História Um tabuleiro e Suas Histórias - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Lendas Urbanas, Originais
Tags Muitos Personagens, Ouija, tabuleiro
Exibições 7
Palavras 660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Oi gente!
Então, essa é a primeira parte do capítulo dois, porque eu sou muito detalhista e ele deu muitas palavras, então posto a segunda parte depois, certo?
Boa leitura. ^^

Capítulo 2 - Não.Jogue.Sozinho. (parte 1)


 Se chamava Alexia. Menor de idade, emancipada dos pais e, por mais clichê e comum que seja em histórias, haviam morrido em um acidente de carro. Bêbados e querendo descarregar tudo o que estava preso nas suas áreas íntimas desde o começo da bebedeira da festa. Morreram, por serem idiotas irresponsáveis.

 Continuando com a menina.
 Cabelos curtos, olhos pretos, e peso médio, sofria com um pouco de depressão e solidão. Ninguém sabia, por causa do nenhum "melhor amigo" na escola e por causa de quem morava com a adolescente, uma senhora, doida e esquecida pela idade, religiosa, e, se soubesse se sua sobrinha tivesse essa doença mentao horrível [a depressão], chamaria a mesma de imbecil, influenciada pela mídia, e a mandaria rezar. "Grande ajuda".
 Em uma noite solitária de sábado  (este adjetivo não tenho necessidade de acrescentar, pois todos os seus dias eram assim), Alexia estava em seu computador, navegando pela "interwebs", por sites aleatórios, fanfics aleatórias e, *vídeos aleatórios*. Estava assistindo um vídeo de seu canal favorito, sobre assuntos sobrenaturais.
 Com o título de "Tabuleiro Ouija - sobre", a menina estava concentrada, ouvindo atenciosamente a voz do moço, dono do tal canal. Alexia havia se interesado ao extremo pelo jogo de conversar com entidades presentes neste plano.
 Pesquisou mais vídeos e as tais regras. Viu que o tabuleiro poderia ser feito facilmente com cartolina, papel mais duro e logicamente, tesoura e caneta. "Ah, legal, que fácil!" Pensou. Porém, lembrou-se de que, obviamente, haviam regras. Pesquisou-as. 
"3- Não jogue usando drogas"
"7-  Não jogue em cemitérios"
" 10- Não jogue onde houveram mortes brutais ou acontecimentos extremamente violentos"
3- Ok. Era menor de idade, tinha consciência de que não podia se drogar. Mesmo se pudesse, não era Narcos e não compraria nem traficaria.
7- Ok também. Aparentemente, o prédio não tinha nenhuma cova ou coisa do tipo.
10- Alexia e sua vó moavam em um apartamento acabado de ser construído, eram as primeiras moradoras do 305. Sua avó nunca havia tentado matar a garota, ou vice-versa, haha.
 "Não. Jogue. Sozinho"
 Fudeu. Estava morrendo de vontade de jogar, mas nunca chamaria a sua vó (era religiosa ao extremo, já imagina a resposta, não?) Era ela ou ninguém.
 Ignorou esta regra. O que poderia acontecer? O espírito contar para a avó de Alexia que tinha jogado? Não...
 Pegou a cartolina, caneta permanente, rolo de papel higiênico,  tesoura e começou a desenhar na cartolina o que tinha em um tabuleiro Ouija: o solzinho, a luazinha, "sim", "não", "talvez", "adeus", letras de A à Z e os números de 0-9. 
 Pegou o papel higiênico, fez o formato do indicador do tabuleiro (uma espécie de retângulo com a parte de baixo arredondada) cortou. Usou como molde para fazer outro e cortou o segundo. Os colou um no outro e desenhou um círculo no resultado  (para ver onde o indicador foi colocado).
 Depois de tudo pronto e desenhado, respirou fundo, apagou as luzes e acendeu uma vela achada na gaveta da cozinha. Sua avó estava no outro quarto vendo novela com o volume no máximo como sempre, não notara nem notaria nada. 
 Com o ambiente feito, esfregou o indicador em formatos circulares no tabuleiro, para "esquentar" o mesmo. 
 Depois de alguns segundos, fechou os olhos e perguntou lentamente:
 - Há alguém presente?
 Silêncio. 
 Perguntou novamente, mantendo a calma.
 Silêncio.
 Porém não com a mesma duração que antes. 
 Depois de alguns segundos, o indicador se moveu. Para o "sim".
 A menina se assustou. Mal estava encostando os dedos no papel, como o negócio havia se movido? 
 Passou algum minuto. Aindo um pouco surpresa, continuou:
 - Há apenas quantas pessoas?
 O indicador moveu-se para o "2"
 Surpresa de novo: 
 - Podem me dizer seus nomes?
 -"Talvez"
 Por que talvez?
 Depois de alguns segundos:
 - "Crhis"
 Aparentemente, um nome:
 - Este é o nome de algum de vocês?
 - "Sim"
 Ok, alguma informação útil.
 - Escolheram vir aqui?
 - "sim"
 - Por alguma razão?
 - "sim"
 - Qual seria?


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Eu fiz esse capítulo pelo celular (enquanto estava em uma janta) então, se ouver alguma palavra errada ou nada a ver na frase, foi o corretor, ok? ksmdksksks


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