História Um sonho, uma vida. - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jimin, Jungkook, Namjin, Vhope
Exibições 8
Palavras 2.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpa a demora para postar mais aqui está o capítulo!


Sem demoras, fiquem com o capítulo.

Capítulo 5 - Five


Fanfic / Fanfiction Um sonho, uma vida. - Capítulo 5 - Five


( 02 de Março de 2015)


 00:07, segunda-feira.


 Hoje o dia foi diferente dos demais, não passei o dia com o Jimin, como eu normalmente faço nos finais de semana. Mas hoje, domingo, quer dizer era domingo, eu fui ao karaokê com o Taehyung. 

 Aquela criatura maravilhosa me obrigou a passar o dia inteirinho com ele. Não estou brincando não, quando eu saí eram umas 10:00 e agora já passou da meia noite, foi cansativo ter que aturar aquela bicha louca. 

Quando cheguei a porta de casa pronto para abri-la, me surpreendo ao encontra-la ja aberta. Estranhei, mas acabei por deixar passar, afinal poderia ser facilmente eu que a esqueci aberta. 

 Larguei meu casaco sobre a mesa e corri para o meu quarto, precisava de um banho urgentemente depois disso, cama. 

Chegando la, encontro a porta estilhaçada sem a maçaneta e aquilo fez meu coração disparar. Alguém roubou a minha casa? Era só o que me faltava.

Me aproximei com cautela e abri o resto da porta que ali restava. É por azar eeu não estava sozinho.

 Um homem de capuz preto estava deitado em minha cama, brincando com uma faca afiada. 

 - Ora, ora, ora. Pensei que iria demorar mais, já eestava perdendo a paciência. Que tal começarmos a brincadeira? - Fala o homem com um tom rude e logo solta uma risada sarcástica.

 Eu não conseguia pensar direito, estava assustado, então por instinto apenas comecei a correr em direção a porta de entrada, mas acabei por ficar encurralado entre as paredes da sala. 

 - Não fuja de mim. Eu só quero brincar com você. Você não quer brincar comigo? - Ele começa a andar em minha direção, como se eu fosse a presa e ele o caçador. 

 - Q-Quem é v-você? - Pergunto receoso pela aproximação, e abaixo a cabeça em uma forma de proteção. 

 - Alguém muito bonito e com um corpo de dar inveja.

Por um minuto pensei que fosse Jimin, mas acabei por pensar alto demais.

 - Jimin? 



 Engano meu. 




 Ele me prensa na parede com força, e desferi um tapa forte em meu rosto.

 - Você acha que aquele babaca te ama? - pergunta e eu apenas comfirmo com a cabeça. - Não, não ama. Sabe por que? Porque se ele te amasse não teria saído de um motel com uma mulher hoje, enquanto você estava com o seu amiguinho. 

 Aquilo fez meu coração parar e sentir um aperto no mesmo. Acabei por não aguentar e desabei em choro.

 - Você está mentindo! - Grito e usando o único resto de força que tinha para empurra-lo, mas acabo por falhar. - Se isso aqui for uma brincadeira, saiba que é de mal gosto!

 - Você acha que eu estaria aqui se estivesse brincando? Você acha que eu perderia o meu tempo combro uma brincadeira dessas?  - Ele coloca uma de suas mãos em meu pescoço o apertando, me fazendo ficar sem ar. Com a outra, tira de seu bolso uma foto. - Olhe para isso e vê se eu estou brincando! 

 Meu mundo desabou e com ele todas as minhas esperanças de ter algum relacionamento com o ruivo. A foto era clara, dava para ver seu rosto perfeitamente.



 Ele estava beijando uma mulher.



 O aperto em meu coração apenas aumentou, era como se alguém tivesse pego uma faca e feito cortes em seu coração. Cortes que jamais serão curados. As lágrimas apenas se tornaram mais forte, não entendia o por quê do homem encapuzado me mostrar isso, e também não sabia se queria mata-lo por estragar minha vida, ou somente abraça-lo e lhe agradecer por ter me contado. 

 -Sabe...- começou o encapuzado - Aquela mulher que está na foto... - tirou a faca do bolso - É a minha esposa... - acabei por arregalar os olhos. Além de me trair era um amante também? - E eu sei que você é apenas um brinquedinho dele... - Disse colocando novamente a mão em meu pescoço, só que agora brincando com a faca em frente ao meu rosto - Eles ficaram cerca de um mês juntos e ainda estão... - Fez uma leve pressão com a faca em meu nariz - Nesses 31 dias na qual ele ficou com ela, irei lhe fazer um machucado e se eles não se separarem em torno de uma semana, os machucados ficaram cada vez piores. Está me ouvindo?! 

 Meu corpo entrou em choque. Então vai ser eu que vou ter que sofrer em dobro? Eu não tenho nada mais com o ruivo, cansei de sofrer por ele. Não era a primeira vez que isso acontecia. 



