História Um Segredo Obscuro - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Nathaniel
Visualizações 40
Palavras 1.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus leitores que tanto amam ler, parecem ate que não tem nada para fazer, por acaso, já lavaram a louça?
Pois é, nem eu... '-'
ENFIM! Trago hoje uma fanfic do enredo de Nathaniel, onde nosso pobre rapaz, sofre a tortura do seu pai, convivendo com tudo isso ainda, mas CALMA, tem mais segredos além desse para a gente conhecer e desfrutar desse pobre rapaz de cabelos loiros.
LEMBRANDO, que, tem coisas que desfrutei da minha imaginação, e terá coisas aí que vocês NEM IMAGINAM, então aguardem, você vão gostar e ao mesmo tempo, odiar.
MUAHAHAHAHA

Boa leitura ^3^ (se alguém souber de quem pertence essa OC da minha capa, por favor me digam, para eu dar os créditos do desenho para ela)

Capítulo 1 - Mais um dia "comum"


Fanfic / Fanfiction Um Segredo Obscuro - Capítulo 1 - Mais um dia "comum"

Podia sentir o sol refletir em meus olhos que estavam fechados, os quais, não pregaram no sono essa noite. Me virei para o lado oposto, abrindo meus olhos e observando o relógio, que marcava exatamente 6:00 da manhã, ele nem havia despertado ainda. Soltei um suspiro pesado, e espremi meus olhos por alguns segundos, eu poderia sentir que estava com grandes olheiras, e isso poderia fazer meu pai certamente me matar. 

Me sentei na cama, e por alguns instantes, abracei meus próprios joelhos, sentindo minhas costas arderem. Fechei os olhos, e logo me levantei, indo em direção ao banheiro, para tomar um banho gelado, aproveitando o calor da manhã.

[...]

Coloquei o último prato na mesa, me fazendo franzir o cenho e analisar todo ato que eu havia feito, para tentar notar se não havia deixado nada para trás, ou ate mesmo errado em alguma coisa. Suspirei, tentando ter um certo alivio, que em minha visão, estava tudo em seu devido lugar e do jeito que meu pai havia me mostrado uma vez. 

Olhei para as escadas, esperando minha mãe ser a primeira a descer, mas isso não aconteceu, a única coisa que pude escutar, era sua voz, ecoar suavemente, como gemido pela casa.

Fechei os olhos, quase que espremendo-os. Era horrível a sensação de imagina-los transando.

— Dormindo em pé? — a voz de Ambre ecoou em minha cabeça, me despertando. 

Pisquei alguns vezes seguidas, e balancei minha cabeça em negatividade, me sentando no meu lugar, pois claro, cada um naquela casa, havia um lugar correto para se sentar ao redor da mesa. 

— Você esta com olheiras enormes... — comentou — Papai vai te matar! — sorriu de canto, enquanto passava seu dedo indicador em uma pequena colher que a mesma havia pego ao lado do prato, após se sentar em frente a mesa. 

Sem dar ouvidos a loira, apenas a ignorei, não a respondendo, o que ela fez questão de não se importar também. Olhei em direção as escadas, ainda podendo escutar os baixos gemidos de nossa mãe. Acabei fazendo uma expressão sem muita descrição.

— Isso é nojento! — Ambre comentou, com a sua língua para fora. A loira parecia insistir em puxar assunto comigo, uma coisa que era raro acontecer — Mamãe podia gemer mais baixo, ou sei lá...

— Devo concordar... 

Mencionei em um tom baixo, quase soando em um murmurio. Era raro eu falar mais que um "ai" naquela casa, e todos já haviam se acostumado com isso, por tanto, nem puxavam assunto comigo. Aí esta o fato onde me surpreendia por Ambre estar falando demais naquela manhã. 

Olhei para minhas mãos, que se encontravam entrelaçadas em cima da mesa, sem saber o que dizer ou ate mesmo o que pensar. Fechei os olhos, tentando apenas imaginar, uma certa vida diferente a qual eu vivia e presenciava.

