História Um toque, do destino... - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias League Of Legends
Personagens Ahri, Akali, Bardo, Darius, Draven, Irelia, Janna, Kennen, Nidalee, Rengar, Riven, Singed, Soraka, Syndra, Vi, Wukong, Yasuo, Zed
Exibições 164
Palavras 2.549
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais uma história de um dos casais mais lindos do lolzin.
Espero de coração que vocês gostem, a fic vai focar mais no casal e no que eles enfrentaram conforme a fic for rodando. Me desculpem por algum erro.
AVISOS NA FIC

{} pensamento do personagem. Ex: {será que é errado isso?}
-- ação do personagem depois da fala. Ex: falo com um tom sereno enquanto olhava a paisagem.
N/A notas da autora.
Boa leitura
Beijinhos <3

Capítulo 1 - O encontro, o primeiro olhar.


Fanfic / Fanfiction Um toque, do destino... - Capítulo 1 - O encontro, o primeiro olhar.

~~ Narradora pov's on

Mais uma noite de dezembro fria e nevada em Ionia, a lua nova brilhando na imensidão do céu junto com a companhia das estrelas, as ruas de Ionia bem iluminadas por postes com lanternas bem decoradas para o festival de natal. O vento frio fazia as pessoas se envolverem ainda mais em seus paletós, sobretudos e cachecóis enquanto ajudam umas as outras enfeitando Ionia para a chegada do natal, podia se ouvir as risadas das crianças brincando na neve que rodeava todo o lugar, a melodia animada que podia ser ouvida através de bares, era tão tarde da noite mas o país Ioniano inteiro estava acordado... E em meio das ruas do centro deste lindo país cheio de vida, alegria e paz, está alguém que busca por algum sentindo de vida nesse caminho que o destino havia lhe presenteado, que para ela só havia angústia, sofrimento e tristeza de carregar um fardo tão grande dentro de si, ela que a dois anos atrás foi covarde e que agora está no país que antes ela havia invadido e atacado e matado a única pessoa que a ensinará tudo que sabe e ainda fugir...

~~ Riven pov's on

Todos meus esforços, minhas tentativas e sofrimento para alcançar a grandeza que sempre quis, para acabar assim... Estar nesse país que um dia ataquei não me ajudava a parar de pensar no que havia acontecido a dois anos atrás.

FLASH BACK ON/

Dois anos atrás... O exército Noxiano saiu de suas terras com um vasto exército para invadir e atacar Ionia e em meio a tantos soldados estava ela, Riven da elite carmesim. Eles adentraram em Ionia e a guerra começou, riven tinha um propósito que fora dado pelos seus superiores, matar um ancião que estava em uma das grandes cabanas. Para Riven séria fácil, apenas um morto para satisfazer seus superiores e assim aumentar ainda mais sua grandeza diante de todos em Noxus, mas o que Riven estava prestes a enfrentar não ia só mudar sua vida como iria ser o motivo por ela estar nesse estado de angústia, tristeza e sofrimento. Riven adentrou na floresta e não demorou muito para que ela encontrasse a cabana falada por seus superiores, sem pensar duas vezes Riven adentrou na cabana, revirou cada canto da casa até encontrar uma escada, assim que ela subiu a escada percebeu que estava no telhado da casa e nela estava ele, o ancião sentado de costas para Riven estar em uma meditação profunda. Riven pegou sua enorme espada das costas e a apontou para as costas do ancião, quando ela estava prestes a matá-lo ela é interrompida por uma tosse leve do ancião que a fez paralisar, pois esse tom rouco que ele emitiu ao tossir era familiar.
- Então esse é o seu destino Riven... -- falou o ancião se virando e enfim se revelando para Riven
As batidas do coração de Riven falharam por alguns segundos, seu espanto era notável acompanhado de seu suor frio na testa e então ela percebeu a situação que estava vivendo.
Eles pediram para que ela matasse o único homem que a ensinou todas suas habilidades com o vento e espada, o seu mestre que a ajudou a alcançar a grandeza que ela tanto sonhou.
Riven suava ainda mais e a cada segundo sentia uma facada em seu coração, não moveu um dedo depois que viu o rosto de seu mestre, só pensava em alguma solução, pois se ela não o matasse tudo estaria perdido, seus companheiros morreriam em vão, já que neste momento eles estavam lutando e lhe dando cobertura, mas era seu mestre que estava ali a sua frente com um sorriso sereno no rosto. Riven ainda não se movia nem se pronunciava até que então o ancião a chama.
- Riven. -- agora Riven o olhava nos olhos tentando segurar as lágrimas que brigavam para sair de seus olhos vermelhos. - Aceite seu destino Riven, eu já aceitei o meu. 

