História Um só coração - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Personagens Originais, Severo Snape
Tags Filhos, Pai, Severussnape, Snape
Exibições 8
Palavras 992
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Famí­lia, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa Leitura!

Capítulo 3 - Cap 03


Karen foi chamada novamente pela professora Minerva, um pouco encabulada caminhou para o banquinho. O chapéu lhe disse que tinha uma mente grandiosa, inteligente e com bastante coragem, ficou tentado de mandá-la para Sonserina, mas ela se encaixaria melhor em outra casa.

- Grifinória! – anúncio o chapéu seletor. Animada a garota seguiu até a mesa de sua casa.

- Kauê Clark. – chamou a professora Minerva.

O garoto foi animado para o banquinho, já não existia mais nervosismo, somente felicidade. Antes de se sentar deu uma discreta olhada para mesa dos professores e se admirou com o olhar de um certo professor. Kauê deu um leve sorriso com o canto da boca, quase imperceptível.

- Grifinória! – disse o chapéu depois de falar que era bastante corajoso leal e ousado, que se daria muito bem na casa dos corajosos.

 O garoto seguiu ainda mais animado, sentando-se ao lado de sua irmã.

- Clark? – perguntou arqueando uma sobrancelha.

- Pois é! Uma longa história... – ele disse e os dois sorriram e voltaram a prestar atenção na seleção dos alunos.

Depois que todos já estavam acomodados em suas mesas o jantar foi servido, com diversos tipos de comida diferente.

- Nem acredito que te encontrei de novo Kauê! – disse Karen. – Talvez se toda essa coisa de bruxo não fosse verdadeira, acho que jamais iria te ver novamente.

- Eu também maninha, depois que nos separamos, logo depois fui adotado pela senhora Clark, eu falei a ela sobre você, ainda tentamos te procurar, mas não lhe encontramos.

- Depois que saímos daquele orfanato minha vida foi horrível, troquei diversas vezes de orfanato até que parei em um que parece mais uma prisão. Você nem imagina as coisas que já passei. – disse Karen.

- Graças a Merlin, a vovó Ellys sempre foi muito boa comigo.

- Que bom pra você. Mas mudando de assunto. – disse a garota baixando a voz e olhando para a mesa dos professores. – Então aquele é o famoso Severus Snape?! – os dois olharam diretamente para o mestre de poções.

- Ele mesmo! – Kauê olhou de sua irmã para o professor e falou – Você tem os olhos iguais aos dele.

- Então você deve ser o filhinho da mamãe! – disse a garota em tom de deboche e de brincadeira.

- Ah? Como assim? – Kauê a olhou confuso.

- Seus olhos são verdes. Já que não são iguais aos nossos... – disse ela apontando para si mesma e para o professor. – Então só podem ser iguais ao da mamãe.

- Hum.... Legal, gostei. – disse ele todo empolgado. Karen apenas revirou olhos com a cena de seu irmão.

 

No decorrer da semana os dois sempre juntos seguiam para suas aulas, apesar de todo o tempo que passaram separados, parecia que sempre viveram juntos, um era o complemento do outro.

Em feitiços Kauê era melhor, mas já em herbologia Karen se saia melhor, em história da magia os dois se saiam perfeitos em dormir a aula toda. Porém em poções era a dupla perfeita, Kauê tinha a precisão e a sutileza no preparo e Karen tinha a descrição e o detalhamento para os relatórios. Com a poção bem preparada e o relatório bem descrito, seus trabalhos eram magníficos. No entanto se trocassem de lugares seria desastroso, Kauê não gostava de escrever e Karen não gostava de preparar as poções. E foi isso que aconteceu quando o professor Snape naquele dia decidiu trocar as duplas.

- A aula de hoje é sobre a poção do morto-vivo, quero que façam duplas. – os alunos já se juntavam nas mesmas duplas quando ele completou. – Cada aluno de casa diferente. – ouviu se um pequeno resmungo, mas logo todos já estavam em suas duplas.

Quem não gostou mesmo foram os irmãos Conllyn. A parceira de Karen assim como ela também não gostava de preparar poções e o parceiro de Kauê também não gostava de escrever, e como resumo da aula, os meninos tiveram uma boa poção, mas um péssimo relatório e as meninas tiveram um belo relatório, porém uma péssima poção. E como nota as duas duplas tiveram um A (aceitável), que não foi tão aceitável para Kauê que só tiravam O (ótimo).

- Não acredito que ele fez isso, aposto que foi proposital para separar nós dois. – horas depois indo para a sala comunal da Grifinória, Kauê ainda reclamava da aula. – Eu não aceito um Aceitável.

- Cala a boca! – disse a moreninha, já cheia de tanto escutar ele reclamar.

- Como assim cala a boca?! – disse ainda mais indignado. – Eu não vou cala a boca... – e de repente. – Ai... Ai... Ai... Ai... Ai...

- Você vai fecha essa boca agora, ou vou ter que ir puxando sua orelha até chegarmos ao salão? – Karen o puxava pela orelha fazendo-o se curvar um pouco para baixo.

- O que está acontecendo aqui? – perguntou uma voz grave fria atrás deles.

Os dois mais que rapidamente se viraram e deram de cara com professor Snape, que mais parecia uma estátua com os dois braços cruzados.

- Nada não senhor! – respondeu o garoto.

- Nada não, Kauê? – debochou Karen. – Você não vai pela decima vez dizer o quanto foi proposital a escolha das duplas diferente, o quanto um aceitável não é aceitável. Hem? – a garota se divertia em ver o irmão todo sem jeito e Snape observava a cena em silencio.

- É bem... – disse o garoto sem jeito colocando o braço atrás da cabeça.

- Então senhor Clark, o senhor não gostou de sua nota em? Quem sabe posso lhe dar um T (trasgo). – disse o professor.

- Ah não, claro que não professor eu adorei a nota. – disse o garoto nervoso pegando a mão da irmã e saindo a puxando. – Boa noite professor, passar bem. – e saiu correndo. – Porque fez isso? – perguntou já no salão da Grifinória.

- Fiz o que? – se divertiu a menina jogando-se em cima do sofá.

- Ora sua pirralha! – o garoto se jogou em cima dela, fazendo um ataque de cocegas.


Notas Finais


E ai gostaram, deixem seus cometários! ;)
Bjss!


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