História Um simples diário. - Capítulo 49


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Categorias Originais
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Palavras 633
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 49 - 11 de agosto de 2017


Fanfic / Fanfiction Um simples diário. - Capítulo 49 - 11 de agosto de 2017

Olá! Tudo bem?

ASSISTA O FILME “O RapaZ e o Monstro” ANTES DE LER!

Minha frequência aqui está assustadora. Mas não tem problema, porque hoje eu não vou relatar nada do que aconteceu comigo, eu vou dividir um reflexão sobre um filme que eu espero que tenha assistido antes de ler esse texto, porque ele contém spoiller.

O personagem principal é um menino que foge pois sua vida o incomoda, e ele encontra um monstro e passa viver com ele no mundo dos monstros. São como universos paralelos, os monstros conhecem os humanos porém os humanos não conhecem os monstros, e o motivo para tal fica bem claro do meio pro final do filme.

Existem muitas coisas que podem ser abordadas sobre esse filme, a superação de diferenças e formações de laços considerados impossíveis, superação do orgulho e perseverança, controle do ego, entro outros mais.

Porém o que eu quero discutir não é exatamente isso, eu quero chamar a atenção para um paralelo que o filme faz e que só ontem (sendo que eu vi esse filme muito tempo) eu consegui formular uma opinião concreta.

Eu quero falar sobre os dois humanos que vivem no mundo dos monstros. Primeiro que eu levei quase metade do filme para compreender que o outro garoto era humano, pois ele vive e se comporta numa crença de que é um monstro, porque ele foi levado a crer nisso. Enquanto o outro vive um relação conturbada (mas bastante fofa) com o monstro que o adotou.

Quando você para e presta atenção, é possível ver que enquanto um está indo na direção oposta ao outro. Um está buscando a si próprio e cresce sem se esquecer de quem é, enquanto o outro se afunda cada vez mais na ilusão de ser o que não é se sente cada vez mais perdido.

A história trás a teoria da sombra negra que cresce dentro do ser humano, a capacidade de se tornar mau, de sentir ódio, de cometer atos condenáveis por pensar que os fins justificam os meios. Mostra também que quanto mais poderoso o humano for, mais  sombra está propensa a crescer.

Eu não me lembro se cheguei a julgar e condenar o menino cuja sombra crescia cada vez mais. Mas no final, eu percebi que a culpa não era dele. Ele passou a vida inteira pensando ser o que não era, e conforme ele crescia, ele se encaixava menos ainda na forma do que ele acreditava ser. Ele não correspondia aos próprios ideias, isso é claramente frustrante, e a mente humana é algo fácil de ser perturbado, porque ela é extremamente frágil.

O motivo que me levou a refletir sobre isso, e escrever esse texto, foi um discussão sobre julgamento. Se você assisti apenas o final do filme e vê todas as coisas ruins que a criança da sombra faz, certamente você vai achar que ela é ruim. Mas ela é boa, o problema é o ambiente em que ela foi criada, ela foi moldada da maneira errada.

O ser humano é bom (e isso eu vou falar em um outro texto em que eu talvez dê uma mini aula de história), mas as circunstâncias e situações que se sucedem acabam corrompendo o mesmo.

Eu sou uma pessoa que julgo muito, mas eu evito externar esse julgamento justamente por não saber o que levou a pessoa a ser o que é. Além de que não se deve julgar as pessoas, mas sim os atos. Porque até pessoas boas fazem coisas ruins e pessoas ruins fazem coisas boas.

Obs: Se já leu o primeiro que eu postei: foi mal. É que eu esqueci de pedir para, além de assistir, deixar um comentário com as suas conclusões sobre o filme. Até porque a minha opinião não é a única que vale.



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