História Um Toque de Sangue (Jungkook) - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Vampire, Vampiro
Exibições 124
Palavras 1.169
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Arik Adamur


Fanfic / Fanfiction Um Toque de Sangue (Jungkook) - Capítulo 9 - Arik Adamur

Me apressaram tanto pra arrumar as malas, que as fiz em menos de uma hora. Que chatos... Quando terminei, já tinha uma van pronta pra todos nós irmos juntos.

Foi um caminho e tanto aquele. Mas, diferente de todas as outras vezes que estivemos alí, nós conversávamos como se fosse a primeira vez que estávamos indo pra lá. No entanto, nada poderia me fazer parar de pensar no que aconteceu nos dois últimos anos. Quando bebi sangue pela primeira vez, matei pela primeira vez. Quando quase iniciei uma guerra só de existir. Quando me apaixonei loucamente. Absolutamente tudo mudou desde esses eventos, e nada vai poder mudar isso. Mas ao mesmo tempo, eu nunca vou querer muda-los. Meus amigos nunca ficaram tão unidos quanto depois disso tudo. Conheci toda uma família nova. Conheci Jeon Jungkook. Me uni a ele, e isso é a principal coisa que eu nunca, na minha vida, poderia considerar de me arrepender. Mesmo que eu tenha passado um ano longe dele, o que foi uma tortura sem fim, eu nunca me senti tão feliz e bem fazendo alguém feliz. E isso poderia durar pra sempre, dependendo do que acontecesse dali em diante.

Quando chegamos, desta vez bem na frente da mansão, nós descemos, e a nostalgia voltava. A primeira vez que eu tinha passado por aquela porta, eu procurava o culpado pelo que tinha acontecido no ano anterior, mas encontrei o Kook. Entramos, e fomos recepcionados pelos irmãos do Kookie. A maioria sorriu e veio me abraçar (Jimin e Tae), outros só sorriram disfarçado e acenaram com a mão (Yoongi e Hoseok). Jin e Nam também me abraçaram, mas com um pouco de receio, olharam pra Agata e ficaram completamente vermelhos e se entreolhando.

Depois disso, cada um foi guiado para seus respectivos quartos. Jungkook me levou para o meu, onde eu descobri que não dormiria sozinha. Assim que entramos, ele fechou a porta e me prensou nela, com o rosto muito próximo ao meu.

Jungkook – Já passou da hora de inaugurar nosso quarto novo... – e me beijou.

Duas horas depois, saímos daquele quarto, que já estava destruído, e finalmente notei a agitação naquela casa.

Eu – Por que isso tudo? – olhei pra Kookie comcuriosidade.

Jungkook – Vai ter um baile de máscaras aqui...

Eu – O quê?! – e=arregalei os olhos, e ele só riu de mim baixinho – Você não me falou nada?! – dei um soquinho no seu ombro, e ele esfregou a mão no ombro – Eu não trouxe roupa...

Jungkook – Ah, não precisa se preocupar com isso... – ele pegou minha mão e fomos andando pelo corredor pra não sei onde – Eu já resolvi isso...

Eu espreitei o olho pra ele, que tava tentando disfarçar. Mas ninguém consegue disfarçar bem perto de mim.

Eu – Kookie, o que você tá aprontando?... – ele ficou sem responder. Só continuamos andando por aquele corredor infinito.

Nos encontramos com meus amigos novamente, menos Agata, Jin e Namjoon. Já sabem o que acontece, né? Eu perguntei se eles sabiam o que estava acontecendo, mas eles desconversavam muito. Aí eu parei de tentar descobrir e decidi esperar a tal surpresa que eles estavam guardando.

