História Um Sonho de Liberdade - Segunda Temporada - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Mitologia Egípcia
Tags A Terra Prometida, Os Dez Mandamentos
Exibições 22
Palavras 701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Olá amores. Aqui está mais um capítulo para vocês. Boa leitura!

Elenco desse capítulo [em breve colocarei todos os personagens]

Isabeli Fontana — Alitzah
Ricky Tavares — Eliezer
Rê Dominguez — Maya
Park Jimin — Jacó
Anna Rita Cerqueira — Neferhat
Leonardo Brício — Gerson

Capítulo 2 - 0.1 Brigas e conquistas


Por Eliezer.

Aproveitei a saída de Jacó e decidi visitar meus pais. Quanto tempo não os via... sai da tenda e fui caminhando lentamente até a tenda de meus pais. Pude perceber vários olhares direcionados a mim... de pena?

Não liguei muito, apenas fui entrando na tenda e pude ouvir alguns barulhos.

— Ahn... pai? Mãe? — Chamei-os, porém, sem resposta.

Fui andando pela tenda e logo pude ouvir gritos. Gritos muito familiares, por sinal. Fui até o antigo quarto de meus pais, de onde vinha os barulhos e vi Gerson destruindo tudo que via pela frente.

— G-gerson? — Chamei, indo para mais perto de meu irmão mais novo. Ele não me ouviu, continuou quebrando as coisas. — Para, por favor. — O abracei.

Ele deu uma gargalhada irônica e me empurrou, fazendo com que eu batesse contra a parede.

Mais um vez fui até ele é tem acalmá-lo. Porém, ele me respondeu com um empurrão. Dessa vez, cai no chão.

O Encarei por alguns segundos e fui até ele, dando-lhe um soco forte, que o fez ir para trás.

As lágrimas ameaçavam cair, eu nunca tinha visto Gerson daquele jeito...

Por Jacó.

Fui para a rua do comércio e andei até a barraca de Elza, a filha do sacerdote Eleazar.

— Shalom, Elza. — Dei um sorriso leve.

— Oh, Jacó. Como vai? — Perguntou-me.

— Estou bem. Ahn... Elza, preciso de uma ajuda sua.

— Pode falar! — Exclamou sorrindo.

— Quero presentear Neferhat. Quais flores você acha que ela vai gostar? — Perguntei, passando a mão em meus cabelos negros.

Ela me encarou e olhou para as flores na barraca, pensou por alguns segundos e logo voltou seu olhar para mim.

— Não conheço muito bem Neferhat, mas acho que ela vai gostar dessas rosas que peguei hoje mais cedo. — Disse, sorrindo e pegando uma das rosas delicadas.

Era realmente linda.

— Pode ser essa mesmo. — Disse, pegando as moedas e a pagando.

— Está aqui. — Ela disse, me entregando um buquê de rosas.

— Até mais! — Exclamei e sai da rua do comércio, indo para a tenda das mulheres.

Entrei na tenda um pouco envergonhado, escondendo o buquê atrás das costas, era agora ou nunca.

— S-shalom...

Ao entrar na tenda, percebi que apenas Maya e Neferhat estavam juntas, conversando.

— Shalom, Jacó. — Disse Maya sorridente.

Ela rapidamente me olhou e percebeu que eu escondia um buquê, deu um sorriso e foi até sua cama.

— Neferhat, nos encontramos depois. Tenho um treino marcado com Bak. — Ela disse, pegando sua espada e saindo da tenda.

Por alguns segundos, a tenda ficou em completo silêncio.

— Queria falar comigo? — Perguntou Neferhat.

Ela era tão bonita... Seus olhos claros, seus cabelos longos e castanhos. Tudo nela me encantava.

— É... vim te trazer esse buquê. — Eu disse,  um pouco hesitante, a entregando o buquê.

Ela o pegou e o observou, sentindo o perfume das rosas.

— É lindo, Jacó. — Ela sorriu. — Obrigada.

Eu dei um sorriso e então Neferhat se levantou, ficando ao meu lado. Logo a mais nova depositou um beijo em minha bochecha.

Por Alitzah.

— Eu não acredito, mamãe. — Disse, alto. — Como você pôde fazer isso comigo? Você jurou me proteger!

— Eu sei, minha princesa. — Minha mãe me encarou, vindo até mim. — Mas é uma ordem de seu pai. Você deve obedecer.

— Eu não vou. Não quero. Vocês não vão me obrigar. — cruzei os braços.

— Deixa de ser mimada, Alitzah! — Ela me encarou, de forma ameaçadora. Mamãe sempre soube ter tudo, sempre soube manipular muito bem os outros. Mas eu não vou ceder facilmente. — Você irá e ponto final. Ou já se esqueceu que vai virar a próxima governante e deve assumir responsabilidades?

— A diferença é que eu terei soldados para fazerem isso pra mim. — Revirei os olhos.

— Eu te avisei, Alitzah. Quando seu pai tirar o trono de você, não venha chorar. — Minha mãe disse, saindo de meu quarto pisando forte.

Me sentei em meu divã. Tinha muitas coisas para pensar... ser a próxima rainha não é uma tarefa fácil. 


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...