 Quando era criança e me declarei para Jimin, deixei claro que ele não era obrigado a responder os meus sentimentos, e para a minha felicidade ele me deu um selinho e falou que também gostava de mim da mesma forma. Foi o dia mais feliz da minha vida. Mas foi o único dia também. Quando fizemos 13 anos, Jimin havia me dito que estava afim de uma garota, e eu, infelizmente, como seu melhor amigo, o dei todo o apoio do mundo, mesmo que por dentro meu coração estava em pedaços e quando chegava em casa chorava litros. Jimin ficou cerca se três meses com a garota, e quando percebeu que eu estava ficando cada vez mais distanciado de si, decidiu dar um fim. No dia seguinte ele terminou com a menina, fiquei me culpando por uma semana pelo término dos dois nunca foi a minha intenção fazer os dois terminarem eu apenas queria esquece-lo.



Apartir dai foi os dias em que ele começou a me tratar como se fosse seu, no começo a menina vinha até nós e nos enchia de palavras homofobicas, mas nunca liguei e Jimin também não.

Mas o que me doeu é saber que ele ficava com meninas de forma escondida para que eu não visse ou soubesse que ele estava namorando ou ficando, apenas para não me ver triste, mal sabe que esconder dói mais que falar frente a frente.

- Que tal começarmos o nosso trabalho? assim me poupa mais tempo. - Ele fala tirando a faca de meu rosto e aliviando a pressão em meu pescoço.

- Por favor, eu não sei o que eu tenho haver com isso, por favor me dei- Fui cortado por um chute em meu abdômen próximo as costelas, podia jurar que devido a força aplicada uma delas tinha quebrado, mas acho que era só impressão mesmo.

- Primeiro dia, caro amigo. - Falou e saiu da casa me largando jogado ao chão, com uma dor infernal no abdômen.




(01 de Março de 2015)


07:32, segunda-feira.


       Passei a noite em claro, não conseguia dormir, não depois do que aconteceu. Saber que Jimin estava namorando era algo que me doía o peito, literalmente. A dor de ontem só havia piorado, sem tirar o fato de que o local do chute estava totalmente inchado e arroxeado.

          Não consguia andar direito devido a dor, por isso acabei por ir mais cedo a escola, assim poderia pegar o ônibus, já que estva fora de cogitação ir andando até o colégio. Andei até o próximo ponto, que por sorte não era longe. De lá peguei o ônibus que me levaria até a escola.

       Estava decidido em conversar com o ruivo sobre o fato que descobri ontem ee aInd apor cima,  do pior jeito possível. Mesmo que isso possa fazer meu peito doer mais ainda., irei falar com ele. Somente assim poderei saber se o ruivo me ama ou não.

         Quando cheguei no colégio. Me dirigi até onde normalmente nos encontramos, o encontrando mexendo no celular e sorrindo feito um bobo, não sei o por quê disso ter feito o meu coração doer, mas fez. Assim que me viu chegar, guardou rapidamente o celular e me lançou um sorriso forçado.


Aquilo doeu mais ainda.



     Quando parei na sua frente, o vi se aproximar para me dar um selar, mas acabei por virar o rosto, fazendo com que ele deposita-se um beijo em minha bochecha.

- Aconteceu algo, amor? - Sua voz sairá receosa como se ele soubesse que eu estava bravo consigo.

- Quando é que você ia me contar? - Pergunto seco, já sentindo novamente aquela dor no peito, mas dessa vez à vontade de chorar era maior.

- O que? Do que você está falando, Jungkook? - Ele pergunta confuso e eu apenas rio irônico.

- Não se finja de desentendido Park Jimin, hoje eu não estou para brincadeiras. - Digo sério e seco, o vendo arreagalar os olhos e me olhar de forma incrédula. Eu sei que é a primeira vez que o trato assim, mas eu tenho meus motivos e eles são fortes.

- Eu juro que não sei do que você esta falando. - Fala ainda me olhando com os olhos arregalados. E novamente eu solto um riso irônico.

- Você é mais lerdo do que eu imaginava - sussurei para que apenas eu possa ouvir e logo em seguida bufei inrritado. - Quando é que você ia me contar que estava namorando?

        Nesse momento eu tive certeza de que aquela foto era verdadeira e que tudo o que aconteceu ontem era de verdade. A sua reação entregou tudo. 

Ele arregalou os olhos e engoliu seco, logo passando a mão pela nuca mostrando nervosismo.

- Quem contou isso a você? - Pergunta o ruivo com a voz esganiçada, como se estivesse com medo de minha reação.

