História Um sequestro milioná...Ops! - HIATUS - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa
Tags Clexa
Visualizações 166
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde, perdoem os erros.
Aproveitem;

Capítulo 7 - Dia 2 - Noite


Lexa PV

 

-Eu não vou dormir na mesma cama que você! - falo olhando a loira que me encara com a sobrancelha arqueada.

 

- Qual o problema? - questiona. Achei que já tinha ficado óbvio pra ela que isso era um sequestro, eu repeti isso umas mil vezes e ela só está aqui a dois dias.

 

- Talvez porque somos refém e sequestradora!? - pergunto óbvia. Ela suspira e cruza os braços se sentando na cama emburrada.

 

- Eu não vou dormir no sofá! - afirma. - E nem você! - diz me olhando por trás dos ombros. Respiro fundo e passo as mãos no rosto; que garota trabalhosa.

 

- Clarke? Esse é seu nome não é? - digo. Ela acena com os olhos semicerrados. - Então, vou repetir: Eu estou mantendo você…

 

- Como refém, não somos amigas, blá, blá, blá! - ela completa me imitando. Respiro e ela se levanta vindo em minha direção; puxa a coberta que eu tinha em mãos e me encara. - Vamos dormir na mesma cama, na sua confortável cama! - diz. Ela dá a volta e começa a arrumar a cama enquanto eu apenas a observo. Ela termina e me olha satisfeita. - Prontinho! - afirma.

 

- Eu...não vou dormi aí! - confesso. Ela bufa e revira os olhos e vem atrás de mim; me empurra em direção a cama. Em uma tentativa completamente falha de me esquivar, acabei me desequilibrando e caindo na cama com a loira por cima de mim. Ela deu um grito se assustando enquanto eu apenas grunhi. Ela saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado; começou a gargalhar e eu a olhei confusa. - Está rindo porquê? - questiono.

 

Ela coloca a mão na boca tentando amenizar sua risada rouca, sorrio fraco e nego com a cabeça. Ela pára e respira fundo me olhando de lado.

 

- Esse é de longe o sequestro mais desastroso que vou estar! - afirma. Fecho a cara e ela começa a rir novamente. Ela estava rindo de modo que começaram a escorrer lágrimas pelos seus olhos. Eu apenas olhava a cena. Ela era até engraçada às vezes, sua risada era boa, soava bem. Sorrio ao constatar que talvez isso seja mesmo um sequestro desastroso; no momento em que sorri ela se virou me olhando e sorrindo. - Viu, até você concorda! - diz orgulhosa.

 

- Eu não disse isso! - afirmo. Ela vira completamente de lado se apoiando com as mãos embaixo do seu rosto.

 

- Não disse mas pensou! - afirma. Sorri em deboche e me virei de lado também.

 

- Você lê pensamentos? - questiono. Ela sorri e me encara.

 

- Isso significa que acertei? - pergunta e eu reviro os olhos. - Você pensou mesmo não foi? Aposto que pensou que eu estava certa, não? - ela dispara várias perguntas.

 

- Você faz perguntas demais! - completo.

 

- Sim, você já disse isso! O que está pensando agora? - questiona.

 

- Que você faz perguntas demais, e que você fala demais! - afirmo sincera. Ela sorri, eu não entendia onde ela achava tanta graça.

 

- Quer saber o que estou pensando? - pergunta. Volto a ficar deitada de costas e grunhi em reprovação.

 

- Não! - respondo seca.

 

- Mas vou dizer mesmo assim… - ela diz. Inclino minha cabeça de lado para olhá-lá. Ela suspira e sorri terna. - Espero que a próxima pessoa que me sequestrar…

 

- Seja mais experiente… - completo sua frase com falso humor.

 

- Seja bonito também! - afirma me fitando. Engoli em seco e olhei o teto, ele me parecia muito interessante agora. Ela estava dizendo que eu sou bonita!? Finjo indiferença e revido sua afirmação.

 

- Não irá vê-lo, provavelmente estarão usando capuz, ou algo do tipo! - falo sem encará-la.

 

- Tive sorte dessa vez então!? - diz. Não importa o que ela estava dizendo, tenho que manter o foco e… perco todo o foco ao ver o modo carinhoso que ela estava me olhando. Ela não desvia o olhar um minuto e isso me deixou apavorada, sim, apavorada, não estava sabendo lidar com a situação. Roubar carteiras era muito mais fácil que enfrentar o modo intenso que nos olhávamos.

 

- Não sei o que você considera como sorte! - respondo ainda a olhando. Ela sorri de lado e se aproxima de mim.  Ela abre a boca para dizer algo mais somos surpreendidas por Rex pulando entre meio nós alegre. Clarke gargalha e eu a acompanho.

 

- Você quer brincar? é isso? -  ela diz fazendo carinhos nele enquanto nos sentamos na cama. Ele dá um latido que imagino ser de confirmação. Direciono minhas mãos até ele fazendo carinho também; em um determinando momento minhas mãos se encontram com as dela; sorrio sem jeito e ela abaixa a cabeça. Estávamos sentadas e Rex estava parte em meu colo e parte no dela. Clarke dá um sorriso abafado e eu a olho. - Parece até aqueles comerciais de família! -  observa. Parecia mesmo, estávamos brincando com Rex como se fossemos oficialmente uma família unida e feliz, que ironia. Fico a encarando e ela sorri esperando minha resposta. Pigarreio e pisco várias vezes.

 

- É, parece! - falo quase em um sussurro. Ela acena e Rex se levanta saindo do quarto. - Acho melhor irmos dormir… - falo baixo.

- Vai dormi aqui? - pergunta esperançosa. Aceno com a cabeça e ela dá um sorriso satisfeito. Ela engatinha sobre a cama e se acomoda embaixo da coberta; suspiro e faço o mesmo me deitando de costas para ela.

 

- Boa noite Lex! - diz.

 

- Lexa! - afirmo.

 

- Como? – a escuto perguntar.

 

- Me chamo Lexa! - completo.

 

- Então...boa noite Lexa! - finaliza. Fico alguns segundos tentando me lembrar de qual foi a última vez que alguém se preocupou em me dar boa noite; fazia muito tempo. Eu era uma pessoa muito sozinha.

 

- Boa noite Clarke! - falo tão baixo que não tenho certeza se ela ouviu.


Notas Finais


Deixem suas opiniões e até mais!


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