virando o rosto em uma demostração de carinho, passou seus dedos longos tão delicados sobre meus cabelos e me deu um beijo calmo, suas lágrimas acompanharam aquele momento e por alguma razão eu havia esquecido do encontro com Yara. Nada naquele momento era tão mais importante que consolar Taehyung, o modelo do meu pai.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...