- Isso não é da sua conta. - Respondo friamente - Então é verdade.- Sorrio debochado. - E você preferiu esconder de mim? Você sabe o quanto dói saber de uma coisa dessas pela boca de outra pessoa e não da pessoa que você ama?! Sabe o quanto isso dói?! Eu sei que fez isso para não me ver triste, mas acredite, isso iria doer menos se você tivesse me contado... - Passei a mão pelos cabelos os puxando para trás - Eu disse no dia que me declarei a você, que não era obrigado a me corresponder, mas você fez isso... - As lágrimas começaram a cair pelo meu rosto - Você fez.


- Jungkook eu posso explicar!


- Você não tem que me explicar nada! Uma imagem Jimin. Uma imagem fala mais que mil palavras - Ri ironicamente - E olha só eu tenho uma bem aqui. - Tiro a foto de meu bolso e a entrego para o ruivo, que abriu a boca tentando formular algo, porém nada saía, seus olhos ja estavam brilhosos indicando que logo choraria.

- Jungkook...

- Não fale nada, eu cansei Jimin, cansei. Cansei de dar todo o meu amor a você e não ser retribuído. Nem venha contestar sobre isso, eu sei que você ficou comigo por pena, caso contrário já teria me pedido em namoro. - Falou passando as costas das mãos em meu rosto tirando as lágrimas que insistiam em cair. - Você destruiu a minha vida...

- Eu?! Eu destruí a sua vida?! - Riu debochado - Não foi você que morria de ciúmes da Minah?! Eu tenho que adimitir que fiquei com pena de você, te ver daquele jeito, todo acabado, me doía o coração. E foi por sua culpa que eu terminei com ela, eu a amava muito... Ela era meu único amor!


Nunca pensei que palavras poderiam doer mais que facadas, mas era verdade. Aquelas palavras abriram feridas que jamais poderiam ser fechadas. As vezes pensamos que encontramos o amor da nossa vida, aquele com que você quer passar o resto de sua vida, mas no final das contas era essa pessoa que acabaria com a sua vida, te iludindo.


     Eu não agia mais por mim, meu corpo se tornou apenas raiva, ódio e tristeza. Quando me dei por mim, eu já havia lhe dado um tapa no rosto, e as lágrimas que já estavam quase cessando, voltaram a cair, dessa vez mais grossas.

- Eu te odeio, Park Jimin! - Dou as costas correndo o máximo que pude para ficar longe daquela pessoa que tanto me fez sofrer, ignorando qualquer pedido do ruivo para que eu voltasse.

   Enquanto corria pude perceber Jin caminhando normalmente entre as árvores do Jardim, corri até ele é me agarrei a si, chorando tudo o que tinha para chorar. Jin sem fazer perguntas me abraça e começa a consolar;

- Calma, pode chorar. Eu estou aqui. - Disse fazendo um carinho em meus fios. - Pelo visto não deu certo. - sussurou para si mesmo, mas cansei por escutar.

- O-O q-que que...não d-deu certo? -Pergunto entre soluços.

-Nada meu anjo, agora é bom me explicar o que aconte...- Jin para de falar, ficando ainda mais nervoso.

- Jungkook... Por favor, eu não quis dizer aquilo, saiu sem querer... - Ouço a voz do ruivo e me aperto mais a Jin, sentindo meu peito queimar e minha respiração fazer chiados.

- Jimin... Eu não sei o que você aprontou, mas vamos ter uma seria conversa, quando chegarmos em casa.

      Jin ficou discutindo com Jimin, sobre o que ele havia feito para mim. Já eu não conseguia parar de pensar na dor que estava sentindo, não era uma dor sentimental e também não era a dor superficial que eu estava sentindo antes.

      A minha respiração ficava cada vez mais descompensada e a dor no peito só piorava. Foi ai que percebi uma ardência em minhas narinas e depois que decencostei a cabeça do ombro do moreno percebi que a mesma estava manchada de sangue.

É lógico que fiquei assustado e mais ainda quando comecei a tossir. Não era uma tosse normal, e sim uma acompanhada de sangue. Foi ai que tudo fez sentido. 

 A tosse ensanguentada fez com que atrai-se a atenção do ruivo, que me agarrou o mais rápido que pode, e me puxou para si, fazendo o mais velho ficar apavorado e começar a correr em direção a enfermaria. 

Meu peito parecia que estava em chamas, meu nariz não parava de sangrar e sem tirar o fato de que vomitava sangue sem parar. 

 Jimin estava desesperado, e ja era nítido que estava chorando devido a sua voz. Me apertava contra seu peito de forma possessiva, fazendo com que eu tossi-se mais e suja-se a sua roupa.

 - Por favor... Jungkook... Não me deixa... Eu te amo...amo mais que... tudo. - Disse em meio a soluços.

 - Ajuda-me. 

 Essa foram as minhas últimas palavras, antes de ver um clarão branco e o ruivo gritando cada vez mais alto o meu nome.










 "Jungkook, gostaria de lhe apresentar uma pessoa muito especial para mim. Essa aqui é a Minah, minha namorada."




Notas Finais


Postei e saí correndo.


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