História Um segredo bem guardado. (Malec) - Capítulo 28


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jem Carstairs, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Michael Lightwood-Bane, Personagens Originais, Rafael Lightwood-Bane, Simon Lewis, Tessa Gray
Tags Alec Lightwood, Clace, Jalec, Magnus Bane, Malec, Parabatai, Sizzy
Visualizações 51
Palavras 1.601
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Novo capítulo, com personagens originais.
Desculpem de demorar tanto, mas a minha inspiração voou. E com estes novos episódios pouco ajudou deu algumas ideias mas estava difícil escreve-las. Mas parece que volta a inspiração.
Espero que gostem, se quiserem podem fazer perguntas e tirar dúvidas que poderão ser respondidas durante os novos capítulos.
Boa leitura.

Capítulo 28 - Capitulo 28- Bem-vindo ao Paraíso.


Fanfic / Fanfiction Um segredo bem guardado. (Malec) - Capítulo 28 - Capitulo 28- Bem-vindo ao Paraíso.

9 De Setembro 2019

Estávamos os dois aconchegados, no dia antes que deveríamos ir para aquele fim-de-semana. Mas desde que aconteceu aquilo no instituto, eu não sabia se seria certo deixar os meus filhos para trás.

-Magnus, estás acordado?

-Sim. O que se passa nessa cabeça?

-Eu sei que tens tudo planeado, mas não achas cedo demais para deixarmos as crianças depois que aconteceu.

-Alexander, eu até estava preocupado se hoje não tivesse ouvido os planos que eles têm em mente.

-Como assim?

-Vamos lá ver na primeira noite festa de pijama na casa da Isabelle e Simon. No dia seguinte reunião canina. Coitado do Luke, vai ter que por em linha 6, não 5 porque o Rex é o perfeito Beta, como ele diz. Então 5 cachorros em linha mais, os nossos filhos, Cecily e o terror dos gémeos John e Chris.

-Mas, porquê que ele vai ficar sozinho com eles.

-Ele não via ficar sozinho, Jace e Simon vão ajudar.

-Se calhar até era melhor ele até ficar sozinho, Simon e Jace não são grande ajuda.- Mas, era verdade, Eu amava o meu parabatai, mas as vezes ele era pior que os próprios filhos e a implicância entre ele e Simon, as vezes, era impressionante, como eles se amavam odiando-se ao mesmo tempo.

-Até aí tens toda a razão. Mas respondendo há tua primeira pergunta os nossos filhos vão ficar bem e amanhã nós vamos. Beijando-me a testa. Agora dorme.

Eu repousei a cabeça no seu peito e adormeci ao som do batimento do seu coração.

10 De Setembro 2019

 

Depois de preparar um belo pequeno-almoço (café da manhã). Foi chamar os meios filhos, Magnus já andava alevantado estava a fortificar as defesas da casa. Sablo, Duma e Dara estavam a roer um belo osso cada um Magnus tinha os arranjados, depois de ter pregado um belo sermão quando viu o estado do jardim. Aparentemente os nossos cães deviam quer uma piscina só para eles já que começam a abrir um buraco no meio do jardim perto da fonte de água.

Por falar em histórias deixem-me contar uma sobre malas. Tenho 3 filhos e cada um decidiu fazer a própria mala. Alexa pegou em 3 pares de calças, 3 T-shirts, 2 pares de ténis, 1 saia os brinquedos de Dara, e mala pronta. Max uma coisa parecida, mas acrescentou livros, os seus brinquedos favoritos. Mas Raphael é Magnus em ponto pequeno. Para 2 dias e meio ele leva meia dúzia de calças, uma dúzia de T-shirts, acessórios, sapatos e os acessórios de Sablo a condizer. Em vez de uma mala ele leva duas e ainda reclama que são pequenas.