Depois de algumas horas de papo furado, todos decidiram ir para seus quartos do nada, e Kookie me arrastou pro nosso. Quando cheguei lá, ele fechou a porta atrás de mim. Eu olhei pra cama, estranhamente arrumada, e me deparei com um vestido lindo (foto da capa do capítulo). Eu fiquei enfeitiçada por aquilo, parecia incrível demais pra mim. Mas a curiosidade tava muito grande, então experimentei. Quando estava pronta, me olhei no espelho e quase não me reconheci. E bem na hora ouvi alguém abriu a porta. Eu tentei começar a tirar o vestido no susto, mas já era tarde demais.

Hilary – Não, não! Não tira não. Esse vestido ficou lindo em você, amiga...

Eu – Tem certeza? Parece um pouco exagerado...

Hilary – Esse vestido foi feito pra você, Sarah... Jungkook disse que mandou fazer o vestido, só você pode usar...

Eu – Ele fez isso?... – sorri um pouco, e ela se aproximou e começou a arrumar meu cabelo.

Depois de completamente pronta, Hilary tinha se arrumado comigo, e também tava linda. Alguém bate na porta levemente e entre. Era Derick. Assim que ele olhou pra mim, fez uma cara estranha, ficou congelado e não falava nada.

Eu – O quê? Tá estranho, não tá? Eu sabia que era exagero... – eu queria tirá-lo.

Derick – O quê? Não, não, não... Você tá... Perfeita... – eu ainda estranhava a expressão no rosto dele. Mas tudo bem...

Estava na hora do baile, a casa estava lotada, principalmente de vampiros. Eu estava no topo da escada pra descer, e avisto Jungkook, de terno preto, extremamente arrumado. Meu coração acelerou. Ele já era lindo ao natural, mas naquela noite ele tava... dando tiro pra tudo quanto é lado... Ele percebeu que eu estava descendo, e congela também. Depois de alguns segundos, ele começa a abrir um sorriso lindo e morder os lábios, e começou a subir as escadas ao meu encontro, parando na minha frente num degrau abaixo e me dando um selinho.

Jungkook – Você tá linda... – era quase um sussurro, e eu arrepiei e corei completamente. E então vi o homem. Ele me olhava profundamente, de cima a baixo, me analizando como se escaneasse minha vida completamente só me vendo. Minha mão começou a gelar por isso, mas Kook a segurou e descemos juntos a escada (da morte).

Jungkook – Pai... – ele me puxou pra mais perto, e o homem me olhava friamente – Essa é a Sarah... – de repente, ele veio na minha direção, e eu pensei que ia morrer. Mas fui surpreendida com um abraço, dos fortes.

Adamur – Ahh! Hahaha! É bom finalmente conheçê-la... – quando se afastou, vi um sorriso assustadoramente grande em seu rosto – Ouvi dizer que deu um trabalho dos grandes pra minha criança... – eu olho pra Kookie, e o vejo emburrado olhando pro pai, cruzando os braços igual a uma criança. Eu não contive um sorriso disfarçado, o que aparentemente fez com que Jungkook soltasse um sorrisinho escondido também.

Eu – Mas ele é um HOMEM muito insistente... – ele sorriu mais abertamente pra mim. Eu pensei na hora que ele fosse mostrar a língua para o pai.

Adamur era um vampiro bem interessante. Apesar de ser o mais velho naquele lugar, mas não parecia ser do tipo conservador, como os seus filhos me fizeram pensar. Ele era bem carismático, sabia conversar bem e envolver as pessoas. E parecia fazer as perguntas com muita cautela. Não perguntava sobre meus pais, ou sobre o que aconteceu há dois anos ou no ano passado.

Depois de alguns minutos, as músicas pra dançar começaram a tocar, e Jungkook me puxa pro meio do salão. Como ele dançava bem, QUE HOMEM! Enquanto que eu não fazia ideia do que tava fazendo alí. Mas ele se divertia com isso, nós nos divertíamos atrapalhados dançando. Mas a diversão acabou quando um homem pôs a mão no ombro e pediu sua permissão pra dançar comigo. Fiquei séria automaticamente. Esse home era o meu pai.



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