História Um Sonho de Liberdade - Segunda Temporada - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Egípcia
Tags A Terra Prometida, Os Dez Mandamentos
Exibições 36
Palavras 285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Olá amores. Bem, como prometido aqui está o novo prólogo. Eu vou excluir os outros capítulos, então Bem-vindos a nova versão de USL <3

[Alitzah na capa]

Capítulo 1 - 00. Prólogo


Fanfic / Fanfiction Um Sonho de Liberdade - Segunda Temporada - Capítulo 1 - 00. Prólogo

Eu olhava de um lado para o outro, antes de entrar no Salão Principal. Estava nervosa, tudo de ruim poderia acontecer naquele lugar.

Respirei fundo e então fui anunciada. "Você é Alitzah, a próxima governante de Jericó. Não tenha medo, pare de ser covarde, você é melhor que isso!" Eu repetia várias vezes para mim mesma.

— Filha. — Minha mãe sorriu e veio me abraçar. Seus fios ruivos brilhavam com a luz do sol que entrava pelas janelas.

— Para que me chamaram? — Perguntei.

— Temos uma missão para você.  — Disse meu pai, Marek, com um sorriso no rosto ao abraçar minha mãe que se sentou no trono ao lado. 

— Que tipo de missão? — Perguntei já sem paciência. Esses suspenses que meu pai sempre fazia, eu odiava.

Minha mãe rapidamente desfez o sorriso e eu pude perceber que coisa boa não era. Droga!

— Kalési... — Meu pai disse fazendo sinal e então minha mãe respirou fundo vindo até mim.

— Minha princesa, você irá para o acampamento daqueles escravos nojentos. — Ela disse enquanto segura minhas mãos. Se minha mãe acha que eu vou ficar muito satisfeita em executar essa missão, ela está muito enganada!

— Eu não vou. — Disse, simplesmente, soltando suas mãos e pronta para sair daquele lugar.

Tudo o que eu mais queria era apenas ir para meu quarto e me jogar na minha cama, para nunca mais sair de lá. 

— Isso não é um pedido, é uma ordem! — Exclamou meu pai, irritado.

Passei as mãos em meus cabelos loiros e então o Encarei de forma ameaçadora.

— Se você acha que vai me mandar para aquele inferno, você está gravemente enganado. — Eu apenas disse isso e sai do salão, em passos rápidos. 


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