Depois de deixar a minha família com a minha mãe dizer as recomendações típicas de pai, tipo comportem-se, obedeçam há vossa avó, não façam muita confusão, estão a haver o que eu quer dizer, foi ter com Magnus que conversava com Izzy e Clary.

-Pronto.- Magnus

-Sim, vamos lá.

Ele abriu um portal e passamos de mãos dadas. Para chegarmos a uma praia paradisíaca.

-Bem-vindo a Airam. – Magnus

-Airam? Nunca ouvi falar.

-Airam pertence a um grupo de 3 Ilhas muito especiais. Airam, Aleunam e Aleniram ou Tri-A como Ragnor chamava -eu passo-lhe a mão pela face quando ele fica um pouco triste por se lembrar do amigo perdido. – Eu, Catarina e Ragnor compramos estas Ilhas. Airam é minha.

-Tu tens uma ilha… E nestes anos todos nunca mencionas-te.

-Vamos dizer que durantes estes seculos eu fui mealhado coisas.

Eu abano com a cabeça, eu sabia disso mas, as vezes era difícil para mim essa coisa de dinheiro. Ele mostrou-me a as redondezas e a casa que tinha na Ilha.

A casa não tinha nada a ver com o Magnus que eu conhecia. Eu devo ter demostrado isso.

-Eu tenho muitas camadas, não fui sempre assim tão glamoroso, já gostei coisas simples e suaves.

Depois de deixarmos as nossas coisas no quarto fomos até a praia nadar.

Areia era suave nos meus pés a agua nem era fria nem quente temperatura perfeita.

Depois de nadarmos ficamos há beira-mar aconchegados a ver um perfeito por-do-sol.

Jantar-mos e fomos descansar porque este dia foi esgotante.

11 De Setembro 2019

Eu nunca pensei que houve-se algo que me deixa-se envergonhado, mas um simples esquecimento fez isso acontecer.

Eu tinha feito alguns tele ligações para falar com Isabelle sobre a supressa de Alexander. Enquanto isso o meu amado estava a repousar numa espreguiçadeira flutuante no meio da piscina, enquanto eu falava com Izzy eu ia passando pela janela observando Alexander, por cada passagem os meus pensamentos estavam a ficar cada vez mais dispersos. Isabelle deve ter notado algo na minha voz porque deu a chamada por terminada muito rapidamente.

Eu sabia que não conseguiria pensar em mais nada foi até junto de Alexander. Entrei na piscina devagarinho como um tubarão, com um pouco de magia puxei a espreguiçadeira para junto de mim e quando ele estava perto o suficiente comecei a minha sedução, acariciando o seu belo corpo.

-Magnus-Ele falava afoguente

-Deixa.- Nesse momento, puxei-o para mim dando-lhe um beijo.- Descontrai apenas.

Fui levando-o para junto da borda aonde a piscina tinha a rampa e deitei-o. Continuando o meu trabalho com beijos e caricias consegui tirar-lhe o short que ele tinha vestido. Os meus beijos fizeram o percurso muito lento até que cheguei, na ao meu objetivo final. Quando os meus lábios tocaram ele estava firme e hirto. Eu beijei, brinquei, lambi e chupei até que Alexander deu o grito da sua libertação.

-Deixa-me te possuir, Alexander- Ele me dizia ao meu ouvido.

Depois daquele orgasmo súbito e avassalador eu não pensava direito. Eu estava envolta de sensações vibrantes a cada toque, cada impulso. Ele tinha voltado a percorrer a plenitude, explorando o meu corpo, ao seu toque eu sentia-me anestesiado, indefeso, como a minha mente e corpo só pensassem no prazer que estava sentir, isso deixava-me em choque como ele consegui passado estes anos junto, ainda me fazer sentir assim. Como eu me sentia confortável deixando-me levar pelo seu controle total e completo dele sobre mim. Eu não o poderia impedir, nem queria, nem teria feito, mesmo depois de me ter arrancado outro grito, antes de me precipitar para outro clímax avassalador.