- Mas, mas, eu não posso... -- ela dizia agora não contendo as lágrimas que desciam pelo seu rosto e caindo sobre suas mãos que tremiam mas ainda segurando a espada.

- Riven, você precisa fazer, seus companheiros confiam em você. Eu já estou velho, já está na minha hora, você é jovem e se tornou um ser humano maravilhoso, e eu me orgulho de ser seu mestre. -- cada palavra que o ancião dizia entrava em Riven como uma onda de tristeza

Riven se ajoelhou no chão, se apoiando em sua espada que ainda se mantia de pé em frente a ela e ao seu mestre, suas mãos não soltavam a espada por nada, os pensamentos de Riven não a ajudavam em nada, só havia desespero e sofrimento. O ancião havia percebido que Riven estava indecisa e então ele colocou suas mãos em cima das mãos dela que seguravam a espada e então Riven o olhou.
- Escute Riven, depois de você me matar sua vida pode mudar mas nunca se esqueça que com apenas um toque do destino, pode trazer a felicidade que você sempre desejou na vida. Agora faça isso por mim, será uma honra ter minha vida tirada por uma dos meus discípulos mais importantes e que eu amo. Obrigada por tudo Riven.

E então Riven se levantou e e então tomou coragem mas com uma enorme dor no peito e então sacou sua espada e a apontou para o seu mestre.

- Obrigada por tudo mestre, eu sempre te amarei e te levarei em meu peito, você foi minha luz, foi o meu pai que nunca tive. -- as palavras dela arrancaram lágrimas do ancião que agora sorria.

E então a espada de Riven atravessou o coração de seu mestre junto com o grito desesperador de Riven e com a chuva disparando do céu e invadindo todo o corpo de Riven e de seu mestre caído no telhado e seu sangue sendo levado pela chuva que caia do telhado e se encontrava com a grama e a terra.
Riven então se recompôs mas ainda com um grande sofrimento dentro de si, mas ela tinha que ajudar seus companheiros que ainda guerreavam, quando Riven retornou seus companheiros a esperavam, eles seguiram caminho mas foram cercado por um exercito Ioniano muito vasto, Riven pediu reforços mas o que receberam foi uma enxurrada de bioquímico lançado por Singed, tantos os noxianos e Ionianos estavam sendo massacrados e sendo vítimas de um destino cruel. Riven viu ali uma chance e se lembrou das palavras de seu mestre... "Podem mudar seu destino". Então Riven escapou do ataque mas de uma coisa ela não pôde escapar... De sua memória.
Os noxus a considerou morta e então naquela noite,  Riven destruiu sua espada a transformando apenas em um pedaço do que era antes e assim quebrando seu elo com o passado e decidiu vagar em um exílio que ela mesma impôs para si mesma.