...

— NATHANIEL! — a voz grossa e rouca do meu pai ecoou pela cozinha, me fazendo levantar a cabeça em um susto e arregalar os olhos, logo os piscando algumas vezes seguidas, tentando voltar a realidade.

Ao perceber o que se passava, tive medo de encarar a pessoa que estava ao meu lado. Olhei para as minhas mãos, que estavam vermelhas, pois eu havia cochilado sobre elas. Podia sentir suavemente, meu corpo reagir ao medo do que poderia vir.

— O que pensa que estava fazendo? — sua voz continuava em um tom raivoso — Olhe para mim! — ordenou.

Fechei meus olhos, não querendo obedece-lo. 

— OLHE PARA MIM NATHANIEL!

O mesmo havia me puxado pelo braço, me fazendo praticamente me levantar da cadeira, eu poderia ser sincero ao ponto de dizer que eu parecia estar pendurado, de uma forma que eu não conseguisse totalmente me manter em pé. O jeito do meu pai, era brusco e totalmente doloroso, ao ponto de ficar em uma situação como essa.

— Você esta com olheiras?! — perguntou retoricamente, com o cenho franzido — Você não dormiu a noite NATHANIEL? 

Com os lábios entre abertos, nem um som soou por eles, apenas balancei a cabeça negativamente e fechei os olhos, esperando por um tapa ou ate mesmo um soco, mas a única coisa que pude sentir, foi o chão duro da cozinha. 

Abri meus olhos, e vi a cena que praticamente sempre se presenciava: minha mãe e minha irmã fingindo que nada acontecia ao redor, e apenas conversavam sobre algum fútil. 

— Eu estava sem sono, me desculpe...

Me protestei, em poucas palavras e em um tom submisso, pois era assim que eu sempre me sentia.

— LEVANTA! E saia da minha frente antes que eu PERCA  a paciência com você! — sua voz era firme e amedrontadora.

Sem pensar duas vezes, apenas me levantei sem jeito algum, e me retirei da sua frente, cabisbaixo. Peguei minha mochila em cima do sofá da sala, antes de sair para pegar o rumo da escola.

[...]

— Entra..! — mencionei, após escutar alguém bater levemente na porta do grêmio — Ah, Melody... — tentei sorrir suavemente, enquanto olhava as folhas que estavam em minhas mãos — Precisa de alguma coisa? — a encarei, tentando ser gentil.

— Na verdade, eu vim ver se você não precisa de ajuda. — sorriu simpática, enquanto fechava a porta atrás de si — Você esta com enormes olheiras... — comentou, preocupada.

Por alguns instantes, senti minha expressão ficar mais séria, pois meu cérebro matutava em querer lembrar do acontecimento hoje de manhã, quando alguém comentava sobre minhas olheiras e minha cara de sono.

— Não dormi direito, apenas isso! — fui um pouco rude, sem muita intenção.

Notei Melody ficar em um certo silêncio, e o único barulho soar no local, era as folhas, as quais eu mexia ainda em minhas mãos, sem querer tirar o olho, mas com a brincadeira do silêncio de Melody, foi totalmente ao contrário. 

Antes de encara-lá, suspirei e larguei as folhas.

— Melody, não preciso de ajuda, mas obrigado... — a encarei, sorrindo minimamente simpático.

Sem dizer uma se quer palavra, a mesma assentiu, tentando formar um sorriso em seus lábios que pareciam não querer se contornarem pela chateação, e a mesma se retirou, fechando a porta com tranquilidade. 

Bufei, e me sentei na cadeira que estava ao meu lado, levando as mãos em minha cabeça e puxando fracamente, os fios do meu cabelo, como se aquilo fosse resolver todo o meu problema.

 


Notas Finais


Oi, oi \o/
O que acharam para um primeiro capítulo? Espero que tenham gostado desse inicio ><

Um beijo, e até a próxima ^3^


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