-Outra vez.- Ele me dizia, mergulhando os dedos dentro dele.- Hoje só existo eu. Só existimos nós.- Beijando-me o pescoço, a caminho da minha boca. Olhando-me nos olhos.- Diz-me que me amas.

-Amo-te.- Um gemido passa-me pela garganta assim que ele mergulhou em mim. Erguendo as minhas ancas ao máximo, mergulhando mais fundo.

- Fala de novo- Eu sentia os seus músculos retesarem-se como um punho, e cerrou os dentes, para não explodir. – Fala de novo.

-Eu Amo-te.- Estremecendo eu rolei as minhas pernas no tronco dele e deixei-me levar pelo delírio.

***

Eu tive que me arrastar para fora da piscina.

-Deus meu, não tenho ossos que me sustentem.

Ele ria-se dando-me uma sapatada no traseiro.

-Nem penses que te vou levar ao colo.

-Acho que vou ficar por aqui mesmo.- Começando a tremer de frio.

-Estas com frio.- Ele reuniu forças para se levantar e me levantar junto, a imagem que devíamos passar era que tinha-mos exagerado na bebida ou em drogas.

-Mas que raio me fizeste, parece que digeri um monte de Yin fen.

-Desde quando percebes de drogas?

- Desde que no meu treinamento, tivemos um curso sobre isso. Tens a cabeça andar há roda?

-Assim que recuperar o movimento da cintura para baixo, já te digo.- Inclinando a cabeça beijando-me ao de leve. – E se tentasse-mos entrar. Poderíamos….- Ele não acabou a frase franzindo a sobrancelha olhado fixamente para um ponto atrás de mim.

- O que foi?- O meu instinto Shadowhunter sabia que se passava algo.

-Nada.- Dando uma palmadinha n o meu ombro.- Porque não entras, que eu já lá vou ter.

-O quê?

-Não é nada, a sério. Só que… não desativei as camaras de segurança.- Nu, avançou na direção a um pequeno muro de pedra e carregando num botão retirou um pequeno disco.

-Câmaras? Desde quando precisas de câmaras? – Depois bateu-me.- Estávamos a ser filmados? Este tempo todo?-Lacei um olhar carrancudo para a piscina.- O tempo todo.

-É por isso que prefiro a magia. Mas, como venho raramente aqui preferi usar as camaras.

- Estamos ai? Está tudo aí?

-Eu trato do assunto.

Eu ia falar de novo, mas vi a expressão no rosto dele. Eu senti um impulso nada angelical.

-Parece impossível, Magnus com todos os teus séculos. Está envergonhado.

-Claro que não- eu disse, mas se não estivesse nu em pêlo, teria enfiado as mãos nos bolsos.- Foi uma mera distração, já disse que trato de tudo.

-Vamos ver.- Alec

Eu estanquei, Alexander vai-me surpreendendo durante este anos que temos estado juntos, mas isto eu nunca pensei ouvir da boca dele. – Perdão?

-Estas com vergonha.- Debruçando-se para me beijar e distraindo-me roubou-me o disco.- Que giro. Giro há brava.

-Cala-te. Dá cá o disco.

-Não me parece.- Maravilhado e dançando recuou um passo. – Aposto que é escaldante, não estás curioso?

-Não.- Eu tento agarra-lo, mas ele é rápido.- Alexander dá-me esse disco.

-Isto é fascinante. -Fugindo para as portas. – O Magnus Bane, o Alto Feiticeiro de Brooklyn, o mais vivido, sofisticado e glamoroso de todos, está a corar.

-Não estou nada.- Esperava que não. Era o cúmulo.- Só não vejo o motivo para documentar alguém a fazer amor. É privado.

-Eu não vou dar nem ao Jace, nem há Izzy para avaliar e comentarem. Eu só queria ver. Agora.- E correu para dentro, enquanto eu praguejava e corria atrás dele.


Notas Finais


Desde já agradeço a todos por lerem.
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