FLASH BACK OFF/

Começo a apressar o passo em meio as ruas de Ionia a procura de um bar, ando até escutar uma bela melodia e então tento ir de encontro a ela até encontrar um bar em uma vasta rua e era de lá que a melodia saia, sigo até lá me envolvendo ainda mais na capa branca que me protegia do frio. Assim que entro no bar sinto um calor me envolver, olho procurando um lugar para sentar mas estava tudo cheio, olhei mais um pouco e encontro uma mesa com duas cadeiras debaixo da janela e em uma dessas cadeiras havia um homem, e esse homem tocava a flauta com a melodia que me guiou até aqui. Um homem forte, usando um cachecol azul e calça da mesma cor, sem camisa e sem sapatos. {Bom não me resta escolha a não ser pedir para dividir a mesa.}…

Me aproximo tentando esconder meu nervosismo que nem eu mesma sabia por que eu me sentia assim, coloco as mãos na cadeira fazia e o vejo abrir os olhos e parar de tocar sua bela melodia. Por alguns segundos me perdi naqueles olhos azuis e na serenidade com a que ele me olhava e sorria.
- Posso me sentar aqui? -- finalmente consigo juntar as palavras para finalmente soltá-las, sorrio de leve para ele que colocava sua flauta em cima da mesa

- Claro, fique à vontade. -- a voz rouca que ele emanou em cada palavra me causou arrepios que de fato me intrigaram. Ignorei esses arrepios e então tirei a espada de minhas costas e a coloco encostada na parede, arrumo a capa melhor em meu corpo e então me sento na cadeira tentando evitar olhar o homem que estava a minha frente, mas mesmo que eu tentasse eu sempre me pegava o olhando de lado que ainda estava com um belo sorriso no rosto. Encosto minha cabeça na parede e começo a olhar através da janela do bar, observava a entrada de uma floresta que ficava no final da rua, pude observar o quão bonito este lugar pode ser, eu mal havia chegado mas já fui envolvida com a felicidade das pessoas e dos lugares e acima de tudo, uma grande paz que eu sentia falta. Volto a olhar o homem que agora sorria ainda mais.
Observei ele depositar um pouco de saquê em dois copos e me entregou um.
- Estava tão distraída que nem percebeu que o garçom  veio, mas eu pedi por você. -- novamente aquela voz me causou um arrepio, sorri e apenas peguei o copo.

- Pelo menos acertou o que eu queria. -- ouço uma risada nasal vindo daquele homem que em seguida deu um belo gole.

- Posso saber o seu nome? -- ouço ele dizer com serenidade, por alguns segundos eu pensei qual o interesse dele ao saber meu nome, será que ele sabe sobre meu passado? Tirei esses pensamentos de mim e o olhei, ele não parecia nenhum homem psicopata ou nenhum soldado de Noxus, então que mal tem eu dizer meu nome não? Respirei fundo e o fitei por alguns segundos e pude notar uma risada leve vindo dele.

- Calma, eu não vou te bater ou abusar de você. -- ele falava num tom convencido

- Riven... -- falo por fim e ele me observa por alguns segundos com um sorriso no rosto. - Posso saber o seu nome também?

- Yasuo... -- ele fala e por alguns segundos este nome me pareceu familiar mas ignorei e voltei a beber meu saquê e a observar a floresta através da janela.

O vento batendo em meu rosto e as folhas das árvores caindo na neve branca, os flocos de neve que caiam do céu caindo e atingindo a janela no bar, Ionia sempre foi um lugar de paz e pensar nisso me faz lembrar do quanto eu tentei destruir esse lindo país. Lembranças, lembranças e mais lembranças... Por mais que eu tente esquecer, minhas memórias sempre me invadem e depois sempre sinto um enorme vazio dentro de mim. Terminei de beber o saquê que estava em meu copo e então me levantei da cadeira, peguei minha espada e a coloquei de volta  pendurada em minhas costas, peguei algumas moedas em minha mochila, onde estavam também minhas roupas e coloquei na mesa.

- Aqui está minha parte pelo saquê, preciso ir... Foi bom ter conhecido você, Yasuo. -- falo estendendo minhas mãos para cumprimentá-lo e ele se levanta e pega as moedas que eu havia deixado na mesa e as coloca em minha mão.
- Não é necessário, foi bom te conhecer, Riven. -- ele fala e volta a se sentar na cadeira e percebo sua espada pendurada em sua cintura, talvez ele fosse algum soldado Ioniano? Apenas concordei com a cabeça e me virei, comecei a dar passos velozes enquanto me envolvia novamente na capa para me proteger do frio e da neve.

Comecei a caminhar novamente pelas ruas enquanto pensava naquele homem, novamente. Sento em um pequeno banco, na rua ainda do bar mas agora perto da entrada da florestaà e verifico meu dinheiro, ou o que me restou dos trabalhos que eu havia feito em piltover. Não havia sobrado muito, então decido ir até a floresta e tentar achar alguma caverna e fazer uma fogueira para passar a noite, pois o que me restou só dava para me alimentar.

Então olho para a entrada da floresta e então começo a caminhar até estar completamente dentro da vasta floresta. A cada passo que eu dava mais meus pés se afundava na neve, mas não pude deixar de apreciar a beleza que a neve causa na floresta, as árvores repletas de neve, as flores que destacavam sua bela cor.

Sinto um barulho estranho na por entre as árvores mas apenas ignorei, fiquei aliviada pela lua estar iluminando tão bem a floresta, começo a procurar por alguma caverna mas não encontrava nada, apenas neve e mais neve. Pensei que não fora uma boa ideia ter entrado em uma floresta que eu nem conhecia, decido voltar mas sou surpreendida por dois homens fortes e consigo lembrar do rosto deles de lá do bar, estavam completamente bêbados e emanavam um cheiro podre no ar que me dava um certo nojo.
- Olha o que temos aqui amigo, uma bela moça perdida na floresta. -- Um deles falava com um sorriso cheio de malícia enquanto o outro me fitava.

- Tem certeza de que sou eu quem está perdida? -- falo num tom de deboche e vejo eles se aproximarem. Me Afasto um pouco e levo minhas mãos até minhas costas para que eu pudesse pegar minha espada mas sou surpreendida por mais dois homens que agarraram meu braço. O homen que havia falado primeiro chegou perto de mim sorrindo.
- Vamos brincar um pouquinho. -- ele falou e quando ele ia pegar em meu rosto com as mãos completamente sujas eu dou um soco que acerta em cheio entre suas pernas.

- É, vamos brincar. -- falo num tom de deboche ao vê-lo agachado e tentando conter a dor, me encarou com um olhar de pura raiva, olhou para o seu companheiro que sacou uma faca e entregou para o mesmo que agora havia levantado e agora caminhava em minha direção novamente.

- Vamos brincar então. -- Ele finca a faca em minha coxa me fazendo soltar um grito rouco tentando conter a dor que invadia meu corpo. Eu só pensava em querer acabar com esse verme de qualquer jeito, mas infelizmente dois vermes me seguravam com força e agora o ferimento em minha coxa não me deixava nem ficar de pé. Me ajoelho e não  sinto minha perna ficar dormente e a dor só aumentava, minha visão falhando, minha respiração lenta, tento juntar alguma força para me soltar mas sinto meus braços livres e então eu o vejo, o homem pelo qual me causava arrepios estava na minha frente com sua espada, ele num golpe rápido levantou toda a neve que estava abaixo dos pés dos canalhas e eles caíram no chão assustados, forço ainda mais minha visão para entender o que eu estava presenciando mas era inútil, minha visão novamente falhou e eu só senti algo me levantando e então sinto meus olhos se fecharem até que eu desmaio por completo.


Notas Finais


Eu ficaria muito feliz e agradecida se vocês comentassem o que acharam, para eu saber se continuo. Se quiserem dizer se posso melhorar ou que assim está bom, também ficaria muito feliz <3
Obrigada por lerem.


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